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Posts Tagged ‘ituano’

A derrota de ontem foi doída, Palestrinos.

Afinal, cair em casa, para um time pequeno, com um gol aos 39 do segundo tempo, nunca vai ser algo fácil de se lidar. Agora, pelo amor de San Genaro, calma com a andança: o ano não acabou.

É mania nostra sair procurando culpados. Uns vão xingar o Kleina (que colocou Vinícius e Valdivia baleado), outros vão dizer que a culpa é da diretoria (que não trouxe lateral-direito e centroavante reservas), outros crucificarão até Bruno (dizendo, sem conhecimento algum de causa, que o chute era facilmente defensável). Pois bem, amicos, não é hora pra isso.

Ontem, exceto por uns 15 minutos de lucidez, o Palmeiras foi muito mal em campo. O time, que já não contava com Valdivia e Wendel – lesionados pelos brucutus do Bragantino -, perdeu também Kardec e Prass por lesão. Em outras palavras, perdemos os poucos jogadores que podem fazer a diferença quando as coisas apertam (inclusive pelo prisma da liderança e confiança).

Me desculpem os torcedores que adoram colocar a culpa nas costas de um de outro jogador, mas, ontem, perdemos todos.

Só gostaria de lembrar a todos que, no início do ano, nenhum palmeirense esperava nada demais deste elenco. Ou alguém aqui cravaria um início de ano com 13 vitórias, 2 empates e 3 derrotas?

A diretoria está ciente de que nostro elenco precisa, sim, de alguns reforços pontuais. Kleina precisa rever algumas decisões de banco também (Tiago Alves, Mendieta e Vinícius valem a pena?). Da mesma forma, alguns jogadores – como Leandro e Wesley – precisam colocar a cabeça no travesseiro e repensar o que têm feito dentro das quatro linhas. Mas, repito: o ano não acabou.

Temos Copa do Brasil e Brasileirão pela frente. São muitos jogos ainda. O centenário segue vivo e nós temos que viver com ele. Caso contrário, morreremos todos nós com um tombo que foi grande como Itú, mas bem menor que o Palmeiras.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Mais uma vitória, Palestrinos!

A sétima em nove jogos, o que nos confere o título de líder absoluto e único invicto do campeonato. No entanto, a vitória de ontem foi ainda mais importante para mim: foi a minha primeira em solo mexicano.

Por questões de trabalho, tive de vir até a Cidade do México passar a semana. E é óbvio que, embora os caras adorem futebol (assistem a liga local, Libertadores, Champions League), não foi possível achar um lugar para assistir ao triunfo do Verdão por aqui. Me contentei com o lance-a-lance da internet e com os comentários do outro autor deste blog, o Elton.

O problema é que aqui estamos 3h atrás do horário brasileiro – o que me fez ter que acompanhar a partida no trabalho.

No Brasil, sabem que sou palmeirense doente e não ligam que eu comemore, mas, aqui, sou novidade. E me portei como bom visitante por 87 minutos – mesmo quando o Juninho, de novo e de novo e de novo, errava tudo o que fazia. Até que Alan Kardec, sempre ele, balançou as redes do Ituano. Quando isso aconteceu, amigos, soltei um grito de gol tão agudo que não teve um só chicano que não olhou na minha direção.

Levante os braços e, tal qual aquele jogador que faz a falta, mas gesticula que não, completei: “Perdón. Pero soy aficiónado de Palmeiras en Brasil  y sólo hacimos un gol ahora, a 3 minutos del final.”.

Aplausos. Pra mim, pro nostro Palestra e para uma campanha que, até agora, está nos deixando com boa fama. Hasta en la Ciudade de Mexico.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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“Mas, afinal, qual o verdadeiro Palmeiras: o que ganha em casa com raça e vontade – como na Libertadores – ou o que perde chato e insosso fora dela pela América do Sul e pelo Paulistão?”.

Boa pergunta, Palestrino. E, na verdade, a resposta é mais simples do que podemos (e queremos) crer; o Palmeiras é exatamente estes dois aí de cima. Somos um time extremamente limitado, que vai ganhar e perder alternadamente durante a temporada, dado os números de lesões, suspensões e, mais do que tudo, de opções.

O que acontece é que, depois de um período de vacas gordas, voltamos à montanha-russa de resultados. Se bem lembrarem, não faz muito tempo que ficamos algumas partidas sem vencer, tomando até meia dúzia do insignificante Mirassol. Depois, engatamos cinco triunfos seguidos, bonificados com a classificação precoce e improvável a segunda fase da Libertadores. E, então, chegamos agora a duas derrotas seguidas.

Acostumem-se, é assim que é e será este ano.

