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Posts Tagged ‘são paulo’

Eu não aguento mais o Wesley.
Eu não aguento mais depender de um só jogador para fazer gol.
Eu não aguento mais ter que me desesperar quando convocam o Valdivia.
Eu não aguento mais um time que não sabe articular uma jogada de ataque.
Eu não aguento ter que depositar esperanças de qualquer coisa boa saindo dos pés de Diogo, Felipe Menezes e Mazinho.
Eu não aguento mais o Juninho errando tudo o que faz.
Eu não aguento mais lesões crônicas de atletas inúteis e inutilizáveis como Victorino, Welligton e Leandro.
Eu não aguento mais um time que toma gol e (quase) nunca ter forças para virar um jogo.
E, acima de tudo, eu não aguento mais ter a sensação de que o próximo jogo – seja onde for e contra quem for, será sempre uma derrota em potencial.

Acaba, 2014!
E leva contigo 90% desse elenco merda.

Siamo Palestra sempre!

ROJAS.

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Eram 14 minutos do primeiro tempo, Palestrinos.

E embora o jogo estivesse amarrado, o Palmeiras havia tomado a iniciativa. Marcava em bloco atrás do meio-campo e saía no contra ataque com Mouche (menos) e Allione (mais) abertos pelos lados do campo. Quem distribuía o jogo, naturalmente, era Valdivia – que retomou os treinos e a posição depois de 3 meses. Foi então que ele desabou no gramado com a mão no rosto.

A primeira impressão, claro, foi de uma agressão. Um braço involuntário, no mínimo, que tivesse acertado em cheio o chileno. Veio o intervalo e a informação oficial era a de que ele havia mesmo tomado uma braçada e deixado o campo por conta de uma tontura. Só que a TV flagrou uma mãozinha na coxa que, de tão tradicional, virou sua marca registrada nos últimos anos.

Valdivia, no entanto, negou. Disse ao médico que o motivo fora uma pancada no rosto. O próprio médico do Palmeiras, após a partida, disse ter achado estranho. Até que hoje, vejam só, vem a notícia de que o camisa dez de fato teve um trauma na coxa esquerda.

Quem é palmeirense está cansado do comportamento do meia. Absolutamente nenhuma história dele vem a tona com total sinceridade. NUNCA. Foi assim com sua recente transferência (e a posterior viagem a Disney), foi assim com seu “sequestro”, foi assim quando traiu sua esposa (que disse que ia separar, mas não separou)… Enfim, se tem Valdivia tem confusão.

Está claro que ele escondeu a contusão por saber que a torcida e a imprensa iriam pegar em seu pé novamente. Afinal, deve ser a sua lesão muscular de número 100 só pelo Palmeiras – vejam só, se tornou centenário antes do clube! E é óbvio que se lesionou porque está atrasado. Tivesse voltado das férias pós-Copa dentro do prazo, estaria treinando e jogando normalmente (bem como os campeões mundiais da Alemanha já estão em campo por seus clubes).

Mas querem saber? O problema de Valdivia realmente é o nariz: nariz mentiroso.

Pior é ter um elenco onde sua presença se faz tão necessária. Dependemos de um atleta que não se comporta como tal. E aí, o jogador que poderia ser craque não só se sabota, mas também sabota a todos nós. Vira um camisa 10 nota 6. Se conforma com o que é sem nunca vislumbrar quem poderia ser.

Pois bem, senhores, já que Geppetto é italiano, este é Jorge Valdivia.
O Pinnochio do Palestra Itália.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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O lance protagonizado por Henrique no último domingo foi emblemático, Palestrinos. Vou além, até: foi um retrato do que é – já faz algum tempo – o elenco da Sociedade Esportiva Palmeiras.

Depois de empatar o clássico em um pênalti, o time cresceu no jogo. Foi além do que podia, graças ao esforço de alguns seus atletas medianos, e chegou próximo ao gol da virada em um lance que deixou claro os limites técnicos da equipe. Leandro driblou Rogério, perdeu o gol e quando conseguiu se redimir rolando a bola para quem vinha de trás, viu Henrique escorregar e jogar fora a chance da virada.

Muitos dirão que Henrique é grosso. Outros que Leandro é o culpado. E mesmo que ambos possam ter certa dose de razão (eu mesmo já não tenho mais paciência com o camisa 38), a grande verdade é que este tipo de lance é o que estamos nos acostumando a ver ao longo da última década.

