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Posts Tagged ‘Itaquerão’

Vitória em clássico, Palestrinos! Sem dúvidas, o melhor antídoto para começar a semana tranquilo e confiante de que as coisas podem se acertar.

Afinal de contas, o Dérbi do último domingo foi nostro melhor jogo em muito tempo. Especialmente no primeiro tempo da disputa, vimos uma movimentação e um índice de acerto de passes dignos de deixar qualquer torcedor surpreso. Dominamos a partida, mantivemos a cabeça no lugar e não caímos na pressão do adversário – mesmo jogando no estádio municipal que eles chamam de casa.

Foi também um belo respiro para Oswaldo de Oliveira e todo o elenco, ainda que a situação no Campeonato Brasileiro esteja totalmente abaixo do desejado. Nostro treinador manteve o polêmico 4-2-3-1, mas a performance da equipe foi totalmente outra. Muito disso se deve a energia dos atletas dentro de campo, mas também ao esquema sem um centroavante fixo – assista novamente à partida e irá reparar que Rafael Marques continuou aberto pela esquerda e só fechou em diagonal quando Zé Roberto abriu com ele.

Desempenho tão bom deixou no ar aquela clássica pergunta: por quê cazzo este time não joga assim sempre? E a reposta, infelizmente, me parece óbvia: porque ainda não aprendemos a jogar contra equipes fechadas.

As primeiras rodadas do Brasileirão e os jogos da Copa do Brasil mostram isso claramente. O Palmeiras fica 70 minutos com a bola nos pés, mas não consegue criar absolutamente nada. Quando joga contra times que tentam ao menos jogar, no entanto, achamos espaços para ganhar a partida. Eis o grande desafio de Oswaldinho.

Eu ainda acho que algumas partidas pedem dois atacantes e apenas um volante mais preso. Mas, por enquanto, vou abaixar a minha corneta e esperar para ver o que nostro treinador vai colocar em prática. Que ele não nos decepcione!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Derrota das piores que poderíamos ter sofrido, Palestrinos.

Pois se não bastasse ser contra a gentalha, ainda foi de maneira ridícula. Um time apático, acéfalo, aquém até da mediocridade. Resultado: não criamos um só lance de gol em 95 minutos de bola rolando!

E olha que Gareca montou a equipe com o que tinha de melhor. Voltou Marcelo Oliveira para a defesa no lugar de Lúcio, colocou Victor Luís na esquerda, fechou o meio com Mendieta e apostou no contra ataque de Mouche. O problema é que entre a teoria e a prática há um abismo gigante de qualidade…

E nem me refiro àqueles que são notadamente limitados (té porque é burrice esperar que atletas como Wendel, Oliveira, Renato e Henrique rendam além de seus limites). O problema é que seguimos depositando confiança em Wesley, Mendieta, Leandro, Felipe Menezes e tantos outros que nunca, de fato, responderam quando foi preciso.

O nostro maior problema hoje é justamente este: se esperar algo de onde nunca virá. É frustrante, é repetitivo, é o que nos dá essa sensação de impotência tão comum nos últimos anos.

Quando se tem uma equipe limitada é preciso correr. Dar o máximo de si. É irritante ver jogador nota 5 se arrastar em campo como se fosse um favor ele estar ali. Não dá mais pra ficar refém da displicência de alguns e das limitações de outros. Precisamos nos organiza, mas também se entregar.

Caso contrário, nenhum reforço irá salvar o Palmeiras.

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Aproveitando o tema do post, mais uma vez tive vergonha de alguns dos torcedores presentes na Arena BNDES. Se a piada das máscaras foi excelente, o ato de quebrar cadeiras e ainda pedir para “mandar a conta pro Nobre” foi ridículo. Se bem que, desses, já não se espera mais que isso mesmo…

Siamo Palestra!

ROJAS.

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O derby está no ar, Palestrinos.

40 anos após o gol de Ronaldo que os deixou ainda mais tempo naquela bendita fila e 20 anos depois daquele incontestável bicampeonato que enterrou ainda mais a nostra maldita espera. São tantas as coincidências e fatos que, talvez movido pela força de vontade demonstradas nas duas últimas partidas, estou confiante.

E não escrevo isso “só” por ser Palmeiras e Corinthians. Escrevo porque é mesmo um jogo histórico, o primeiro na Arena BNDES! História aliás que, se confirmada, joga mais uma vez ao nostro favor: o Palmeiras nunca perdeu para a gentalha quando fizeram o primeiro jogo de algum estádio.

  • Em 1917, no primeiro confronto entre os dois e também do Palestra Itália, metemos 3 a 0, acabando com uma invencibilidade deles que já durava 25 jogos.
  • Já no primeiro duelo disputado no Pacaembu, em 1940, não só vencemos por 2 a 1 como conquistamos a Taça Cidade de São Paulo.
  • E em 1967, no primeiro derby do Morumbi, vencemos por um módico e sonoro 1 a 0.

Ou seja, nada de novo. E eu não espero nada menos que motivação de sobra para o time que vai a campo. Gareca poupou os titulares de desgaste físico, o grupo conhece muito bem o adversário e a nostra caminhada neste campeonato pode dar uma guinada notável em caso de vitória.

É domingo, é na casa deles e será inesquecível.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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