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Posts Tagged ‘Leandro’

Tivemos uma estreia bipolar no Brasileirão, Palestrinos.

Afinal, se por um lado vencemos fora de casa, por outro fizemos uma partida sofrível. Reflexo de um elenco que, dependendo do jogo, vence na raça ou tropeça em suas próprias falhas.

As falhas insistem em acontecer em nostro sistema defensivo. Não só pelo lance bizarro cometido por ele na partida, Tiago Alves jamais poderia ser titular do Palmeiras. Poderia, sim, compor elenco – bem como poderia ser reserva Wellington. Victorino eu nem vou entrar nos méritos (foi a pior contratação da atual gestão). Precisamos urgentemente de um BOM zagueiro.

A lateral-direita também segue nas costas de Wendel. Aparentemente, a boa fase do Paulistão passou e ele começou a sentir o peso. Contra o Criciúma, quase todas as jogadas perigosas saíram em suas costas – o desespero é tanto que já integraram Luís Felipe de novo.

Já no meio, Josimar mostrou ser também um cara de elenco. Não pode ser titular, bem como França e Eguren. Ou vamos de Wesley ou precisamos apostar em Bruninho ou ainda na volta de Denoni e Dybal (o que deve ocorrer apenas em dezembro).

A parte da raça continua com Lúcio, Oliveira e Juninho, enquanto Valdivia, Bruno César e Kardec têm cuidado da pouca técnica que ainda temos em campo. Se continuarmos com as mesmas peças que temos, o campeonato será uma montanha-russa, com rodadas boas e outra ruins.

E nem estou considerando perder nostro camisa 14, porque se isso acontecer… haja Rodolfo pra pouco Evair.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Chegamos ao mata-mata, Palestrinos.

Após uma derrota por 2 a 1 na Vila Belmiro, mas chegamos. E, pra ser bem sincero, pouco importou o resultado de ontem em termos de tabela (“só” perdemos a chance de decidir uma possível final em casa diante do mesmo Santos, caso isso de fato aconteça). O principal fator do jogo de ontem foi observar como podemos render em um jogo complicado – e aí temos pontos positivos e negativos.

Os positivos vêm do setor ofensivo. Primeiro porque parece que o esquema com dois meias e dos atacantes tem tudo pra dar certo: quando temos a bola nos pés de Bruno César, Valdivia, Leandro e Kardec, as jogadas saem com muito mais qualidade do que antes. E segundo, mas não menos importante, que a opção de sacar um meia e colocar um ponta – seja ele Patrick Vieira ou Vinícius – tem se mostrado uma bela solução para momentos de pressão.

Já os pontos negativos não coincidentemente vêm da defesa. Ainda sem a presença de Wellington, Lúcio caiu demais de rendimento. Não se sabe se foi também por cansaço, mas o camisa 33 caiu muito e Tiago Alves está muito mal – até Marcelo Oliveira também tem falhado, sobretudo em bolas aéreas. E o segundo ponto, que tem tudo a ver com o primeiro, é a piora na proteção da defesa: Eguren e França não têm dado conta do recado da maneira que Oliveira e Wesley fizeram no início do campeonato.

Enfim, agora temos o Bragantino pela frente nesta quinta-feira, às 21h. E eu espero que neste dois pra lá, dois pra cá do Verdão, nostro ataque seja a melhor defesa e que a classificação se encaminhe.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Coloca mais uma vitória na conta, Palestrinos.

Dessa vez sem a mesma emoção, alegria e bom futebol de alguns bons triunfos no Estadual, mas, dadas as péssimas condições de campo e temperatura em Rondônia, ainda sim é uma vitória. O que realmente chamou a atenção foi a discrepância entre o primeiro e o segundo tempos do jogo de ontem, que evidenciaram ainda mais o atual problema deste Palmeiras: sua “bipolaridade tática”.

De um lado, a equipe jovem e veloz montada no 4-2-1-3 que começou o jogo e que vinha de bons resultados no Paulistão. Nesta formação, o time fica bastante centralizado nas ações de Valdívia pelo meio e é calcada principalmente na velocidade dos pontas – o que, no pasto do Portal da Amazônia não surtiu efeito. Muito porque nostros volantes erraram passes demais e porque nossa dupla dinâmica Vinícius &  Patrick Vieira cometeu uma dezena de erros infantis.

Do outro, a equipe mais cadenciada e técnica que atuou  no 4-1-3-2, e que melhorou o time. A linha de meias composta por Mendieta, Bruno César e Valdívia aliviou a marcação no chileno e a entrrada de Leandro deu aquela mobilidade maior no ataque. No entanto, isso funcionou contra uma equipe que estava totalmente recuada e eu duvido muito que este time tenha físico para aguentar 90 minutos .

