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Posts Tagged ‘ronaldo’

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Pensar em marcar Iniesta, Messi, Neymar e Suárez hoje em dia é loucura. Pois assista o todo poderoso Barça teve uma sensação parecida ao conhecer Ademir da Guia, Leivinha e Ronaldo 42 anos atrás.

O ano era 1974 e o torneio era o tradicional Ramón de Carranza. As semifinais opuseram o Santos, em seus últimos meses de Pelé, diante do Espanyol, enquanto que o nostro Verde bicampeão brasileiro foi enfrentar o time rico da cidade. O treinador dos blaugranas era o inventor do Carrossel Holandês, Rinus Michels, que dirigia o campeão espanhol com nada mais nada menos que Cruyff e sua dupla de Laranja Mecânica, Johan Neeskens – naturalmente uma pedreira.

Acontece que quem foi ver os holandeses da Catalunha acabou vendo os brasileiros da Turiassu. Leão e Luís Pereira garantiram um jogo sem sustos lá atrás, Edu atacou impiedosamente pela lateral-direita e, lá na frente, Divino e Leivinha infernizaram a vida do adversário. Foi de Leiva, aliás, o tento que abriu o marcador em cobrança de pênalti; já Ronaldo (aquele mesmo que deixou o Corinthians mais alguns anos na fila) ampliou de cabeça e sacramentou a vitória de 2 a 0.

Um feito e tanto, convenhamos.

E pra provar que aquilo não havia sido um golpe do destino, na final o Verdão bateu também no Espanyol (2×1, gols de Leivinha e Luís Pereira), sagrando-se bicampeão do torneio internacional. Já o Peixe tomou 4 do mesmo Barcelona e amargou a lanterna do campeonato, enquanto se preparava para assistir Pelé ir para o New York Cosmos.

Afinal, o que seria o Barça diante da Academia?

Veja abaixo o vídeo da finalíssima do torneio e divirta-se.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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O derby está no ar, Palestrinos.

40 anos após o gol de Ronaldo que os deixou ainda mais tempo naquela bendita fila e 20 anos depois daquele incontestável bicampeonato que enterrou ainda mais a nostra maldita espera. São tantas as coincidências e fatos que, talvez movido pela força de vontade demonstradas nas duas últimas partidas, estou confiante.

E não escrevo isso “só” por ser Palmeiras e Corinthians. Escrevo porque é mesmo um jogo histórico, o primeiro na Arena BNDES! História aliás que, se confirmada, joga mais uma vez ao nostro favor: o Palmeiras nunca perdeu para a gentalha quando fizeram o primeiro jogo de algum estádio.

  • Em 1917, no primeiro confronto entre os dois e também do Palestra Itália, metemos 3 a 0, acabando com uma invencibilidade deles que já durava 25 jogos.
  • Já no primeiro duelo disputado no Pacaembu, em 1940, não só vencemos por 2 a 1 como conquistamos a Taça Cidade de São Paulo.
  • E em 1967, no primeiro derby do Morumbi, vencemos por um módico e sonoro 1 a 0.

Ou seja, nada de novo. E eu não espero nada menos que motivação de sobra para o time que vai a campo. Gareca poupou os titulares de desgaste físico, o grupo conhece muito bem o adversário e a nostra caminhada neste campeonato pode dar uma guinada notável em caso de vitória.

É domingo, é na casa deles e será inesquecível.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Você certamente se lembra da imagem acima, Palestrino.

Tenha visto ao vivo ou pela TV, é certo que você ao menos ouviu falar deste gol de Ronaldo contra o Corinthians. Era 1974, a fila deles já durava duas décadas e o empate que daria o título paulista para eles estava perto de acabar com aquele incômodo – e delicioso – jejum. Só que, aos 24 minutos do segundo tempo, o homônimo do goleiro e do atacante que jogaram por lá acabou com o sonho.

Já faz 40 anos, mas, admita: isso ainda está bem vivo para nós.

Quem ilustrou este tento foi Marco Sousa, um apaixonado por futebol que ilustra gols há muitos e muitos anos. Sua vida, aliás, é dedicada ao futebol e à alegria máxima que ele produz. Qualquer apaixonado pelo esporte sabe disso.

Por isso, peço que vocês conheçam o trabalho do Marcão e, se possível, contribuam para seu projeto. O trabalho é sobre todos os tentos marcados pela Seleção Brasileira nas Copas em que vencemos (além da histórica em 1982) e você pode ajudar com qualquer quantia.

