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Posts Tagged ‘parabéns’

Parece que quanto mais rezamos, mais assombração nos aparece, Palestrinos. Depois de achar que tínhamos exorcizado Valdivia, ele voltou a tona com força.

Talvez por estar prestes a deixar o país ou por simples vontade de aparecer, o chileno fez críticas a Paulo Nobre e Alexandre Mattos, inundou as manchetes “esportivas” e, de quebra, trouxe Marcos Assunção junto com ele. Não que quisesse de fato trazer o volante de outrora para discussão, mas, ao citar o nome do ex-companheiro em suas entrevistas, deu chance de resposta ao veterano cobrador de faltas. E foi aí que o bicho pegou.

A real é que a imprensa adora este tipo de matéria e é óbvio que as palavras do meia iriam causar. O barulho foi tanto que o assunto dominou todas as redes sociais alviverdes – além, é claro, dos já tradicionais grupos de WhatsApp. O que mais me intriga nisso tudo é: por que diabos estamos falando sobre isso?

Tanto Valdivia como Assunção são jogadores comuns e nenhum deles irá constar em nostra história gloriosa. Ajudaram dentro de campo em alguns momentos importantes do Século XXI, mas foi só isso. Pouco ou nada importa se eles brigaram, discutiram ou se mataram. Dar cartaz a esta polêmica é alimentar assunto vazio.

Ao invés de falarmos disso, por exemplo, por quê não saudamos São Marcos? Hoje nostro eterno ídolo completa 42 anos e merece todos os posts e papos de bar da nação palestrina. Seja debaixo das traves ou com o microfone na mão, Marcão sempre nos deu alegrias. Parabéns ao Santo e vida longa aos craques que já envergaram nostro manto alviverde?

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Cada um tem os ídolos que merece, Palestrinos.

Eu eu, nascido na década de 80, tenho orgulho de ter em Edmundo um dos meus. Atacante narigudo e agressivo que veio do Vasco a peso de ouro na época, ele sempre foi exatamente o que seu apelido sugere: um Animal.

Instintivo dentro e fora de campo, Edmundo foi um dos atletas em que eu mais vi a tal sede de vencer. Não pulava em dividida, não fugia de briga, nem aceitava que alguém o deixasse para trás. Rápido, habilidoso e letal com a perna direita, foi o terror de todos os zagueiros da década de noventa.

Para completar, ele foi um dos grandes símbolos do renascimento do Palmeiras. Chegou no início de 1993 – quando estávamos há 17 anos na fila – e deixou o clube em 1995, com nada menos que 5 títulos: um bicampeonato Paulista, um bicampeonato Brasileiro e uma Copa Rio-São Paulo. De quebra, foi um dos raros jogadores que souberam colocar em campo a eterna vontade das arquibancadas de jogar qualquer partida contra o Corinthians como se fosse a última de nostras vidas.

Instintivo como sempre foi, errou ao sair para o Flamengo em 1995, mas ainda voltou para nos dar alegrias em 2006. Foram 88 gols, um incontável número de dribles e mais uma balaiada de confusões (o supercílio de André Luiz que o diga), expulsões (eu lembro bem de umas 3, pelo menos) e julgamentos atabalhoados (como quando chutou uma câmera no Equador, na Libertadores/1995).

O que importa é que Edmundo é nosso. E hoje, completando 43 anos, merece os parabéns de todos que cansaram de comemorar seus feitos. Dá-lhe, Nariz! Au au au, Edmundo é Animal!!!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Nasci exatamente um mês e uma semana antes de o Palmeiras completar 71 anos, Palestrinos.

Perdi a fundação do Palestra Itália, perdi a sua transformação campeã em Sociedade Esportiva Palmeiras e perdi duas Academias indescritíveis até para quem as viveu. Mas, naquele 19 de julho de 1985, ganhei um amor para o resto da vida.

19 de julho, aliás, que é o Dia Internacional do Futebol. O que não quer dizer rigorosamente nada perante o dia 26 de agosto. Mas, talvez por ironia do destino, sejam esses 37 dias que nos aproximam tanto deste esporte tão apaixonante.

Futebol que nasceu para ser jogado por lordes e que, surgindo imponente, acabou dominado por todos. Futebol que chegou da Inglaterra e que, por saber ser brasileiro, se espalhou por todos os cantos. Futebol de defesas que jamais querem ser transpassadas, de fabulosas linhas e atacantes de raça. Abençoado futebol de torcidas que cantam e vibram – principalmente por nostro Alviverde inteiro.

E aí ganhei mais  até que um amor eterno. Ganhei Paulistas, Brasileiros, Rio-São Paulos, Copas do Brasil, Libertadores, Mundiais, divisões de acesso e tudo o mais. Ganhei o prazer de torcer com meu pai, meu irmão, com amigos-irmãos.

Por tudo isso, hoje é um dia Divino. Dia Santo. Dia de Valdir Joaquim de Moraes, Leão, Waldemar Carabina, Alfredo Mostarda, Djalma Dias, Djalma Santos, Luís Pereira, Dudu, Leivinha, Servílio, Edu Bala, César Maluco, Julinho Botelho, Arce, Antônio Carlos, Cléber, Alex, Rivaldo, Oséas, Djalminha, Zinho, Tonhão, Edmundo, César Sampaio, Galeano, Evair e tantos outros craques e cabeças de bagre.