De fato, não existe solução simples. Kleina já testou os dois times e ambos oscilaram de acordo com os jogos. O que temos de concreto até aqui, individualmente, são as péssimas atuações de Eguren e a surpreendente melhora de nostros laterais (até de Juninho!). Já no coletivo, nostra zaga andou falhando mais que o normal (por isso Prass tem aparecido muito mais) e o ataque parece mesmo precisar de uma dupla fixa para Kardec (sendo que Leandro é o nome certo para isso).

Ao meu ver, Kleina vai ter que equilibrar os lados da prancheta e montar um 4-1-2-1-2, onde França fica de primeiro homem de meio e Valdívia como meia-armador. A companhia para os dois é que vai ser um grande mistério: pode contar com Marcelo Oliveira (que precisa esperar o retorno de Welington a zaga), Josimar, Mendieta ou até mesmo de um jogador mais agudo – seja ele Bruno César ou Marquinhos Gabriel.

O problema, agora, está nas mão do nostro treinador. E eu prefiro acreditar que o nosso querido sósia do Fred Flintstone saberá o que fazer.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Os últimos anos do Dérbi foram tristes, Palestrinos.

Muitos empates, muitas derrotas, poucas vitórias. Na verdade, nostro último triunfo data de 2011. Portanto, chegou a hora de colocar o trem de volta nos trilhos. E o momento não poderia ser melhor.

Embora muitos digam que clássicos costumam levantar quem está mal e baixar a bola de quem está bem, não acho que seja esta a situação do próximo domingo. Enquanto nostro ambiente vai muito bem, com campanha quase irretocável e grupo unido, o lado de lá apresentar uma campanha pífia e um elenco desfalcado por saídas recentes e que joga com medo, temendo o que pode acontecer em caso de derrota.

E isso, amicos, tem que ser vastamente usado dentro de campo. É aquele “Espírito Felipão” que tanto vimos nascer nesta hora. Com maioria de torcida, o apoio pode passar para pressão em poucos minutos. Basta um gol, um lance mal executado ou algo que descontente uma torcida que já está descontente faz algum tempo e o bicho vai pegar.

Para nós, nada muda do que temos feito até agora: vamos entrar em campo para tocar a bola, girar o jogo e criar oportunidades pelos pés de Valdívia, Leandro e Kardec. Sem acelerar o jogo, sem se preocupar com relógio. O momento é nostro e absolutamente nada vai mudar isso. É bom Kleina passar isso aos atletas, é bom Nobre ir ao vestiário, é bom ter alma de Palmeiras.

Chega de espírito vira-latas! O Porco voltou. E vai ter festa no chiqueiro municipal.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Um dos assuntos da vez é Leandro, Palestrinos.

Jovem, rápido e habilidoso, o camisa 38 ganhou nostra torcida em pouco tempo.

Apesar de ter chegado em meio a polêmica negociação de Barcos, é inegável que o garoto já mostrou ser muito bom de bola e que ele seja titular absoluto de nostro ataque, ao lado de Alan Kardec. O papo da vez, no entanto, não diz respeito ao jogador que ele é, mas sim a como fazer ele ficar no Palmeiras.

Por contrato, ele está emprestado até o final deste ano. A partir daí, existem dois caminhos:

  • Renovar o empréstimo por mais 1 ano: Está lá no contrato. Se o Palmeiras quiser permanecer com o atleta, basta reajustar seu salário e automaticamente tê-lo até dezembro de 2014.
  • Comprá-lo em definitivo: Neste caso, será necessário pagar algo em torno de R$13 milhões ao Grêmio e ajustar o contrato de acordo com a pedida do atacante.

Obviamente a segunda alternativa seria a melhor para o clube. Afinal, mais do que tê-lo por mais uma temporada, poderíamos contar com Leandro por quanto tempo quiséssemos, podendo ainda revendê-lo no futuro e fazer um bom dinheiro (lembrando que ele já foi convocado e, após a Copa/2014, haverá uma mudança de geração na Seleção). No entanto, o entrave dessa alternativa é igualmente óbvio: não temos o dinheiro.

Assim sendo, analisando a situação pelo fluxo do caixa, o primeiro ponto parece ser bastante plausível. O entrave é que, renovando-se o empréstimo, o Palmeiras perde o direito aos 15% do valor que tem caso o atacante seja negociado até dezembro deste ano. Ou seja, se o problema é grana, eu, você, Nobre e Brunoro temos um verdadeiro impasse pela frente.

Pois foi de uma conversa sobre este assunto com o meu pai que nasceu uma alternativa audaciosa: o Projeto Leandro. A ideia, basicamente, consiste em comprar o atleta com a ajuda de um time europeu, contar com ele por mais um ou dois anos e depois repassá-lo, ganhando a diferença válida pelo período em que ele se valorizou aqui.

