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Posts Tagged ‘rogerio ceni’

Empate não se comemora, Palestrinos. Mas o de ontem, no Morumbi, foi digno de festa.

Mais do que perder a partida, estávamos jogando muito mal e saindo oficialmente do G4 as vésperas de uma decisão na Copa do Brasil. Ou seja, um combo dos horrores. Foi então que Robinho tentou aquilo que não tenta há vários jogos, tirou outro chute por cobertura da cartola e empatou a partida.

Evitamos uma derrota. Ficamos no G4. Saímos com moral.

E o que é o futebol senão isso? Essa coisa imprevisível. A partida estava praticamente perdida, o lance estava praticamente morto e, em um último esforço de Alecsandro em apertar o goleiro adversário (tão aclamado por jogar bem com os pés), a bola sobra nos pés do nostro camisa meia que, mesmo em má fase, faz um golaço. Go-la-ço!

Pensem bem: pode parecer pouco, mas é muito. Embora a matemática fria mostre somente um pontinho na tabela, este empate garantiu energia e ânimo de sobra para a partida desta quarta diante do Inter. E na cabeça e bom torcedor, meia vitória basta – isso só pode ser um sinal de que vamos passar para as semifinais.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Lavamos a alma, Palestrinos!

Sem exagero nenhum, a tarde de ontem foi uma das mais incríveis da última década. Com mando de campo nostro, com campanha 100%, com time se entregando e marcando do início ao fim, com o novo canto maravilhoso do centenário, vencendo um clássico – até que enfim – sem contestação.

Para muitos, no entanto, parece que a festa é exagerada. Mas quem é palmeirense sabe que não é. Temos motivos de sobra para estar comemorando os 2 a 0 de ontem, com pouco mais de 25 mil pagantes no Pacaembu. Aqui vão alguns deles:

  • O primeiro motivo é óbvio: era um clássico. E nós estávamos a 2 anos sem ganhar nenhum, quanto mais da forma que ganhamos.
  • Vencemos também a desconfiança. Ontem, não vencemos apenas o adversário; vencemos aquele discurso de que estávamos 100% apenas por jogar contra pequenos.
  • E a superação? Começamos o ano perdendo diversos jogadores por causa de salário, de quebra perdemos Henrique e, na iminência de perder Wesley, vimos Wellington, Lúcio, M. Oliveira e outros correndo do início ao fim.
  • Acho que esse jogo endossa um começo de ano que tem muito do trabalho do trio Nobre-Brunoro-Kleina. Se continuarem trabalhando afinados, podemos ser um clube melhor, como um todo.
  • E, também bastante óbvio, é ano de centenário. Precisamos ganhar!

Como disse, são apenas alguns motivos. Mas teríamos tantos outros que fica difícil enumerá-los ainda no calor do jogo. Se o Barcelona é “Mais que um clube”, ontem nós tivemos “Mais que um clássico”.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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narigudo

Tá certo, nem você nem eu aguentamos mais ouvir falar na lesão do Rogério Ceni. E, fique tranquilo, eu não vou falar sobre isso. Vou apenas contar mais uma história dessas de torcedor, com as quais a vida nos presenteia de vez em quando – graças a San Genaro.

Certo dia estava eu saindo de uma churrascaria próxima ao bairro do Morumbi, em um belo domingo, quando, ao pisar fora do restaurante um belíssimo carro preto pára no Valet Service. Então descem o goleiro narigudo, sua esposa e suas duas filhas gêmeas.

Momento de silêncio no local.

Minha ex-namorada me cutucou, meu pai cochichou, as pessoas pararam. Todos petrificados,  olhando aquela celebridade. E eu caminhando em sua direção… Imagine se fosse você, o que você faria?

Eu, já adianto, sem perder o garbo nem a elegância, fui sutil. Mantive os passos normalmente, sorri para ele e, assim que cruzamos lado a lado, gritei em alto e bom som: “Maaaaarcoooooos!!!”.

Claro que tomei um soco do meu pai, um ‘xiu!” da minha mãe e olhares de reprovação de todos. Mas que foi gostoso, ah, isso foi!

É por isso que eu digo e repito sempre: “puta que o pariu, é o melhor do goleiro do Brasil: Marcos!”.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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