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Vídeo de um ano atrás, gravado em suas férias no Rio.

Entenderam o que é Vágner Love, Palestrinos?

Se divirta no Flamengo e não volte nunca mais.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Assistam a esta entrevista, Palestrinos: http://siga.st/2vrl.

Nela, Muricy Ramalho fala aproximadamente dez minutos sobre muita coisa. Sobre o time do ano passado, sobre as expectativas para 2010 e até sobre seu relacionamento com a imprensa. Enquanto ouvia Muricy, fiquei tão a vontade  que precisava dizer isso para vocês: eu acredito nele!

Já ouvi muita gente falar que não gosta dele, que o cara é bambi, que estava acostumado com outro tipo de rotina e etc., mas eu digo desde já que gosto do nostro treinador. Sempre gostei, aliás. Ele é o tipo de cara que você desvincula do time que defende – SPFW é uma coisa, Muriçoca é outra.

Dá pra perceber a franqueza nas palavras e no modo de se comportar. Tanto é que o único momento onde ele fica um pouco desconfortável, é quando cita a novela Vágner Love (mesmo querendo dizer que o ex-camisa 9 já foi, ele não pode).

E o mais importante de tudo é que ele quer ganhar. Tanto quanto eu ou você, ele quer dar títulos e alegrias pra nostra massa. Por isso, aí vai uma aposta para 2010: nostro treinador vai voltar a ser vitorioso.

Até porque ali é trabalho, meus filhos.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Sejamos sinceros, Palestrinos.

Está certo que queremos ver grandes jogadores vestindo o nostro manto verde e que reforços de nome cairiam muito bem em um time basicamente voluntarioso, mas não é legal criar ilusões desnecessárias. É claro que ficamos sonhando acordados – e que isso é inevitável -, mas os tais “grandes craques” não vêm.

Esqueçam Valdívia, esqueçam Kléber, nem pensem em Alex Cabeção, menos ainda em Macnelly Torres. Escrevo isso com dor no coração, mas escrevo consciente: simplesmente esqueçam.

Obviamente chegarão mais jogadores, contudo serão jogadores “comuns”. Não confundam com ruins; comuns. O que quer dizer que não chegarão Diegos Souzas, mas chegarão Deyvids Sacconis. E isso tem, sim, o seu valor.

Segundo o próprio Muriçoca: “O elenco ainda vai mudar muito. (…) Queremos um número dez e um nove, mas não serão jogadores mais ou menos”. Ou seja, serão bons jogadores – nem craques, nem zé manés.

 No momento cogita-se a chegada de Douglas, ex-gambás, e parece que o negócio tem chance de sair. Eu, pessoalmente, nunca vi nada demais nele, mas se o rapaz resolver ficar acordado poderá ser importante. Para o ataque, realmente a coisa está complicada (Love – assim como Ortigoza – deve mesmo sair, Robert ainda não conseguiu assinar e de repente teremos que apostar no tal Miguel, centro avante da Copinha), porém vou confiar na diretoria.

Afinal, se não é bom criar ilusões, é ótimo sonhar com um ano melhor.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Parece que ele está mesmo indo embora, Palestrinos.

Após uma passagem bem rápida pelo Verdão, tudo indica que Love está de saída. O que ajuda todo este processo, obviamente, foi o ato odioso de alguns bandidos que tentaram agredí-lo semanas atrás. E eu digo “o que ajuda”, porque está bem claro que ele já queria ir pro Flamengo faz algum tempo.

O camisa 9 nunca escondeu que é flamenguista. Nem que quer voltar para a Seleção. E disputar uma Libertadores pelo Fla seria a combinação ideal para um cara que, acima de tudo, está pensando nele.

Não sou da turma que condena Vágner Love. Ele nasceu no Palmeiras, foi extremamente importante na Série B e chegou a ir muito bem na elite em 2004. Foi vendido – a preço de banana, sabemos -, para fazer caixa da administração falida do sapo gordo. E sua volta foi comemorada com razão, já que é inegável o faro que ele tem para fazer gols.

No entanto, sua segunda passagem (ainda) não vingou. Marcou poucos gols, pareceu desentrosado, desconfortável e, acima de tudo, deslumbrado com a volta ao país. Não raro foi visto em baladas. Não raro foi criticado. E ainda que em campo fosse possível ver aplicação, ele simplesmente não convenceu.

Aquele personagem nascido na Copa São Paulo, quando marcou gols e ficou célebre por levar uma mulher para a concentração dos juniores, simplesmente cresceu. Inflou. Seu ego, hoje, é maior que o Palmeiras. É maior que qualquer time do mundo. Sem precisar mais de dinheiro, ele simplesmente decidiu fazer o que quiser.

E, infelizmente, ele está fazendo o que quer com a nostra diretoria. Por culpa do próprio comando do time, da direção, da torcida e dele mesmo.

No que depender de mim, espero que ele saia. Pode parecer contraditório, já que defendo um time forte em 2010 e tenho certeza do quanto iremos perder em qualidade. Contudo, mais vale um jogador mediano que esteja contente no grupo, do que um talentoso que simplesmente não quer mais jogar.

