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Posts Tagged ‘são januario’

48 minutos do segundo tempo, final de jogo no tenebroso gramado de São Januário: Vasco 3, Palmeiras 1. Outra derrota de um time que, passa o tempo, não consegue reagir. Uma mistura de raiva e tristeza deixam o sabor amargo do pessimismo na boca.

E nem tem como ser diferente. Se depois da partida diante do Sport vislumbrávamos ao menos 2 pontos fora de casa, as duas derrotas bastante similares (fora de casa, por três gols, com gols bobos perdidos e sofridos) se incumbiram de tirar qualquer força de quem ama o Palmeiras.

Quem diria, aquele título tão comemorado 2 meses atrás nos custaria tanto sofrimento. Lesões, suspensões, preguiça, previsões exacerbadas, festa em demasia… Todos foram convidados para a comemoração da Copa do Brasil e hoje convivem com a pressão e o desespero que rondam pelo Palestra.

Eu vejo mais uma falha de um zagueiro, mais um passe errado de um meio-campo, mais um chute torto de um atacante e chego a conclusão de que tanto faz qual é o nome dele. O problema do Palmeiras tem sido ele mesmo. E isso nos custa não somente derrotas quanto sofrimento. O sono não vem, o humor não melhora, até doente eu fico!

Hoje, palestrinos, sinceramente me encontro sem forças. É óbvio que irei assistir ao dérbi no domingo, mas confesso estar pessimista como nunca estive em toda a minha vida de torcedor. E, ao contrário de outros tempos, não me sinto nem um pouco culpado; a culpa é destes crápulas que nos representam dentro e fora de campo sem a menor noção do que é ter 15 milhões torcendo pelo melhor.

Que San Genaro, São Marcos ou o Divino nos salvem do pior.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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O que foi aquilo que vimos ontem, Palestrinos?!

Num show de passes errados, trombadas e erros medonhos, Palmeiras e Vasco fizeram certamente um dos cinco piores jogos que assisti na vida. Foram 90 minutos de pura tortura e sofrimento, relembrando o que tínhamos em campo nos anos 80.

Eu, que cresci nos anos 90, mas sempre ouvi meu pai e meu irmão praguejando sobre a década anterior, estou me sentindo num conto de terror. É como se tivessem inventado uma máquina que viaja no tempo e nós estívessemos voltado ao passado para ver Rocha, Gilcimar, Ditinho Souza e companhia limitada desfilarem com nostro manto sagrado pelos campos.

Quantos passes de 2 metros erramos ontem? Quantas inversões de jogo se perderam pela linha lateral? Por que Vitor fica preso na defesa, enquanto Armero pode atacar com liberdade? O que foi a trombada entre Marcos e Cleiton Xavier?

Por San Genaro… E o pior de tudo é ouvir as declarações pós-jogo e se dar conta de que, hoje, essa é a mentalidade do Palmeiras: empatar sem gols com um time de segunda divisão é bom. Único sincero em campo, pra variar, São Marcos deu a letra: “Se não vierem reforços, esse é o Palmeiras que vocês viram aí”.

Pois é, este é o Palmeiras que temos hoje. Bem parecido com aquele que tivemos na década de 80. Só nos resta torcer e rezar.

São Marcos está sozinho

Siamo Palestra!

ROJAS.

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