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Posts Tagged ‘lesão’

Infelizmente o jogo do último domingo foi além da derrota, Palestrinos: nostro departamento médico informou na tarde desta segunda-feira que Gabriel rompeu o ligamento cruzado do joelho esquerdo.

A notícia é, de fato, bem pior que os três pontos perdidos dentro de campo. Com a iminente cirurgia e o processo de recuperação, o volante só estará disponível novamente em 2016. E quem deve sofrer com isso é o nostro já combalido e espaçado meio-campo – o que nos faz pensar se Marcelo Oliveira deve alterar ou não o esquema tático.

O caminho mais óbvio é que nostro comandante opte por manter o 4-2-3-1 clássico. Neste caso, o treinador só tem duas opções: Andrei Girotto e Amaral – com ligeira vantagem para o primeiro, que tem entrado com frequência. O problema dessa alternativa é que, independente de quem for escolhido, as características não combinam com as de Gabriel. Andrei sai muito mais para o jogo (praticamente como um segundo volante) e Amaral é marcador nato, mas muito pesado (o que quebraria toda a dinâmica da equipe).

Quando olhamos as outras opções existentes, no entanto, parece que manter o sistema faz mais sentido mesmo. A primeira delas seria entrar com três zagueiros, deixando Arouca como volante único e dando mais liberdade para os laterais chegarem à frente para compor o meio; já a segunda seria recuar Robinho ou Cleiton Xavier, garantindo maior qualidade de passe, mas dependendo bastante da ajuda defensiva de Dudu e Rafael Marques.

A verdade é que, por mais numeroso que seja nostro plantel, não existe uma cobertura perfeita para a ausência do camisa 18 para o restante da temporada. Vamos precisar treinar e nos adaptar para acertar este setor que, hoje, já é o que mais preocupa. Acreditemos em Marcelo Oliveira!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Eram 14 minutos do primeiro tempo, Palestrinos.

E embora o jogo estivesse amarrado, o Palmeiras havia tomado a iniciativa. Marcava em bloco atrás do meio-campo e saía no contra ataque com Mouche (menos) e Allione (mais) abertos pelos lados do campo. Quem distribuía o jogo, naturalmente, era Valdivia – que retomou os treinos e a posição depois de 3 meses. Foi então que ele desabou no gramado com a mão no rosto.

A primeira impressão, claro, foi de uma agressão. Um braço involuntário, no mínimo, que tivesse acertado em cheio o chileno. Veio o intervalo e a informação oficial era a de que ele havia mesmo tomado uma braçada e deixado o campo por conta de uma tontura. Só que a TV flagrou uma mãozinha na coxa que, de tão tradicional, virou sua marca registrada nos últimos anos.

Valdivia, no entanto, negou. Disse ao médico que o motivo fora uma pancada no rosto. O próprio médico do Palmeiras, após a partida, disse ter achado estranho. Até que hoje, vejam só, vem a notícia de que o camisa dez de fato teve um trauma na coxa esquerda.

Quem é palmeirense está cansado do comportamento do meia. Absolutamente nenhuma história dele vem a tona com total sinceridade. NUNCA. Foi assim com sua recente transferência (e a posterior viagem a Disney), foi assim com seu “sequestro”, foi assim quando traiu sua esposa (que disse que ia separar, mas não separou)… Enfim, se tem Valdivia tem confusão.

Está claro que ele escondeu a contusão por saber que a torcida e a imprensa iriam pegar em seu pé novamente. Afinal, deve ser a sua lesão muscular de número 100 só pelo Palmeiras – vejam só, se tornou centenário antes do clube! E é óbvio que se lesionou porque está atrasado. Tivesse voltado das férias pós-Copa dentro do prazo, estaria treinando e jogando normalmente (bem como os campeões mundiais da Alemanha já estão em campo por seus clubes).

Mas querem saber? O problema de Valdivia realmente é o nariz: nariz mentiroso.

