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Lá se vai Kléber para o Sul, Palestrinos.

Por cinco temporadas, o atacante de 28 anos irá vestir a camisa do Grêmio com um salário que beira os R$500 mil mensais. Sem dúvidas, um presente dos desesperados gaúchos para um atleta que, se pode valer tudo isso dentro de campo, já mostrou que não vale nem 500 reais fora dele.

Uma contratação que é fruto de um time que, depois de ter tomado um chapéu de Ronaldinho, teve a necessidade de trazer um jogador de peso para a torcida aplaudir. E que talvez encontre aí um motivo para deixar Douglas sair.

Mas eu seria mentiroso se dissesse que não entendo a alegria dos amigos gremistas. Há pouco mais de um ano, quando a nostra diretoria anunciou a chegada do Gladiador em definitivo, fique eufórico. Era o retorno de um atleta brigador, vencedor, bom de bola. Algo que até aconteceu, lembrando-me de alguns jogos no início do ano. Kléber fez um belo Campeonato Paulista, nos deu a vitória na estreia do Brasileirão, mas, de repente, parou.

E parou pelo motivo que mais dói em um torcedor: parou por causa de dinheiro.

Todos sabemos que o camisa 30 não ganhava mal no Palestra. Pelo que sei, aliás, seu salário é um dos mais altos do elenco, beirando os 300 mil reais por mês. O problema foi que a grama do vizinho ficou mais verde. Como que ele, esforçado dentro de campo, poderia ganhar menos que os eternos lesionados Lincoln e Valdívia? Foi então que veio a idéia de seu genial empresário: forçar um aumento.

Inventaram então uma proposta irreal do time do Rio, tentaram dar um “susto” em nostra mal fadada diretoria e se deram mal. Graças a San Genaro, quebraram merecidamente a cara. E aí a máscara caiu. Kléber inventou lesões, deu entrevistas ridículas, tentou fazer média com fair play e foi se perdendo cada vez mais. Só que ele não teve peito de voltar atrás. A situação se complicou ainda mais e a sua saída foi inevitável.

Hoje, ao olhar para trás, deve se achar um idiota.

Ainda pior para ele que, ontem, César Sampaio deu uma entrevista coletiva e disse que, ao conversar com o grupo de portas fechadas, ninguém pediu a cabeça de Felipão. Não que o treinador não tenha errado em alguns momentos, mas, no frigir dos ovos, quem mais errou foi mesmo o atacante.

Este é Kléber: o cara que poderia ser ídolo de 15 milhões de apaixonados, mas decidiu nos trocar por alguns milhões de reais. Boa sorte aos gremistas, eles irão precisar.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Minha indignação permanece intacta, Palestrinos.

Aproveitando o feriado, ontem li toda e qualquer publicação que citasse o ocorrido da última terça, fazendo a minha revolta crescer ainda mais. Afinal, agora não bastassem os bárbaros animais que agrediram João Vitor, ainda temos que nos preocupar com mais um capítulo das novela Kléber, Frizzo e Felipão.

Para começo de conversa, vamos lá: nenhum destes citados acima é santo.

O atacante, por exemplo, já está forçando a sua saída do Palmeiras há muito tempo. Começou naquela palhaçada com o Flamengo, continuou com as já famosas dores inexistentes no joelho, se arrastou com declarações imbecis e culminou no ocorrido desta semana, quando defendeu que os atletas dessem WO no jogo de ontem. Se a saída dele já era inevitável, agora virou certeza absoluta.

Quanto a Frizzo, nunca inspirou confiança. Se formos pensar, o cara não tem o apoio irrestrito de ninguém: nem de Tirone, nem de Felipão, nem dos jogadores. A maior prova disso é que foi taxado de “mau caráter” por Kléber e o mesmo não teve nenhum tipo de punição. Está no cargo porque não temos opção dentro da “situação”, no momento.

Já Felipão, quem diria, andou escorregando nos últimos tempos. Apesar de levar todos os problemas medonhos do clube a mão de ferro, nostro comandante deslizou em algumas declarações e atitudes recentes, incluindo a de tolerar as birras do camisa 30 e ainda colocá-lo de volta no time com a tarja de capitão.

Mas o resumo da ópera, para mim, é muito simples: entre os três, Felipão ganha de goleada. Em fase de boataria e fofocas, eu fico 100% com Scolari. Afinal, se é para confiar em alguém, que seja em um cara que trabalha há anos no Palmeiras, que tem uma história firmada e que me parece íntegro.

Quanto a Kléber, sugiro apenas que fale menos e escute mais atletas como São Marcos, que mais uma vez deu exemplo de profissionalismo e bom senso ao conversar com o grupo e dizer que não jogar seria um crime ainda maior contra os 15 milhões de apaixonados que, sim, podem ser chamados de torcedores.

