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Posts Tagged ‘maurício ramos’

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Lá vem ele novamente, Palestrinos.

Após 2 anos de um mandato cheio de altos e baixos, Arnaldo Tirone vai tentar a reeleição. Sim, é isso mesmo que vocês leram: mesmo com o rebaixamento, contratações bisonhas e contas que não fecham, Arnaldinho está convencido de que fez um bom trabalho na presidência do Palmeiras. Mais do que isso até, ele está dificultando a esperada passagem do bastão.

Com eleições somente em 21 de janeiro, o atual mandatário que saiu por aí ventilando reniões semanais com os presidenciáveis, tem boicotado os encontros. Não só não comparece, como diz que o faz porque está ocupado demais planejando 2013. E, assim, vai empurrando mais dois anos de possíveis mudanças para o lixo.

Os leitores do Siamo Palestra sabe que somos um blog apartidário. Não temos envolvimento político nenhum dentro do clube. Mas os recentes acontecimentos que chegaram a nós nos fazem crer que o banana-mor está virando ditador. Tirone é muito mais Contursi do que se imaginava!

Enquanto nomeia um novo diretor de marketing e o autoriza a soltar vídeos bonitos na internet, este verdadeiro câncer passa as tardes planejando fazer o que o Sapo Gordo fez em 2003: montar um verdadeiro time de Série B para o ano que vem. Não importa o tamanho do Palmeiras, não importa que tenhamos a Libertadores, não importa nada. Simplesmente diz que não temos dinheiro e fecha as portas para futuras mudanças. Ele está acimentando qualquer esperança que podemos ter.

Para se ter ideia, ele simplesmente ignorou a possibilidade de receber o meia Dátolo, ex-Boca e atualmente no Inter, por empréstimo. Não atendeu telefonemas de um intermedário nem se pronunciou. E agora, amigos, é bem possível que o argentino que poderia ser titular por aqui feche com algum de nossos rivais.

Outro ponto é que, mesmo com a dispensa de oito jogadores, ele não sinalizou nem sequer com um real de aumento para Hernán Barcos. Logo o atacante que, diga-se de passagem, recebe menos que Maurício Ramos e algo próximo a um terço da quanti amensal paga ao chinelinho Valdívia…

Por isso, volto a dizer que não apoio nenhum dos candidatos que estão na briga presidencial para os próximos dois anos, mas um deles, em especial, eu já espero que caia fora. E ele é você, Arnaldinho. Vá pro inferno com seu atraso e sua quadrilha!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Finalmente uma vitória fora de casa, Palestrinos!

E aí pouco me importa se foi de um a zero, se foi sofrido ou se o gol foi feito de pescoço pelo zagueiro. Com essa vitória longe dos nostros domínios acaba aquela incômoda pressão sobre a equipe, a confiança volta a reinar e as chances de melhorarmos no Brasileirão aumentam ainda mais. Saiu a zica.

O JOGO
Mantendo a base do esquema tático, mas mudando as peças, Felipão mandou o Verdão a campo em um 4-3-3 com Wellington Paulista na vaga de Luan – que está mesmo de saída – e Gerley na vaga de Gabriel Silva. E pelo volume de jogo, a estratégia deu certo: foram diversas chances de gol durante toda a partida.

Logo no primeiro minuto, por exemplo, Kleber ganhou na corrida e perdeu um gol feito. Alguns minutos depois o Gladiador aproveitou a chance que teve, mas o bandeira anulou incorretamente o que seria nostro primeiro tento. O afã por balançar as redes era tão grande que tomamos alguns contra-ataques, muito bem contidos pela segurança de Deola. No entanto veio o intervalo e os gols ainda não haviam chegado.

Na segunda etapa continuamos forçando a barra, principalmente com as bolas paradas de Assunção, e sofrendo com os contra golpes do time da casa. Kid Bengala obrigou o goleiro do figuinho a fazer grande defesa em falta do meio da rua, Maikon Leite meteu bela bola na trave e o sofrimento durou até os 37 minutos, quando Maurício Ramos (sempre ele!) fez o gol salvador de pescoço.

Voltamos ao G4 e recuperamos a confiança.

TROFÉU SÃO MARCOS
Kleber: brigou, chutou, apanhou e demonstrou muita raça.

