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Posts Tagged ‘mirassol’

“Mas, afinal, qual o verdadeiro Palmeiras: o que ganha em casa com raça e vontade – como na Libertadores – ou o que perde chato e insosso fora dela pela América do Sul e pelo Paulistão?”.

Boa pergunta, Palestrino. E, na verdade, a resposta é mais simples do que podemos (e queremos) crer; o Palmeiras é exatamente estes dois aí de cima. Somos um time extremamente limitado, que vai ganhar e perder alternadamente durante a temporada, dado os números de lesões, suspensões e, mais do que tudo, de opções.

O que acontece é que, depois de um período de vacas gordas, voltamos à montanha-russa de resultados. Se bem lembrarem, não faz muito tempo que ficamos algumas partidas sem vencer, tomando até meia dúzia do insignificante Mirassol. Depois, engatamos cinco triunfos seguidos, bonificados com a classificação precoce e improvável a segunda fase da Libertadores. E, então, chegamos agora a duas derrotas seguidas.

Acostumem-se, é assim que é e será este ano.

A nossa verdadeira função como torcedor é simplesmente incentivar – além de, obviamente, se inflamar ou frustrar de acordo com os resultados. As lágrimas que derramei, suado e extenuado, após à vitória sobre o Libertad são as mesmas que poderei derrubar, raivoso e odioso, após tropeços futuros.

Importante, mesmo, será o grito sempre ecoando pelas arquibancadas.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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09/04/2000 – Rio Branco 5×2 Palmeiras
Por uma dessas coincidências da vida, eu estava morando em Americana nesta época. E é óbvio que fui ao Estádio Décio Vitta acompanhar um dos maiores vexames que acompanhei ao vivo em minha vida.

07/11/2001 – Palmeiras 2×6 Fluminense
Desta vez em pleno Palestra Itália, presenciei de perto a uma surra que doeu, mas que serviu para mostrar que, de fato, a Era Parmalat havia terminado para nós.

23/04/2003 – Palmeiras 2×7 Vitória
Novamente no Palestra, presenciei de perto algo que, mesmo com o rebaixamento no ano interior, era impensável. Uma lavada que ecoou por muito tempo em nostras cabeças.

Tem também as eliminações caseiras para ASA, Santo André e Ipatinga (na Copa do Brasil), além da dolorida eliminação da Sul Americana pelo Goiás em 2011. Tivemos derrotas acachapantes para Cruzeiro e Atlético/GO em nostros aniversários de 90 e 96 anos, respectivamente. Tomamos meia dúzia do Coritiba há dois anos, lembram-se? Fora os descensos no Brasileirão…

São tantas as vergonhas que passamos nos últimos anos que apanhar ontem para o Mirassol parece ter sido parte do pacote. O que deveria ser vexame histórico, parece ter sido apenas mais um. E é isso que preocupa. Não é o placar em si, é toda a situação! Estive presente em quase todos os vexames citados, em muitos dos jogos seguidos a eles e posso dizer que nós não merecemos isso.

Somos 15 milhões.
Somos uma torcida que canta e vibra.
Somos tão apaixonados que aceitamos apanhar sem desapaixonar.

Mas, agora, está na hora de parar e pensar. Assim não dá, não pode, não vinga. Ou tentamos mudar radicalmente ou seremos eternos conformados, saudosos do tempo em que colocávamos medo nos outros. A direção – seja ela qual for – pode ter certeza de que, em maior ou menos número, nós estaremos sempre lá na arquibancada.

O que precisamos mesmo, pra ontem, é da defesa que ninguém passa, da linha e atacante de raça.

Ainda assim, ainda sempre… Siamo Palestra!

ROJAS.

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Essa é a palavra, Palestrinos, medo.

Dentro ou fora de campo, o que temos visto no Palestra Itália é um time, uma torcida e profissionais aterrorizados. E, embora a fase seja mesmo devastadora, nada justifica esse bando de ações e reações que só estão piorando tudo pro nosso lado.

SÁBADO
Diante do Mirassol, Antônio Carlos foi medroso. Como pode se estar satisfeito por bater um dos piores times do campeonato em casa pela vantagem mínima? Quando Cleiton Xavier se machucou, ele colocou um volante; depois, mais para o final do jogo, tirou um atacante e colocou um Maurício Ramos. O gol de empate foi um castigo mais do que merecido… acorda, Zago, o Palmeiras não é o São Caetano!

AMEAÇA RIDÍCULA
E voltamos nós a discutir atos de idiotas que se julgam torcedores. Agora foi a vez de um um verdadeiro idiota – disfarçado de “anônimo” – enviar balas de revólver para Luis Gonzaga Belluzzo. É claro que nenhum de nós está satisfeito com o trabalho de nostro presidente, mas daí a fazer uma ameaça ridícula dessas… por San Genaro!

Tem muito imbecil se fingindo de palmeirense.

ELENCO
Seraphim Del Grande disse que os jogadores fogem do Palmeiras por ter medo. Vamos por partes, então: 1) por um lado, é verdade que um cara com família que assiste a uma agressão covarde a Vágner Love e a uma ameaça como essa feita à Belluzzo fica receoso de vhegar em meio à crise, mas 2) jogar em time grande implica se dedicar e brigar sempre dentro de campo (e quem faz isso nunca foi importunado nem por gritos da arquibancada).

Uma torcida idiota prejudica o time; mas jogadores medrosos também.

COPA DO BRASIL
OK, o momento não é dos melhores. Mas temer o Paysandu em casa já é demais pra mim! Somos o Palmeiras, cazzo! Vamos jogar em nsotra casa e temos que mirar a vitória, ponto final. O Paulistão já foi pro saco, vamos nos centrar no que temos de bom ainda neste semestre.

E antes que eu me esqueça: vá ao estádio e pague para ver o jogo quem quiser incentivar. Se quiser protestar, fique em casa ou simplesmente proteste na Turiassú. Gastar R$30 pra xingar é muita burrice.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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