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Posts Tagged ‘lincoln’

Goleada, Palestrinos!

Eu nem me lembro quando foi a última vez que metemos cinco gols em algum adversário, mas a sensação foi relembrada ontem a tarde e eu garanto que é ótima. Jogamos bem, nos impusemos diante de uma equipe inferior e finalmente conseguimos transformar a maioria das oportunidades criadas em gol. Aliás, se tivéssemos caprichado um pouco mais, o placar teria terminado em oito. Mas não vamos reclamar: a tão famosa festa junina da Portuguesa contagiou o time de Felipão e o arraial foi bão demais!

O JOGO
Melhor desde o primeiro toque na bola, o Verdão teve um primeiro tempo quase perfeito. Trocou passes em velocidade, tabelou e construiu grandes lances pelos lados do campo, através de Cicinho e Luan. Só não digo que foram 45 minutos perfeitos porque o gol demorou e saiu apenas aos 18 minutos: após escanteio cobrado por Assunção, Lincoln fechou no segundo pau, mas foi o zagueiro adversário quem meteu pra dentro.

Três minutos depois, em belíssima jogada de nostro lateral-direito, Luan fechou pelo meio e bateu conscientemente cruzado para ampliar. Com 2 a 0 no marcador, o Palmeiras tocava e a bola e chegava em velocidade. Lincoln perdeu duas boas chances dentro da área, até que, aos 40 minutos, novamente Luan chegou pela esquerda e, contando com nova ajuda da defesa, fez o terceiro do Verde. As coisas pareciam satisfatórias, mas o Verdão queria mais: antes do apito final, Kleber recebeu na entrada da área, se livrou da marcação e bateu com perfeição no ângulo. Final de primeiro tempo e quatro a zero pro Palestra.

Veio a segunda etapa e o time claramente entrou para tocar a bola e se desgatar menos. Wellington Paulista, que tinha tudo para se consagrar, perdeu duas boas oportunidades e ,ereceu ser sacado para a entrada de Chico. E antes de Patrik e Dinei também entrarem em campo, Lincoln sofreu pênalti para o Gladiador fazer o terceiro dele e o quinto do Limão Mecânico na partida.

Vitória para calar, animar e nos deixar com a certeza de que o campeonato promete.

TROFEU SÃO MARCOS
Ele, de novo ele: Luan. Dois gols, belas jogadas pela esquerda e a heroica missão de suportar o fardo chamado Rivaldo.

TROFEU RIVALDO
Como, infelizmente, o camisa 13 não pode ser eleito, fico com Wellington Paulista. Em um jogo onde o time faz cinco e o centroavante não faz nenhum, tem coisa errada.

A DIFERENÇA ENTRE O CERTO E O ERRADO
É claro que eu adoraria que São Marcos tivesse batido o pênalti e marcado seu primeiro gol com o nostro manto sagrado, Palestrinos. Mas a sua negativa e ainda mais a sua justificativa, revelam um cara com tanto caráter que eu julgo que ele acertou em cheio.

Já Kleber, por mais que esteja de saco cheio de um presidente estúpido como o nostro, não pode desabafar daquele jeito em meio a 50 repórteres sedentos por notícia ruim. Não sei se ele percebeu, mas num jogo onde metemos cinco, os comentários ficaram só em cima das declarações dele. Falta pensar e admirar o exemplo dado por Marcos.

E AGORA?
Com Felipão radiante, o Palmeiras conseguiu 11 pontos em 15 conquistados. Vá lá que os empates diante de Cruzeiro e Inter poderiam ter sido vitórias, mas a conta está fechando bonito. Agora temos o Ceará fora de casa e o Atlético/GO no Canindé e eu vejo boas possibilidades de mantermos a bela campanha.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Teve jogo ontem, Palestrinos?

Claro que ninguém gosta de perder, claro que perder praqueles metidinhos da Baixada é um lixo e é óbvio que perder pro velho do paulo Baier me dá náuseas, mas, sendo sincero, a derrota de ontem não abalou ninguém. No máximo, serviu para termos alguns aprendizados.

E o primeiro deles é que São Marcos já deixou um discípulo garantido. Deola está em uma fase incrível, mais uma vez pegou demais e já é uma realidade. Quando nostro Marcone de fato parar (bate na madeira!), teremos alguém de peso para substituí-lo.

