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Posts Tagged ‘Mendieta’

Derrota das piores que poderíamos ter sofrido, Palestrinos.

Pois se não bastasse ser contra a gentalha, ainda foi de maneira ridícula. Um time apático, acéfalo, aquém até da mediocridade. Resultado: não criamos um só lance de gol em 95 minutos de bola rolando!

E olha que Gareca montou a equipe com o que tinha de melhor. Voltou Marcelo Oliveira para a defesa no lugar de Lúcio, colocou Victor Luís na esquerda, fechou o meio com Mendieta e apostou no contra ataque de Mouche. O problema é que entre a teoria e a prática há um abismo gigante de qualidade…

E nem me refiro àqueles que são notadamente limitados (té porque é burrice esperar que atletas como Wendel, Oliveira, Renato e Henrique rendam além de seus limites). O problema é que seguimos depositando confiança em Wesley, Mendieta, Leandro, Felipe Menezes e tantos outros que nunca, de fato, responderam quando foi preciso.

O nostro maior problema hoje é justamente este: se esperar algo de onde nunca virá. É frustrante, é repetitivo, é o que nos dá essa sensação de impotência tão comum nos últimos anos.

Quando se tem uma equipe limitada é preciso correr. Dar o máximo de si. É irritante ver jogador nota 5 se arrastar em campo como se fosse um favor ele estar ali. Não dá mais pra ficar refém da displicência de alguns e das limitações de outros. Precisamos nos organiza, mas também se entregar.

Caso contrário, nenhum reforço irá salvar o Palmeiras.

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Aproveitando o tema do post, mais uma vez tive vergonha de alguns dos torcedores presentes na Arena BNDES. Se a piada das máscaras foi excelente, o ato de quebrar cadeiras e ainda pedir para “mandar a conta pro Nobre” foi ridículo. Se bem que, desses, já não se espera mais que isso mesmo…

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Em 2014 o espanhol virou oficialmente nostro segundo idioma, Palestrinos.

Com as constantes presenças de Valdívia, Eguren e Mendieta entre os titulares (além do sempre lesionado Victorino), os sul americanos estão em peso na Academia. A ideia é boa, já que os atletas dos países vizinhos costumam sair bem mais em conta que nostro produto nacional. Na verdade, sempre foi assim: lembremos de Arce, Asprilla, Rincón e tantos outros que envergaram o manto verde mostrando qualidade.

O problema é que, do elenco de hoje, poucos têm se saido bem. A exceção de Valdívia – que tem qualidade inquestionável, mas este ano em especial vem jogando muita bola -, os gringos tem deixado a desejar.

A começar por Eguren. Ex-jogador de seleção uruguaia reconhecido por sua raça e entrega dentro de campo, o volante pouco fez até agora. Ano passado se lesionou muitas vezes e, agora, mesmo com uma sequência de jogos dada por Gilson Kleina, ele ainda não provou que deve ser titular. Embora tenha boa presença física, Eguren tem se revelado lento demais e ainda mais limitado quando tem a bola nos pés. É normal vê-lo errando passes de três metros e, embora marque alguns golzinhos, isso explica a quantidade de vezes que é substituído. A torcida gosta dele, tem o triplo de paciência que tinha com Márcio Araújo, mas, se é verdade que o camisa 5 foi um grande jogador, hoje já não é mais.

Mendieta é outro que torcemos pra engrenar, mas ainda não engrenou. Com bom toque de bola e razoavelmente habilidoso, o paraguaio é o constante reserva do meio-campo. Seja como meia ou segundo volante, ele já marcou gols importantes na Série B e neste Paulistão, contudo costuma se apequenar quando a responsabilidade de armar é toda dele.  Sempre se sai melhor entrando no segundo tempo ou jogando ao lado de Valdívia. Quando começa os jogos costuma decepcionar, mostrando desatenção e deficiência física.

Já Victorino ainda não sabemos o que esperar. Na verdade todos sabíamos do histórico de lesões dele e, sua presença constante no DM, revela que o Cruzeiro fez um grande negócio empurrando ele para nós. A torcida é que ele, ao menos, consiga entrar em campo um dia.

Ou seja: embora o Mago seja nostro melhor jogador, os outros gringos estão devendo ao Verdão. O que só aumenta a nostra saudade de Arce, Rincón, Asprilla e tantos outros hermanos que renderam bem demais com o manto alviverde.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Mais uma semana em que começamos invictos, Palestrinos.

Não mais 100%, graças ao empate de ontem, mas seguimos sem derrotas. E, ao contrário da forma bizarra com que o resultado de ontem vem sendo tratado pela imprensa, nostra campanha ainda está muito acima do esperado para um início de ano. O 1 a 1 do Pacaembu, às vésperas de um clássico, teve na verdade o poder de nos ensinar suas coisas muito importantes.

A primeira, óbvia, é a de que ainda temos muito a melhorar. Embora tenhamos de longe a melhor campanha do Paulistão, alguns pontos ainda merecem bastante atenção de Gilson Kleina e da diretoria. Ontem, por exemplo, Wendel foi mal – o que agrava ainda mais a busca por um lateral-direito que chegue para jogar de titular, bem como um reserva de qualidade para a vaga de Alan Kardec – o menino Rodolfo nunca jogou e Diogo não é centroavante. A insistência com Mazinho também está começando a ficar chata: o meia foi bem na estreia e depois não jogou mais nada – dar uma chance para Marquinhos Gabriel ou Mendieta começarem jogando não seria ruim.

O segundo aprendizado de ontem veio do próprio adversário: tocar a bola. Embora o Audax leve isso ao extremo, correndo riscos desnecessários, o fato de fazer a transição da defesa para o ataque sem dar chutões é louvável. O Palmeiras segue fazendo muito isso tanto com Wellington quanto com Lúcio, o que nos tem causado problemas. Quando Wesley não está bem (e ontem, definitivamente, ele não estava) e Valdívia cansa, ficamos reféns da velha rifada de bola. Não seria má ideia rodar mais com os jogadores de trás, tocando a bola com rapidez.

Mas, fora isso, é preciso reconhecer que estamos bem em 2014. Hoje já temos um esquema de jogo bem definido, algumas opções de qualidade no banco (logo teremos ainda Bruno César) e podemos recorrer até a nostra falha bola parada do ano passado.

Trocando em miúdos, o empate de ontem não foi o fim do mundo.Pelo contrário: mostrou que, com pequenos ajustes, podemos chegar voando no clássico de domingo e sair de campo com uma vitória que reforçaria não apenas nostros pontos na tabela, quanto o nostro psicológico. Aí, quem sabe, a imprensa reconhece que um aproveitamento de 95% merece os parabéns.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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