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Posts Tagged ‘luiz felipe’

Observem bem esta foto, Palestrinos.

Este senhor com o punho cerrado, soltanto o grito que estava entalado, com os olhos de quem está possuído por uma força maior… Isso é Felipão!

Um cara que trabalha demais. E que, assim como nós, andava desiludido com este time. Eu mesmo pedi que ele jogasse o boné este ano. O velho Scolari andava apático, calmo, burocrático; estava sendo tudo o que ele não é – e nós sabemos bem disso.

Mas quis o destino que, no dia seguinte da nostra vitória épica no sul, eu encontrasse Felipão por compromisso profissional. Não que eu tenha conseguido esconder a empolgação e a alegria de criança ao vê-lo caminhando em minha direção, mas ali eu reparei que algo havia mudado.

Ele chegou aliviado, mas mordido. Disse que estava merecendo as críticas, que havia cansado de escutar balela e que o jogo do Olímpico seria um divisor de águas. Contou que pediu ao Marcos para fazer a preleção pré-jogo e disse que escalou aquele time com Henrique de volante sem nem sequer treinar a formação. Tem coisa mais Felipão que isso?!

Luiz Felipe disputou 29 finais e ganhou 18. Pelo Palestra, conquistou simplesmente algumas das maiores glórias que temos (uma Libertadores e duas Copas do Brasil) e cansou de nos dar alegrias. Nas palavras de Valdivia, “ele é a cara do Palmeiras”.

Por isso, Felipão, lhe peço desculpas. Se algum dia te mandei embora, foi da boca pra fora.

Fica pra ser campeão!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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É hora de trabalhar, Palestrinos!

Chega de chororô, chega de desculpas esfarrapadas, chega de falar que a grama do vizinho é mais (alvi)verde. Não dá para gastar mais um ano com reclamações infindáveis e ainda ver o time passar em branco dentro de campo. Mas, para tal, precisamos contar mais do que nunca com o Sr. Luiz Felipe Scolari.

Treinador de qualidade inquestionável, Felipão voltou ao Palmeiras em 2010 e, como sabemos, ainda não obteve o sucesso esperado. É claro que o grupo que ele pegou e reformulou não era dos melhores, é claro que a estrutura da diretoria do Palmeiras atrapalha, é claro que a torcida muitas vezes muda o rumo das coisas, mas a verdade é que ele está devendo.

Nem vou falar aqui de seu salário – o maior entre técnicos da América Latina -, pois se o clube ofereceu, ele fez bem em aceitar. O que tem me incomodado é o lenga-lenga. E em 2012, aparentemente, Tirone fechou com Felipão e não abre: afastou Kléber, contornou o incêndio do caso João Vitor, contratou 5 jogadores a pedido do gaúcho, está tirando os poderes do caquético Frizzo, trouxe Galeano e Sampaio para a comissão técnica e ‘otras cositas más’.

Ou seja, o ano é todo dele. E se o ano é de Felipão, é agora que ele precisa fazer a diferença. Até porque, para ser sincero, não vejo o time do Palmeiras tão fraco assim. Faltam algumas peças no banco, é verdade, mas o time melhorou em relação aos anos anteriores. O que falta ao nostro treinador, hoje, é experimentar.

O esquema com Luan aberto na esquerda, por exemplo, pode ser revisto. Foi funcional na temporada passada, mas, hoje, com Maikon Leite, Valdívia, Daniel Carvalho, Barcos e outros a disposição, talvez esteja travando demais o time. A mesma coisa acontece quanto aos laterais, que sobem menos do que deveriam, mas que no atual esquema têm de jogar assim.

Enfim, confio demais no Felipone. Só peço uma coisa a ele: que abandone essa “síndrome de porco vira-latas”, comece a acreditar neste time e fazer com que o próprio time acredite em si. Com isso poderemos, quem sabe, alçar voos mais altos.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Assistam a este vídeo, Palestrinos: http://migre.me/2vEII.

Agora respondam: quem é que não gosta de Felipão?

Ele é carrancudo, faceiro, até um pouco mal educado, mas é uma das poucas figuras genuínas do futebol. Na vitória ou na derrota, com erros ou acertos, falando sério ou dando migué, Felipão é sempre um porto seguro para todo nós.

Confesso que tive medo que este episódio do jogo de quarta, com o garotinho em prantos, fosse transformado em marketing pela diretoria do Palmeiras. Afinal de contas, querendo ou não, a imagem correu o mundo e poderia ser transformada até em plataforma eleitoral. Me dá nojo só de pensar.

Mas, graças a San Genaro, Scolari conduziu o encontro de maneira exemplar. Tal qual fez com Enzo, depois daquele jogo épico diante do Flamengo pela Copa do Brasil, nostro comandante deu um exemplo de gigante. Pediu desculpas ao garoto, deu conselhos sobre a vida e fez o mais importante: transformou a frustração de um garoto de 8 anos em orgulho.

Não tenham dúvidas que Dudu (é esse o nome do japonesinho) acabou de se tornar um verdadeiro embaixador do Verdão. Que vai levar essa paixão até os 108 anos de idade. Que vai contagiar irmãos, primos, amigos. Que aquele garoto vai se tornar um Palestrino de respeito.

E eu, que digo sem a menor vergonha que andei criticando muito o trabalho do técnico Felipão (e não mudo em nada o que disse quanto a improvisações, substituições e a indicação do gênio Rivaldo), acabo de perceber que isso é o de menos.

Sorriam, amigos, Felipão é humano.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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