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Posts Tagged ‘sacconi’

Eis a equação do momento, Palestrinos.

Com a diretoria do Goiás afirmando que o negócio já está 100% fechado e com uma semana livre de jogo até o clássico diante do Santos, o assunto da vez é a contratação do lateral-direito esmeraldino.

Bom, pra começar, Vitor realmente é muito bom jogador. Forte, bate bem na bola, vai pra cima e já faz algum tempo tem sido destaque de Campeonatos Brasileiros. No entanto, a questão não é essa; a polêmica fica por conta da negociação.

Segundo tem sido veiculado, o Palmeiras investiria R$600 mil – mais o empréstimo dos três atletas já citados no título até o final do ano – por 65% do passe do atleta (os outros 35% são de empresários). No entanto, vale considerar alguns pontos…

Por exemplo, sobre quem vai. Com Vitor na equipe e Eduardo no banco (a esquerda fica com Armero e Gabriel Silva), Wendel realmente poderia ser emprestado sem maiores traumas. Quanto a Daniel Lovinho (que precisa mesmo ganhar experiência), o “substituto” seria Ewerthon – o que também acho justo. No caso de Sacconi (e este não sei se concordaria em liberar principalmente pela janela do meio do ano, que pode levar Cx10 ou Diego), Lincoln seria o meia a tomar sua vaga.

Outro ponto a ser estudado é o “passe” de Vitor. Em dezembro, o lateral ficaria livre do Goiás – o que, em tese, permitiria ao Verdão contratá-lo em julho. No entanto, sem comprá-lo existiria o risco de algum clube europeu fazer proposta salarial melhor e levá-lo.

Na minha opinião, o negócio é bom. E na sua?

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Foi pouco, Palestrinos, foi bem pouco.

Mas, sem querer ser fatalista e levando em conta a seqüência maçante de jogos no início da temporada, o gol de Diego Souza foi um alento em noite de futebol fraco. O Flamengo piauiense é terrível, o Palmeiras me aparentou estar cansado e o resultado acabou sendo justo.

O JOGO
Começo de Copa do Brasil é assim: times pequenos jogando a vida em uma partida. E o Flamenguinho correu demais os 90 minutos – além de contar com um goleiro em noite de gala. A isso some-se uma noite infeliz de Deyvid Sacconi, mais um dia apagado dos laterais e, claro, um Robert nulo e você entenderá perfeitamente o placar do jogo.

O gol, aliás, foi uma das poucas jogadas bonitas do jogo. Linda tabela entre Edinho e CX10, grande passe pra Dieguito e, após um drible frustrado, um chute mascado no canto. Tirando este, teve lindo passe do nostro camisa 7 pra Sacconi no primeiro tempo e duas grandes cabeçada de Danilo no final do jogo.

Aliás, Muricy, fica a fica: por que não tirar Robert e escalar Danilo de camisa 9?

E falando em Muricy, acho bom ele mostrar aos jogadores a entrevista que Herivelton (goleiro dos hómi) deu ao final da partida, emocionado e festejando jogar no Palestra dia 24. Este é o espírito de quem valoriza onde está.

O MELHOR
Pelo gol e pela garra, Diego Souza.

O PIOR
Robert conseguiu jogar 90 minutos e nem ser notado em campo. Seria ótimo se ele fosse goleiro, mas ele é o centro-avante.

E AGORA?
Agora teremos que nos cansar dia 24, no Palestra, para garantir a passagem para a 2ª fase da Copa. E a diretoria voltou a afirmar que em breve teremos os dois atacantes prometidos (Ewerthon e Velazquez).

Siamo Palestra!

ROJAS.

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A pergunta é inevitável, Palestrinos.

Com o elenco que tínhamos, já não estava fácil pensar em grandes títulos este ano. Mas ao ver Deyvid Sacconi, um titular!, ser vendido por ridículos R$6,5 milhões fica ainda mais complicado acreditar que 2010 será tão diferente do ano passado.

Junte-se a isso o fato de que não conseguimos contratar nenhum meia ou atacante decente há meses e a vidente dependência de escalar garotos que acabaram de sair da Copa São Paulo (contusões e suspensões são do futebol), eu começo a temer pelo futuro da equipe.

Se é para pagar um alto salário para Muricy, mas dar-lhe um elenco digno de Guarani, o melhor seria chamar o Jair Picerni de volta e brigar pela Sul Americana. Reage, diretoria!

E ainda assim… Siamo Palestra!

ROJAS.

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palxspo_1111

Será que eu vi um compacto, Palestrinos?

Ou será que mais uma vez entramos em campo desconcentrados, saímos atrás do placar e tivemos que suar sangue pra conseguir um empate? Foi exatamente assim contra havaianos e gambás. E parece que ainda nçao aprendemos… no entanto, nada perdido ainda.

O JOGO
O 3-5-2 se mostrou despropositado logo no início do jogo. Com apenas um jogador pernambucano fixo na frente, nossos 3 zagueiros (Edmílson, incluso, pois jogou de líbero) ficavam sem marcar ninguém e nós ainda perdemos o meio. Receita mais do que ideal para tomar dois gols seguidos.

Dois passes mal feitos, duas descidas em velocidade. Virou moda.

Enquanto isso, lá na frente, o Palmeiras atuava no mais tradicional estilo inglês da década de 80: chuveirinho. Dezenas de cruzamentos errados e sem alvo. Ao final dos 45 minutos, só uma cabeçada e um chute de Ortigoza na trave haviam levado perigo.

Pra segunda etapa, Muricy sacou os dois volantes (Souza e Sandro Silva), colocando Pierre e Deyvid. E com Deyvid em campo, o Verdão resolveu tocar a bola. Em um escanteio, Edmílson chegou 1 segundo atrasado. E aos 26, Sacconi recebeu lindo passe de Ortigol para fazer o primeiro.

Insandecido e mais ofensivo – finalmente Muricy sacou o camisa 3, apesar de ter entrado (o nulo) Marquinhos -, o Palmeiras foi pro abafa. E o empate saiu aos 30 minutos, após Danilo ter sido perfeito na conclusão: 2×2.

A virada poderia ter saído, mas o time, sem nenhuma inspiração, não conseguiria. Valeu a raça do segundo tempo, valeu por ver Pierre de novo jogando e valeu por ter vindo um ponto.

Mas que foi muito pouco, foi. Muito pouco.

O MELHOR
Ortigoza. Incrível como ele contagia nosso ataque com sua raça e voluntariedade em todo e qualquer lance.

O PIOR
Sempre que jogar, Edmílson terá este lugar cativo (ou ao menos o disputará com Marcão).

NULO
Diego Souza me fez criar uma nova categoria: o nulo.

ARBITRAGEM
Vamos ao fato: no gol de empate, o juiz – assustadíssimo – apitou antes de ter olhado pro bandeira, que acertadamente deixou o lance correr. Um estúpido acéfalo de apito na boca, é claro. Mas se apitou e validou o gol, errou.

Um erro não justifica o outro e a culpa, mais uma vez, é da CBF. Mais um árbitro fraco a ir para a geladeira neste verão.

O QUE FAZER AGORA?
Acreditar! É só isso que podemos fazer. Em um campeonato tão maluco que nem esse, nada impede que todo mundo perca pontos. A coisa está feia, mas ainda tem jeito.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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