Hoje é dia de São Marcos pegar pênaltis e fazer milagres. É dia de atacantes botinudos nos redimirem, meias habilidosos criarem e de zagueiros sinistros nos derrubarem. Hoje é dia de levantar troféus e, maldito seja!, hoje é segunda – sim, segunda-feira em que vivemos uma segunda divisão pela segunda vez.

A verdade é que hoje é dia de vestir verde e mostrar orgulho por quem muitas vezes nos envergonha. Mas que nunca, jamais, repetirá o famoso bordão do também palmeirense Boris Casoy e será uma vergonha.

Parabéns, Sociedade Esportiva Palmeiras.
Parabéns, palmeirenses.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Hoje é dia de festa, Palestrinos: são 97 anos de Sociedade Esportiva Palmeiras!

Quase cem anos de amor, paixão e devoção ao clube mais imponente do país. Àquele time que foi criado por imigrantes, perseguido pelo governo, renascido pelo talento, reconhecido por seus craques, confirmado por seus títulos e mantido pelos corações e gargantas de milhões de torcedores.

Somos o Palestra Itália que virou Palmeiras. O Palmeiras que virou Academia. A Academia que virou uma máquina. A máquina que atingiu 100 gols em poucos meses. Os 100 gols que conquistaram a América e o mundo, nos consagrando como os Campeões do Século XX.

É claro que gostaríamos de estar comemorando esta data em melhores condições, agora, no século XXI, mas o verdadeiro amor não vive de fases. Ele nasce, cresce e é cultivado a cada jogo, perdendo ou ganhando. Quem é palmeirense ostenta a sua fibra sempre.

Por isso, hoje, não me cabe escrever um longo texto sobre as suas glórias.
Cabe apenas, apaixonada e solenemente, lhe desejar feliz aniversário, Palmeiras!
Saúde, sucesso e o mesmo espírito de porco que ostenta a tanto tempo.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Hoje é dia santo, Palestrinos!

E enquanto o Governo não oficializa 04 de agosto como feriado nacional, celebramos nós, os devotos fervorosos de São Marcos.

Devotos do goleiro que nasceu, cresceu e jogou por apenas um cluba na carreira. Devotos do atleta que veste e defende o nostro manto há mais de 20 anos. Devotos de quem ganhou Paulista, Copa do Brasil, Libertadores e Copa do Mundo. Devotos do milagreiro que pega pênaltis, cabeçadas, chutes de esquerda, de direita e desviados. Devotos de um verdadeiro torcedor de luvas que imortalizou a camisa 12 da Sociedade Esportiva Palmeiras.

Pensar em Marcos é pensar em Palmeiras. Uma coisa não se dissocia da outra em momento nenhum. Mesmo na rampa do Planalto, enquanto um gambá dava cambalhotas bêbado, Marcos Roberto Silveira Reis era condecorado com a camisa alviverde que tanto ama. Fosse eu o atacante Jardel, diria que Marcos é Palmeiras, Palmeiras é Marcos e vice-versa.

É um goleiro, um atleta, um profissional exemplar. É o menino do interior que veio pra capital brilhar debaixo das traves e acima do verde gramado da cidade cinza. É o cara mais gente boa do futebol brasileiro, o que agrada a todos, o que não tem resistência, o alvo de todos os microfones – na vitória e na derrota. Marcos é Marcos.

Por isso, hoje, é dia santo. E por isso, hoje, eu só podemos desejar tudo de melhor a São Marcos de Palestra Itália.

PARABÉNS PELOS SEUS 38 ANOS, MARCÃO!!! Que Deus lhe abençoe sempre e que San Genaro ilumine seu caminho, de preferência nas dependência de nostro novo estádio. Muito obrigado por tudo.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Parabéns, Sociedade Esportiva Palmeiras!

Parabéns pelos 96 anos de vida, pela história gloriosa e por sua iminente grandeza. Parabéns pelo seu hino, pelas suas cores, pelo seu escudo, pelo seu estádio, pela sua torcida.

Parabéns por nos dar tantas alegrias, por nos fazer vibrar com tantos títulos, por nos encantar com um futebol bonito e por nos fazer andar orgulhosos tantas vezes pelas ruas. Parabéns também por ensinar que nem sempre se ganha, por nos dar lágrimas sinceras, por nos fazer ter fé cega em uma paixão e por nos mostrar que, por vezes, o mais fraco também vence.

Parabéns por seus Brasileiros, Paulistas, Torneios Rio-São Paulo, Taças Rio, Roberto Gomes Pedrosa, Mercosul, Copa do Brasil e, óbvio, a sua eternizada Libertadores.

Parabéns por nos fazer enfrentar sol e chuva para ir assisti-lo onde quer que seja, por nos fazer achar que é normal pular abraçado a um estranho, por nos dar tantos momentos memoráveis e por nos fazer sentir parte imprescidível de uma família – ainda que sejamos mais de 13 milhões de fanáticos.

Enfim, parabéns por existir.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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