Foi Henrique, mas poderia ter sido Itamar. Dodô. Ricardo Boiadeiro, Gioino, Vinícius, Kahê, Rodrigão ou qualquer um dos camisas 9 qualquer nota que temos depositado esperança. Foi Leandro, mas poderia ser ali Carlos Castro, Osmar, Cristiano ou Thiago Gentil. Bem como Wendel é Fabinho Capixaba, Juninho é Misso, Josimar é Adãozinho; o Verdão de hoje é o retrato do Verdão dos últimos anos.

Em que pese, claro, ser o ano do centenário. Em que pese ainda mais ter um time na Série A abaixo do que ele era na Série B. E em que pese logicamente a perda de jogadores sensivelmente melhores por motivos pesadamente banais.

O que eu quero dizer é que estamos assim porque nos acostumamos com isso. Não nós, os das arquibancadas, mas eles, os que comandam o clube. Paulo Nobre tem tido gestão desastrosa dentro de campo, mas pode ser espelho de Della Monica, Belluzzo, Tirone, Mustafá e tantos outros aventureiros. O Palmeiras muda de “dono” a cada dois anos e acaba mudando também de cara, de elenco, de treinador… só muda essa sina maldita do mau futebol.

É por isso que, por mais desanimadora que seja a situação hoje, a única solução é irmos ao estádio. Ou levamos este time no grito ou ele vai sucumbir muito antes da hora. Quando empatamos o jogo diante do SP, foram as vozes do Pacaembu quem elevaram o ânimo da equipe.

Esqueçam: a qualidade não existe dentro dele.
Mas tem de estar fora, qualificada pelas nostras vozes.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Quando a fase é ruim não tem jeito: tudo dá errado, Palestrinos.

Você tem a bola do jogo duas vezes e ela não entra.

Você toma gols perto do final das partidas mesmo quando é melhor.

Seu goleiro é acertado por bolas na trave. E elas entram.

Seu melhor jogador sai de campo por lesionar… o nariz.

Seus jogadores limitados se superam, mas não é o bastante.

A torcida canta e vibra o jogo todo, mas não é recompensada.

Enfim, a fase está pesada para nós e não é de hoje. Mas se tem uma coisa que ajuda o azar, essa coisa se chama qualidade. Infelizmente, nostro time é esforçado, mas não passa disso. Os lances finais da partida são a pintura perfeita da nostra situação: bola no pé de um centroavante voluntarioso e ele escorrega; bola na cabeça de um centroavante técnico e ele mata o jogo.

Não tem exemplo nem sorte que mude isso.

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MONSTROS
Lúcio, Renato e Marcelo Oliveira foram gigantes. Mas, de novo: só vontade e suor ainda não ganha jogo; ou ganhamos em qualidade ou perdemos os jogos.

MONSTRUOSOS
Wendel, Mouche e Felipe Menezes foram o inverso dos atletas acima. Previsíveis, burocráticos, no nível que são e sempre serão.

GARECA ACERTOU E ERROU
Perfeito em deixar Wesley, Josimar e Leandro fora, montando a dupla de volantes com Oliveira e Renato. Errado ao insistir com Felipe Menezes e ainda demorar a tirá-lo de campo. Cristaldo parece bom jogador, mas com UM DIA de treino não dá pra saber o que acontece.

MASSA DEU SHOW
Ontem tivemos uma apresentação emocionante dos torcedores que foram ao Pacaembu. Nas arquibancadas e no tobogã, cantamos do início ao fim e fizemos o que esteve ao nostro alcance. Estendo meu elogio, inclusive, a quem sempre critico: a MV fez protesto pacífico sábado em frente ao CT e apoiou o jogo todo no domingo.

A quem insiste em ficar em casa reclamando, meu muito obrigado.
Fiquem aí mesmo.

E AGORA?
Sport fora (mas não na Ilha do Retiro) e Coritiba em casa. 4 pontos não iriam mal, mas 6 seriam o ideal. É hora de reagir antes que a pressão tome conta.

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E ainda assim… Siamo Palestra!

ROJAS.

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Você certamente se lembra da imagem acima, Palestrino.

