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Posts Tagged ‘paysandu’

O Palmeiras é um gigante, Palestrinos. Mas é um gigante em dificuldades.

Combalido por tantas falhas administrativas ao longo dos últimos 99 anos, já faz algum tempo que temos nostros muitos problemas. Problemas esses que pesam no bolso, refletem no campo e machucam no peito. Problemas que, embora superáveis, vêm nos superando. É por essas e outras que temos que aguentar ano após ano elencos medíocres, jogadores pouco confiáveis, grupos que oscilam emocional e funcionalmente.

Ontem, em Belém, tivemos apenas mais um exemplo de grupo pouco confiável. Um time que, tendo carimbado o acesso à Série A, simplesmente se desinteressou. Um elenco que, salvo raríssimas exceções, não tem fome de jogar. Afinal, desde aquele empate sem gols diante do São Caetano, no Pacaembu, acompanhar jogos do Palmeiras tem sido um martírio.

Esta semana, no Bola da Vez, da ESPN, Marcos Assunção disse que o rebaixamento de 2012 foi apenas da reflexo da festa pela Copa do Brasil. Que os atletas abusaram das festas, que acharam que perder jogos era algo plenamente recuperável assim que todos quisessem. E ninguém melhor que nós sabemos o que aconteceu no final.

Muitos dirão que são situações diferentes e que comemorar é digno. Mas, não, não é. Grupo vencedor é aquele que sabe que só está bom quando se ganha mais. É o elenco que ganha o estadual para tentar ganhar o nacional, ganha o nacional para brigar pelo internacional e assim vai. Sei que não somos o Bayern ou o Barcelona, mas se contentar com uma taça é ruim, é triste, é pouco.

Por isso, peço encarecidamente que a nostra diretoria pense bem no perfil de jogadores que virão para o ano que vem. “Mas eu só quero que venham jogadores, que honrem a camisa e lutem sem parar”, já diz o grito das arquibancadas. Deve ser esse o mantra da montagem e desmontagem do elenco 2014. “Mais Kardecs, menos Felipes Menezes”.

E a verdade é que, dentro de campo, cada um pode ter seu objetivo: uns querem se afirmar como titulares, outros querem renovar contrato, alguns outros querem ser campeões em time grande, outros querem aparecer para ir para a Europa… enfim. Todos aqueles que têm vontade de ganhar e melhorar a cada dia são bem vindos. Os que gostam de ganhar só para sair por aí dizendo que são vencedores, não, estes não servem.

Afinal de contas, devido às nossas dificuldade é óbvio que teremos que aguentar alguns jogadores que só estarão de passagem . Mas, antes de qualquer coisa, temos que ir atrás daqueles jogadores que, além de passar, querem ser Palmeiras.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Lá se vão dez anos, Palestrinos.

Mas parece mesmo que foi ontem. Após a trágica campanha de 2002 (com Itamar, Dodô, Alexandre e até Índio possuído pelo capeta) e do início desastroso de 2003 (tomando um senhor 7×2 para o Vitória em casa), o ano melhorou do meio para a frente. A campanha da Série B foi boa, o time esteve sólido e em nenhum momento Marcos, Magrão, Pedrinho, Edmílson e Vágner Love tiveram ameaçada a volta à elite.

Se compararmos, a situação de hoje até parece melhor. Embora limitado, nostro time está “pronto” já faz algum tempo e a base que entrará em campo amanhã, diante do Atlético Goianiense, é a mesma que jogou a Libertadores e o Paulistão. Mas, sejamos sinceros, esse cenário teoricamente melhor pode caducar se não jogarmos pra valer.

Afinal, ao contrário de 2003, este ano não há nenhum outro time-alvo. Se naquele ano havia o Botafogo, 2013 não apresenta nenhum outro. Seremos nós, e só nós, o time a ser batido. Por isso não adiante se iludir achando que ganhar de ABC, Icasa e Paysandu vai ser moleza, porque não vai, não. Vai ser osso.

Teremos muitas partidas no norte e nordeste, muitos jogos com calor e gramados acima do normal e, acima de tudo, teremos uma vontade sobre-humana por parte dos adversários. Isso sem falar que a Série B nos colocará frente a frente com pedras no sapato históricas, tais quais Sport, ASA (como esquecer?), São Caetano e o próprio rubro-negro do serrado.

A verdade é que, assim como foi até aqui, nostra camisa vai ter que jogar. E que bom que vai ser essa nova camisa, verde e branca simples, bem como é simples e linda a sua irmã reserva branca e verde. Não que precisemos da categoria de Ademir da Guia, mas a garra de Dudu e o oportunismo de César Maluco serão bem vindos. Assim como será bem vinda não a técnica, mas a aura vencedora daquela eterna Academia.

Amanhã, Palestrinos, a Segundona começa para nós pela segunda vez. E eu espero que, pela primeira vez, aprendamos não só a subir como a ser manter de onde jamais deveríamos ter saído: do topo.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Não foi uma vitória com “V” maiúsculo, Palestrinos.

