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Posts Tagged ‘luiz felipe scolari’

Chega, Palestrinos, não dá mais!

Cansei de passar vergonha.
Cansei de ver derrotas ocasionadas por idiotas.
Cansei de ver o Palmeiras nas mãos de crápulas.
Cansei do Palmeiras não ser mais meu, seu, da torcida.
Por isso eu vos proponho uma ideia radical: vamos fundar um novo Palmeiras!

É isso, nem você nem eu estamos loucos: vamos fundar uma nova Sociedade Esportiva Palmeiras do zero. Afinal, do jeito que está, só um incêndio resolveria o nostro problema. E, como sou totalmente contrário a violência, cheguei a essa solução.

Antes de qualquer coisa, peço que assistam a este vídeo:

Pois bem, é exatamente essa a minha proposta. Já que estes cânceres malígnos que moram em nossa entranhas desde sempre nunca vão largar o osso – e será impossível limpar a nostra diretoria -, criemos um Palmeiras verdadeiramente nostro. De cara e alma renovados.

Convoquemos todos os apaixonados – inclusive os notáveis: São Marcos, Ademir, Joelmir Beting, todos! – e façamos uma assembleia apenas para decidir como isso vai acontecer. Como iremos chamar, onde levantar dinheiro, onde jogar, com quem começar em campo… Vamos renascer com a alma do Palestra Itália de 1914, contra tudo e contra todos.

Pouco me importo em estar na 8a divisão se o Palmeiras voltar a ser da nostra torcida!

Sugestões, por favor, nos comentários.

MAIS DO QUE NUNCA: SIAMO PALESTRA!

Henrique Rojas.

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Luiz Felipe Scolari, Palestrinos…

Um treinador, um professor, um mestre. Confesso que, quando ele chegou ao clube, lá pelos idos de 1997, eu não imaginava que poderia durar tanto. Vínhamos de anos sob a batuta de Luxemburgo e seu futebol bonito da Era Parmalat, não seria fácil um técnico linha dura se enquadrar ao nostro padrão de qualidade.

Mas, tão logo chegou, e o senhor ranzinza de bigode logo mostrou que era vitorioso. Em seu primeiro ano pelo Verdão, pegou o time destroçado após a venda dos craques que participaram daquela campanha incrível do Paulitão dos 103 gols e o remontou a tempo de ficar com o vice-campeonato nacional. Em 1998, já com jogadores e um esquema tático que trouxe do seu amado Grêmio, montou uma equipe copeira o suficiente para vencer a inédita Copa do Brasil. E assim foi: em 99 a Libertadores, em 2000 a Copa dos Campeões e, este ano, o bicampeonato da Copa.

Um currículo invejável, sem dúvidas. Mas o que torna Felipão tão especial não são as taças, é seu comportamento. Sempre com cara de poucos amigos, nostro comandante consegue enxergar o jogo, criticar os árbitros e brigar com a imprensa sem dar mais de dois respiros. É arisco, duro, inteligente. E quando imaginávamos que sairia de mãos abanando ao final deste ano, ele ressurgiu.

Tive o prazer de conhecê-lo pessoalmente faz pouco tempo e, posso afirmar, minha admiração por ele apenas cresceu. É um profissional aplicadíssimo e um homem de princípios. Não vomita regras nem esnoba ninguém; apenas trilha o caminho que julga correto.

Por isso, quando o apito soar na noite desta quarta, o Palmeiras enfrentar o Botafogo pelo Brasileirão e Felipão completar 400 jogos pelo Palestra, lembremos que ali na lateral do campo não está um gênio ou um burro: esta Felipão. Obrigado, mestre!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Observem bem esta foto, Palestrinos.

Este senhor com o punho cerrado, soltanto o grito que estava entalado, com os olhos de quem está possuído por uma força maior… Isso é Felipão!

Um cara que trabalha demais. E que, assim como nós, andava desiludido com este time. Eu mesmo pedi que ele jogasse o boné este ano. O velho Scolari andava apático, calmo, burocrático; estava sendo tudo o que ele não é – e nós sabemos bem disso.

Mas quis o destino que, no dia seguinte da nostra vitória épica no sul, eu encontrasse Felipão por compromisso profissional. Não que eu tenha conseguido esconder a empolgação e a alegria de criança ao vê-lo caminhando em minha direção, mas ali eu reparei que algo havia mudado.