TROFÉU RIVALDO
Thiago Heleno teve uma noite rara de falhas e insegurança.

NOVO ESQUEMA
Parece mesmo que Luan vai embora. Assim sendo, Wellington Paulista e Patrik devem brigar pela vaga que ficará aberta na equipe. Eu, pessoalmente, acredito que WP seja mesmo a melhor opção, até para Kleber sair mais da área e ganhar liberdade. Gerley estava nervoso, não foi bem na estreia, mas certamente é melhor opção que Rivaldo. E quando Henrique estiver em forma, arrisco dizer que nostra zaga será a melhor do torneio.

CANJA NO SÁBADO
Sabadão, 21h, tem sopa de galinha no Canindé. Oportunidade única de vencer um time em crise existencial e colar ainda mais no grupo de cima da tabela.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Missão cumprida com louvor, Palestrinos!

Pegando o Santos desfalcado, e principalmente após empatar com o fraquíssimo América/MG, era mais do que obrigação conseguir estes três pontos. O que eu não esperava é que o time faria um primeiro tempo tão incrível como o que fez ontem: velocidade, toque de bola, triangulações… o que assistimos no Pacaembu foi a demonstração do que Felipão planeja desde o ano passado. Vencemos com autoridade e agora nos cabe tirar a invencibilidade dos urubus no domingo.

O JOGO
No já tradicional 4-3-3 felipônico, o Verdão entrou em campo arrasador. Contando com uma ótima jornada de ambos os laterais e com a segurança de sempre dos nostro volantes, a equipe apostou na velocidade desde o primeiro segundo e atropelou os lambaris ainda no primeiro tempo.

Após pecar bastante no último passe durante os primeiros vinte minutos, Luan enfiou bola maravilhosa para Maikon Leite e o menino Parmalat driblou o goleiro para fazer o primeiro. Menos de dez minutos depois, em cobrança de escanteio de Assunção, Maurício Ramos subiu de cabeça e fez o segundo. A blitz continuou, o Palmeiras não tirou o pé do acelerador e o terceiro saiu em belíssimo gol de Patrik, batendo cruzado no ângulo.

Foram os melhores 45 minutos desde a volta de Felipão e certamente o melhor primeiro tempo que o nostro Palestra fez em anos!

Na segunda etapa, como de praxe, Felipão pediu que o time se resguardasse. Os lambaris vieram pra cima com a sua molecada B, São Marcos teve que fazer duas boas defesas, chegamos a perder boa oportunidade, mas o resultado não se alterou. Três a zero, três pontos e moral triplicada no Brasileirão.

TROFÉU SÃO MARCOS
Luan mais uma vez jogou demais. Fez belíssima dupla com Gabriel Silva e foi decisivo.

TROFÉU RIVALDO
Em jogo onde todo mundo jogou bem, fica difícil dizer quem jogou mal. Mas se é pra palpitar, faltou o golzinho de Dinei.

E AGORA?
Agora é simples: estamos com a moral elevado novamente e enfrentaremos o Flamengo em casa. Estamos na quarta posição, um ponto atrás deles, e é uma chance inigualável de vencer, passá-los na tabela e ainda por cima quebrar a tal invencibilidade do timeco do Luxemburro.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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A conta parece confusa, Palestrinos.

Mas ontem, por incrível que pareça, o Verdão pôde se lamentar por ter perdido dois pontos para uma equipe tão fraca e ao mesmo tempo se dar por satisfeito pelo ponto ganho. Jogamos mal, não criamos quase nada e o resultado justo seria até um zero a zero. Pontuar fora sempre é importante, mas poderíamos ter vencido um adversário nitidamente despreparado.

O JOGO
Sem Gabriel Silva e Kléber, Felipão fez o correto: manteve o esquema de abrir o time pelas pontas e ainda achou uma maneira de deixar o Rivaldo no banco. A ideia era segurar Chico pela esquerda, aproveitar o vigor físico de Luan e transformar Cicinho praticamente em um ponta direita – criando em velocidade ao lado de Maikon Leite.

O problema foi que nada disso funcionou. Lincoln mais uma vez foi nulo em campo, os volantes ficaram sobrecarregados, Wellington Paulista não se acertou como centroavante e nostro pseudo lateral-esquerdo vindo do Paraná foi obrigado a subir para o campo de ataque (o que, diga-se de passagem, ele não sabe fazer).

