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O que estão fazendo com nostro Palestra, amicos?!

Time desmotivado, jogadores indo embora, brigas internas, lances bizonhos… Por San Genaro, o Palmeiras está completamente sem comando! Não tem técnico, não tem presidente, não tem diretoria, não tem atitude, não tem nada. Falta comando em absolutamente todos os setores.

Belluzzo diz sempre estar no comando da situação, mas nunca resolve nada; Cipullo e Seraphim Del Grande viajam atrás de reforços e conseguem perder jogador medíocre até pro Fluminense; o dono da Traffic diz que acha legal cobrar R$300 num ingresso; Antônio Carlos escala Vítor de zagueiro e consegue sair na mão com três atletas dentro do ônibus; dentro de campo ninguém tem coragem de bater um pênalti…

Onde vamos parar desse jeito?!

Não sei o que dizer. Infelizmente, hoje o Palmeiras é a própria casa da mãe Joana. Como aconselhou o porteiro do meu prédio, “reza, Seu Henrique, reza”. É o que eu vou fazer.

E ainda assim e sempre… Siamo Palestra!

ROJAS.

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Eu sei que não é fácil, Palestrinos.

Nos últimos anos torcer para o Palmeiras tem sido uma verdadeira montanha russa de emoções. É torcer pra um time que vence um jogo impossível no Chile aos 42′ do segundo tempo, mas empata dois jogos seguidos com um timeco uruguaio; é liderar metade do Brasileirão e terminar em quinto; é vencer o tão falado Santos e perder de goleada pro São Caetano.

E isso, acima de tudo, é reflexo do elenco que temos. Um grupo medíocre, no sentido literal da palavra: com jogadores bons e ruins, que formam um time “médio”. É isso que temos em mãos hoje, um time de meio de tabela.

Pode-se culpar Deus e o mundo pela formação deste grupo. Culpem Belluzzo, Cipullo, Muricy, Toninho Cecílio, Zago… mas o time é esse. Podem chegar um ou outro achado, mas a base é essa. E é aí que tem que entrar a nostra paciência.

No último sábado, diante do Vitória, entramos com o que temos de melhor. Claro que é possível colocar Maurício Ramos de titular, Marcos Assunção de início e etc., mas a equipe que o Kojac mandou a campo era (quase) a melhor possível: 4-4-2, dois meias, dois atacante, laterais que apoiam.

O resultado foi sofrido, saiu no final, veio depois de duas intervenções lindas de São Marcos e dois gols incríveis perdidos por Robert (um deles no 5º pênalti perdido seguidamente), mas saiu. No talento de Lincoln e Cleiton, na bela estreia de Vítor, na movimentação de Marcio Araújo e Ewerthon…

Claro que Robert não é o melhor atacante do mundo, mas é o melhor que temos! Quem vocês querem escalar? Vinícius, Paulo Henrique, o já deportado Lovinho? Paciência, amigos, o time por ora é este.

Temos 7 rodadas até o intervalo da Copa, vamos enfrentar times mistos até lá e o negócio é vencer. Esperando e exigindo melhor futebol da equipe, mas sem esquecer que, infelizmente, hoje, somos limitados.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Lembram das oitavas-de-final, Palestrinos?

Pois então, nas quartas é a mesma coisa. O discurso do nostro querido Antônio Carlos não mudou e acredito que o Kojac está certo: em mata-mata o negócio é vencer e não sofrer gols. Se for por 1 a 0, tá bom; 2 a 0 tá ótimo; 3 a 0 é caso de fazer carreata.

O negócio é manter o time focado nisso. Colocar a bola no chão, sem desespero e achar espaço para abrir o placar e jogar tranquilo. Nunca é demais lembrar: tecnicamente, nostro grupo é muito melhor que o adversário; o que temos que igualar é a vontade (ouviu, Diego Souza?).

O Atlético/GO não é nenhum Barcelona, mas está na Primeira Divisão e não podemos vacilar. Se tomar gol aqui, complica. Portanto, é esquema mata-mata na cabeça: pra cima deles, Verdão!