Mas, considerando o atual momento, o 1 a 0 de ontem sobre o Paysandu no Palestra Itália é mais do que bem recebido. E o mais importante foi ver e ouvir os pouco mais de 7 mil presentes embalando a equipe durante toda a partida. Como eu disse em outro post, se é pra ir ao jogo, que vá para apoiar.

O JOGO
Mesmo atabalhoado e errando os tradicionais passes no meio, o Palmeiras foi melhor desde o início. Tentou, correu, brigou e foi criando algumas boas chances. Bruno Paulo, o estreante da noite, pegava a bola e ia pra cima com certa freqüência, fazendo a torcida ter uma vaga esperança de ainda ter um jogador driblador na equipe.

Só na primeira etapa, foram chances com Armero, Ivo e o próprio Bruno Paulo – todas sem sucesso. Pra melhorar, o péssimo árbitro de ontem deixou de marcar uma cortada de vôlei do zagueiro do Paysandu dentro da área e nos impediu de abrir o marcador de pênalti.

Mas aos 15′ da segunda etapa, após perder chances e mais chances lá na frente, Robert recebeu um cruzamento perfeito de Pablito Armero e meteu a cabeça na bola. O mais curioso foi que o lance começou em um chute de Diego Souza que tinha o endereço do gol e bateu nas costas de B. Paulo, sobrando pra Armerito cruzar.

Enfim, resultado feito, 1 a 0 no placar e torcida em paz.

O MELHOR
Robert fez um gol e perdeu outros, merece o destaque pela garra.

O PIOR
Ninguém foi tão mal assim e eu acho maldade crucificar Marcio Araújo, que é volante e não lateral-direito. Hoje ficamos sem pior em campo. 

REFORÇO
Parece que Ernesto Farías pode finalmente chegar ao Verdão. O Porto já aceita negociá-lo, o Palmeiras precisa de atacante e, salvo engano, acho que será um bom negócio. Me lembro dele na época de River e ele era bastante brigador.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Essa é a palavra, Palestrinos, medo.

Dentro ou fora de campo, o que temos visto no Palestra Itália é um time, uma torcida e profissionais aterrorizados. E, embora a fase seja mesmo devastadora, nada justifica esse bando de ações e reações que só estão piorando tudo pro nosso lado.

SÁBADO
Diante do Mirassol, Antônio Carlos foi medroso. Como pode se estar satisfeito por bater um dos piores times do campeonato em casa pela vantagem mínima? Quando Cleiton Xavier se machucou, ele colocou um volante; depois, mais para o final do jogo, tirou um atacante e colocou um Maurício Ramos. O gol de empate foi um castigo mais do que merecido… acorda, Zago, o Palmeiras não é o São Caetano!

AMEAÇA RIDÍCULA
E voltamos nós a discutir atos de idiotas que se julgam torcedores. Agora foi a vez de um um verdadeiro idiota – disfarçado de “anônimo” – enviar balas de revólver para Luis Gonzaga Belluzzo. É claro que nenhum de nós está satisfeito com o trabalho de nostro presidente, mas daí a fazer uma ameaça ridícula dessas… por San Genaro!

Tem muito imbecil se fingindo de palmeirense.

ELENCO
Seraphim Del Grande disse que os jogadores fogem do Palmeiras por ter medo. Vamos por partes, então: 1) por um lado, é verdade que um cara com família que assiste a uma agressão covarde a Vágner Love e a uma ameaça como essa feita à Belluzzo fica receoso de vhegar em meio à crise, mas 2) jogar em time grande implica se dedicar e brigar sempre dentro de campo (e quem faz isso nunca foi importunado nem por gritos da arquibancada).

Uma torcida idiota prejudica o time; mas jogadores medrosos também.

COPA DO BRASIL
OK, o momento não é dos melhores. Mas temer o Paysandu em casa já é demais pra mim! Somos o Palmeiras, cazzo! Vamos jogar em nsotra casa e temos que mirar a vitória, ponto final. O Paulistão já foi pro saco, vamos nos centrar no que temos de bom ainda neste semestre.

E antes que eu me esqueça: vá ao estádio e pague para ver o jogo quem quiser incentivar. Se quiser protestar, fique em casa ou simplesmente proteste na Turiassú. Gastar R$30 pra xingar é muita burrice.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Dava pra ter matado a volta, Palestrinos.

Tivemos uma noite inspirada dos quase estreantes Lincoln e Ewerthon, uma noite quase perfeita de Deola, uma raça absurda do quase capitão Diego Souza, mas foi só isso mesmo: ficamos no quase. Dava pra ter eliminado o jogo de volta, mas não dá pra condenar a partida de ontem.

O JOGO
Finalmente o Verdão começou jogando como gente grande. E com passes rápidos e muita movimentação, não tardou para sair o primeiro gol: lindo passe de Ewerthon, bela conclusão de Lincoln. Daí apareceu um problema recorrente da equipe, que é achar que 1 a 0 é goleada. E com o recuo, veio o empate do Paysandu.