Ele chegou aliviado, mas mordido. Disse que estava merecendo as críticas, que havia cansado de escutar balela e que o jogo do Olímpico seria um divisor de águas. Contou que pediu ao Marcos para fazer a preleção pré-jogo e disse que escalou aquele time com Henrique de volante sem nem sequer treinar a formação. Tem coisa mais Felipão que isso?!

Luiz Felipe disputou 29 finais e ganhou 18. Pelo Palestra, conquistou simplesmente algumas das maiores glórias que temos (uma Libertadores e duas Copas do Brasil) e cansou de nos dar alegrias. Nas palavras de Valdivia, “ele é a cara do Palmeiras”.

Por isso, Felipão, lhe peço desculpas. Se algum dia te mandei embora, foi da boca pra fora.

Fica pra ser campeão!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Agora foi a gota d’água, Palestrinos.

Eu já desconfiava que Felipão não estava muito disposto a dirigir o Verdão, mas, como nunca ousei duvidar da sua integridade, sempre mantive as esperanças. Mesmo com a falta de padrão de jogo do time, mesmo com as mexidas erradas, mesmo com os resultados nulos dentro de campo. Acho que foi o carinho e as boas lembranças da primeira passagem que me fizeram acreditar. Agora, no entanto, acabou.

Estamos em maio, o Brasileirão acabou de começar e estamos bem encaminhados nas quartas-de-final da Copa do Brasil. Ou seja, a situação nem é tão alarmante assim. No entanto, ontem, nostro treinador passou dos limites. Sem se preocupar nem um pouco com o que os jogadores acharão ou com o desejo da torcida, anunciou que não fica em 2013.

Simples assim: anunciou a sua saída meio ano antes do final do contrato.

Você pode até tentar defendê-lo, mas não dá: a declaração é de uma falta de cuidado impressionante. Felipão tem total noção da atual situação no Palestra. Sabe da seca de títulos, sabe da impaciência da torcida, sabe da inoperância da diretoria, sabe do medo dos jogadores. E também sabe muito bem que uma declaração desta só conturba ainda mais o ambiente.

Por isso, amigos, já deu para Felipão. Eu reconheço os títulos e alegrias que ele ganhou pelo Palmeiras, confesso ser fã de seu trabalho – e até do seu jeitão explosivo -, mas agora ele passou dos limites. Se não quer pensar no futuro, seja homem o bastante para pegar seu boné, se demitir e dar espaço a quem queira trabalhar de verdade.

Já deu. Vaza, Felipão!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Somos líderes, Palestrinos!

Após sete rodadas, cinco vitórias e dois empates, somos os atuais líderes do Paulistão 2012. Temos o melhor ataque da competição, a segunda melhor defesa e vencemos um clássico complicado. Mas o que isso quer dizer na prática?

É claro que sete jogos é pouco, muito pouco, para se dizer que o time está acertado. Até porque da equipe que estreou, várias mudanças já foram feitas, graças a lesões, contratações e opções táticas de Felipão. Também é bom lembrar que éramos líderes na sétima rodada de 2011 também e deu no que deu. Mas, sinceramente, estou vislumbrando um ano melhor.

Ao contrário do ano passado, quando apostávamos na defesa, o time deste ano tem mostrado bom desempenho ofensivo. Temos tocado melhor a bola, driblado mais, tentado mais. E por mais que digam que 70% dos nossos gols saem de bola parada, aqui vai uma informação interessante: para ter a bola parada, é preciso ou sofrer a falta ou causar um escanteio. Logo, temos tido mais qualidade.

As opções para o elenco também estão melhores. As chegadas de Arthur, Román, Juninho, Daniel Carvalho e Barcos foram boas e, caso Wesley chegue, teremos ainda mais alternativas. Falta ainda, ao meu ver, a chegada de um bom zagueiro, já que o empréstimo de Henrique vence em maio e o Barcelona só aceita vendê-lo (não acredito que iremos pagar pelo passe dele). No entanto é uma equipe confiável.

Por fim, o clima é de paz. Felipão ganhou carta branca de Tirone e tem trabalhado a sua maneira – e isso quer dizer com seus defeitos (como retrancar o time quando fica na frente do marcador) e virtudes (construir um grupo e treinar insistentemente as jogadas ensaiadas).

Em suma, ser líder agora não vale nada. Mas significa que estamos no caminho certo.

PALMEIRAS 3×0 ITUANO
Belíssimo primeiro tempo, quando poderíamos ter feito até mais gols, e segunda etapa morna. Valeu pela boa partida de Maikon Leite e Barcos, pela precisão habitual do Kid Bengala e por boas defesas de Deola (que já cala os malas que queriam condená-lo após o duelo do último meio de semana). Henrique também foi bem e parece finalmente estar no mesmo ritmo dos outros.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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A moda agora é xingar o Felipão, Palestrinos.