CONTRATAÇÃO
Chegou nesta semana o zagueiro Leandro Amaro. O cara é novo (23 anos), tem experiência em times grandes e chega claramente para ser um tampa buraco: um elo de qualidade entre nostra zaga titular (Danilo, Léo e Maurício Ramos) e a juventude do Gualberto. Além do mais, é sabido, Danilo ficará suspenso por alguns jogos.

Que seja bem-vindo.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Pra que tudo isso, Palestrinos?

Tá certo que o juizão quis complicar o jogo, mas não justifica o sofrimento que tivemos para nos classificar. Tivemos posse de bola e chances para matar a partida durante os 90 minutos, mas devido a nossa própria incompetência tivemos que aguentar até os 43 minutos do segundo tempo. Acorda, Palmeiras!

O JOGO
Pode parecer que eu estou exagerando, mas o fato é que o Palmeiras teve domínio do jogo desde o primeiro minuto. O Ventinho simplesmente entrou perdido em campo e, após o pênalti e a expulsão, ficou ainda mais. Foi então que começou a nossa mania de complicar jogos fáceis: Robert inventou uma paradinha ridícula e recuou para o goleiro aos 15 minutos. Coma quele gol, os outros 75 minutos seriam meramente figurativos. Mas não…

E pra completar, o fato de termos perdido a cobrança não influenciou na equipe. O Atlético continuou apagado e o Verdão com a posse de bola. Foi aí que aparecer o problema dois: ninguém chuta. Assistimos a um festival de passes de lado e tabelas, mas ninguém chutava a gol. E quem não chuta, é sabido, não faz.

Em bem da verdade, o jogo todo foi assim. A impressão era que qualquer ataque do Palmeiras poderia terminar em gol, enquanto que nostra zaga afastava todos os problemas – Danilo, Léo e Edinho estavam perfeitos nas antecipações. Só que aí o palhaço do juiz apareceu e sofremos o gol de pênalti.

Graças a San Genaro, Marcio Araujo fez outra grande jogada pela direita e cruzou pra Lincoln empatar e matar a partida. Classificação assegurada, cabeça nas quartas.

O MELHOR
Apesar de eu criticar o fato dele jogar na lateral (prefiro ele de segundo volante), Marcio Araújo jogou o fino ontem.

O PIOR
De novo, de novo e de novo: quando Diego Souza vai acordar?!

ARBITRAGEM LUNÁTICA
Exceto pela expulsão do jogador do Ventinho, o juiz errou tudo. Deu faltas onde não houve, inventou cartões amarelos para os dois lados e, claro, assinalou um pênalti ridículo a favor do time da casa. Espero que esse tal Gutemberg não apite nunca mais uma partida do Verdão!

KOJAC PERFEITO
Para quem tem a impressão de que Antonio Carlos é retranqueiro, sua atuação nesta quarta foi simplesmente perfeita. Colocou o time pra frente, tentou empurrar o Atlético e só nã conseguiu porque os jogadores não coperaram.

CAMPANHA DIEGO NO BANCO
Eu já disse mil vezes que acho Diego Souza o melhor jogador de linha do Palestra. Ele é forte, cabeceia e chuta bem, sabe driblar e etc. O problema dele é um só: vontade. Ontem, assim como tem sido comum em 2010, ele foi um verdadeiro funcionário público, tocando de lado e andando até o jogo acabar. Para mim, não dá mais.

Escalem o Ewerthon no ataque e coloquem o Diego no banco.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Robert fez o gol da vitória.

Copa do Brasil é assim, Palestrinos.

Quando se joga dentro de casa, você se preocupa em não tomar gols; quando joga fora, se preocupa em fazer um. Foi com este pensamento que o Palmeiras entrou em campo ontem, diante do fraco time do Atlético/PR, e fez a vantagem mínima. Poderia ter sido mais? Sem dúvidas. Mas ficou de bom tamanho.

