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Posts Tagged ‘maracanã’

Vitória fora de casa, Palestrinos! Após cinco derrotas longe do Allianz Parque, nostro Verdão bateu o Flu por 4 a 1 e engatou duas vitórias seguidas.

Mas engana-se quem pensa que o jogo foi fácil. Engana-se muito, aliás! Ontem, no Maracanã, o Palmeiras teve 60 minutos de pura inutilidade em campo. Neste meio tempo tomou um gol e a coisa só não ficou pior porque o time adversário ajudou com sua solidária cota de ruindade – incluindo aí um pênalti porcamente perdido por Fred.

Quando acordou, no entanto, assistimos a meia hora de futebol de verdade. Em uma assistência totalmente sem querer do menino Jesus, Lucas Barrios e empatou o jogo e, quase que como em um milagre, o time mudou da água para o vinho. A virada chegou em um gol do próprio camisa 33 (presenteado pelo jogador do Flu), o terceiro veio em outra falha bisonha da defesa adversária e o quarto, terceiro de Barrios, já saiu em ritmo de treino.

O problema dessa oscilação, a meu ver, é que o Palmeiras entrou em campo tentando ser o time que não é. Com dois volantes, dois meias e um centroavante pesado, a estratégia de aproveitar os contra ataques fica totalmente perdida. A verdade é que Marcelo Oliveira deve decidir: ou entra-se em campo para jogar no contra golpe e escala-se um time veloz com jogadores como Allione e Cristaldo, ou deve-se escalar este time de ontem para manter a posse de bola. Qualquer outra configuração que não seja essa deixa o time perdido.

Além do mais, já está na hora de colocar alguns atletas definitivamente no banco. Egídio, Robingo e Alecsandro, por exemplo, já tiveram inúmeras chances e ficaram muito abaixo da crítica. É o mesmo caso de Leandro Almeida e Amaral, que já não entram mais. O Palmeiras tem um elenco que privilegia a saída rápida para o jogo e precisa transformar isso em sua maior fortaleza.

Sábado, diante do Grêmio, teremos uma prova de fogo. Ou aprendemos que nostro jogo acontece através da velocidade ou a coisa pode voltar a ficar feia na volta ao Pacaembu. Engata a terceira, Verdão!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Vitória essencial no Maracanã, Palestrinos! Embora jogando diante de um adversário totalmente esfacelado, não vencíamos fora de casa faz muito tempo e ganhar duas seguidas deve dar uma verdadeira injeção de ânimo neste time.

Time que ontem, aliás, demonstrou uma lucidez quase que inédita nesta temporada 2014. Entrou em campo determinado a dominar o jogo, tocou bem a bola, correu poucos riscos e apostou em suas (poucas) virtudes: o Valdívia e a velocidade.

Foi exatamente em cima dessas duas características que criamos tudo o que produzimos dentro de campo. Sem a bola, o time todo corria e protegia a frágil defesa; com a bola nos pés, entregávamos ao chileno e apostávamos na velocidade.

Tanto que o nostro gol nasceu assim: contra ataque, bola no camisa 10, cruzamento para Henrique, giro e chute perfeccionista no canto. Poderiam, aliás, ter saído outros do mesmíssimo jeito, não fosse o preciosismo de Leandro e a falta de inteligência de Allione.

E embora tenhamos dominado a partida, é óbvio que sofremos em algumas ocasiões. Foi aí que brilhou a estrela daquele que tanto nos fez falta neste segundo semestre: Fernando Prass. O goleirão fez ao menos duas grandes defesas e ajudou com que saíssemos de campo com os três pontos – e a moral elevada.

Neste ponto, aliás, acho que tem de se dar créditos ao treinador. Dorival Jr. recuperou alguns jogadores que estavam em baixa e fez o grupo jogar junto de novo. A comemoração da maioria dos atletas após o apito final ontem deixou isso bastante claro. Bem como é clara a diferença entre um time medíocre e um time medíocre, mas motivado.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Lá se vai mais um Brasileirão, Palestrinos.

Na terceira rodada, sem nem nos iludirmos e de forma tão inapelável quanto esperada. Para o Palmeiras, o campeonato mal começou e já se foi.

E aqui nem cabe me acusar de pessimismo. É a realidade mesmo. Até para nós – que sempre pensamos com o coração antes da razão – é possível enxergar que este elenco, mesmo com alguma sorte, não vai longe. Faltam contratações da diretoria, falta qualidade dentro de campo, falta criatividade vinda do banco.

Quando o ano começou e a equipe fez um princípio de boa campanha no Paulista, deu pra enxergar que, com os 11 melhores em campo e um ou outro momento de pura raça da equipe, poderíamos almejar algo a mais em 2014. Mas o tempo passou, vimos que o banco não daria conta, percebemos que a qualidade das equipes do interior era mais do que duvidosa, perdemos nostro artilheiro e entornou o caldo.

