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Posts Tagged ‘penalti’

Começa o jogo na Vila Belmiro.
Racional: “Vai ser jogo duro. Pressão da torcida, o time deles é rápido, chuta mais que o nosso… vamos precisar de calma.”
Irracional: “Puta que me pariu, esse jogo vai ser foda. O campo tá um pasto, nosso time não joga nada faz tempo e vai ser treta.”

2′, Jackson cabeceia pra fora.
Racional: “Eita nóis, quase! Começamos bem, esse lance vai assustar os caras, quem diria… vai dar tudo certo hoje.”
Irracional: “Mas que caralho, Jackson, seu imbecil! Se faz essa porra a gente já larga na frente, estaciona um ônibus na frente do gol e sai na vantagem.”

4′, pênalti pro Santos.
Racional: “Foi pênalti mesmo. Mas o Prass tá bem no ano, já pego alguns, vai dar tudo certo… respira e vai dar tudo certo.”
Irracional: “Mas que filho da puta, não foi nada!!! Se o imbecil do jackson fizesse a porra do gol um minuto atrás sussa, mas agora fodeu.”

5′, a cobrança vai na trave.
Racional: “Olha aí, bola na trave! Garoto tremeu na frente do Prass, foi cheio de si e errou. Agora eles tomam um banho de água fria, a gente volta pro jogo no estilo e retoma as ações.”
Irracional: “Chuuuuuuuupa, moleque maldito! Aqui é Prass, caralho!! Tá achando o que, seu ridículo?! A noite é nossa, agora bora pra cima das sardinhas!!!”

Dos 6 aos 45′, bola com o Santos.
Racional: “A defesa tá bem, mas estamos dando muitos espaços nas costas dos laterais. Precisa corrigir isso com Lucas e Zé ficando mais fixos e com a bola chegando mais rápido no Dudu.”
Irracional: “Prass!!! Boa, Vitor Hugo! Prassssss!!! Putaquimipariu, Robinho… Caralho, Zé Roberto!! Boa, Vitor Hugo… Praaaaaaassssss!!!”

Intervalo
Racional: “A coisa tá feia. Não jogamos, não chutamos e, se continuar assim, corremos o risco de tomar uma piaba.”
Irracional: “Se não tomamos gol até agora, não vamos tomar mais. Tá treta, mas foda-se.”

5′, pênalti não marcado em Barrios.
Racional: “Foi muito pênalti, pelamordedeus… Mas pelo menos criamos uma jogada, encaixamos um contra ataque, a coisa tá melhorando. Tem que usar mais o Barrios.”
Irracional: “Juiz filho de uma puta! Miserável!! Ladrão!!! Que morra ainda hoje, seu saco de bosta.”

7′, Prass defende mais uma cara a cara.
Racional: “Não mudou nada do intervalo pra cá. Mais espaço, mais passividade… se não fosse o Prass já estava três a zero.”
Irracional: “PRAAAAAAAASSSSSSSSS!!!!!!!”

23′, substituição do árbitro.
Racional: “Espero que o outro seja melhor.”
Irracional: “Vai embora mesmo, ladrão maldito!!! Desejei sua morte e acho que certo, já vai tarde, safado!”

33′, gol do Santos.
Racional: “É, uma hora ia acontecer…”
Irracional: “Caralho, mas que time infatil! Puta drible tosco, Amaral, não me fode!! Aguentamos o jogo inteiro pra tomar um gol estúpido desses?!”

44′, Lucas expulso.
Racional: “Mas é uma anta mesmo…”
Irracional: “Mas é uma anta mesmo!!!”

50′, Nilson perde um gol sem goleiro.
Racional: “Mano, se toma esse é um abraço…”
Irracional: “Caralho! Putaquipariu, olha isso!! É um sinal Divino, coisa de São Marcos, isso é coisa de (Gabriel) Jesus!!!”

Fim de jogo.
Racional: “Poderia ter sido cinco, foi só um. Dos males os menores, estamos vivos.”
Irracional: “Na volta a gente vai cacetar esses malditos em casa! Cêis vão ver só!! Ôooooo, vamo ganhá Porcôoooooo!!!”