(Reparem, PER FAVORE, em todos os últimos gols sofridos pelo Palmeiras: tirando o 3º dos lambaris no domingo, TODOS os outros foram sofridos em saíde de bola errada. Ontem foi Márcio Araújo, mas Pierre e Danilo andam se especializando nisso também. Obrigado.)

Mal começou o segundo tempo, no entanto, e tivemos mais uma chuvarada de chances de ampliar, até que Ewerthon aproveitou (mais uma) cabeçada torta de lenny e guardou o segundo tento. Daí pra frente, amigos, o jogo foi de Deola. Nostro terceiro goleiro pegou tudo!

E se Robert não perde o gol do ano, teríamos matado o jogo de volta. Mas eu não vou reclamar de Robert por um bom tempo. Valeu pela vitória.

O MELHOR
Ewerthon deu passe pra um, fez outro e ainda dançou o Armeration. Mas é bom destacar Lincoln e a raça da dupla Diego & Armero.

O PIOR
Eduardo mais uma vez leva o prêmio. Contudo, Lenny chegou perto de merecê-lo também.

RODÍZIO
Ontem foi a vez de Pierre, Cleiton Xavier e Robert serem poupados. Sábado é capaz que Diego, Edinho e Ewerthon também tenham folga. Acho inteligente o Kojac fazer isso, até porque ele está mantendo sempre um jogador forte em cada posição – precavendo-se de possíveis lesões. Pra mim, faz sentido.

É TREINAR!
Agora, vem cá Kojac, só entre nós: vamos treinar a saída de bola? Pierre, Danilo e Armero estão se tornando craques no quesito “dar a bola no pé do adversário em frente a grande área”. Isso é treino, meu Toninho… coloca a moçada pra treinar passe.

E AGORA?
Agora é esperar chegar o sabadão, 17h, contra a Ponte Preta no Palestra.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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O jogo de domingo já passou, Palestrinos.

Hoje tem Copa do Brasil (21:50h, SporTV/ESPN Brasil/Bandeirantes)  e precisamos estar focados no objetivo do ano. É claro que o Paysandu não é mais aquele de 5 anos atrás, que o Santos era bem mais forte, mas todo cuidado é pouco. O Sertãozinho também é bem pior que os bâmbis e nós sofremos muito mais em barueri do que no Palestra.

Antônio Carlos deve repetir a equipe que começou domingo (exceto por Marcos, poupado) e manter Ewerthon, Eduardo e Armero de início. No banco, de novo contaremos com Lincoln, Ivo, Lenny e outros como Gualberto e Marcio Araújo – este último, aliás, eu escalaria de titular, no lugar de Edinho.

Jogar lá em Belém nunca é fácil, mas, convenhamos, um time de 3ª divisão cujo a maior estrela é Didi (ex-gambás) não pode representar muitas dificuldades pra quem quer ser campeão. Se entrar esperto e apertar o passo, dá pra eliminar tranquilamente o jogo da volta.

Por isso o esquema de hoje é esquecer as dancinhas e colocar as pernas pra pensar. Cabeça fria, pé quente.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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O que foi a partida de ontem, Palestrinos?

Contra um verdadeiro time de churrasco, o Palmeiras não fez mais que a obrigação e mandou quatro pra cima dos piauienses ruins de bola. E olha que poderiam ser 7 ou 8 se, principalemente, Deyvid e Robert não fossem tão errôneos na hora de finalizar. No final das contas, missão cumprida.

O JOGO
Com Edinho no lugar de Marcio Araújo, Figueroa no lugar de Wendel, Sacconi substituindo CleitonX e Marquinhos na vada de Lenny, o Palmeiras manteve o 4-4-2 e entrou em campo disposto a matar logo a partida. Tanto que em menos de três minutos, Robert já havia feito 1 a 0 de pênalti, e antes dos 35 já estava 3 a 0 – o segundo de Leo e o terceiro novamente de Robert.

No segundo tempo o ritmo caiu, Kojac mexeu no time (William mais uma vez foi nulo, mas Ivo mostrou que pode ajudar) e os 45 minutos finais só serviram para Edinho Shrek mandar um golazzo de voleio. Noves fora a fragilidade do time adversário, o Verdão foi bem.

O MELHOR
Pelos dois gols e mesmo com os tantos gols perdidos, Robert.

O PIOR
É praticamente impossível apontar um pior ontem, mas achei que Diego Souza ficou devendo.

JARDEL
Impossível não comentar a participação histórica de Jardel no jogo de ontem. Ele não só está ridiculamente gordo e com lordose, como conseguiu se lesionar no aquecimento. E pensar que ele já foi Chuteiro da Ouro da Europa num passado nem tão distante…

E AGORA?
Agora vamos enfrentar o Paysandu pela 2ª fase da Copa do Brasil. E domingo agora tem jogo contra o Rio Claro, fora de casa, pelo Paulistão.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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