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Posts Tagged ‘luan’

Difícil falar de outro assunto no momento, Palestrinos.

Embora o atual momento político tenha trazido bons ares, os resultados dentro de campo continuam nos derrubando a cada semana. Neste domingo, no vergonhoso revés sofrido por um time ridículo para um time sofrível no Pacaembu, algumas cicatrizes revelaram-se ainda mais abertas do que estamos acostumados.

De um lado, a MV xingava Luan e Valdívia. De outro, os torcedores da laranja e de parte da arquibancada gritavam os nomes deste mesmos atletas. Daí você me pergunta: de que lado você está? E eu lhe respondo com tranquilidade: de nenhum dos dois.

É óbvio que os dois jogadores em questão estão na berlinda. Luan se tornou símbolo da equipe fracassada de 2012 e é tido como herança maldita de Felipão; já o meia chileno – de qualidade técnica conhecida – notoriamente andou fazendo corpo mole nos últimos tempos.

Embora acompanhado de meu pai nas cadeiras laranjas, sou frequentador assíduo dos degraus verdes do estádio municipal e me sinto isento neste comentário. O fato é que, ontem ou em qualquer dia, não se deve xingar atletas em coro durante os 90 minutos. Da mesma forma, acredito que, para exaltá-los, só com gols, vontade e títulos. E isso requer tempo. Não se vira herói da Sociedade Esportiva Palmeiras em um ou dois jogos fortuitos.

Em bem da verdade, deveria haver um pacto entre aqueles que frequentam o estádio: gritar apenas, e tão somente, PALMEIRAS. Vale Porco, Verdão, Palestra… Vale tudo que se referir ao clube, nunca aos que vestem o nostro manto verde (exceto por raríssimas exceções, como Marcos foi e ainda o é).

O que vimos ontem, tanto da parte da organizada quanto da parte dos “torcedores comuns”, foi o transparente descontentamento com uma massa maltratada pelo tempo. Não são opiniões diferentes; é um único veredito dado de maneiras contrárias (e ambas errôneas).

Infelizmente, Nobre e Brunoro terão de agir mais rápido do que pretendiam. Ou o Palmeiras vai atrás de ao menos 5 bons reforços ou 2012 pode ser um ano sem fim.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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2013 será mesmo um martírio, Palestrinos.

Mais uma prova cabal disso foi a derrota de ontem para o insignificante Penapolense. Mesmo com o mando de campo e saindo na frente logo no início da partida, o time voltou a dar mostras que a falta de qualidade técnica e o emocional fraco vão dar muito trabalho também este ano. E, para piorar um pouco mais, fora do campo, a massa novamente rachou em duas.

Não que seja novidade que o “torcedor comum” e parte da “Mancha” tenham opiniões diferentes. Aliás, nem são opiniões tão diferentes assim: todos nós concordamos que o time que estava em campo ontem e que tomou um verdadeiro baile (até com um jogador a mais!) é terrível. Terrível e totalmente sem vergonha, diga-se de passagem. Em bem da verdade, as discrepâncias vêm apenas dos nomes perseguidos. Enquanto a organizada elegeu Luan e Valdívia para pagar o pato, os demais viram raiva maior em Maurício Ramos, Wesley, Márcio Araújo e Maikon Leite.

Seja qual for o seu partido, entenda: o problema é o time todo.

Não temos mais paciência para aguentar uma equipe titular tão cheia de falhas, com atletas muito abaixo do que nostra história permite acreditar. Uma zaga que falha a todo momento (só no primeiro tempo de ontem foram um cinco apagões), volantes que não marcam nem atacam (todos eles), atacantes sem pontaria (Maikon, Vinícius e por aí vai), um banco repleto de reservas de baixo calão, etc. Os problema são tantos que, de repente, começamos a discutir entre nós mesmos sobre quem é pior: o ruim ou o horrível.

Concordo que nostra torcida não pode nem deve passar a mão na cabeça de vagabundos. Mas daí a execrar dois ou três, especificamente, também está errado. Mais fácil até seria isentar e exaltar os dois ou três que se salvam (Barcos, Prass, Patrick Vieira… quem mais?) e a instituição Palmeiras.

Deixemos a tal “crise” e a “torcida rachada” para a imprensa vender jornal. Se dentro de campo as coisas vão mal, fora dele não podemos piorar. O momento político sugere melhora e nós, os que pagam ingresso (seja na arquibancada ou nos camarotes), precisamos mostrar a nostra força e a nostra paixão.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Feliz ano velho, Palestrinos.