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Futebol é imponderável. Impossível prever o que vai acontecer no próximo jogo, ainda mais com uma equipe que oscila tanto quanto o Palmeiras. Mas é de se esperar um time totalmente diferente dentro de casa: mais confiante, ofensivo, em busca do gol.

O Santos vem contra atacar e vai ter chances de fazer isso. Mas se a gente entrar como entrou diante de Inter e Flu, existem grandes chances de achar o gol ainda no primeiro tempo. É pensar o time e estruturá-lo da melhor forma possível.

Eu acredito. Confio. Aposto.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Hoje é um dia especial, Palestrinos.

Para muitos, aliás, é o dia mais especial de suas vidas. Eu não diria tanto, mas certamente é um dos dias mais memoráveis da minha existência. O fato é que, em maior ou menor intensidade, o dia 06 de junho é especial para todos nós. Afinal, 12 anos atrás São Marcos de Palestra Itália derrotava o anticristo do futebol tupiniquim com uma só mão.

O lance é emblemático, lindo, inesquecível. Havia ali tanta coisa em jogo, tantas histórias reunidas, tantos nervos a beira da explosão que nem Hitchcock construiria o roteiro daquela noite. Noite de Morumbi abarrotado, dividido. Noite em que um time mais modesto e muitíssimo mais brigador virou um jogo quase perdido através do atleta menos esperado. Ah, se o Dida falasse…

A verdade é que após 9 cobranças convertidas de ambos os lados, pouca gente esperava que a disputa terminasse na décima penalidade. Especialistas batem o último pênalti, especialistas têm sangue frio. E talvez seja isso que explique a soberba de quem chuta a bola e já sai para comemorar sem nem saber o que de fato vai acontecer.

E naquele segundo, amigos, a Terra parou. O único em movimento era aquele camisa 12, o santo calvo de túnica verde, o autor das defesas impossíveis, o homem que fez a festa de uma massa alviverde usando apenas com o punho direito. Um verdadeiro herói.

Feito que, até pelo número emblemático que levas, merece ser destacado no dia de hoje. Seis de junho de 2012, o dia em que o futebol fez justiça com as próprias mãos.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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O resultado não foi de todo o mal, Palestrinos.

Principalmente levando-se em conta que empatamos com gols na “casa” do adversário, o 2×2 diante do Patético Paranaense foi razoável. O jogo teve dois tempos completamente distintos – o primeiro deles, o segundo nosso – e só não passou deste resultado por causa da limitação técnica das duas equipes.

Os pontos positivos ficaram por conta da bela atuação de Barcos (que estava devendo), pelas ótimas entradas de Maikon Leite e Luan (velocidade pelos lados do campo é sempre a saída) e pela reação de Valdívia ao xingar o técnico imbecil que tentou agredi-lo (que seja suspenso por alguns jogos, ao menos). O negativo ficou por conta de toda a nostra defesa: a dupla de zaga fica clamorosamente fraca sem Henrique, os laterais tomaram bola nas costas o jogo todo e os volantes – principalmente Márcio Araújo – ficaram perdidos.

Agora, verdade seja dita, a arbitragem foi nojenta. A começar pelo impedimento mais do que claro de Guerrón bem na fuça do bandeira, passando pelo pênalti escandaloso em João Vitor e terminando na inversão de faltas que favoreceu o time deles o tempo todo. Existem erros e erros – eu sei -, mas alguns só podem ser mal intecionados.

No jogo de volta, semana que vem, cravo que passaremos de fase mesmo sem a presença de Barcos. E não será difícil, até porque eles terão que atacar e tem uma equipe mais limitada que meu cartão de crédito. Meu outro palpite é que, mesmo em um horário bisonho, nostra torcida irá comparecer em bom número em Barueri e incentivar o Verdão rumo às semi-finais. Pode cobrar depois.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Ficamos no zero, Palestrinos.

E com Kléber em campo e o Pacaembu lotado, só podemos lamentar o resultado. Jogamos pra frente, tivemos muito mais volume de jogo, mas paramos na boa marcação da urubuzada, no árbitro e, acima de tudo, na falta que um camisa 10 faz. Sem um meia de ofício para municiar o ataque, o que vimos ontem foi um time sem cérebro e imaginação, que acabou culminando em um empate sem gols.

