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Posts Tagged ‘olímpico’

Mais uma derrota pra conta, Palestrinos. E muito embora não seja uma catástrofe perder para o Grêmio fora de casa, uma coisa é certa: este esquema tático não dá mais.

Eu entendo que boa parte dos grandes times do mundo (inclusive a Seleção Brasileira) atuem no 4-2-3-1, mas para o Palmeiras, definitivamente, não dá mais. Oswaldo tentou implantar este sistema desde o início do ano, peças foram trocadas com o passar dos meses, o próprio Marcelo Oliveira chegou disposto a manter o esquema, no entanto… não dá mais. Mesmo.

Já cansou ver um time sem criatividade e imaginação nenhuma, que fica tocando a bola de lado durante 90 minutos e transforma nostro meio-campo – que teoricamente deveria estar reforçado – em um deserto de ideias. No começo a desculpa era a de que sem o time completo não se poderia exigir nada demais. Porém a equipe está totalmente completa e o resultado continua sendo o mesmo: uma equipe que marca mal e ataca com total nulidade.

Eu, particularmente, tentaria jogar no 4-4-2 formando um losango no meio. Para quem é chegando em uma prancheta, este é o popular 4-1-2-1-2, onde prende-se apenas um volante na cabeça de área e libera-se um armador para distribuir a bola nos dois atacantes. Dessa forma, alinharíamos a equipe com Prass; Lucas (João Pedro), Victor Hugo, Jackson e Egídio; Gabriel, Arouca, Zé Roberto e Robinho; Rafael Marques (Gabriel Jesus) e Alecsandro. Simples assim.

Mas quem sou eu para debater isso com o treinador bicampeão brasileiro, né?

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Que vitória, Palestrinos, que vitória!

Não foi um jogo brilhante, mas pode ter sido um divisor de águas na vida do nostro Palmeiras atual. E antes que achem que estou empolgado demais, que estou viajando demais, por favor entendam: este foi o jogo que pode mudar o nostro triste rumo dos últimos anos. Um jogo tão marcante que pode ter sido até mais importante que uma possível final da Copa do Brasil.

Afinal de contas, nenhum time chega no Estádio Olímpico lotado e vence por 2 a 0 sem alma. E alma, amigos, alma é o que vinha faltando aos que vestem esta esta camisa verde que amamos. Mas na quarta-feira, contra todas as previsões e contra muitas adversidades, nós renascemos.

E são foram aqueles dois gols em 5 minutos que podem fazer a Sociedade Esportiva Palmeiras renascer de vez. Como um time dentro de campão, como campeã ao final do torneio, como grande ao voltar para a Libertadores e, acima de tudo, renascer como o gigante que é.

De quebra, calamos um estádio inteiro, um treinador mercenário e um jogador traidor. Calamos quem tinha de ser calado e potencializamos a voz dos milhares de guerreiros que estavam nas frias arquibancadas tricolores. Éramos 2 mil ali, mas milhões espalhados pelo mundo! E são estes que merecem respeito e vitórias.

Ainda tem 90 minutos pela frente. Nada está definido. Mas é bom saber que o Campeão do Século XX continua vivo e fazendo história.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Falar o quê, Palestrinos?

Time que entra em campo para empatar, sai derrotado mesmo. E já faz algum tempo que o Palmeiras, dentro ou fora de casa, começa a partida disposto a ficar no zero a zero. Ontem foi somente mais um exemplo deste time que reflete o pensamento de quem o comanda e envergonha toda a nostra torcida.

Até porque a partida, em si, foi horrível. Muitos erros de passe, muita correria e  pouca vontade de atacar de ambos os lados. O placar só poderia ser mudado, mesmo, em um lance de bola parada. E foi assim que perdemos a partida aos 26 minutos da segunda etapa.

Mas o lance mais bizarro da partida não foi o gol de André Lima e, sim, o que aconteceu exatamente um minuto antes: a substituição de Baros por Maikon Leite. Nada contra o camisa 7 – que, por sinal, defendo como titular ao lado do argentino – mas tudo contra o medo de Felipão. O atacante, até então, era o melhor em campo! Mesmo isolado lá na frente, era o único a produzir algo. No entanto, o medo impera no Palestra…

E o time do zero a zero perdeu mais uma. Ficou no zero. Já estou contando os dias para dezembro chegar e esse campeonato maledeto acabar logo.