Embora a dificuldade fosse esperada, sempre dói ver um time tão apático e acéfalo em campo. O que vimos ontem, no Pacaembu, foram 90 minutos de um time limitado que tentava atacar contra um time limitadíssimo que conseguia se defender. Por isso, o placar de zero a zero não foi surpreendente.

Também não é surpresa que há pouco a dizer sobre o que vimos dentro de campo, senão alguns pontos positivos e negativos da estreia:

  • Souza voltou muito bem, foi disparado o melhor em campo.
  • Se tiver um pouco mais de calma, Ayrton também é promissor.
  • O lado esquerdo, com Juninho e Luan, está uma calamidade: não criamos absolutamente nada que preste por aquele lado.
  • Luan, aliás, falou que perdeu a paciência com a torcida. Mas a nostra paciência com você, amigão, já acabou tem mais de um ano… vaza!
  • Barcos teve uma tarde ruim, mas está isolado demais lá na frente. Não dá pra enfrentar um time com 3 zagueiros em casa e jogar com um atacante só, Kleina.
  • Patrick Vieira não é armador, não podemos cobrar isso do menino. A responsabilidade é de Valdívia, o chileno chinelinho.

Foi só o primeiro jogo. Espero de coração que, com a eleição decidida hoje, o grupo ganhe alguns reforços a curto prazo e, com a ajuda dos meninos da Copinha, possamos ter um elenco mais forte e encorpado.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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38 dias sem um único post, Palestrinos.

Desde quando esse blog nasceu, em 2009, essa foi a única vez que ficou tanto tempo sem nenhuma atualização. Peço desculpas para todos aqueles que nos visitam quase que diariamente, mas a verdade é que eu não quis contaminar ninguém com a minha latente desesperança.

Nunca, em nenhum momento da minha vida, estive tão desacreditado com o Palmeiras. Nunca estive tão atônito, pessimista e desgostoso com o que tenho visto e ouvido por aí. E olha que, sejamos francos, já tivemos motivos de sobra para se estar assim nos últimos anos. Tanto dentro quanto fora de campo, o momento é de terra arrasada. Um time perdido, jogadores medrosos, diretores sem comando e sem vergonha.

A impressão que tenho é a de que, mais do que nunca, o Palmeiras se tornou uma preocupação constante para nós que o amamos. É como um parente em coma: te dá a esperança de poder se recuperar, mas você sabe que isso  é quase impossível. E não falo somento do atual momento do Brasileirão, falo na última década como um todo. A tragédia veio em 2002 e hoje, dez anos depois, estamos prestes a viver a mesma situação daqueles tempos, como se nenhum avanço tivesse acontecido.

Nós, bravos e apaixonados, torcemos. Gritamos, empurramos, seguimos, levamos o Palmeiras no peito e nas costas. Mas  está difícil, cada dia mais pesado e doloroso para todos nós. Nunca desistiremos nem vamos deixar o Alviverde para trás. Contudo, coloquemos a mão na consciência, está difícil reunir forças.

Seguimos orgulhosos de nostra história e de nostras cores, vestimos a camisa verde e branca de tantas glórias todos os dias, discutimos entre a gente e com os outros ao menor sinal de ironia, mas estamos feridos. Faltam ainda 5 rodadas e vamos continuar apoiando. Mas a esperança, Palestrinos, essa está cada dia mais longe de nós.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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48 minutos do segundo tempo, final de jogo no tenebroso gramado de São Januário: Vasco 3, Palmeiras 1. Outra derrota de um time que, passa o tempo, não consegue reagir. Uma mistura de raiva e tristeza deixam o sabor amargo do pessimismo na boca.

E nem tem como ser diferente. Se depois da partida diante do Sport vislumbrávamos ao menos 2 pontos fora de casa, as duas derrotas bastante similares (fora de casa, por três gols, com gols bobos perdidos e sofridos) se incumbiram de tirar qualquer força de quem ama o Palmeiras.

Quem diria, aquele título tão comemorado 2 meses atrás nos custaria tanto sofrimento. Lesões, suspensões, preguiça, previsões exacerbadas, festa em demasia… Todos foram convidados para a comemoração da Copa do Brasil e hoje convivem com a pressão e o desespero que rondam pelo Palestra.

Eu vejo mais uma falha de um zagueiro, mais um passe errado de um meio-campo, mais um chute torto de um atacante e chego a conclusão de que tanto faz qual é o nome dele. O problema do Palmeiras tem sido ele mesmo. E isso nos custa não somente derrotas quanto sofrimento. O sono não vem, o humor não melhora, até doente eu fico!