Calma que eu explico.

  • Passo 1: Sondar empresários com moral ligados a clubes europeus que possam já ter interesse no futebol de Leandro (vale de Barcelona a Shaktar, DVD com jogadas bonitas e cabelo bacana ele já tem).
  • Passo 2: Argumentar com o interessado que Leandro tem apenas 20 anos, ainda precisa se firmar como titular no futebol brasileiro e que será valorizado jogando pelo Palmeiras.
  • Passo 3: Precificar o atleta e o período pelo qual ele ainda ficará no clube (um a dois anos), pedindo como adiantamento justamente o dinheiro cobrado pelo Grêmio.
  • E pronto! Leandro fica no clube por mais um tempo, nós ganhamos um dinheiro em cima do que foi pago e ainda nos preparamos para a saída dele com tempo suficiente para substituí-lo.

Sim, eu sei o que você está pensando. Se o clube europeu tem interesse nele, vai vir e pagar menos agora – não mais depois. O lance é que poucos europeus devem conhecer Leandro e, se o Palmeiras for rápido nessa negociação, podemos ter um negócio inteligentemente encaminhado.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Lembram-se quando o embreagado Luiz Fernando Vanucci disse, ao final de Copa do Mundo de 2006, que a África do Sul era logo ali, Palestrinos? Pois bem, de certa forma ele tinha razão.

Assim como têm razão todos aqueles que dizem que é preciso afinar o Palmeiras para o ano que vem. O que Vanucci e estes muitos outros não disseram claramente é que, antes de mais nada, é preciso se preparar para o que está acontecendo agora.

É sabido que começamos bem a Série B (9 pontos para o quarto colocado é uma bela diferença) e também não é segredo para ninguém que o nosso próximo adversário na Copa do Brasil já não é o mesmo há alguns anos. No entanto, antes de pensar em ano do centenário, precisamos pensar nestas duas competições ainda em 2013.

Dentro de campo, Gilson Kleina já começou a afinar a equipe com o que tem: desistiu de algumas improvisações, firmou Vilson na vaga do lento André Luiz e já posicionou Alan Kardec como nostro 9 oficial. Fora dele, a diretoria se incumbiu de se livrar de algumas tranqueiras como Weldinho, liberou jovens por empréstimo para que ganhem confiança e já negocia a renovação de Leandro por mais 1 ano.

O que falta, portanto? Falta procurar, ao menos, mais um zagueiro, um lateral-esquerdo com bastante urgência e mais um jogador de área – quando Kardec não jogar, vai ser complicado confiar em “Caiotelli” logo de cara. Ah! E, óbvio, definir esta tal condição de Wesley – R$350 pau por mês é muita grana, mas emprestar um titular pra um clube pequeno e ainda por cima para não receber nada em troca é inadmissível…

Agora, antes de tudo isso, tem que subir. E dá, sim, pra brigar pela Copa do Brasil. O que não podemos é esquecer do hoje pensando só no amanhã; a Série B está só começando e, se afrouxar, vai dar problema.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Que Gilson Kleina vem trabalhando bem, ninguém duvida, Palestrinos.

O treinador que chegou em meio ao furacão da iminente queda do ano passado, conseguiu fazer a equipe melhorar clamorosamente dentro e fora de campo. E, em meio a saídas e chegadas, hoje temos uma equipe razoavelmente estruturada.

O grande ponto aqui é que, da mesma forma que ter mais opções é uma benção, este mesmo cenário pode virar um problema. E, aparentemente, começou a embolar a cabeça do nostro treinador. No último sábado, por exemplo, ele justificou a escalação de André Luiz e Vinicius por estar sendo “justo” com o tempo de campo dos jogadores.

E eu entendo, juro que entendo. Afinal, não se pode perder o grupo por causa da entrada de um ou outro atleta recém-chegados. Contudo chega uma hora em que o melhor tem que estar em campo, doa a quem doer. E este ‘Palmeiras ideal’ parece não ter estreado ainda.

Erguren já está liberado para estrear. Kardec, Mendieta e Felipe Menezes também. Qual seria, então, o time inicial ideal do nostro Palmeiras?

Na minha concepção, os 11 titulares seriam: Prass; Luis Felipe, Vilson, Henrique e Juninho (esse por falta de opção); Erguren, Wesley, Valdivia e Mendieta; Leandro e Kardec. Assim, no 4-4-2 clássico, com bastante bola no chão. Até porque, na minha cabeça, não entra a ideia de deixar jogadores melhores no banco. Ainda mais com a Copa do Brasil se avizinhando.

E pra você, Palestrino, qual o time ideal?

Siamo Palestra!

ROJAS.

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