Vá de retro, Kléber, e não volte nunca mais.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Mais uma rodada e mais um empate, Palestrinos.

É o de número 13 em 27 rodadas, um recorde absoluto. E o pior: desta vez foi diante do lanterna do campeonato, em casa e sem nem ao menos ter merecido vencer. Daí, obviamente, o domingo amanheceu com pichações nos muros do Palestra, com boneco em chamas, com aqueles protestos clássicos e cada vez mais rotineiros.

Ao ficar sabendo disso, Felipão foi enfático: “Estão gastando tinta, nada vai mudar”. Pois eu acho que o nostro comandante tem, mais uma vez, toda a razão: estamos todos gastando tinta.

Está gastando tinta quem picha o muro, está gastando tinta quem ainda tem esperanças de que vamos a algum lugar em 2011 e estou gastando tinta também eu, de estar me lamentando aqui nestas mal escritas e tortas linhas de um blog melancólico e apaixonado.

Hoje, ao chegar no trabalho, gastei uma meia hora vendo gols e jogos das últimas duas déacadas. As Libertadores, o golaço de Alex com dois chapéus nos bâmbis, aquele 4×2 no Flamengo pela Copa do Brasil/99, aquele outro gol lindíssimo de César Sampaio fazendo fila no Morumbi, o Paulistão de 1996… é saudosista, eu sei, mas me fez bem.

É sempre bom lembrar que torcemos para o Campeão do Século XX. Para a Sociedade Esportiva Palmeiras. Para o Verdão multicampeão e vitorioso desde os tempos de Palestra. Mas, talvez, eu esteja aénas gastando tinta.

Siamo Palmeiras!

ROJAS.

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E voltamos nós ao assunto Kléber, Palestrinos.

Mas antes de você sair me xingando, proponho que leia o post todo primeiro.

Para começar, é bom que você saiba, por exemplo, que eu sou um cara avesso à extremismos. Logo, você dificilmente vai me ver exagerar em algo para mais ou para menos. E é exatamente por isso que fico indignado com boa parte das coisas que tenho lido na imprensa: porque eles elevam tudo ao extremo – especialmente quando vão abordar a relação Kléber e Palmeiras.

Portanto, vamos aos (meus) fatos…

1) KLÉBER ESTÁ EM MÁ FASE
Sem marcar há mais de um turno e lesionando-se com frequência, está claro que o nostro camisa 30 está em péssima fase. Assim como todo o time, ele caiu muito no início do segundo turno e deixou acontecer uma coisa até então rara para ele: Kléber desanimou. E se você junta má fase técnica com desânimo, a coisa desanda mesmo.

2) KLÉBER NÃO ESTÁ FAZENDO CORPO MOLE
Ele não está jogando bem, ele não está fazendo gols e está sim em uma fase horrível. Mas daí a acusá-lo de corpo mole vai um abismo gigantesco! O cara corre, tenta, mas está claramente nervoso dentro de campo. Sentiu que está em fase ruim e está se abatendo. Mas eu não diria que está dando migué.

3) KLÉBER NÃO É COITADO
E se o atacante não é “o culpado”, também está longe de ser “o mártir”. Kléber errou feio ao tentar forçar um aumento naquele imbróglio com o Flamengo, também errou ao dar as declarações que deu após o jogo de domingo SEM ANTES TER FALADO COM SEUS COMPANHEIROS, além de continuar tomando cartões bobos. Logo, não venham defendê-lo só porque ele beija escudo e veste a camisa da Mancha…

4) KLÉBER MERECE O BANCO
No início do ano, Kléber tinha que ser titular de qualquer maneira. Sem ele, não tínhamos opções. No entanto, futebol é momento e o momento de Luan, Maikon Leite e Fernandão é melhor que o dele. Simples assim: sem crucificar ninguém, nem aumentar as coisas desnecessariamente.

É isso o que eu penso. Sem exagerar nem diminuir nada nem ninguém. A torcida precisa parar de proteger quem não merece e dar mais valor a quem corre, come grama e não fica fazendo intriguinha nos bastidores.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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É hora de pensar na vida, Palestrinos…

Mas, com quase todo o segundo turno pela frente, parece que a única coisa possível de se almejar é mesmo a vaguinha na Libertadores 2012. E boa parte disso se deve ao nostro maior problema neste ano: a falta de alguém para fazer a diferença.

Olhando o time inteiro até dá pra dizer que temos qualidade. Marcos Assunção, Valdivia, Kléber, Maikon Leite… a qualidade deles todos é inquestionável e não são tão poucas as possibilidades deles decidirem um jogo individualmente. Só que isso, infelizmente, não tem acontecido.