É melhor este personagem sair de cena no teatro Palestra Itália.

Siamo Palestra.

ROJAS.

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É extremamente desnecessário, Palestrinos.

Uma semana que tinha tudo para ser tranquila, de trabalho e preparação, virou um incêndio no Palmeiras. Primeiro porque imbecis decidiram agredir Vágner Love; depois porque Luxemburgo decidiu abrir o bico novamente. E aí… aí a impren$a cai matando.

A impressão que eu tenho é que ninguém mais lembra que tem jogo domingo. Que é no Rio. Que vai ser difícil. E que, se o time perder, dependeremos da boa vontade do Santos diante do Cruzeiro – ou seja, disputaremos a Copa do Brasil 2010.

E pior ainda é que não sei o que me deixa mais puto: se os idiotas da Mancha (essa história ainda vai longe), se o mercenário do Luxemburgo (que jamais, repito, JAMAIS seria campeão brasileiro no comando de qualquer equipe este ano) ou se é a distração tomando conta de tudo.

Comissão técnica, diretoria, jogadores: acordem! Domingo tem decisão.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Tudo tem limite, Palestrinos.

E mais uma vez alguns imbecis passaram do limite da ignorância. Agrediram Vágner Love e, achando que eram machões, prejudicaram não só a imagem do Palmeiras como a de toda a massa de 15 milhões de verdadeiros torcedores.

Fazer o que foi feito no domingo – protesto nas arquibancadas, puxados pela própria Mancha, mas pacífico e com humor ácido: “ero ero ero, Love baladero” – é extremamente saudável. Já que o jogador não rende e foi encontrado na noite algumas vezes, a cobrança – ainda que em cima de boatos – se torna natural.

O problema é ultrapassar o limite. É jogar pedra no carro, agredir fisicamente, querer impor força em um ambiente extra-campo. É ser idiota. É ser tudo menos torcedor. Eu tenho MUITA vergonha de caras como estes que foram (e espero que continuem) presos.

Por que sabe o que eles ganharam com isso? Nada. Só o medo dos jogadores em ficar no elenco, o repúdio dos torcedores de verdade (como nós) e um clima de tensão em uma semana que tinha tudo para ser extremamente calma e de concentração para o jogo de domingo.

E a Mancha, que era motivo de orgulho pra mim quando criança (com a bateria, as bandeiras, o canto incessante), é cada vez mais motivo de vergonha. Uma mancha em nossa história. Para todos os palmeirenses do Brasil e do mundo.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Isso sempre acontece, Palestrinos.

Após grandes tragédias, grande parte das pessoas tende a escolher um culpado. E conosco, claro, não foi diferente. Muitos foram em cima de Maurício, outros de Obina, uns em Muricy, alguns na CBF, alguns outros em Belluzzo, imprensa, Simon…

A grande verdade é que todos esses são culpados. Mais uns, menos outros, mas todos são. E por mais que se queira achar o “maior” de todos, não existe um. Porque, se não, vejamos:

  • Maurício não jogava há anos, entrou numa partida dificílima diante do Inter, foi bem e conquistou seu lugar. Sem o xará Ramos e com Paulo Miranda no banco, teve que amadurecer jogando – e não conseguiu.
  • Obina inegavelmente se dedicou. Emagreceu, mostrou garra, fez 12 gols (3 nos gambás) e só esbarrou na própria limitação – tanto técnica quanto intelectual.
  • Muricy foi a melhor contratação que poderíamos ter para o banco. Como não querer um tricampeão brasileiro, com perfil totalmente oposto ao do mercenário WL? Errou, mas errou porque ele é assim – queiramos nós ou não.
  • Já Belluzzo é o ar novo que o clube precisava. Trouxe novas pessoas, profissionalismo, dinheiro, confiança… só que, num episódio isolado, foi torcedor-presidente. Se é que isso foi erro (eu não considero).
  • Diego Souza e Cleiton Xavier fizeram um 1º turno incrível, mas caíram no segundo. Vágner Love foi recebido de braços abertos por todos, mas não correspondeu.
  • A arbitragem e a CBF também agiram, nós sabemos. Mas isso é um câncer no futebol brasileiro, e acontece com todos os clubes uma hora ou outra.

E da mesma forma que não existe um culpado, não existe também um único mártir. Claro que Marcos, Pierre, Danilo, o próprio Belluzzo e outros saíram por toda essa campanha de maneira ilesa. Foram profissionais, mostraram caráter, deram a cara à tapa.

Mas todos também erraram durante o ano. Sem excessão. Um frango, uma bola perdida, uma decisão mal tomada… acontece, é humano.

De todas as coisas que martela em nostra cabeça desde a noite de ontem, essa é uma das poucas certeza que tenho: não tem um culpado, nem existe um mártir.

Fique puto, xingue, faça greve de fome, mas entenda isso.

Siamo Palestra (sempre)!

ROJAS.

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