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Posts Tagged ‘Omar Feitosa’

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Fonte: Foto Torcida no Facebook

O protesto é legítimo, Palestrinos.

Sempre foi e seguirá sendo. Até porque, na nostra atual situação, bate o desespero e é impossível ficar sentado assistindo a tudo isso. O problema, na minha opinião, é ir até a casa de alguém fazer o tal protesto – e aí pouco importa quem é esse “alguém”.

Paulo Nobre é o presidente da Sociedade Esportiva Palmeiras. Logo, realizemos o protesto em nossas casas: o Palestra Itália e/ou o CT da Barra Funda. Sem quebrar, sem vandalizar, sem ameaçar. Pedir mudança se faz com faixas, com a garganta e, mais importante de tudo, com a ajuda da mídia.

O que a MV realizou ontem foi quase perfeito; só erraram o lugar. A família de Nobre e os vizinhos dele nada têm a ver com a atual situação do clube. E embora a organização do protesto tenha sido bem estruturada, nunca se sabe quando um cara mais esquentado pode fazer besteira. Portanto, voltemos as reivindicações para a Turiassu.

A atual diretoria vem de duas décadas de administração terrível e conseguiu dar continuidade a má conduta dos tiranos que tomam conta da SEP há tanto tempo. Brunoro não mostrou merecer o salário que ganha, Omar Feitosa é praticamente um fantasma dentro da estrutura e Nobre precisa se ligar disso. Ele é o presidente e tem autonomia para dar um jeito nessa situação, demitindo quem merece.

A formação do elenco foi terrível, temos um time de Série B na A e, sinceramente, não penso que haja tempo hábil para melhorar a situação. Temos que torcer nas arquibancadas e pressionar por mudanças na diretoria.

Mas, de novo: na nostra casa. A casa do Nobre não é o lugar.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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“Se for para estourar em alguém, que estoure em mim”.

As palavras acima são de Gilson Kleina, ontem, após o revés em São Luís do Maranhão. E, de fato, existe algo de sincero na mea culpa do treinador.

Afinal, quem ainda não conseguiu dar um padrão de jogo ao time desde o início do ano é ele. Quem insiste em Tiago Alves e Josimar (suas indicações) também é ele. Quem muda peças sem a menor coerência (Mazinho é titular, depois sai do banco, depois é esperança; idem com Patrik Vieira, Miguel e Vinícius) também é ele.

Mas acho que a culpa dele morre por aí.

Afinal, duvido que Kleina tenha pedido a negociação de Barcos, Henrique ou Kardec. Também duvido muito que o técnico não tenha indicado laterais melhores que Wendel, zagueiros melhores que Wellington, um goleiro confiável para a reserva de Prass ou atacantes com nível superior ao de Rodolfo, por exemplo. E tenho certeza de que ele dá declarações como as dadas acima simplesmente para blindar o seu grupo – mesmo podendo enxergar na má vontade de Leandro uma traição.

É aí que entra a diretoria.

Já passou da hora de Nobre, Brunoro e Omar Feitosa assumirem a culpa pela má fase da equipe. Afinal, a última aparição de Nobre foi pateticamente para culpar a diretoria do SPFW por ter perdido Kardec, a de Brunoro foi para dizer – sem nenhuma convicção – que Kleina está garantido para sábado e a de Omar foi… foi quando mesmo?

A verdade é que Gilson está sozinho. E que embora ele nunca tenha aberto a boca para falar mal da diretoria, a diretoria já tem outros nomes em mente. Provavelmente o treinador vai dançar, e será logo. Não que eu ache que nostro dublê de Fred Flinstone seja o treinador dos sonhos, mas, sinceramente, acho que ele é o menor dos culpados.

Volto a afirmar que Nobre é o melhor presidente que eu – com meus 28 anos e depois de Facchina, Mustafá, Beluzzo e Della Mônica – já vi no Verdão. Mas chega de tocar de lado: está na hora da diretoria vir a público e assumir sua culpa no trabalho. Seja na montagem do time, seja na hora de cobrar os atletas.

Com a palavra, Paulo Nobre.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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“Palmeiras troca Riquelme por Brunoro.”
“Gerente chegou! E os reforços?”
“Palmeiras incha a diretoria…”

Essas são apenas algumas manchetes que a tão celebrada mídia esportiva vem estampando nos últimos dias. Faça uma rápida pesquisa na internet e você encontrará muitas outras ainda. Mas o que me fez escrever um post sobre o assunto não foram as notícias em si, foi a clara falta de conhecimento de veículos que pautam a opinião de milhões de pessoas todos os dias.

Primeiramente, nunca se falou tanto em uma reforma política de clube como está se falando do Palmeiras neste momento. Talvez seja a falta de assunto, talvez seja a monotonia dos estaduais, talvez seja até a nobreza do fato, mas o lance é que todo o cenário vem sendo abordado muito superficialmente.

Paulo Nobre assumiu há uma semana. E, obviamente, não dá para arrumar a casa em tão pouco tempo. Na verdade, no início de um trabalho, só é possível escolher entre dois caminhos: organizar a casa ou sair correndo desesperadamente sem rumo. Nobre, para nostra sorte, escolheu o primeiro. Por isso ele está pedindo algo que, na minha sincera opinião, já devemos à essa nova direção: paciência.

É óbvio que nenhum palmeirense que se preze irá assistir o time tomar uma surra da Penapolense e bater palma. Eu estava no Pacaembu e estou com dor de cabeça até agora. Mas a nostra função, no momento, é essa mesmo: encher as arquibancadas para viver as emoções do jogo intensamente. Não adiante bater, quebrar, queimar e, pior, já começar a semear que “essa nova diretoria é tão profissional que não consegue contratar ninguém”.

A Sociedade Esportiva Palmeiras precisa de uma revolução e revoluções começam com organização. Se quem manda está preparado, quem obedece já entra com a tranquilidade de trabalhar. Por isso chegou Brunoro, por isso chegou Omar Feitosa, por isso chegarão diretores para os setores de Marketing, Jurídico e Financeiro. NÃO É DINHEIRO JOGADO FORA, É INVESTIMENTO.

Ou você acha que clubes como Barcelona e Manchester United vivem de Tirones e Frizzos? Nos últimos anos, cansamos de ver o Palmeiras contratando no desespero (os nomes são tantos que nem dá para dar um só exemplo) e sendo administrado por imbecis (Palaias, Frizzos, Marinos, etc.). É hora de apoiar nas arquibancadas e acreditar em um novo projeto – nem que essa paciência dure 3 meses.

Do contrário, vamos continuar sendo convencidos pela mídia de que nostros vexames dentro de campo são culpa “desses incompetentes” que preferem gastar dinheiro com engravatados do que com jogadores.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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