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Posts Tagged ‘Magno Alves’

“Ôooooooo
O Palmeiras é o time da virada
O Palmeiras é o time do amor
Lelelê, lelelê, lelelê”

Já fazia tempo que não ouvíamos essa, Palestrinos. Ontem, no entanto, tivemos o prazer de cantá-la a plenos pulmões aos 48 do segundo tempo – um daqueles momentos épicos para quem ama o futebol.

A vitória de 2 a 1 sobre o Fluminense, porém, foi muito mais suada do que o jogo sugeria. O adversário estava sem três dos seus melhores atletas (Fred, Wagner e Kenedy), nós jogávamos em casa e – sem Oswaldo – era de se imaginar que os atletas mostrassem mais serviço.

Mas o que vimos durante todo o primeiro, foi de dar dó. Um time frágil, errando todos os passes que tentava e sendo facilmente envolvido por um time de garotos. A dinâmica de jogo continuou em cima do 4-2-3-1, o meio estava perdido, Dudu e Egídio tiveram outra jornada catastrófica pela esquerda e quem sofreu fomos nós.

Verdade seja dita, o gol de empate foi achado. Mas um achado que mudou o jogo!

Ao voltar do intervalo com Alecsandro na vaga de um irreconhecível Zé Roberto, nostro treinador colocou uma referência de verdade na área – liberando Rafael Marques pela ponta esquerda para finalmente conseguir abrir o jogo da maneira que desejava. A virada não veio por pura falta de pontaria e quando finalmente ficamos com um jogador a mais (graças a uma idiotice sem tamanho de Magno Alves), paramos. Foi um show de cruzamentos sem direção para área, que apenas evidenciou o óbvio: somos uma equipe sem jogada.

Desde o Paulistão, sempre que enfrentamos defesas muito fechadas, apelamos para o chuveirinho. E tanto faz se nostros atacantes são anões, se a bola ainda está na intermediária ou mesmo se alguém já entrou na área; nós nos livramos da bola e seja o que San Gennaro quiser. Marcelo Oliveira vai ter trabalho.

Seja como for, a vitória veio na base do sufoco. Valentim colocou o time pra frente de todas as maneiras que pôde e acabou sendo premiado no final. Não que tenha sido uma jogada trabalhada, mas a entrega de Cristaldo acabou fazendo com que os deuses do futebol escrevessem certo, embora por pernas tortas.

A virada veio. A vitória veio. Mas as jogadas ainda não.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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