O JOGO
Com o estádio lotado, Kléber em campo e Patrik no meio, o Verdão entrou no já tradicional 4-3-3 felipônico e foi pra cima do Flamengo. O problema é que o adversário foi inteligente e, segurando os dois laterais, conteve as subidas de Maikon Leite e Luan da maneira que pôde. Aí, sem os dois o negócio foi apelar para a bola parada…

Marcos Assunção assustou Felipe em duas oportunidades, Thiago Heleno em outra e, com a bola rolando mesmo, tivemos apenas uma boa chance em chute torto de Maikon Milk dentro da área. Quando esticaram bola perigosa para o Gladiador, no entanto, fiquei com a clara impressão de pênalti após empurrão de Welliton (confirmado no vídeo abaixo). Mas, sabe como é, a gente dá uma sorte com juiz… Do lado da urubuzada, Marcos trabalhou apenas em chute cruzado de Mercenário Neves logo no começo.

Veio a segunda etapa e a criação da equipe continuou no vestiário. Entrou Tinga no lugar de Patrik, Felipão transformou Kléber em meia, centralizou Dinei, mas o jogo estava truncado demais pra quem aposta na velocidade. As poucas chances que tivemos foram através de boas subidas de Márcio Araújo e, mais uma vez, nas cobranças de Assunção.

Dos 40 aos 45 minutos não houve jogo nenhum, só confusão, e mesmo assim o tal de Vuaden – o bambambam que deixa o jogo seguir – deu três míseros minutos de acréscimo. Seguimos sem sofrer gols em casa, mas, dessa vez, também não marcamos.

TROFÉU SÃO MARCOS
Márcio Araújo defendeu e atacou com o apetite de sempre.

TROFÉU RIVALDO
Patrik errou tudo o que fez em campo.

A POLÊMICA DA NOITE
40 minutos do segundo tempo. Após uma seqüência de bolas paradas do Verdão, mais um jogador da nhaca carioca se joga claramente para fazer cera. O árbitro, conivente, pára o jogo e dá bola ao chão. Quando a redonda quica, Kléber pega a bola, corre em direção ao gol e chuta para fora.

Ok, vamos aos fatos:
1) Fair play não consta na regra. É só isso mesmo, “jogo limpo”. Se fosse gol o juiz não poderia fazer absolutamente nada.
2) Eu não acho correto o que Kléber fez. Se fosse contra o Palmeiras, eu mataria o maldito do outro time.
3) No entanto, vale dizer, o Framengo fez cai-cai desde os 30 minutos do segundo tempo e o árbitro nada fez para coibir a palhaçada.
4) Por trás do calor do jogo, existe um claro teatrinho feito por Kléber para ganhar a torcida de volta.
5) E, acreditem, deu certo: quase que todo o estádio gritou seu nome após a confusão.
6) Mas eu não cai. Sigo tratando o camisa 30 como “mais um” em nostro elenco.

E AGORA?
Após o empate em casa, temos o Fluminense no Rio domingo. Os pó de arroz estão em má fase, tomando naba de todo mundo, estão causando com Martinuccio e ganhar deles lá não é nada impossível. Basta apostar na velocidade e ter aplicação tática.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Eu quero que todo mundo se exploda, Palestrinos!

Pode ser que a minha revolta ainda esteja recente para escrever este post, mas o que acabou de acontecer em Minas Gerais foi um absurdo! Poucas vezes um trio de arbitragem errou tanto em um jogo só. Um pênalti ridiculamente inventado, faltas invertidas, cartões só para os nostros jogadores… isso sem falar no primeiro impedimento falado da história, sem precisar usar a bandeira.

E aí o que seria uma vitória mais do que valiosa fora de casa, construída com um belo gol de Kléber, virou um empate modorrento graças a uma invenção do tal Marcelo de Lima Henrique.

Sei que mais uma vez erraram ao colocar o Valdívia pra jogar, sei que fazer uma partida equilibrada com o mistão do Atlético é muito pouco, sei que o resultado nem foi tão ruim assim, mas não dá pra aguentar. Dia 10/11, convoco todos os palmeirenses a irem ao pacaembú para uma verdadeira guerra.