Pior é ter um elenco onde sua presença se faz tão necessária. Dependemos de um atleta que não se comporta como tal. E aí, o jogador que poderia ser craque não só se sabota, mas também sabota a todos nós. Vira um camisa 10 nota 6. Se conforma com o que é sem nunca vislumbrar quem poderia ser.

Pois bem, senhores, já que Geppetto é italiano, este é Jorge Valdivia.
O Pinnochio do Palestra Itália.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Era uma vez três porquinhos. Eles eram bastante jovens, mas apesar da pouca idade, já tinham grandes responsabilidades. Por isso, apesar de morarem cada qual em sua casa, prometeram superar as dificuldades sempre unidos. E um dia uma dessas dificuldades chegou travestida de lobo.

O Lobo Mau foi até a casa do primeiro dos porquinhos, feita de palha, e gritou para ele sair. Ouvindo a recusa do suíno, bradou feroz que iria soprar e soprar até a sua casa derrubar. E assim o fez. Vendo que a coisa estava feia, o porquinho saiu correndo em direção a casa de seus irmãos, mas sentiu a virilha e caiu no meio do caminho.

Antes de ser devorado, falou que a culpa era do departamento médico do clube e que o trabalho preventivo de fisioterapia estava sendo mal feito.

No entanto, o Lobo Mau ainda não estava satisfeito e partiu decidido para a casa do segundo porquinho, feita de madeira. Chegando lá, repetiu a celeuma e prometeu derrubar o casebre caso o dono da casa não saísse. Percebendo a recusa, soprou e soprou e soprou até tudo desabar. Percebendo isso, o suíno tentou correr de seu predador, mas, sentindo uma contratura na coxa, acabou devorado.

Antes de sucumbir, no entanto, culpou a comissão técnica pela alta carga de trabalho nos treinamentos, o que deixou a sua musculatura cansada para o momento decisivo.

Insaciável e sem ligar para as críticas, o lobo rumou para a terceira casa. Apesar de esta ser construída de tijolo, ele prometeu soprar mais e mais forte, até colocar tudo no chão. E assim o fez repetidas vezes, para deleite do porquinho que, em perfeita condição física, ria de seu algoz. O problema foi que a porta estava destrancada e, assim que o Lobo Mau invadiu sua sala, o terceiro porco se atirou no chão parecendo também estar lesionado.

Dessa vez, porém, antes de devorá-lo, o lobo reparou que sua pata estava repousada sobre um músculo bem diferente: o bolso.

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MORAL DA HISTÓRIA
Eu não sei se a culpa é do departamento médico/fisiológico/fisioterápico, da comissão técnica ou das dores causadas pela falta de pagamento dos direitos de imagem do elenco. O que eu sei é que não é normal um time com média de idade tão baixa ter tantas lesões musculares.

Ontem, na emblemática vitória da molecada raçuda diante do fraquíssimo time do Tigre, Patrick Vieira se juntou a Valdivia, Maikon Leite, Henrique, Kleber, Wesley e Leandro Amaro no time dos que estouraram músculos em 2013. É preciso ver isso aí. E rápido!

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ROJAS.

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A dúvida nunca foi tão grande, Palestrinos.

Se no ano passado a coisa já estava complicada, este ano acabou de piorar. Afinal, não foram poucos os que disseram que ele estava mudado, que está comprometido, que quer chamar o jogo. E então, mal engata duas partidas seguidas, o chileno-chinelo volta a se lesionar e desfalcar o Palmeiras por semanas. Mais uma lesão, a enésima desde que retornou.

Que fique claro que reconheço o potencial do meia. Ele inegavelmente tem bom controle de bola e passes inteligentes. Mostrou isso em 2008 e mais recentemente na Copa do Brasil que vencemos no ano passado. Mas o fato, queira você ou não, é que passou da hora de nos livrarmos dele.

Ou você acha que é justo pagar o maior salário do elenco para um dos jogadores que menos atuam? Acha que vale a pena depositar nostra confiança em alguém que toma cartões amarelos por reclamação como quem toma um copo de água? Que é possível acreditar em um cara que brada no alto de carro de bombeiros que só sai se o Palmeiras quiser e depois diz que está pensando em sair? Acha mesmo que deve-se esperar por um atleta tão inesperado?