O segundo aprendizado é o de começar a preencher a lista de dispensas do final de ano. Eu sei que algumas dessas negociações são complicadas, envolvem multas e etc., mas já deu pra perceber que Tadeu não dá, que nostro guerreiro Pierre anda mesmo baleado e que Lincoln talvez tenha sido um investimento sem retorno.

Outro ponto é a se considerar é a falta de criatividade. Vá lá que Valdívia e Kléber façam muita falta, mas não dá pra depender só deles pro time render. É incrível o quanto o Palmeiras não cria quando joga sem ambos. Se esse papo de Alex de volta for verdade, manda uns 5 nêgo embora e já paga o salário dele, por favor!

Por último, mas não menos importante, um recado pra massa: esqueçam o Brasileiro, não cobrem mais o time por ele, o jogo der verdade é quarta-feira! E eu já consigo sentir o cheirinho de galinha a cabidela.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Mais um clássico fraco, Palestrinos.

Parece que depois daqueles 4 a 3 diante do Santos, pelo Paulistão, estamos fadados a assistir clássicos ruins e cheios de falhas. Ontem, mais uma vez, o que vimos foi um time correndo muito e pensando pouco, um elenco inteiro esperando que Marcos Assunção salvasse o jogo a qualquer momento. Mas, pasmen, tem vezes que nem ele salva.

O JOGO
Com o meio campo muito mais ligado, o Curintia começou o jogo colocando velocidade. Já o Verdão, apenas com Edinho ligado, assistia às investidas do adversário e simplesmente brigava por um contra ataque. Só que, com Lincoln nulo e Tinga novamente atrapalhado ao extremo, ficava difícil fugir dos chutões pra frente.

Daí, quando um chute despretecioso desviou em Assunção e entrou no cantinho de Deola, nostra equipe mostrou um problema crônico: se Valdívia não joga, ninguém cria. E mesmo com a entrada do Mago após o intervalo, o que vimos foi uma total falta de criatividade. Rivaldo e Luan trombavam pela esquerda, Tinga e Patrik na direita, Kléber brigava sozinho no ataque…

Foi triste. E mais uma vez perdemos um jogo que dava pra ter ganho.

O MELHOR E O PIOR
Melhor, na minha opinião, foi ver a vontade de Edinho. Pior, de novo e de novo e de novo, foi ver a inoperância e os erros infantis de Rivaldo.

É QUARTA-FEIRA!
Agora é Sulamericana e só Sulamericana. Nem quero mais falar de Campeonato Brasileiro. Portanto, quarta tem decisão diante do Atlético, em Minas, e a tradição manda se matar pela vitória. É o que nos resta, Verdão, vamos pra cima.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Acho que essa é a dúvida do momento, Palestrinos.

Considerando-se todas as dificuldades desde o começo do ano, o Verdão já teve inúmeras escalações. Já jogou com 3 zagueiros, 3 ou 4 volantes, 1, 2 ou 3 meias, 1 ou 2 atacantes… enfim, é compreensível pelas trocas de treinador e pela rotatividade de atletas, mas precisa ter um fim agora que Felipão assinou por mais de dois anos.

E, hoje, pensando na atual fase fraca do Palmeiras, qual seria o seu time ideal?

Com o grupo completo, sem desfalque nenhum, meu time vai no 4-4-2 básico: Marcos; Vitor, Léo, Danilo e Gabriel Silva; Edinho, Márcio Araújo, Lincoln e Valdívia; Kléber e Ewerthon. Tiro Pierre porque suas performances recentes têm ficado abaixo do Edinho e não precisamos de dois primeiros volantes.

com o que temos hoje, o time muda um pouco: Deola; Vitor, Léo, Danilo e Gabriel Silva; Edinho, Márcio Araújo, Marcos Assunção e Tinga; Kléber e Ewerthon. Isso considerando quem tem condições de jogo, sem Marcos, Valdívia e Kléber (também não considerei suspensões, óbvio).

Só deixo bem claro que não acho que o Palmeiras precise de dois volantes de contensão. Márcio Araújo marca bem e consegue apoiar sem problemas, além de termos dois laterais de muita velocidade, que podem alternar as subidas.