A nossa verdadeira função como torcedor é simplesmente incentivar – além de, obviamente, se inflamar ou frustrar de acordo com os resultados. As lágrimas que derramei, suado e extenuado, após à vitória sobre o Libertad são as mesmas que poderei derrubar, raivoso e odioso, após tropeços futuros.

Importante, mesmo, será o grito sempre ecoando pelas arquibancadas.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Chegou a hora da verdade, Palestrinos.

Após modorrentas semanas de Campeonato Paulista, repletas de empates, tropeços, (muitos) erros e (alguns) acertos, chegamos às semanas mais decisivas do ano até aqui. Serão seis jogos decisivos, valendo as nostras intenções até o início da Série B.

Pelo Paulistão, três jogos razoavelmente diferentes: um bastante complicado (Ponte Preta fora) e dois em que a vitória é obrigatória (Guarani em casa e Ituano fora). Pelos meus cálculos, seis pontos nos garantem na fase final do Paulistinha. Já pela Libertadores, outros três jogos bem complicados (Tigre e Libertad em casa, Sporting Cristal fora).

O de amanhã, contra o Tigre, nem é passível de dúvida; precisamos vencer de qualquer maneira. Um empate que seja já irá nos deixar em posição desconfortável, enquanto que a vitória nos manterá um ponto a frente dos peruanos (até aqui, segundo colocados com um jogo a mais). O Libertad, ainda que em casa, deve ser um jogo complicado. No entanto, este resultado irá delimitar como chegaremos na última rodada. Uma vitória sobre os paraguaios nos deixa na liderança; um empate nos faz torcer pelo Tigre; já uma derrota nos faria torcer desesperadamente pelos argentinos para não termos que jogar pela vida lá no Peru.

Enfim, nostro elenco é o mesmo do início do ano, os desfalques por contusão e suspensão parecem crescer a cada semana, jogadores-chave nos desfalcam na Liberta, mas é preciso ter fé. Um time medíocre como o nostro tende a oscilar muito dentro das partidas e entre elas, logo nunca sabemos o que esperar – se bons ou maus momentos.

De qualquer forma, a nostra obrigação é agir da única maneira que podemos: indo para a arquibancada e apoiando 90 minutos sem parar. Pouco importa de seremos 5, 10 ou 30 mil; vamos cantar pelo Palmeiras e para o Palmeiras. Chegou a hora de ganhar no grito.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Saudades dos Trapalhões, Palestrinos?

Porque se você assistiu ao jogo do último domingo, certamente matou todas as saudades das confusões armadas pela trupe global. Com Danilo atuando feito Dedé, Armero assumindo o papel de Mussum e Gualberto o de Zacarias, a equipe comandada por Muricy Mocó foi uma piada em campo no segundo tempo. Definitivamente uma piada sem graça.

O JOGO
O 1º tempo do Verdão só não foi irretocável porque perdemos muitos gols. No entanto, o que vimos nos primeiros 45 minutos foi um verdadeiro massacre sobre o Ituano. Por cima, por baixo, de falta… o Palmeiras simplesmente não parava! E o gol solitário de Diego era muito pouco.

Só que o segundo tempo começou e as coisas pioraram. Logo a 1 minuto, Juninho empatou após uma furada feia de Gualberto e um bate-rebate na área. Daí, misteriosamente, o time voltou a jogar bem. E após cruzamento milimétrico de Cleiton Xavier, Robert desempatou. Na seqüência, em bela troca de passes, Sacconi fez o terceiro. E muito embora estivéssemos com 10 em campo (Gualberto Zacarias foi expulso por um carrinho infantil), as coisas estavam sobre controle.

Foi aí que entrou Armero Mussum. Cacildis, o colombiano deve ter tomado um mézis! Foi afobado, chutou a bola na cabeça de Danilo – que também fez partida fraca – e diminuiu para o time de Itu. Pouco depois, o camisa 6 isolou mal outra bola, Marcos saiu mal e tomamos o empate.

De nada adiantou CX10 jogar demais, se a nostra defesa entregou tudo.

O MELHOR
Sem dúvidas, Cleiton Xavier. Três lindas assistências.

O PIOR
Gualberto foi terrível e Armero péssimo. Fica o prêmio pros dois.

E AMANHÃ?
Amanhã a coisa promete. Sem zagueiros pra usar, é capaz que Edinho ou Pierre atuem improvisados diante do Monte Azul. E parece que Diego Souza sentiu a coxa e será poupado. Logo, ficará ainda mais evidente que precisamos de atacantes logo… seja o que San Genaro quiser!

JORGINHO
E Jorginho se foi. Após resistir a investida do Avaí, nostro interino predileto acabou indo para o Goiás. Boa sorte pra ele! É um cara que merece muita sorte por onde vá (muito embora, coitado, vai ter que conviver com o bom e velho Marcão de novo.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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