(PS: Sim, houve pênalti claro em Henrique. Mais uma vez a juizada garfou o Verdão. Mas o time me irritou tanto, errou tanto, que nem o empate faria diferença ontem.)

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Como explicar este time, Palestrinos?

Como uma equipe que faz jogos tenebrosos em casa consegue ganhar assim, no Olímpico? Na minha opinião, o veredito é simples: torcemos para um time bipolar. Uma equipe que alterna jogos horríveis e bons resultados como quem alterna os meiõe sujos. É a chamada irregularidade. Seja como for, jogamos água no chope do aniversário gremista e pegamos moral para o clássico de domingo.

O JOGO
Bastante movimentado, o jogo começou sem o domínio de ninguém. Muito embora o Grêmio tomasse a atitude, não dominava a partida, e foi num contra ataque dessas descidas gremistas desordenadas que abrimos o placar. Falta em Ewerthon, Marcos Assunção na bola e bola no ângulo. A partir daí, definitivamente, o Palmeiras resolveu sair só na boa.

Com Kléber em dia pouco inspirado, as descidas do Verdão vinham mesmo com lançamentos para nostro camisa 28 e, numa dessas, quase saiu o segundo. Deola fez duas boas defesas, na seqüência, é a primeira etapa terminou com  a nostra vitória.

No segundo tempo, o mais que esperado era o sofrido jogo de ataque contra defesa. Mas, logo aos 2 minutos, Assunção novamente colocou a bola onde quis e Ewerthon mandou pra dentro do gol. Com 2 a 0, o negócio era mesmo defender. E foi nos bicos pra frente e nas defesas de Deola que o Verdão, apesar de sofrer de um gol de Jonas, assegurou os 3 pontos.

Toma essa, Renato Gaúcho! O Olímpico é mesmo do Felipão.

O MELHOR E O PIOR
Marcos Assunção foi, novamente, peça fundamental no meio-campo.
Por outro lado, Rivaldo também foi, novamente, peça lamentável no jogo.

DOMINGO!
Domingo tem jogo diante da bambizada no Pacaembú. É, mais uma vez, a chance de tentar embalar no campeonato e deixar essa síndrome de montanha russa que tem atacado o Palmeiras. Ainda mais porque, se tudo der certo, elas vão tomar uma sabugada do Inter hoje. Pra cima delas!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Hoje é dia de jogar bola, Palestrinos.

E digo isso baseado no que escutei Muricy falar ontem e no que, pensando bem, anda faltando ao Palmeiras. “Jogar bola” é diferente de disputar o jogo, de saber as regras, de colocar em prática o esporte chamado futebol; “jogar bola” é ter alegria, querer ganhar, não se sentir pressionado ou intimidado.

É isso que anda faltando ao Palmeiras: querer jogar.

O VERDÃO NO SUL
Pelo que disse Muriçoca, o time deve entrar em campo num 4-4-2 clássico, com Pierre e Edmílson na proteção e Sacconi e Diego na meia. Mas pelo que conhecemos de Muriçoca, fica difícil acreditar que ele entre sem 3 zagueiros ou 3 volantes.

Espero que o time seja realmente mais ofensivo. Quem precisa impor o jogo somos nós; a bambizada do sul só quer cumprir tabela.

OS BÂMBIS DO SUL
Sem Victor, Fábio Santos, Túlio e Tcheco, o tricolorzinho gaúcho deve abandonar os 3 zagueiros e adotar os 3 volantes. Soltos, só o habilidoso (e chato) Souza, o rápido Douglas Costa e o peigoso Máxi Barbie.

E a preocupação tem que ser com essas três mesmo.

DÁ PRA GANHAR?
Apesar de estarmos no Sul, eu diria que vamos ganhar sem dar (prática comum no timeco do Richarlyson). E a receita me parece simples: tocar a bola e usar a rapidez de nosso time.

Esqueçam o chuveirinho! A zaga deles é bem alta e insistir nos cruzamentos só vai complicar as coisas. Se o Verdão quer mesmo ganhar, vai ter que rodar a bola com paciência, procurando Diego, Obina e Love.

Aliás, seria bom nostro treinador perceber que este jogo tem a cara de Ortigoza. O Coalhada deve ser opção mais do que necessária durante o jogo. E outra coisa: vamos pra cima do Fábio Rochemback – ele bate até na mãe dele!

Ô, vâmo ganhá Porcô!!!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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