Já não é a primeira nem a segunda vez que isso acontece. E também não é terceira nem a quarta vez que ele responde. Desde o início da perseguição daquela famosa torcida desorganizada a alguns atletas do elenco, que o nostro comandante comprou a briga e tem batido de frente com eles.

No entanto, pelo que eu tenho visto e ouvido por aí, tem mais gente criticando Scolari e pedindo a sua saída. Por isso, o que eu quero aqui não é entrar no mérito dessa briguinha estúpida; quero sim é discutir, tranquila e abertamente, com quem acha que Felipão está ultrapassado e que deveria deixar o Palmeiras.

Fiz uma coletânea das críticas que tenho visto por aí, então vamos ao fatos:

  • “Felipão insiste com atletas fracos”: Bela objeção. Concordo que Patrik, Rivaldo, Tinga e alguns outros não devam sequer ser opção de banco no Palmeiras. Mas aí eu rebato com dois outros argumentos: 1) qual técnico não tem as suas teimosias? e 2) este é o elenco que temos, limitado e carente em algumas posições.
  • “Felipão montou um elenco fraco”: Eu sei que dói ver bâmbis, gambás e lambaris contratarem atletas caros da Europa, mas temos que ser realistas com a nostra situação financeira. O Palmeiras não tem grana, está endividado até os tubos e, com este cenário, o melhor é apostar em jovens promessas (Fernandão, Carmona, João Vitor). Além disso, temos os nosso “caros” Valdívia, Kléber, Henrique…
  • “Então por que Felipão não usa a base?”: Olha, amigos, sejamos bem francos… Fora nostros goleiros e o Vágner Love, quem veio da base do Palmeiras que era realmente diferenciado? E outra, hoje temos Gabriel Silva, Patrik, Bruno Turco, Vinicíus, entre outros treinando com o elenco – ainda sem relativo sucesso.
  • “Ah, mas o Felipão é retranqueiro”: É e sempre foi. Ou vocês esqueceram das glórias de 98, 99, 2000? O Palmeiras tinha bons meias e atacantes, mas basicamente vivia da vontade dos volantes e zagueiros. Sempre que estávamos na frente do placar, Felipão se precavia. Quantas vezes não saiu Alex para a entrada de Galeano, Rogério?
  • “Felipão é centralizador”: Bom, em um time que historicamente não conta com diretoria ativa, esperar o quê? Ou Felipão faz do jeito ou ia esperar Tirone e Frizzo fazerem do jeito deles – o que, sinceramente, penso que iria piorar o cenário ainda mais.

Enfim, fiz aqui apenas a reunião de alguns argumentos que tenho ouvido. Existem muitos outros. O que eu quero deixar claro é o seguinte: Felipão está longe de ser perfeito, mas, queiram ou não, é ele quem mantém o mínimo de qualidade do Palmeiras hoje em dia.

Espero que ele fique até o final do seu contrato (Dezembro/2012) e, uma vez lá, decida a sua vida. Se quiser ficar, ótimo; se não quiser, apostemos em caras como o nostro ex-volante Dorival Júnior ou o nostro já conhecido Jorginho (na Lusa). Criticar é um direito de todos, mas, se o Verdão hoje é instável com Felipão, seria bem pior sem ele.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Finalmente uma decisão acertada, Palestrinos.

Confesso que eu não acreditava, mas Felipão voltou para a casa (parabéns, Belluzzo!). E mais do que um técnico competente, ganhamos respeito interno e externo para finalmente voltar a ser o Palmeiras que sempre fomos.

Porque Luis Felipe Scolari é o tipo de cara inquestionável. É o cara que nenhum jogador vai fazer corpo mole, é o cara que vai facilitar transferências, é o cara que vai dar ordens pra diretoria, é o cara que o nosso departamento de marketing finalmente pode explorar (se usar 1% de inteligência).

Felipão será, pelos próximos 2 anos e meio, o Senhor Palmeiras.

E eu, como qualquer palmeirense em sã consciência, começo a ver a luz no fim do túnel. É fato que com mais 2 ou 3 reforços (lateral-esquerdo, meia e atacante) poderemos sonhar alto. Tão alto que vamos esquecer o pré-Copa e almejar sucesso até a próxima.

Bem-vindo, Felipone!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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