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Posts Tagged ‘Paca’

A derrota de ontem foi doída, Palestrinos.

Afinal, cair em casa, para um time pequeno, com um gol aos 39 do segundo tempo, nunca vai ser algo fácil de se lidar. Agora, pelo amor de San Genaro, calma com a andança: o ano não acabou.

É mania nostra sair procurando culpados. Uns vão xingar o Kleina (que colocou Vinícius e Valdivia baleado), outros vão dizer que a culpa é da diretoria (que não trouxe lateral-direito e centroavante reservas), outros crucificarão até Bruno (dizendo, sem conhecimento algum de causa, que o chute era facilmente defensável). Pois bem, amicos, não é hora pra isso.

Ontem, exceto por uns 15 minutos de lucidez, o Palmeiras foi muito mal em campo. O time, que já não contava com Valdivia e Wendel – lesionados pelos brucutus do Bragantino -, perdeu também Kardec e Prass por lesão. Em outras palavras, perdemos os poucos jogadores que podem fazer a diferença quando as coisas apertam (inclusive pelo prisma da liderança e confiança).

Me desculpem os torcedores que adoram colocar a culpa nas costas de um de outro jogador, mas, ontem, perdemos todos.

Só gostaria de lembrar a todos que, no início do ano, nenhum palmeirense esperava nada demais deste elenco. Ou alguém aqui cravaria um início de ano com 13 vitórias, 2 empates e 3 derrotas?

A diretoria está ciente de que nostro elenco precisa, sim, de alguns reforços pontuais. Kleina precisa rever algumas decisões de banco também (Tiago Alves, Mendieta e Vinícius valem a pena?). Da mesma forma, alguns jogadores – como Leandro e Wesley – precisam colocar a cabeça no travesseiro e repensar o que têm feito dentro das quatro linhas. Mas, repito: o ano não acabou.

Temos Copa do Brasil e Brasileirão pela frente. São muitos jogos ainda. O centenário segue vivo e nós temos que viver com ele. Caso contrário, morreremos todos nós com um tombo que foi grande como Itú, mas bem menor que o Palmeiras.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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2013 será mesmo um martírio, Palestrinos.

Mais uma prova cabal disso foi a derrota de ontem para o insignificante Penapolense. Mesmo com o mando de campo e saindo na frente logo no início da partida, o time voltou a dar mostras que a falta de qualidade técnica e o emocional fraco vão dar muito trabalho também este ano. E, para piorar um pouco mais, fora do campo, a massa novamente rachou em duas.

Não que seja novidade que o “torcedor comum” e parte da “Mancha” tenham opiniões diferentes. Aliás, nem são opiniões tão diferentes assim: todos nós concordamos que o time que estava em campo ontem e que tomou um verdadeiro baile (até com um jogador a mais!) é terrível. Terrível e totalmente sem vergonha, diga-se de passagem. Em bem da verdade, as discrepâncias vêm apenas dos nomes perseguidos. Enquanto a organizada elegeu Luan e Valdívia para pagar o pato, os demais viram raiva maior em Maurício Ramos, Wesley, Márcio Araújo e Maikon Leite.

Seja qual for o seu partido, entenda: o problema é o time todo.

Não temos mais paciência para aguentar uma equipe titular tão cheia de falhas, com atletas muito abaixo do que nostra história permite acreditar. Uma zaga que falha a todo momento (só no primeiro tempo de ontem foram um cinco apagões), volantes que não marcam nem atacam (todos eles), atacantes sem pontaria (Maikon, Vinícius e por aí vai), um banco repleto de reservas de baixo calão, etc. Os problema são tantos que, de repente, começamos a discutir entre nós mesmos sobre quem é pior: o ruim ou o horrível.

Concordo que nostra torcida não pode nem deve passar a mão na cabeça de vagabundos. Mas daí a execrar dois ou três, especificamente, também está errado. Mais fácil até seria isentar e exaltar os dois ou três que se salvam (Barcos, Prass, Patrick Vieira… quem mais?) e a instituição Palmeiras.

Deixemos a tal “crise” e a “torcida rachada” para a imprensa vender jornal. Se dentro de campo as coisas vão mal, fora dele não podemos piorar. O momento político sugere melhora e nós, os que pagam ingresso (seja na arquibancada ou nos camarotes), precisamos mostrar a nostra força e a nostra paixão.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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