Daí o primeiro tempo horroroso que tivemos em Minas Gerais, onde cada time deu um chute perigoso a gol e nada mais. Deu sono, deu preguiça, deu raiva. E a segunda etapa voltou exatamente igual, mostrando que nada iria mudar, além dos números na camisa: entraram Patrik e Dinei, mas o futebol foi o mesmo de Lincoln e WP.

Isso durou até os 15 minutos, quando em um contra ataque rápido, o time da casa abriu o marcador. Rara falha de marcação do Verdão, quando ambos os zagueiros saíram para dar o bote no mesmo jogador. A partir daí o Palmeiras resolveu ir pra cima aos trancos e barrancos. Foi assim que empatamos com um bate-rebate que ficou com Maurício Ramos.

E foi assim que, grazie a San Genaro, o árbitro fraco terminou a partida.

TROFÉU SÃO MARCOS
Cicinho jogou muito até ser sacado de campo, presumo eu por cansaço.

TROFÉU RIVALDO
De novo, de novo e mais uma vez: Lincoln é apenas um corpo em campo. Não faz nada.

ACERTOS PARA O CLÁSSICO
Sem Thiago Heleno e possivelmente ainda sem Marcos e Kléber, Felipão terá trabalho para pensar o time para o domingo. Gabriel Silva poderá entrar em campo, o que permite que Chico jogue na zaga, mas nostra dupla defensiva deverá mesmo ser Maurício Ramos e Leandro Amaro. Dá pra pensar em sacar Lincoln da equipe também, colocando Patrik, Tinga ou o Murtosa… qualquer um com mais vontade que ele.

Mesmo com tantos problemas, nunca se esqueçam de uma coisa: aqui é Palmeiras, aqui é raça e nós vamos entrar em campo para atropelar as sardinhas no domingo!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Outro show de horrores, Palestrinos…

E, ao menos no mundo do futebol, o nostroo potencial deputado Tiririca não tem razão. Em mais uma atuação patética jogando em casa, o Verdão mostrou que o ruim sempre pode piorar. Com muita correria e ainda muito mais erros, Palmeiras e Vasco ficaram em um merecidíssimo zero a zero e quase conseguiram igualar a qualidade do jogo do 1º turno em São Januário.

O JOGO
Marcando a nostra saída de bola e tendo espaço para criar, o Vasco começou melhor o jogo e chegava com perigo pelas laterais. Enquanto Éder Luis deixava Vítor na saudade toda hora, Fágner atormentava Rivaldo. Para a nostra sorte, Maurício Ramos e Danilo estavam muito bem pelo alto e o jogo foi esfriando.

Foi aí que começou um festival de chutões pra frente que daria vergonha até em time de Série D. Mesmo em perigosos lances de bola parada, os times conseguiam chutar na barreira ou fazer jogadas tão mal ensaiadas que davam desgosto nas duas torcidas.

No segundo tempo, com Valdívia em campo, parecia que o Palmeiras iria conseguir recuperar o jogo no meio-de-campo. Mas em uma jornada onde o próprio Kléber errou mais que de costume, não dava pra esperar muito. E, exceto por uma tabela entre Ewerthon e o ‘Mago’ que quase resultou em gol, tivemos que ver um jogo modorrento.

É o 11º empate em 21 jogos. E só está ficando pior.

O MELHOR E O PIOR
Pela raça e precisão nos desarmes, gostei da atuação de Maurício Ramos.
E por mais um jogo extremamente fraco, Vítor fica com o pior.

‘TIME SEM VERGONHA’
Ao final do jogo, foi este o coro que se ouviu no Pacaembú. Felipão reconheceu a atuação fraca, mas rebateu a torcida dizendo que o grupo tem vergonha sim e tem consciência de que está jogando mal.

Eu, pessoalmente, não estou 100% com nenhuma das opiniões. Mas, se for tomar um partido, acho que a torcida tem muito mais razão do que Scolari. A julgar pelo nível das apresentações até aqui, se este time tem vergonha na cara, não tem futebol nenhum pra mostrar.

E AGORA?
Agora tem o Grêmio no Olímpico e os bâmbis no Pacaembú. E, sinceramente, nem sei mais o que esperar…

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Difícil comentar a derrota de ontem, Palestrinos.