Qualquer um que acompanhe a equipe desde o início do ano sabe que isso poderia acontecer. E aconteceu. Sem Prass entra Bruno, sem Wendel não temos reserva, a zaga só conta com Lúcio, o ataque está órfãos… enfim. Até por isso fica difícil culpar só um lado nesta situação.

Bruno e Nobre começaram um trabalho que eu acho muito promissor, mas as dificuldades chegaram. É quase impossível faze rum omelete sem ovos, mas ajudaria se Kleina não inventasse tão errado vez ou outra. E mesmo o elenco parece abatido com tudo o que aconteceu recentemente.

Infelizmente, no ano do nostro centenário o objetivo será escapar de mais uma degola. E, pra isso acontecer, vamos depender das únicas duas forças que o clube sempre teve: a camisa e a torcida. Rumemos até o Pacaembu no sábado e cantemos.

“São cem anos de história
De lutas e de glórias
Te amo, meu Verdão.”

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Mais um resultado Felipônico, Palestrinos!

Obviamente não foi aquela vitória diante do Vitória, mas o empate conquistado no final não só premiou a nostra raça, como fez jus ao que foi o jogo. Não fizemos uma boa partida, mas o Fluminense  também esteve longe disso. Portanto, foi no bumba-meu-boi, mas foi positivo.

O JOGO
Apesar de uma ótima chance de cabeça aos 13 minutos, o Palmeiras começou o jogo completamente perdido. E enquanto o Tricolinho tocava a bola, o Verdão apenas assistia e batia cabeça. Foi assim que o gol deles saiu: na base da pressão, sem técnica, até mesmo um pouco na sorte. Mas saiu pra nos acordar.

Pena que não acordou e passamos o restante da primeira etapa mortos. No intervalo, no entanto, Pierre deu lugar a Tinga e o Palmeiras começou uma pressão, ainda que desordenada. Edinho tinha que puxar os ataques, Rivaldo mais uma vez errava tudo, mas o time tentou o que pôde.

E após as entradas do nulo Luan e do iluminado Ewerthon, o empate saiu. Foi no fim, foi no chutão, mas foi o resultado mais justo.

O MELHOR E O PIOR
Kléber
é tão superior em campo que chega a dar dó dele ficar isolado no ataque.
Rivaldo é tão ruim, que dá dó de todos nós em termos ele no time.

OS ACERTOS
Ainda que sustente a média de uma grande falha por jogo, a defesa tem se portado bem. Kléber é cada vez mais importante para o bom rendimento da equipe. E algumas mexidas de Felipão tem causado efeito positivo, credenciando atletas como Tinga a serem titulares da equipe logo.

AS MESMAS FALHAS DE SEMPRE
Entra jogo sai jogo, nostras falhas permanecem: o lado esquerdo é um problema eterno, a saída de bola com Pierre e Edinho é deficitária e Valdívia ainda não voltou do mundo árabe. Muito embora demonstre sua habilidade, o Mago está segurando todos os ataques rápidos da equipe e é bom pensar em poupá-lo um pouco (senão, vai se queimar).

GOLAÇO
A entrevista de Felipão ao final da partida foi um golaço. Ele voltou a falar do ridículo rodízio de faltas que fazem em Valdívia e Kléber, da imbecilidade dos árbitros em aceitar que as barreiras fiquem a frente da linha de spray ainda que seja uma linha extremamente visível e do comprometimento que quer da equipe (um recado pra Lincoln, acredito eu).

Domingo tem o Cruzeiro no Pacaembú. Vamô ganhá, Porcô!!!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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É revoltante, Palestrinos!

Um gol ridiculamente mal anulado, um pênalti não marcado e uma agressão ignorada. Tudo num jogo só, pelo mesmo árbitro. Mas, também, sejamos francos: nostro time não jogou absolutamente nada. Parafraseando Vampeta, se o Simon fingiu que apitou, o Palmeira fingiu que jogou.

O JOGO
O início foi o esperado: Verdão no 3-5-2, esperando a cariocada subir e abrir espaço pros contra ataques. Só que a velha tônica dos últimos jogos se repetiu. Muitas faltas perto da área e muita ligação direta entre defesa e ataque.

A única chance de ver um golzinho seria em uma bola parada. E foi após o rebote de um escanteio que Figueroa cruzou na cabeça de Obina para o camisa 28 marcar. Só que o ladrãozinho da CBF agiu e nós sabemos bem o que houve.

Depois disso Figueroa teve mais uma chance, o primeiro tempo acabou e acabou também o futebol. O segundo tempo foi absolutamente ridículo. Diego mal, Love nulo, Armero perdido… só Souza e Sandro Silva batalharam.

Daí ergueram outra bola na área, Maurício dormiu de novo e tomamos o gol.

No final ainda tivemos um pênalti não marcado em Danilo e a cabeçada ridícula em Armero. Mas o que chama mesmo a atenção é a inoperância do time todo em perder o campeonato mais ganho da história.