Hoje, palestrinos, sinceramente me encontro sem forças. É óbvio que irei assistir ao dérbi no domingo, mas confesso estar pessimista como nunca estive em toda a minha vida de torcedor. E, ao contrário de outros tempos, não me sinto nem um pouco culpado; a culpa é destes crápulas que nos representam dentro e fora de campo sem a menor noção do que é ter 15 milhões torcendo pelo melhor.

Que San Genaro, São Marcos ou o Divino nos salvem do pior.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Vitória é sempre bem-vinda, Palestrinos.

Portanto, pouco importa se goleamos ou batemos o Paulista, em Jundiaí, por 1 a 0. É primeira fase de Paulistão e, se existem duas coisas que têm valor a esta altura, elas são os três pontos e o acerto do time para o restante da temporada.

Com os 3 pontos conquistados estamos bem: classificação garantida no topo da tabela e tranquilidade para os poucos jogos que faltam. Portanto, a maior preocupação do momento é acertar o time para a fase final, a Copa do Brasil e o Brasileirão. Por isso, vamos aos pontos:

  • WESLEY: É óbvio que Wesley chegou para jogar. Portanto, alguém tem que ceder o lugar o lugar no time para a sua entrada. O primeiro teste foi com João Vitor e, além do ex-titular ter entrado e feito o gol da vitória, Felipão pareceu pouco a vontade. O problema é quem sai agora… o especialista Assunção, o motorzinho Araújo ou mesmo na lateral-direita? Eu, pessoalmente, manteria João Vitor de fora.
  • EX-TITULARES: Até o início deste ano, Cicinho e Valdívia eram titulares absolutos. Agora não são mais. Artur e Daniel Carvalho estão em melhor fase e merecem constar entre os 11.
  • DEFESA: Henrique foi contratado de vez, sabe jogar e é titular absoluto. Mas quem joga com ele? Enquanto Heleno não volta, o melhor é manter Leandro Amaro mesmo; Maurício Ramos e Román são emoção na certa.
  • JEITO DE JOGAR: Afinal, de que jeito Felipão pensa o time? Num 4-4-2 clássico, em um conservador 4-3-1-2, talvez até em um 4-3-3? É bom definir isso agora, porque, depois, é difícil parar pra pensar.
  • A VOLTA DE QUEM NÃO FOI: Antes inticáveis, Thiago Heleno e Luan voltarão em breve. Por outro lado, os contratos de Bueno e Fernandão vão chegando ao fim. Quem fica, quem vai?

Enfim, não são tantas as dúvidas, mas precisam ser sanadas. Só assim o Verdão vai seguir firme rumo aos títulos que todos nós merecemos.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Belo início de ano, Palestrinos!

Ao menos para mim, até agora estamos acima das expectativas. E digo isso não pelo calor da virada dantesca diante do Santos nem só pelo ânimo que traz a chegada de atletas como Barcos e Wesley. Digo isso por tudo o que começa a envolver o 2012 do nostro Palmeiras.

Dentro de campo, a equipe ainda está refém da maneira de jogar que Felipão traçou a mais de um ano: é bola parada e bola no Luan. Nada contra a jogada de Assunção – até porque a bola parada é a maior arma de metade dos times do mundo -, mas é hora de um time rápido entrar em campo. Usar ambos os laterais, a visão de Daniel Carvalho, a presença de Barcos, a velocidade de Maikon Leite… é hora de ser agudo, de ser Palmeiras!

Pelas mexidas que tem feito, Felipão parece estar entendendo devagar o movimento. Tem encostado Patrik e Tinga, exorcizou Rivaldo, chutou a bunda de Kléber e até tem dado conta da falta que faz o sempre contundido Valdívia. Se Wesley chegar em condições e Román for boa surpresa na zaga (Henrique parte em junho), podemos encontrar a equipe ideal logo.

Fora de campo, as coisas também parecem se acertar, embora mais lentamente. Frizzo está quase no olho da rua, César Sampaio tem crescido, o conselho de Mustafá parece cada vez mais esquecido e o contrato de patrocínio com a Kia Motors parece ótimo negócio. Se o Palmeiras não se deslumbrar com o dinheiro, e lembrar que conta com dívidas a serem pagas, a coisa pode ficar ainda melhor a cada dia.

Por isso, Palestrinos, 2012 pode ser realmente um ano de viradas. Começando pela de ontem, em Prudente.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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