E no caso de não termos um meia, melhor apostar em Tinga que no Patrik. Podemos ter 3 volantes em campo, contanto que eles saiam para o jogo e apóiem o ataque.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Eu sei que não é fácil, Palestrinos.

Nos últimos anos torcer para o Palmeiras tem sido uma verdadeira montanha russa de emoções. É torcer pra um time que vence um jogo impossível no Chile aos 42′ do segundo tempo, mas empata dois jogos seguidos com um timeco uruguaio; é liderar metade do Brasileirão e terminar em quinto; é vencer o tão falado Santos e perder de goleada pro São Caetano.

E isso, acima de tudo, é reflexo do elenco que temos. Um grupo medíocre, no sentido literal da palavra: com jogadores bons e ruins, que formam um time “médio”. É isso que temos em mãos hoje, um time de meio de tabela.

Pode-se culpar Deus e o mundo pela formação deste grupo. Culpem Belluzzo, Cipullo, Muricy, Toninho Cecílio, Zago… mas o time é esse. Podem chegar um ou outro achado, mas a base é essa. E é aí que tem que entrar a nostra paciência.

No último sábado, diante do Vitória, entramos com o que temos de melhor. Claro que é possível colocar Maurício Ramos de titular, Marcos Assunção de início e etc., mas a equipe que o Kojac mandou a campo era (quase) a melhor possível: 4-4-2, dois meias, dois atacante, laterais que apoiam.

O resultado foi sofrido, saiu no final, veio depois de duas intervenções lindas de São Marcos e dois gols incríveis perdidos por Robert (um deles no 5º pênalti perdido seguidamente), mas saiu. No talento de Lincoln e Cleiton, na bela estreia de Vítor, na movimentação de Marcio Araújo e Ewerthon…

Claro que Robert não é o melhor atacante do mundo, mas é o melhor que temos! Quem vocês querem escalar? Vinícius, Paulo Henrique, o já deportado Lovinho? Paciência, amigos, o time por ora é este.

Temos 7 rodadas até o intervalo da Copa, vamos enfrentar times mistos até lá e o negócio é vencer. Esperando e exigindo melhor futebol da equipe, mas sem esquecer que, infelizmente, hoje, somos limitados.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Pra que tudo isso, Palestrinos?

Tá certo que o juizão quis complicar o jogo, mas não justifica o sofrimento que tivemos para nos classificar. Tivemos posse de bola e chances para matar a partida durante os 90 minutos, mas devido a nossa própria incompetência tivemos que aguentar até os 43 minutos do segundo tempo. Acorda, Palmeiras!

O JOGO
Pode parecer que eu estou exagerando, mas o fato é que o Palmeiras teve domínio do jogo desde o primeiro minuto. O Ventinho simplesmente entrou perdido em campo e, após o pênalti e a expulsão, ficou ainda mais. Foi então que começou a nossa mania de complicar jogos fáceis: Robert inventou uma paradinha ridícula e recuou para o goleiro aos 15 minutos. Coma quele gol, os outros 75 minutos seriam meramente figurativos. Mas não…

E pra completar, o fato de termos perdido a cobrança não influenciou na equipe. O Atlético continuou apagado e o Verdão com a posse de bola. Foi aí que aparecer o problema dois: ninguém chuta. Assistimos a um festival de passes de lado e tabelas, mas ninguém chutava a gol. E quem não chuta, é sabido, não faz.

Em bem da verdade, o jogo todo foi assim. A impressão era que qualquer ataque do Palmeiras poderia terminar em gol, enquanto que nostra zaga afastava todos os problemas – Danilo, Léo e Edinho estavam perfeitos nas antecipações. Só que aí o palhaço do juiz apareceu e sofremos o gol de pênalti.

Graças a San Genaro, Marcio Araujo fez outra grande jogada pela direita e cruzou pra Lincoln empatar e matar a partida. Classificação assegurada, cabeça nas quartas.

O MELHOR
Apesar de eu criticar o fato dele jogar na lateral (prefiro ele de segundo volante), Marcio Araújo jogou o fino ontem.

O PIOR
De novo, de novo e de novo: quando Diego Souza vai acordar?!

ARBITRAGEM LUNÁTICA
Exceto pela expulsão do jogador do Ventinho, o juiz errou tudo. Deu faltas onde não houve, inventou cartões amarelos para os dois lados e, claro, assinalou um pênalti ridículo a favor do time da casa. Espero que esse tal Gutemberg não apite nunca mais uma partida do Verdão!