Juiz safado, futebol safado.

O MELHOR
Sandro Silva. Marcou e puxou o lado direito ao ataque diversas vezes.

O PIOR
Prêmio dobrado para Love e Diego Souza. Os dois maiores salários foram absolutamente nulos em campo.

“ARBITRAGEM”
Não preciso nem dizer que a nota do árbitro preferido da CBF (e dos times do Rio, claro) é negativa. Ele errou absolutamente tudo o que fez. Influiu no resultado e no campeonato.

E sabem o que vai acontecer? Nada. Ele vai pegar 2 semaninhas de gancho, apitar a semi-final da Sulamericana e ano que vem estará na Copa do Mundo enchendo o bolso de grana.

Tá na hora de Belluzzo ser menos lorde inglês e falar umas verdades em público, com microfone aberto (e ele falou: http://www.lancenet.com.br/palmeiras/noticias/09-11-08/650026.stm?belluzzo-%E2%80%98simon-e-vigarista-e-esta-na-gaveta-de-alguem%E2%80%99. Parabéns, presidente!).

E AGORA?
Se o time ainda quer mesmo mostrar que não é tão incompetente a chance está aí: quarta-feira, contra o lanterna Ixpórt em casa. Ou ganha ou joga mesmo a toalha e tenta brigar pelo G4.

Ainda assim… Siamo Palestra!

ROJAS.

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maracana10

É domingão, Palestrinos!

No Maraca, com sol, calor, torcida(s) contra, adversário desesperado e tudo o que temos e não temos direito. E eu tenho certeza que vai ser lindo. Vamos ganhar não do Tricolixo carioca e de sua costumeira empáfia, mas do Brasil inteiro.

O VERDÃO
Deve ser o mesmo que temos visto ultimamente. Vai no tradicional 3-5-2, com Marcão atrás, dois volantes, Diego na armação, Obina e Love na frente. Novidade mesmo, só Bruno no gol (espero de coração que Edmílson fique no banco).

A aposta mais uma vez será na marcação forte, nas jogadas pela lateral, além da nem sempre presente inspiração de Dieguito e Love.

OS REBAIXADOS
O Flu também não mudará nada. Vai apostar todas as suas fichas em Fred, Conca e Maicon. Continuará com uma defesa fraca e desprotegida, mas vai jogar no pique da torcida e contando com a atual boa fase.

COMO GANHAR?
Em teoria, é simples: segurar o ímpeto inicial dos favelados, tocar a bola e aproveitar o desespero deles conforme o jogo passa. Importante lembrar: eles estão na degola, a gente não – vamos ter tranquilidade.

E, claro, perigo total nas bolas aéreas! Fred faz muito bem o pivô e sobe bastante.

APOSTA
2×1 Verdão, Diego Souza e Obina.

E como vem das arquibancadas: “Vâmo ganhá, Porcô”!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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São tantas emoções, bicho!

E não é que vencemos? Jogando num gramado castigado pelo show do Rei Roberto Carlos, no último domingo, o Verdão deu show no 1º tempo e venceu o Menguinho por 2 a 1 – chegando aos 22 pontos e à vice-liderança.

PRIMEIRO TEMPO MESTRE
Tocando muito bem a bola e anulando as jogadas ofensivas do Flamengo, os primeiros 45 minutos do Palmeiras foram perfeitos. E logo aos 23 minutos, numa recuada medonha da zaga-urubu, Diego Souza aproveitou a sobra e bateu com força no cantinho: 1 a 0 Palestra.

Então, pressionado, o time da casa se enfraqueceu. Quase Diego Souza fez o segundo dele e nosso, mas foi Ortigol quem ampliou. Aos 43′, Pierre – pra variar! – roubou ótima bola e Cleiton Xavier só rolou para o gol do paraguaio.

SEGUNDO TEMPO DE SUSTOS
A segunda etapa começou elétrica: enquanto eles tentavam atacar, nós contra atacavámos muito bem. O jogo estava do jeitinho que o porco gosta. Só que um vacilo mudou tudo: Danilo cometeu pênalti na Imperatriz Leopoldinense e tomamos o gol.

A partir daí, foram 20 minutos de pressão incessante. Mas nós temos Marcos! E ele garantiu a vitória até o fim.

JORGINHO
A troca de Edmílson por Sandro Silva foi acertada, pois nosso camisa 3 estava cansado. Já a entrada de Fabinho Capixaba nunca é acertada. E a última troca, na minha opinião, foi totalmente errada: melhor seria colocar um garoto rápido pra incomodar lá na frente.

Mas no geral, valeu pelo 1º tempo e pelo espírito do time.

E AGORA?
Agora é embalar, palestrinos! Temos o Santo André em casa no sábado, Goiás fora na quarta e Curintinha no outro domingo. Que tal assumir a liderança, hein?

Siamo Palestra!

ROJAS.

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