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Posts Tagged ‘marcos assunção’

Parece que quanto mais rezamos, mais assombração nos aparece, Palestrinos. Depois de achar que tínhamos exorcizado Valdivia, ele voltou a tona com força.

Talvez por estar prestes a deixar o país ou por simples vontade de aparecer, o chileno fez críticas a Paulo Nobre e Alexandre Mattos, inundou as manchetes “esportivas” e, de quebra, trouxe Marcos Assunção junto com ele. Não que quisesse de fato trazer o volante de outrora para discussão, mas, ao citar o nome do ex-companheiro em suas entrevistas, deu chance de resposta ao veterano cobrador de faltas. E foi aí que o bicho pegou.

A real é que a imprensa adora este tipo de matéria e é óbvio que as palavras do meia iriam causar. O barulho foi tanto que o assunto dominou todas as redes sociais alviverdes – além, é claro, dos já tradicionais grupos de WhatsApp. O que mais me intriga nisso tudo é: por que diabos estamos falando sobre isso?

Tanto Valdivia como Assunção são jogadores comuns e nenhum deles irá constar em nostra história gloriosa. Ajudaram dentro de campo em alguns momentos importantes do Século XXI, mas foi só isso. Pouco ou nada importa se eles brigaram, discutiram ou se mataram. Dar cartaz a esta polêmica é alimentar assunto vazio.

Ao invés de falarmos disso, por exemplo, por quê não saudamos São Marcos? Hoje nostro eterno ídolo completa 42 anos e merece todos os posts e papos de bar da nação palestrina. Seja debaixo das traves ou com o microfone na mão, Marcão sempre nos deu alegrias. Parabéns ao Santo e vida longa aos craques que já envergaram nostro manto alviverde?

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Marcos Assunção tem muito crédito, Palestrinos.

Embora muitos torcedores sempre tenham contestado sua idade e seu vigor físico, é inegável que os serviços prestados pelo volante nos últimos anos foram incríveis. Não bastassem sua experiência e liderança natural dentro do grupo, a eficiente bola parada que saiu de seus pés nos fez lembrar os tempos vitoriosos de Chiqui Arce.

Mas o assunto da semana não é exatamente esse e sim a sua saída. Antes tida como quase impossível, ela confirmada ontem de manhã pelo Palmeiras e posteriormente pelo próprio jogador. Muitos atacaram o atleta, muitos defenderam Assunção, mas acho bom fazer uma análise mais comedida da coisa.

O primeiro ponto é sobre a sua permanência para 2013 de acordo com critérios técnicos. Beirando os 37 anos e com problemas no joelho, o camisa 29 de fato não parecia muito necessário ao grupo dentro de campo. Embora o elenco esteja esvaziado, vamos ter jogos duros este ano e vale apostar na juventude.

Já o segundo ponto trata do lado financeiro. Uns falaram em R$250 mil, outros até em R$400. Mas, na verdade, ninguém sabe quais valores são reais. Eles assustam, sim, mas tenho certeza que vocês ficariam surpresos com os valores dos salários do futebol hoje em dia. No Palmeiras, por exemplo, Barcos não está nem entre os 10 maiores salários. Isso quer dizer que muitos jogadores medíocres – e com uma folha corrida bem abaixo da de Marcos Assunção – ganham valores que ultrapassam R$100 mil mensais. Dito isso, eu não pagaria mais de R$200 mil ao nostro ex-capitão. Mas também não o faria por ninguém do elenco, a não ser Barcos e, talvez, Henrique.

No entanto, é o terceiro ponto que mais me deixa maluco nessa história: a organização. Se a diretoria pretende negociar a permanência de atletas, tem que agir rápido, não esperar a última semana do ano. Assim como anunciaram dispensas tão logo caímos, deveriam também ter negociado as permanências. É um desrespeito com qualquer atleta, de qualquer nível, se reapresentar com o elenco e ser dispensado poucos dias depois.

O Palmeiras, infelizmente, virou um antro de desorganização e falta de comando. Uma combinação que gera desrespeito e vergonha para nós, os milhões de apaixonados. Por isso peço desculpas e agradeço a Marcos Assunção pelas duas últimas temporadas de serviços prestados à Sociedade Esportiva Palmeiras.

Hoje você já não faz parte dos planos, mas sigamos as nossas vidas com esse carinho conquistado dentro e fora de campo. Você é grande, meu caro, muito obrigado!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Vitória, Palestrinos, vitória!

No final das contas, é isso o que vale no futebol. Principalmente quando se vence um clássico como o de ontem. E eu espero que os jogadores tenham entendido que o valor da vitória foi especial justamente por causa disso: porque vencemos um rival. Não existe bicho que pague este sentimento.