Contra a Comenbol, contra a CBF, contra o Atlético e contra esse nível nojento de arbitragem que temos hoje no futebol sul americano.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Não vamos nos iludir, Palestrinos.

Ontem, no Morumbi, nós não perdemos porque falhamos no 7º pênalti em 9 batidos no ano. Ontem, mais uma vez, nós perdemos para os nostros próprios erros. Simples assim. Erros de um time que teve 46 passes errados, que se virou na base do chutão, que mais uma vez dependeu de Marcos e que, de novo e de novo e de novo, saiu derrotado pela própria incompetência.

O JOGO
O Palmeiras entrou em campo com o mesmo time e proposta de sábado: fechar o meio, tocar a bola e atacar quando possível. Assim começamos num 4-4-2 que dependia muito dos apagados e bem marcados Lincoln e Cleiton Xavier, e que piorou ainda mais quando nostro camisa 10 saiu lesionado e Souza foi para o jogo. Pra resumir, o primeiro tempo foi de marcação.

E tão logo começou o segundo, Maurício Ramos cometeu o erro infantil de marcar um atacante canhoto pelo lado direito e sofremos o gol. A partir daí, foi bumba-meu-boi. Atacamos, corremos, tentamos, mas sem elenco é realmente difícil. Imaginei Parraga olhando para o banco e estudando se colocava Ivo ou Paulo Henrique, Dio mio…

Então, na última chance que tivemos, Ewerthon bateu o pênalti e perdeu. Rogério mudou de tática, não ajoelhou e pegou bem a cobrança. Não adiante crucificar o atacante. Outros já perderam, o problema é psicológico, vai passar assim que um deles balançar as redes.

Em suma, o resultado de um jogo ruim e mal jogado só poderia ter sido a derrota.

O MELHOR
Sempre ele, São Marcos – embora Vinicius mereça menção honrosa.

O PIOR
Mauricío Ramos perdeu todas pelo alto e errou no gol. Mas ganharia fácil a companhia de Marcio Araújo.

NOVO TREINADOR
Felipão não vem, é um fato. Então eu continuo com minha opinião: melhor deixar Parraga trabalhar e ganhar seu dinheirinho, ao invés de gastar milhares de reais com um Zé Mané qualquer. Sem ilusão, a melhor coisa a fazer é ter os pés no chão.

E AGORA?
Agora é seguir em frente. Sabemos qual é a nostra realidade e o jogo de sábado, “em casa”, diante do Grêmio Prudente é essencial. Precisamos vencer e continuar caminhando no torneio. Um time mediano buscará uma posição mediana. Vamos torcer.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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O jogo diante da bambizada foi o que tem sido sempre, ultimamente: truncado, fechado e com poucos gols. No caso de ontem, aliás, sem gols.

Mas o empate em zero a zero não quer dizer que o jogo foi ruim. Foi bem disputado, até. E cheio de chances. O problema é que até o 3º goleiro delas estava inspirado.

Do nosso lado, nada de novo: São Marcos fez milagres. Pelo menos dois incríveis. E o nosso 1º tempo foi lamentável… Mozart voltou a jogar mal, o meio abusou de errar passes e as laterais não funcionaram.

Mesmo assim, Diego Souza e Keirrison quase marcaram.

Na segunda etapa, no entanto, melhoramos. Com Lenny ao lado de Keirrison e Souza no lugar de Jumar (que falta faz o Pierre, San Genaro!), o time foi pra cima e apertou.

Só não abriu o placar, aliás, porque aos 8 minutos o árbitro Rodrigo Braghetto ignorou um pênalti claro em Dieguito. Miranda tomou o drible e acertou o atleta claramente! Mas quem disse que Miranda, o zagueiro-modelo, faria um pênalti? Lamentável.

Aos 31′, Maurício Ramos foi expulso e o Verdão teve que se segurar. Aliás, São Marcos segurou.

Precisamos melhorar para quinta-feira e ajudar Marcos a não só evitar, como também comemorar gols lá de trás.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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