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Posts Tagged ‘pierre’

camisa pierre_periquito verde

A frase do título deste post já foi dita por mim umas 300 vezes. E, mesmo sabendo que meu filho não irá se chamar Pierre, eu não canso de repeti-la. Afinal, convenhamos, nosso camisa 5 é um espetáculo.

O cara tem um tempo de bola incrível, desarma demais, toma poucos cartões e corre todos os 90 minutos. Segundo meu pai é o novo Galeano; pra mim, é bem melhor que isso.

E não bastasse o quanto já gosto dele, hoje li uma entrevista do rapaz no excelente blog do Cosme Rímoli e passei a gostar ainda mais. Prestem atenção, palestrinos, em algumas das frases proferidas pelo nosso operário-padrão:

  • “Me aplico de verdade. Quero ganhar todos os jogos pelo Palmeiras. Principalmente a Libertadores.”
  • “Meu sonho é chegar a Seleção Brasileir. E pelo Palmeiras. Não acho que precise sair, não.”
  • “Não sou ídolo, não. Ídolo é nosso goleiro Marcão.”
  • “Estou feliz de verdade. Quando escuto a torcida gritar meu nome, arrepia… Isso não tem preço.”

Fora isso, o cara começou a jogar bola com 19 anos, era motoboy de um bicheiro em Itororó e o Paraná deve dinheiro pra ele até hoje.

Sem dúvidas, meu filho vai chamar Pierre.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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pierre-guerreiro

A imprensa vem questionando muito os últimos treinos do Palmeiras. Mas fique tranquilo, não é nada demais. Isso ocorre porque, diante de sucessivas semanas decisivas, Luxemburgo tem adotado uma prática incomum dentro do Verdão: fazer treinamentos com portões fechados.

A primeira hora de treinamento é feita sem câmeras e depois o clube libera a entrada de repórteres e cinegrafistas. Na verdade, não há nada de errado nisso. Isso é até bastante comum dentro do mundo do futebol. Até porque, palestrinos, chegamos na hora do vale tudo.

Esconder treino, mentir escalação, dar pistas falsas… decisão é decisão!

E é nesse espírito que recebi a notícia de que Pierre não treinou hoje. Oras, não ter treinado não quer dizer que nosso guerreiro está fora, cazzo… ele está em tratamento intensivo!

Além do mais, me lembro muito bem de um Grenal, se não me engano em 1996, onde Felipão levou Arce para o vestiário engessado e, quando todos acharam que aquela direitinha estava fora de combate, Chique apareceu voando em campo.

Decisão é assim. E decisão é com o Palmeiras.

É amanhã!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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É difícil escrever com tanta euforia, amicos.

É difícil pensar em tática, em quem acertou, quem errou, se o juiz roubou… é difícil porque quem é palestrino escreve – como diz nosso canto dois posts abaixo – com a alma e o coração. Mas vamos tentar…

O jogo, em si, foi todo nosso. Desde a saída de Macnelly Torres os “chinelos” perderam o meio-campo. Incrível como são dependentes do colombiano! E a partir daí, só com bolas no Barrios, ficou fácil marcar.

Grande partida, aliás, da nossa zaga – em especial do Maurício Ramos. E aplausos gigantescos ao menino Souza (ou Ferrugem, ou Souza da Guia, ou Ruivo Hering), que jogou demais.

Com a marcação impecável, atacamos. E só não matamos o jogo porque tem zica em cima do K9… Dio mio! Só pode ser zica. Duas na trave… não é possível.

Na segunda etapa fomos totalmente raçudos. Sem Marcão, expulso infeliz e corretamente, e com as lesões de Pierre e Diego Souza, quem estava em campo foi literalmente um bando de leões (ou porcos com gripe, que seja).

O gol só coroou o melhor time em campo. Só trouxe a vitória pra quem mereceu. E o Cleiton Xavier, que não jogou bem ontem e não arriscava faz tempo, fez um tento mais que merecido. O mais importante da vida dele, com certeza.

Destaque também para o Luxa, que mexeu perfeitamente na equipe. Jogou pra frente, não teve medo e ainda deixou o Capixaba no banco.

Já o juizão careca foi bem caseiro… BEM caseiro.

Mas isso é Libertadores. Isso é Palmeiras.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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palxspo

Amicos palestrinos, chegamos a mais uma quarta-feira decisiva.

E assim como naquela quarta em Recife, quando tanto vibramos, o jogo é fora de casa e é de vida ou morte. Ou seja, é jogo para o Palmeiras. É jogo onde o sangue italiano esquenta. É jogo para Pierre, Marcos, Marcão, Diego Souza.

Aliás, bastante oportunas as reportagens sobre nosso camisa 5. Pierre é, sem dúvidas, o símbolo do que todos os atletas têm que ser hoje em campo: guerreiros.

Nosso time é melhor que o deles.
Nossa tradição é maior que a deles.
Só precisamos igualar eles na vontade.

Porque aí, ninguém segura. É quarta-feira, é hoje!

Siamo Palestra!

forza_pierre

ROJAS.

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