Ontem, no Pacaembu com quase 20 mil pessoas, o Palmeiras voltou a jogar bem. Assim como fez diante do Bahia e já havia feito em parte do jogo contra o Vasco, o time foi organizado, arrumado e fez por merecer os três pontos. Exceto por alguns vacilos de Leandro Amaro e Patrik, e a atuação bastante apagada de Ricardo Bueno, o Verdão foi bem.

Valdívia e Henrique estão bem melhor fisicamente, os laterais voltaram a apoiar, Márcio Araújo voltou muito bem ao meio, Luan segue em boa fase e Assunção, como sempre, foi letal. Mesmo com as mexidas cautelosas de Felipão, pouco houve de pressão por parte dos bâmbis.

E domingo, diante da gambazada, temos que ter o mesmo espírito. Pouco importa que o campeonato chegou ao fim e, mais, pouco importa se o Vasco ganhará ou não o Brasileiro. Temos que vencer por nós, pela nostra dignidade, pela nostra história e força.

Vitória vale bem mais que dinheiro. E com bicho dobrado ou não, eu sou mais Palmeiras.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Acabou, Palestrinos!

Grazie a Dio, acabou aquela amargura que nos consumia e o risco de rebaixamento se foi. E a vitória de ontem foi ainda mais saborosa pelo surpreendente bom futebol apresentado pela equipe.

Se é verdade que os nostros gols só saem de bola parada, também é verdade que poderíamos ter feito muitos outros em boas jogadas. Faltou pontaria, mas não faltou entrega. Outro ponto bastante positivo foi a ótima atuação de Valdívia no segundo tempo, além da já regular participação de Luan.

Mas, passado o sufoco, chegou a hora deste grupo nos honrar com o mínimo de dignidade nessas rodadas finais. Faltam apenas dois jogos, porém jogos importantíssimos: temos bambis e gambás pela frente, podendo jogar água no chopp de ambos. Isso sem falar que terminar o ano vencendo dois clássicos seria o ideal para um 2012 de melhores horizontes.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Arbitragem novamente, Palestrinos!

Odeio colocar a culpa por resultados na arbitragem, mas quando se empate um jogo por um a um e o juiz erra duas vezes contra a sua equipe, não tem como esconder o descontentamento. Mesmo jogando fora de casa e tendo sofrido um gol logo no início, o Verdão empatou, jogou melhor e só não virou porque ignoraram um pênalti em Luan e pararam o Mago com um impedimento mal dado.

O empate não é ruim, mas poderia ser melhor.

O JOGO
Sem Maikon Leite, cortado por causa de um resfriado, Felipão apostou em Patrik e mandou o Palmeiras a campo no 4-4-2. O problema foi que nem deu para analisar como o time estaria disposto em campo quando, aos oito minutos, o caneludo Jéci pegou rebote de (mais) um milagre de Marcos e abriu o marcador pro time da casa. Sem ter outra alternativa, então, fomos pra cima.

E dez minuto depois, o empate chegou daquele jeitinho que a gente conhece: falta lateral, Assunção na cobrança e gol do Palestra! Com o empate veio também o ânimo e começamos a dominar a partida. Valdívia, adiantado, jogava demais; Luan corria pela esquerda como um ponta; e Kléber, sempre ele, brigava sem parar. O domínio foi tão grande que, não fosse o ladrão que apitava, teríamos virado ainda antes do intervalo, através de um pênalti não marcado e um impedimento mal conferido pelo bandeira.

Veio o segundo tempo, o frio apertou, mas o Verdão continuou em cima. Tocava bem a bola, distribuia bem o jogo, mas a partida foi ficando cada vez mais modorrenta. Faltas, erros de passe… até que em um desses, Maurício Ramos errou feio e condenou Thiago Heleno à expulsão. Henrique entrou no lugar de Patrik e o Palestra recuou.

Foi um SanGenaro nos acuda até o apito final do careca maldito, mas o um a um acabou ficando de bom tamanho. Mas, repito: se não fosse o árbitro…

TROFÉU SÃO MARCOS
Valdívia está voltando a plena forma: correu, driblou, distribuiu o jogo e até arriscou chutes de longe.

TROFÉU RIVALDO
Sempre muito bem disposto, Maurício Ramos errou no gol dos coxinhas e depois entregou o colega de zaga para o chuveiro mais cedo.

SÃO MARCOS E FELIPÃO ETERNOS
Incrível a tranquilidade que dá ter Felipão no banco e Marcos em campo. O treinador montou um time chato, no bom sentido, que marca demais, corre demais e que vai incomodar todo mundo neste campeonato. Já o nostro Santo (aniversariante de hoje) passa uma segurança inexplicável… não que Deola não seja ótimo goleiro, mas tê-lo na meta é ser mesmo abençoado.

E AGORA?
Agora temos o Grêmio no Canindé, sabadão, e depois saímos para uma seqüência de dois jogos com o Vasco, pelo Brasileirão e pela Sulamericana, nesta ordem. Dá pra ganhar, dá pra subir, dá pra sonhar.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Lá vem mais polêmica, Palestrinos.