Eu, sinceramente, penso que já deu. E que o Palmeiras deve se mexer para definir a saída dele o quanto antes. Mesmo que represente uma óbvia perda de dinheiro (ninguém vai pagar o quanto pagamos), a saída dele poderia gerar um pequeno lucro na venda e principalmente um belo alívio na folha salarial – abrindo espaço para pagarmos novos atletas.

Ou isso ou o Palmeiras envia ele pra Nasa e tenta descobrir que diabos acontece com suas fibras musculares. É muito mais custoso e ineficiente, mas…

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ROJAS.

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Que fase, hein, Palestrinos?!

Não bastassem as primeiras derrotas e o futebol murcho que andamos apresentando em campo, Wesley – que mal chegou – já vai fazer companhia para Valdívia no departamento médico. Mas antes de você atacar o defender o novo reforço do Palmeiras, entenda uma coisa: a culpa de tudo isso é da nostra diretoria.

Afinal, não tem como condenar o jogador. Afora o lance infeliz de sua lesão no domingo, ele não fez absolutamente nada de errado. Pelo contrário: Wesley foi procurado, manifestou o desejo de vir, ficou treinando semanas sem ter contrato assinado, viu seu nome ser ventilado pela diretoria como “salvador” e abraçou o projeto.

Se existe alguém que tem culpa nessa história toda é mesmo quem gerencia o futebol. E aí entram Tirone, Frizzo, Rubens Reis… entra todo mundo que, mais uma vez, colocou os pés pelas mãos. Porque a contratação de Wesley é boa, isso ninguém discute; o que se discute é como isso foi conduzido. Foi uma sequencia de erros impressionante!

Se não, vejamos:

  • Trouxeram o cara para treinar sem ele sequer ter assinado.
  • Fecharam um preço caro demais por um atleta de razoável para bom.
  • Não estudaram o histórico recente de lesões dele, que é intrigantemente longo.
  • Inventaram um sistema de crowdfunding medonho.
  • Arrumaram um investidor para socorrer na hora do pagamento.
  • Pressionaram o atleta expondo-o a esta demora e impaciência da torcida, pintando-o como craque.

Enfim, são tantos erros que me dá até raiva digitar. Que fique claro que o atleta não tem culpa de nada. Mas, o que começou errado, infelizmente, pode terminar antes mesmo de chegar ao meio. Sem trocadilhos…

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Que daqui a 2 horas, os jogadores entrem em campo com esta vontade.

(via Érico Ozzetti, o Velho Urso)

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ROJAS.

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cx10

Ganhamos um problema novo, Palestrinos.

Já não bastasse a má fase e as lesões de Pierre e Maurício Ramos, perdemos também Cleiton Xavier. Com um problema muscular na coxa direita, nostro camisa 10 deve ficar fora ao menos um mês – ou seja, os 30 dias mais decisivos do campeonato.

Tudo bem que ele havia caído de produção, assim como quase todo time, mas nostro garçom oficial sempre fará falta.

Para o lugar dele, Muricy tem algumas opções. Pode colocar Marcão (fazendo linha de 3 atrás, soltando os laterais), mais um volante (Jumar ou Sandro Silva, reforçando a proteção à zaga), Deyvid Sacconi (único meia no banco) ou mesmo um atacante mais rápido (Ortigoza, Lenny, Marquinhos).

Ao menos para testar já na quinta, eu escolheria a opção com Deyvid. Ele é rápido, habilidoso e pode soltar mais a marcação pesada que vem sendo feita em Diego Souza.

Mas conhecendo Muriçoca, ou entrará Sandro Silva ou entrará Marquinhos. Com vantagem para o volante, aliás.

Em resumo, a perda foi grande, mas pode ser também uma oportunidade. Mudando o esquema, talvez nostro meio mude e deixe de ser anulado após quatro jogos seguidos.

O time está em Atibaia e ficará até semana que vem. Reage, Verdão!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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