KOJAC PERFEITO
Para quem tem a impressão de que Antonio Carlos é retranqueiro, sua atuação nesta quarta foi simplesmente perfeita. Colocou o time pra frente, tentou empurrar o Atlético e só nã conseguiu porque os jogadores não coperaram.

CAMPANHA DIEGO NO BANCO
Eu já disse mil vezes que acho Diego Souza o melhor jogador de linha do Palestra. Ele é forte, cabeceia e chuta bem, sabe driblar e etc. O problema dele é um só: vontade. Ontem, assim como tem sido comum em 2010, ele foi um verdadeiro funcionário público, tocando de lado e andando até o jogo acabar. Para mim, não dá mais.

Escalem o Ewerthon no ataque e coloquem o Diego no banco.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Robert fez o gol da vitória.

Copa do Brasil é assim, Palestrinos.

Quando se joga dentro de casa, você se preocupa em não tomar gols; quando joga fora, se preocupa em fazer um. Foi com este pensamento que o Palmeiras entrou em campo ontem, diante do fraco time do Atlético/PR, e fez a vantagem mínima. Poderia ter sido mais? Sem dúvidas. Mas ficou de bom tamanho.

O JOGO
Na base do bumba meu boi, o Verdão começou a partida forçando o jogo pela direita e tentando pressionar a brisinha curitibana. Aliás, todo o 1º tempo se desenrolou do mesmo lado do campo: o Palmeiras atacava pela direira com Figueroa e M. Araújo, enquanto que o Atlético subia pela esquerda, com Márcio Azevedo e Paulo Baier.

E foi justamente naquela faixa do campo que Robert, aos 14′, tabelou com Edinho e fez o gol da vitória. Um gol simples, usando o tradicional um-dois e que ganhou um temperinho especial com o passe cheio de marra do camisa 3.

A partir daí, amicos, os 30  minutos subsequentes se resumiram a nostros chutes de longe e aos 58 escanteios batidos pelo morfético do Paulo Baier – onde ele tomou amarelo e merecia até o vermelho (que foi dado com justiça mais tarde).

Na segunda etapa, o recado de Antonio Carlos Kojac ficou bem claro: não se expor e só subir na boa. Daí foi passe pra cá, passe pra lá, mais centenas de cruzamentos em nossa área (e só perdemos uma delas, em grande defesa de São Marcos) e nada de gols.

Poderia ter sido 2. Mas, ontem, 1 a 0 foi goleada.

O MELHOR
Nunca achei que fosse escrever isso aqui, mas foi Edinho. O nostro Shrek deu passe de calcanhar, defendeu feito um leão e chegou até a finalizar.

O PIOR
Pelo que se esperava dele no jogo, Lincoln.

O CASO DANILO
Vamos ao lance como ele foi (eu estava atrás do gol e vi do mesmo jeito que depois na TV): escanteio, fazem falta em São Marcos, o juiz bundão não marca, Danilo tomada uma cabeçada de Manoel fora do lance, dá uma cusprada de volta e fala grita com ele no chão.

Manoel merece punição pela cabeçada (e pelo posterior pisão em Danilo no final do jogo)? Sim. Danilo merece punição pela cusparada? Também. Mas Danilo agrediu verbalmente o zagueiro, chamando-o de “macaco”? Aí é palavra contra palavra.

No futebol, infelizmente, sabemos que ofensas desse tipo são comuns. Pode ter acontecido (e então Danilo mereceria, sim, mais punição). Mas por que, ao sair para o intervalo, Manoel disse que não houve nada e que havia sido coisa de jogo e depois de tomar banho quis fazer B.O.?

Está na cara que é pra colocar o Palmeiras em uma situação complicada na quarta que vem.

Mas quer saber? Vamos lá e vamos ganhar do mesmo jeito.

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Atualizando: acabo de ouvir o áudio da ESPN e Danilo realmente chamou Manoel de “macaco do caralho”. Está errado e merece punição. Pior para a gente, que vai perdê-lo por até 120 dias na Copa do Brasil e no Brasileirão, e pior para o próprio camisa 23, que vai responder processo sobre isso.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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