O JOGO
Na base do bumba meu boi, o Verdão começou a partida forçando o jogo pela direita e tentando pressionar a brisinha curitibana. Aliás, todo o 1º tempo se desenrolou do mesmo lado do campo: o Palmeiras atacava pela direira com Figueroa e M. Araújo, enquanto que o Atlético subia pela esquerda, com Márcio Azevedo e Paulo Baier.

E foi justamente naquela faixa do campo que Robert, aos 14′, tabelou com Edinho e fez o gol da vitória. Um gol simples, usando o tradicional um-dois e que ganhou um temperinho especial com o passe cheio de marra do camisa 3.

A partir daí, amicos, os 30  minutos subsequentes se resumiram a nostros chutes de longe e aos 58 escanteios batidos pelo morfético do Paulo Baier – onde ele tomou amarelo e merecia até o vermelho (que foi dado com justiça mais tarde).

Na segunda etapa, o recado de Antonio Carlos Kojac ficou bem claro: não se expor e só subir na boa. Daí foi passe pra cá, passe pra lá, mais centenas de cruzamentos em nossa área (e só perdemos uma delas, em grande defesa de São Marcos) e nada de gols.

Poderia ter sido 2. Mas, ontem, 1 a 0 foi goleada.

O MELHOR
Nunca achei que fosse escrever isso aqui, mas foi Edinho. O nostro Shrek deu passe de calcanhar, defendeu feito um leão e chegou até a finalizar.

O PIOR
Pelo que se esperava dele no jogo, Lincoln.

O CASO DANILO
Vamos ao lance como ele foi (eu estava atrás do gol e vi do mesmo jeito que depois na TV): escanteio, fazem falta em São Marcos, o juiz bundão não marca, Danilo tomada uma cabeçada de Manoel fora do lance, dá uma cusprada de volta e fala grita com ele no chão.

Manoel merece punição pela cabeçada (e pelo posterior pisão em Danilo no final do jogo)? Sim. Danilo merece punição pela cusparada? Também. Mas Danilo agrediu verbalmente o zagueiro, chamando-o de “macaco”? Aí é palavra contra palavra.

No futebol, infelizmente, sabemos que ofensas desse tipo são comuns. Pode ter acontecido (e então Danilo mereceria, sim, mais punição). Mas por que, ao sair para o intervalo, Manoel disse que não houve nada e que havia sido coisa de jogo e depois de tomar banho quis fazer B.O.?

Está na cara que é pra colocar o Palmeiras em uma situação complicada na quarta que vem.

Mas quer saber? Vamos lá e vamos ganhar do mesmo jeito.

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Atualizando: acabo de ouvir o áudio da ESPN e Danilo realmente chamou Manoel de “macaco do caralho”. Está errado e merece punição. Pior para a gente, que vai perdê-lo por até 120 dias na Copa do Brasil e no Brasileirão, e pior para o próprio camisa 23, que vai responder processo sobre isso.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Não foi uma vitória com “V” maiúsculo, Palestrinos.

Mas, considerando o atual momento, o 1 a 0 de ontem sobre o Paysandu no Palestra Itália é mais do que bem recebido. E o mais importante foi ver e ouvir os pouco mais de 7 mil presentes embalando a equipe durante toda a partida. Como eu disse em outro post, se é pra ir ao jogo, que vá para apoiar.

O JOGO
Mesmo atabalhoado e errando os tradicionais passes no meio, o Palmeiras foi melhor desde o início. Tentou, correu, brigou e foi criando algumas boas chances. Bruno Paulo, o estreante da noite, pegava a bola e ia pra cima com certa freqüência, fazendo a torcida ter uma vaga esperança de ainda ter um jogador driblador na equipe.

Só na primeira etapa, foram chances com Armero, Ivo e o próprio Bruno Paulo – todas sem sucesso. Pra melhorar, o péssimo árbitro de ontem deixou de marcar uma cortada de vôlei do zagueiro do Paysandu dentro da área e nos impediu de abrir o marcador de pênalti.