Mas acho que a principal lição a se tirar é a de que contra talento, tem que se ter atenção. E o Palmeiras errou… errou muito. Daí a bola caiu no pé de um Montillo inspirado, de um Roger iluminado e ficou complicado tentar segurar. A vitória que parecia certa virou derrota, e o Verdão segue na zona central da tabela.

O JOGO
Tudo parecia bem no primeiro tempo. Um time ligado, Kléber brigando muito, Marcos Assunção mandando no meio. Daí não é difícil de se explicar a vantagem de 2 a 0: um de pênalti bem marcado em Fabrício, que o Gladiador converteu, e outro de Maurício Ramos após escanteio.

Só que veio o segundo tempo e veio também uma maldição do Palmeiras: recuar. O Cruzeiro tomou conta total do meio-de-campo, os meias começaram a desfilar e a contusão de Marcos parece ter sido apenas um sinal do absurdo que viria a seguir.

Chute despretensioso, bola desviada, 2 a 1.
Contra-ataque de um time que está perdendo, 2 a 2.
Kléber pediu falta, furada de Danilo, zaga parada, bola cruzada, 3 a 2.

Dizer o que? Um castigo pra quem desistiu de jogar.

O MELHOR E O PIOR
Kléber, de novo, foi o melhor do Verdão. Já o capitão Danilo vai levar o troféu de pior, tendo em vista os erros que cometeu.

MAGO?
Podem até me acusar de perseguição, mas é complicado ver um jogador do nível do Valdívia jogar tão abaixo do normal. Se ele está mal fisicamente, é melhor deixá-lo no banco e ir colocando gradualmente; agora, se já está bem (e acho isso difícil), ele esqueceu como se joga.

Acorda, Maguito! Você está parecendo mágico de festa de criança.

RECUOU, TOMOU
Lembram do empate em casa diante do Botafogo? E daquele 1 a 1 com o Goiás no último minuto? Os exemplos são muitos e parece que o Palmeiras ainda não entendeu: não dá pra desistir de jogar e ficar só defendendo. Em 90% das vezes que fizer isso, vamos tomar gols. Simples assim.

CONTRATAÇÕES
Não sei de quem é o tal de Elias, do Atlético/GO, mas o Palmeiras já pode ir atrás. Aproveitem e vão conversar também com o agente do Maikon Leite, do Mazola e do Neto Berola. Acreditem: eles vão custar bem menos do que se imagina.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Lá se foram mais duas partidas sem vitória, Palestrinos.

Confesso que a correria da última semana permitiu apenas que eu ouvisse os empates diante de Botafogo e Ceará no rádio, mas os sintomas de ambas as partidas parecem ter sido os mesmos: uma defesa insegura e a falta de mais um meia armador.

Apesar de julgar Léo e Maurício Ramos bons zagueiros, eles têm perdido todas pelo alto e feito muitas faltas (com consequentes cartões e expulsões). Claro que a suspensão de Danilo faz diferença, mas, na minha opinião, o principal problema tem sido a proteção à zaga. Pierre definitivamente está muito mal e jogar com Edinho atrás no 4-4-2 deixa claro que ele e sempre foi um cabeça de área – não um zagueiro. Os laterais também têm marcado muito mal (algo flagrante na última quinta).

Márcio Araújo e Marcos Assunção, principalmente o segundo, têm feito bem o seu papel de marcadores que conduzem a bola para o ataque. O problema é que Lincoln tem ficado nitidamente sobrecarregado na armação, causando cansaço e perda de qualidade. Ou o Palmeiras fecha logo essa novela com Valdívia ou será necessário buscar um outro camisa 10.

A boa notícia é a semana cheia que Felipão terá para trabalhar para o clássico de domingo. Será o tempo ideal para ele decidir quem atuará no miolo de zaga (acredito que ele possa optar por um 3-5-2, com M. Ramos, Edinho e Leandro Amaro) e treinar mais as bolas paradas, coisa que tem feito diferença contra a nistra equipe. Também será tempo de olhar com mais carinho Tinga e Patrick, jovens jogadores que vêm trazendo um sopro de ousadia ao Verdão.

Nós confiamos em ti, Felipone. E confiamos em mais uma vitória sobre os eternos fregueses.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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