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A notícia saiu hoje e deixou muita gente surpresa, Palestrinos: segundo ranking publicado pelo Yahoo! (clique aqui para ver), o Palmeiras é 2a equipe que mais vende camisas de futebol infantis no Brasil.

Sim, é isso mesmo. E, sim, isso inclui clubes de dentro e fora do país. Os números oficiais mostram que somente o Barcelona de Messi e Neymar vende mais camisetas para a criançada brasileira – com SEP, City, Flamengo e United formando o Top 5.

Pode parecer loucura pelo momento, mas tenho ao menos três bons argumentos que comprovam que esta reportagem faz todo o sentido:

  • Adidas: a própria fornecedora alemã já divulgou por diversas vezes que somos o clube que mais vende aqui e um dos que mais vende no mundo. Não a toa, este ano deve ter lançado ao menos 6 camisas diferentes – todas com recordes de venda.
  • Estádio: quem vai aos jogos, sabe que a criançada tem tomado conta do Pacaembu. O número de pequenos nas arquibancadas e cadeiras laranjas tem aumentado a cada partida sendo a ser tocante.
  • Centenário: só se completa 100 anos uma vez na vida. E é certo que uma data tão simbólica ajuda a alavancar o número de camisas vendidas.

Eu mesmo tenho a mania de presentear filhos de amigos palmeirenses com o nostro manto. O faço com total prazer, coloco o nome atrás e tenho plena certeza de que um presente destes tem valor inestimável para crianças. Além disso, a inocência dos pequenos permite que eles separem o resultado de dentro de campo com o fato de pertencer a um grupo – festejando com milhões de outros iguais a eles.

De qualquer forma, ficam agora dois pontos importantíssimos a serem considerados por esta ou pela futura diretoria. O primeiro deles é uma maneira de pensar neste público, criando ações que os fidelizem e divirtam dentro e fora do estádio, além de dar vantagens (um “Avantizinho”, por exemplo); já o segundo é lembrar que eles, mais do que ninguém, precisam de ídolos (Valdivia, Prass, quem mais?) e para isso precisamos de jogadores de qualidade.

Outro ponto é usar isso com argumento para a provável renovação de contrato com a Adidas, já que eles andam querendo pagar o mesmo para nós do que pagam para o insignificante Fluminense. Que coloquem os papéis da mesa…

Por fim, que todos continuemos com o ótimo trabalho que temos feito.
Filho de palmeirense, palmeirense é.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Ranking da CBF, Palestrinos.

Eis o nome do assunto do dia para a massa alviverde. Sem jogos para acompanharmos nem contratações empolgantes para acompanharmos, esse é o tipo de notícia que causa discussão. Uma discussão que, em minha opinião, não deveria nos orgulhar tanto assim.

(Se você ainda não soube do ocorrido é o seguinte: graças a uma falha na contagem de títulos do Século XX, a famigerada Confederação Brasileira de Futebol havia nos deixado atrás do Santos no ranking nacional de todos os tempo. Agora, relembrando os dois títulos conquistados pelo Palmeiras em 1967, tomamos a ponta.)

É óbvio que temos que celebrar nostra história e as glórias do passado. O Palestra Itália que nasceu forte e se transformou em Palmeiras com alma de campeão jamais deverá ser esquecido, bem como os nostros ídolos. Mas eu não preciso de um ranking para saber disso, quanto mais um ranking que traz a chancela da CBF!

Todo palmeirense sabe a história que ostenta com sua própria fibra. Claro que são números – e números têm o seu valor ao falarmos de conquistas -, mas números são extremamente pequenos perto de tudo o que realizamos ao longo de 96 anos.

E, como se isso não bastasse, ficar alardeando este ranking por aí só evidencia ainda mais a nostra última década de fracassos. De todos os grandes títulos que temos, os principais já se foram há mais de 12 anos…

Enfim, eu respeito quem ficou feliz com a notícia. Mas, pessoalmente, não preciso de um ranking da CBF para saber o valor que a Sociedade Esportiva Palmeiras tem para a história do futebol.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Saiu hoje a 4ª Pesquisa LANCE! Ibope, Palestrinos.

O gráfico das maiores torcidas está aí em cima para vocês verem e os números não trazem muitas novidades: Framengo e Curintia no topo, Bâmbis e times interioranos (Ixpórt em destaque) em franco crescimento e grandes como Palmeiras, Vasco e Botafogo estagnados.

Realidade dura, mas, convenhamos, compatível com o que temos visto em campo na última década. O que deve ser relevado, na minha opinião, é que os números não explicam tudo.

Segundo o ranking de evolução de torcidas (abaixo), por exemplo, nos últimos seis anos (2004-2010) a turminha colorida do Morumbi foi quem mais arrebanhou torcedores, com o acréscimo de 3,5 milhões de pessoas. Enquanto isso, neste mesmo período, nós “perdemos” algo em torno de 200 mil.

Meu ponto é: torcedor de verdade não se perde. O torcedor que conta como torcedor mesmo – e que ama seu time – nunca vai mudar de camisa. Simples assim. E eu me nego a concordar que nós perdemos torcida, assim como duvido muito que o SPFW tenha ganho tantos adeptos.

O que acontece, claramente, é a adesão de “torcedores modinha”. Aqueles que aparecem somente com os títulos e sucesso das equipes. É óbvio que o tricampeonato brasileiro fez surgir “novos são-paulinos”, assim como os meninos do Santos fazem surgir novos santistas e o Brasileirão do ano passado ajudou a reforçar os flamenguistas.

Da mesma maneira, fica óbvio que o nostro Palestra “perde” torcedores quando deixa de ganhar taças. E é aí que a diretoria tem que se preocupar: com os resultados. Porque não existe bem maior para um clube do que sua própria torcida e, tratá-la baseada só na paixão, faz com que não ganhemos novos e fervorosos torcedores.

Sendo realistas, qual o incentivo de um garoto decidir pelo Verdão se, além da fase não ser boa, o time mal consegue ser notado? Se erra 90% das ações de marketing? Se não tem um sócio-torcedor minimamente decente? Se troca de treinador a cada 3 meses?

Claro que repatriar Felipão, Kléber e Valdívia é muito válido. Claro que construir a arena mais moderna do país ajuda demais. Mas ainda falta um olhar mais abrangente para estes 12 milhões de Palestrinos e muitos outros que podem se tornar parte da massa.

Afinal, torcida não se perde, mas se deixa de ganhar. E é bom o Verdão abrir os olhos e aproveitar essa massa apaixonada para crescer e ganhar ainda mais

Siamo Palestra!

ROJAS.

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