Mas aos 15′ da segunda etapa, após perder chances e mais chances lá na frente, Robert recebeu um cruzamento perfeito de Pablito Armero e meteu a cabeça na bola. O mais curioso foi que o lance começou em um chute de Diego Souza que tinha o endereço do gol e bateu nas costas de B. Paulo, sobrando pra Armerito cruzar.

Enfim, resultado feito, 1 a 0 no placar e torcida em paz.

O MELHOR
Robert fez um gol e perdeu outros, merece o destaque pela garra.

O PIOR
Ninguém foi tão mal assim e eu acho maldade crucificar Marcio Araújo, que é volante e não lateral-direito. Hoje ficamos sem pior em campo. 

REFORÇO
Parece que Ernesto Farías pode finalmente chegar ao Verdão. O Porto já aceita negociá-lo, o Palmeiras precisa de atacante e, salvo engano, acho que será um bom negócio. Me lembro dele na época de River e ele era bastante brigador.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Que jogo, Palestrinos, que jogo!

Não tem nem 1h que o apito final foi dado, eu ainda estou em total êxtase, mas acho que este post merece ser escrito agora. A virada de hoje é um aviso muito claro do que todos cansam em fazer: nunca, em hipótese alguma, duvidem da Sociedade Esportiva Palmeiras.

Somos um time grande, gigante, com uma tradição incrível e jogadores que poucos tem (sim, me refiro a São Marcos, este monstro sagrado que hoje fez história mais uma vez e é um dos jogadores que mais vestiram nostro manto verde, grazie a dio).

Enfim, tudo isso somado a ouvir a voz e a empolgação do meu pai, do meu irmão e de amigos Palestrinos ao telefone, se tornou uma mistura perfeita para um domingo que prometia ser modorrento. Aqui é Palestra!

O JOGO
Apesar dos 4 gols, o 1º tempo foi todo amarrado. Equilibrado, nervoso e até um pouco chato (por conta do árbitro e suas infinitas faltas de basquete), só mudou de figura quando – mais uma vez – erramos passes na saída de bola. No primeiro tento lambarístico, Pierre foi quem errou; no segundo, lá na frente, foi uma afobação de Diego Souza.

Mas, para nostra sorte, o sempre falível Robert não falhou: de cabeça e depois em uma jogada digna de repetição por muitas e muitas vezes, nostro camisa 20 guardou dois, empatou e deixou o jogo completamente aberto.

E mal voltamos para o 2º tempo – com excelente substituição de Antônio Carlos, trocando Eduardo por Marcio Araújo -, Ewerthon perdeu um gol que não se perde. Mas, num lance mais do que chorado, Diego entrou de peixinho e fritou o Peixe bonito: virada linda, 3 a 2 Verdão.

O problema, então, foi recuar. Recuar muito. E foi então que o Santos cresceu, se animou e, em mais uma metida de bola incrível de ganso, o anão de jardim da baixada deixou tudo igual. Injusto, mas era a situação. Foi aí que o firuleiro master do futebol brasileiro conseguiu nos ajudar: deu um pontapé por trás em Pierre e foi extremamente bem expulso pelo árbitro gordinho que eu não sei o nome (aliás, fica aqui o recado: quero ver quantos jogos o estrelinha vai pegar de suspensão; se fosse ao contrário, Pierre jogaria só em agosto).

E na base de uma raça insuperável, o Verdão roubou uma bola no meio e ele, Robert, que havia perdido um gol feito quando a partida ainda estava 3×2, acertou um chute maravilhoso no ângulo! Vitória, virada, Palmeiras!

O MELHOR
Tem como alguém fazer 3 gols e não ser o melhor em campo? Robert neles!

O PIOR
Deve ser mesmo complicado marcar Neymar, mas Eduardo esteve afoito e nervoso o tempo todo.

ARMERATION-TION
Digna de nota a atuação de Armero na partida deste domingo. Correu, brigou, catimbou, acertou um cruzamento e, mais do que tudo, fez a dancinha mais inspirada (e irritada) do século. Boa, Plabito! Continue assim que você continua no time.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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