A diferença agora é que nada tem a ver com a nostra diretoria, comissão técnica ou jogadores. Quer dizer, tem a ver com todos estes, mas indiretamente: ao final da partida de domingo, a já conhecida ala causadora de problemas da nostra torcida resolveu pegar no pé de Luan e de Marcos Assunção, e Felipão tomou as dores dos atletas.

Então, vamos lá, por partes.

Antes de mais nada, não faz sentido nenhum pegarem no pé desses dois jogadores por rendimento. Além deles não terem sido primordiais para a derrota, foram um dos que mais correram em campo e sofreram com a mesma coisa que toda a equipe: falta de organização.

Segundo, parte dessa crítica é dirigida e premeditada. Nem tanto no caso de Luan – que sempre sofreu por causa de seus altos e baixos -, mas no que diz respeito a Assunção, a tal de Mancha age propositalmente. Chamaram um de nostros principais jogadores de cachaceiro, sendo que ele jamais faltou a treino nenhum nem nunca deu indícios de que beba demais (e aqui cabe um belo parentêses: jogador tem direito a sair e se divertir, contanto que isso não atrapalhe seu rendimento e comprometimento em campo). Desde a discussão no aeroporto em Porto Alegre a torcida tem perseguido-o.

Longe de mim dizer que Marcos Assunção é ingênuo, já que é um dos mais experientes do elenco, mas nunca vi o nostro camisa 28 se arrastando em campo ou dando migué. Ano passado ele foi brilhante, com gols e assistências que pareciam não ter fim, e este ano não está tão bem – isso é fato. Mas não faz sentido nenhum cobrar o volante pela derrota…

Por outro lado, quando Felipão compra a briga da maneira que brigou, só atrai maior atenção para esta parcela de infelizes que dizem defender as nostras cores (olha eu aqui escrevendo sobre isso novamente). Bastava ele dizer que discordava e pronto, não precisa chamar os caras pra briga, Felipone!

No mais, é só isso que eu queria lhes dizer: abram o olho que torcidas (des)organizadas também têm ligações políticas e interesses escusos. E é claro que não me refiro a todos que lá estão. A maioria confunde a torcida com o time e se deixa levar por uma ideologia baixa, tornando-se escudo dos reais interessados.

Não caiam no conto da torcida organizada, é só o que lhes peço.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Me desculpem as palavras, mas eu fico puto com essas coisas, Palestrinos.

Se é verdade que o Palmeiras falhou no Paulistão e na Copa do Brasil, também é verdade que a equipe vem fazendo um 2011 bastante digno, só perdeu três partidas no ano e vem mostrando evolução a cada rodada – ainda que desfalcada de jogador como Valdivia. Tenho consciência que esta é a minha opinião e que outros podem ter a deles; o problema é quando estes “outros” novamente perdem a razão e apelam.

Sábado, quando o Verdão desembarcou em Porto Alegre, aquela mesma cambada de palhaços de sempre, denominada Mancha (Alvi)Verde, foi até o saguão protestar. Xingou Luan, xingou Adriano e quando Marcos Assunção foi conversar com eles simplesmente agrediram verbalmente também um de nostros melhores jogadores.

Isso é impressionante, amigos. Entra ano, sai ano essa corja atrapalha o Palmeiras. Este ano, quando sofremos aquela maledeta e humilhante derrota para o Coritiba, pela Copa do Brasil, foi essa mesma “torcida” quem atacou os carros de jogadores e pichou os muros do Palestra. Por sinal, no jogo de volta, quando apenas os chamados torcedores comuns foram ao Pacaembu, presenciei uma das massas mais vibrantes em anos de arquibancada. Éramos poucos em número, mas superiores em amor.

Mas, enfim, a questão não é essa. A questão é que nenhum atleta passar a correr mais em campo por ter sido pressionado e amedrontado. Tampouco esse atleta vai embora por causa disso! De uma vez por todas, tentem entender “organizados”: todo mundo que paga ingresso pode protestar a vontade no estádio e somente no estádio. Pode fazer faixas, gritar, o que quiser: menos apelar para o embate pessoal, seja ele verbal ou físico.

Conheço integrantes da Mancha que não são estúpidos a esse ponto, mas, de que adiante se gabar de seguir o Palmeiras em qualquer lugar do mundo e fazer lindas festas se parte dos “associados” só conhecem o terror como solução? Se são 15 ou 500 pouco importa: eles fazem com que o nome de toda a torcida seja manchado.

E se quiserem falar que isso é generalizar, fiquem a vontade. Eu não respeito nem nunca vou respeitar quem protesta usando a violência e a intimidação. Até porque isso seria crime em qualquer lugar do mundo, menos aqui, no nostro permissivo futebol brasileiro.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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