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Posts Tagged ‘Itu’

A derrota de ontem foi doída, Palestrinos.

Afinal, cair em casa, para um time pequeno, com um gol aos 39 do segundo tempo, nunca vai ser algo fácil de se lidar. Agora, pelo amor de San Genaro, calma com a andança: o ano não acabou.

É mania nostra sair procurando culpados. Uns vão xingar o Kleina (que colocou Vinícius e Valdivia baleado), outros vão dizer que a culpa é da diretoria (que não trouxe lateral-direito e centroavante reservas), outros crucificarão até Bruno (dizendo, sem conhecimento algum de causa, que o chute era facilmente defensável). Pois bem, amicos, não é hora pra isso.

Ontem, exceto por uns 15 minutos de lucidez, o Palmeiras foi muito mal em campo. O time, que já não contava com Valdivia e Wendel – lesionados pelos brucutus do Bragantino -, perdeu também Kardec e Prass por lesão. Em outras palavras, perdemos os poucos jogadores que podem fazer a diferença quando as coisas apertam (inclusive pelo prisma da liderança e confiança).

Me desculpem os torcedores que adoram colocar a culpa nas costas de um de outro jogador, mas, ontem, perdemos todos.

Só gostaria de lembrar a todos que, no início do ano, nenhum palmeirense esperava nada demais deste elenco. Ou alguém aqui cravaria um início de ano com 13 vitórias, 2 empates e 3 derrotas?

A diretoria está ciente de que nostro elenco precisa, sim, de alguns reforços pontuais. Kleina precisa rever algumas decisões de banco também (Tiago Alves, Mendieta e Vinícius valem a pena?). Da mesma forma, alguns jogadores – como Leandro e Wesley – precisam colocar a cabeça no travesseiro e repensar o que têm feito dentro das quatro linhas. Mas, repito: o ano não acabou.

Temos Copa do Brasil e Brasileirão pela frente. São muitos jogos ainda. O centenário segue vivo e nós temos que viver com ele. Caso contrário, morreremos todos nós com um tombo que foi grande como Itú, mas bem menor que o Palmeiras.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Lá se vão dez anos, Palestrinos.

Mas parece mesmo que foi ontem. Após a trágica campanha de 2002 (com Itamar, Dodô, Alexandre e até Índio possuído pelo capeta) e do início desastroso de 2003 (tomando um senhor 7×2 para o Vitória em casa), o ano melhorou do meio para a frente. A campanha da Série B foi boa, o time esteve sólido e em nenhum momento Marcos, Magrão, Pedrinho, Edmílson e Vágner Love tiveram ameaçada a volta à elite.

Se compararmos, a situação de hoje até parece melhor. Embora limitado, nostro time está “pronto” já faz algum tempo e a base que entrará em campo amanhã, diante do Atlético Goianiense, é a mesma que jogou a Libertadores e o Paulistão. Mas, sejamos sinceros, esse cenário teoricamente melhor pode caducar se não jogarmos pra valer.

Afinal, ao contrário de 2003, este ano não há nenhum outro time-alvo. Se naquele ano havia o Botafogo, 2013 não apresenta nenhum outro. Seremos nós, e só nós, o time a ser batido. Por isso não adiante se iludir achando que ganhar de ABC, Icasa e Paysandu vai ser moleza, porque não vai, não. Vai ser osso.

Teremos muitas partidas no norte e nordeste, muitos jogos com calor e gramados acima do normal e, acima de tudo, teremos uma vontade sobre-humana por parte dos adversários. Isso sem falar que a Série B nos colocará frente a frente com pedras no sapato históricas, tais quais Sport, ASA (como esquecer?), São Caetano e o próprio rubro-negro do serrado.

A verdade é que, assim como foi até aqui, nostra camisa vai ter que jogar. E que bom que vai ser essa nova camisa, verde e branca simples, bem como é simples e linda a sua irmã reserva branca e verde. Não que precisemos da categoria de Ademir da Guia, mas a garra de Dudu e o oportunismo de César Maluco serão bem vindos. Assim como será bem vinda não a técnica, mas a aura vencedora daquela eterna Academia.

Amanhã, Palestrinos, a Segundona começa para nós pela segunda vez. E eu espero que, pela primeira vez, aprendamos não só a subir como a ser manter de onde jamais deveríamos ter saído: do topo.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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