Dos citados, três se encontram lesionados, e Marcos Assunção, convenhamos, não deve carregar a responsabilidade de salvador da pátria. Falhou ao perder o pênalti no domingo, mas, no geral, tem rendido bem mais do que os demais – que ganham mais e jogam mais adiantados. E aí, sem eles em campo ou mal inspirados, o Palmeiras empaca e empata.

Depender de Patrick, Vinicius, Luan e Fernandão é complicado. Não que sejam ruins, pelo contrário até, os dois últimos estão inclusive salvando nostra pele nas últimas partidas. Mas não dá pro Palmeiras, com a sua grandeza, ficar dependendo de garotos e apostas.

Na minha concepção, exceto pelo jogo diante do Botafogo, quando errou feio, Felipão tem feito o melhor que poderíamos esperar deste elenco. Com outro treinador sentado no banco, provavelmente estaríamos brigando pela Sul-Americana e olhe lá…

Por isso, amigos, não me chamem de pessimista. Sou totalmente realista quando afirmo que não chegaremos ao título. Basta torcermos, apoiarmos e rezarmos para San Genaro por uma vaguinha na Liberta do ano que vem.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Foi bonito, Palestrinos…

Em mais um exercício cívico de devoção ao Palmeiras, mais de 10 mil heróis foram ao pacaembu presenciar a vitória do Verdão por 3 a 1 (Luan, Kléber e Assunção) nesta noite. E se é verdade que o resultado não foi o suficiente para classificarmos, também é verdade que jogamos bem e saímos com a cabeça tranquila para o clássico de domingo.

Na real, a desclassificação não veio hoje, mas sim na desatenção da primeira partida. Foram dois gols sem querer do Vasco, um gol mal anulado nostro e o gol fora de casa – logo dele, o terrível Jumar – decidiu o futuro na Sul-Americana. É do jogo, acontece, temos de ter paciência. Existem noites em que não existem culpados e hoje foi uma delas.

Valdivia jogou como dele se espera, Kléber desencantou, Luan voltou a ser útil, Cicinho apoiou como sempre, Assunção voltou a ter o pé calibrado… se tivemos um defeito no jogo, foi a falta de sorte em um chute tão improvável dado da intermediária. Acontece, não é ter postura pequena, é reconhecer o mundo do futebol.

Agora, atenção: o time lutou, mas não merece aplausos. Ser desclassificado para o mistão de um time como Vasco não é motivo nenhum de orgulho.

Por isso, no domingo, espero um time tão motivado e aguerrido quanto hoje. Espero, enfim, o que todos nós esperamos: o Palmeiras em campo, com a sua grandeza e imponência de sempre! Até porque se o título parec eum sonho meio distante, a Libertadores é logo ali. Basta querer e correr.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Semana começando tumultuada, Palestrinos.

Por isso, e até porque ando meio irritado com as coisas do futebol, serei curto e grosso.

FELIPÃO FREE
De possíveis 720 dias, a pena de Felipão passou para 2 jogos. Nada a comemorar, a não ser pelo fato de que foi feito justiça. A equação é simples e sempre foi assim: você é expulso, cumpre um jogo de suspensão. A pena de praticamente dois anos foi mais uma invenção do STJD, que adora aparecer para esconder a sua insiginificância dentro do cenário do furebol nacional.

A propósito, não acredito em conspirações de arbitragem, mas é fato que nostro comandante é um dos alvos prediletos de árbitros e bandeirinhas. Se preocupam muito mais com ele do que com Cuca, Givanildo, Adílson e afins.

VALE BRIGAR PELA SUL-AMERICANA?
Sinceramente, penso que sim. Apesar dos dois a zero fora de casa, o Palmeiras tem a obrigação de mostrar força, garra e vontade jogando em SP. O Vasco já tem a vaga na Libertadores, faz um bom Campeonato Brasileiro e é até capaz que mande uma equipe mista para jogar aqui na quinta-feira… logo, time titular em campo pra ganhar de 3 ou mais!

A Copa Sul-Americana é, sim, o caminho mais curto para a Libertadores e, depois do jogo feio que vimos no Rio, o time nos deve ao menos um pouco de honra no jogo de volta.

KLÉBER ALVIVERDE
Meus amigos, pouco me importa que Kléber fosse corintiano antes de se profissionalizar. Aliás, não me espanta nenhum pouco: aproximadamente 70% de todos os jogadores de futebol do país são gambás ou urubus de nascença. O que me importa é que, apesar do recente deslize na tentativa estúpida de ir para o Flalixo, ele sempre defendeu o Palmeiras com afinco dentro de campo.

E o fato dele ter sido associado da Gaviões me espanta menos ainda: por sua personalidade e agressividade, se envolver com organizadas era mais do que esperado. Vide a sua ligação recente com a Mancha…

Siamo Palestra!

ROJAS.

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