Eu já ajudei e peço que você faça o mesmo. Basta clicar acessar https://www.startando.com.br/golsilustrados e fazer a sua parte. Senão perigamos de ver perdidos gols como os de Ronaldo e Alex Cabeção – ou mesmo aquela defesa de São Marcos, que fizeram a alegria de tantas gerações.

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Siamo Palestra!

ROJAS.

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Eu sei que este blog é sobre o Palmeiras e para o Palmeiras, mas peço licença para agradecer um mito do futebol, Palestrinos.

Ontem eu estive no Pacaembu, presenciei os 15 minutos do Fenômeno em campo e me sinto um privilegiado. Primeiro porque se trata do maior artilheiro da história das Copas do Mundo; segundo porque se trata de um dos maiores de todos os tempos; e, terceiro e mais importante, porque ele é um mortal.

Explico: ídolos tendem a se tornar intocáveis. Botam marra, ignoram suas falhas, acham que podem viver acima do bem e do mal. Mas Ronaldo, não. Apesar de ser um gênio, ele sempre foi humano. Se lesionou, errou, chorou, caiu, levantou… Ronaldo fez o que todos nós já fizemos na vida.

Lembro-me quando eu tinha meus 12 anos e começaram alguns rumores de que ele viria da Internazionale para o Verdão. É claro que eram boatos infundados, mas, graças à minha idade e àquela conversa de que os contatos com a Parmalat iriam facilitar, eu sonhei alto. Por dias e dias falei disso na escola, me gabando da possibilidade.

E quando ele de fato voltou ao Brasil, mais de dez anos depois, veio bem para o nostro rival. Para piorar, seu primeiro gol foi diante da gente. Mas, pra ser sincero, passados aqueles minutos de ódio por ter sofrido o tento, meu sentimento era de tranquilidade. Simplesmente porque se tratava de Ronaldo. E também porque boa parte da graça do futebol é a rivalidade – e ter o Fenômeno como rival, ainda que gambá, é uma honra.

Novamente peço desculpas por um post que não fala do nostro Palestra. Mas eu sou da “geração Ronaldo”, respeito demais o camisa 9 e me sinto na obrigação de agradecê-lo. Muito obrigado, Fenômeno!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Foi na razza, Palestrinos!

Claro que não foi do jeito que imaginávamos, mas, dentro das circunstâncias da partida, foi um empate para se orgulhar. Muita fibra, muita raça e vontade, com 40 graus na cabeça e 1 a menos por 55 minutos.

Permanecemos líderes e, óbvio, a freguesia continua.

O JOGO
Com um 3-5-2 bem montado, o Palmeiras começou o jogo com total diomínio. Tocava bem a bola, desarmava fácil e chegava com perigo pelas laterais. Duas vezes consecutivas, aliás, Figueroa chegou na diagonal e podia ter chutado em gol, mas preferiu cruzar.

E de tanto chegar sem marcar, pagamos pelo pecado. Maurício errou na linha de impedimento e Marcos fez pênalti em Jorge Cai-Cai Henrique: expulsão e gol do Gordo.

Instantaneamente, Muricy tirou Obina e colocou Bruno. E com o time ainda perdido, Danilo foi obrigado a fazer falta dura em um contra golpe para não sofrermos o segundo gol (por sinal, o amarelo foi justo).

Com Marquinhos no lugar de Marcão (boa, Muriçoca!), voltamos dispostos a empatar na segunda etapa. E o empate veio logo aos 6 minutos: Danilo, de cabeça, aproveitou batida perfeita de Figueroa pra empatar.

Novamente aos 20′, porém, uma linha errada de impedimento culminou no segundo gol dos gambás. Bruno demorou pra cair e de novo o Gordo marcou. A partir daí, ficou difícil. Corinthians tocando a bola, Muricy mexeu novamente bem colocando o Coalhada, mas tínhamos um a menos.

Foi quando Diego conseguiu uma faltinha salvadora, de novo nostro lateral chileno cruzou e Maurício se redimiu da falha no 1º gol empatando de cabeça. Tão acostumado a tomar gols de bola parada, dessa vez nós empatamos com a cabeça e de cabeça.

O MELHOR
Na minha opinião, Figueroa.

O PIOR
Acho até injusto tentar apontar um pior nesta partida. Ninguém foi tão abaixo de ninguém. Mas já que tenho que escolher um, fico com Vágner Love – que novamente ficou abaixo do que se espera.

E AGORA?
Agora faltam 5! Temos Flu fora, Sport em casa, Grêmio fora, Atlético/MG em casa e Botafogo fora. Se dá pra ganhar? É claro que dá! Rumo ao Penta.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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