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Palmeiras 5 x 1 Sampaio Corrêa sugere um placar perfeito para exaltar as qualidade deste novo time, correto Palestrinos? Errado. Muito mais do que acertos, a goleada de ontem serviu para mostrar os erros deste Palmeiras versão 2015.

Da escalação extremamente mal formulada por Oswaldo de Oliveira até os infindáveis erros da defesa, a atuação pífia do primeiro tempo de ontem mostrou que a equipe está longe de ideal. Confesso que o deserto criativo dos primeiros 45 minutos – somados aos constantes erros de passes e aos fantasmas do passado -, me fizeram honestamente pensar no pior. Fosse contra qualquer equipe um pouco melhor, teríamos tomado de dois a três gols antes mesmo do intervalo.

Sorte a nostra que era apenas o Bolívia maranhense e que um Pimentinha só não faz verão. Porque seja lá o que nostro treinador tenha planejado, errou em cheio. Diante de um time recuado e sem um armador de ofício, o Verdão sofreu para criar qualquer jogada ofensiva. Era bola no Lucas e nada mais. Não a toa sofreu o gol (e aqui valem os parênteses para o baile levado por Victor Hugo e Egídio por um atleta de um metro e meio) e foi dominado por uma equipe de Série B.

Na segunda etapa, com Robinho em campo e sem o afobado/limitado Amaral, as coisas entraram no eixo e o Palmeiras virou na mais pura pressão. Dudu trocou de lado com Rafael Marques, Zé Roberto ajudou Gabriel na saída de bola e Egídio finalmente entrou na partida para que o 0 a 1 virasse 3 a 1 em vinte minutos. Muito pela nostra melhora, mas também pelo comportamento do adversário.

A partir daí as coisas pareciam ter entrado no eixo, mas, após o terceiro gol, voltamos a sofrer com as falhas defensivas. Nostros zagueiros viraram simples rebatedores, os contra ataque saíram a torto e à direito e só não sofremos gols por causa de Fernando Prass e dos postes da meta defendida por ele. Por isso vale dizer, sem medo de ser infeliz, que a goleada de ontem foi uma das mais mentirosas da história do futebol.

Na entrevista após o jogo, inclusive, Oswaldo desfilou uma soberba digna daquele que sabe que errou muito na noite de ontem. Ao ser indagado sobre poupar atletas em um jogo tão importante e ainda demorar a mexer na equipe, se defendeu falando de seu trabalhos e títulos do passado. Pois bem, professor: espero que, chegando em casa, o senhor tenha assistido novamente ao jogo e aprendido algo referente ao presente do futebol.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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