Tenha visto ao vivo ou pela TV, é certo que você ao menos ouviu falar deste gol de Ronaldo contra o Corinthians. Era 1974, a fila deles já durava duas décadas e o empate que daria o título paulista para eles estava perto de acabar com aquele incômodo – e delicioso – jejum. Só que, aos 24 minutos do segundo tempo, o homônimo do goleiro e do atacante que jogaram por lá acabou com o sonho.

Já faz 40 anos, mas, admita: isso ainda está bem vivo para nós.

Quem ilustrou este tento foi Marco Sousa, um apaixonado por futebol que ilustra gols há muitos e muitos anos. Sua vida, aliás, é dedicada ao futebol e à alegria máxima que ele produz. Qualquer apaixonado pelo esporte sabe disso.

Por isso, peço que vocês conheçam o trabalho do Marcão e, se possível, contribuam para seu projeto. O trabalho é sobre todos os tentos marcados pela Seleção Brasileira nas Copas em que vencemos (além da histórica em 1982) e você pode ajudar com qualquer quantia.

Eu já ajudei e peço que você faça o mesmo. Basta clicar acessar https://www.startando.com.br/golsilustrados e fazer a sua parte. Senão perigamos de ver perdidos gols como os de Ronaldo e Alex Cabeção – ou mesmo aquela defesa de São Marcos, que fizeram a alegria de tantas gerações.

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Siamo Palestra!

ROJAS.

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Prezado Nobre,

Antes de mais nada, gostaria de dizer que lhe admiro. Ouvi falar muito bem do senhor quando assumiu e, um ano depois, tenho uma imagem muito positiva da sua gestão.

Muito me alegra ter um presidente nitidamente inteligente e preparado, que ao menos estudou antes de assumir o cargo que ocupa e, mais do que tudo, tem um plano para o Palmeiras.

Mas dessa vez, presidente, você errou.

É claro que uma negociação deste porte demora. Só malucos como os donos de City, Chelsea e PSG gastam milhões sem pensar nas consequências. Você foi atrás de um investidor, conseguiu a grana, negociou o salário, renegociou… mas foi pouco. Foi devagar. Foi um erro.

Depois do ano que Kardec teve em 2013 e justamente por ser sabedor da qualidade do atacante – além da duração de seu vínculo contratual –, você e o Brunoro deveriam ter se antecipado, Paulo. Aposto que você conhece o mundo dos negócios e saberia mensurar a procura enlouquecida que haveria pelo nosso nostro atacante (falaram até em Seleção, presidente, Se-le-ção).

Neste momento, pouco adianta você culpar o pai dele ou o time da Vila Sônia. Nós inclusive acreditamos que o “Alan pai” e que a turma cor-de-rosa tenha pouca ou nenhum ética. Mas, agora, tanto faz.

O que nós queríamos, Nobre, era um Brasileirão digno. Leia novamente: um campeonato digno, não um esquadrão invencível. E, pra isso, precisávamos de reforços, não de desfalques. Muito menos da trinca Prass-Valdivia-Kardec, os raros talentos deste time.

Por isso estamos chateados contigo. Por isso temos certeza de que você errou. E nem por isso te achamos o pior presidente do mundo. Longe disso, meu caro! Só queria que, ao chegar a frente do microfone, você assumisse que errou.

Tentou, brigou, chafurdou, mas perdeu essa. Que a vida continua. Sem colocar a culpa em ninguém nem falar da década de 40. Até porque o Palestra que virou Palmeiras jamais perderia um de seus principais jogadores dessa maneira. Fosse por herança da Itália, por respeito ao Brasil ou por amor próprio mesmo.

Continuamos ao lado da Sociedade Esportiva Palmeiras como sempre estivemos. E, por consequência, estaremos ao seu lado também. Que a tal “austeridade econômica” chegue até os nostros cofres, mas não esvazie nostra sala de  troféus.

Obrigado pela atenção e Siamo Palestra,
ROJAS.

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Ao que tudo indica, lá se foi Kardec, Palestrinos.

Mais um raro exemplo de jogador que chegou faz pouco tempo, mas que se enquadrou bem no clube e tinha tudo para ser um ídolo da torcida. E quando digo “torcida”, neste caso me refiro principalmente a molecada.

Quem tem contato com crianças e adolescentes sabe o poder que ídolos têm em suas vidas. E é claro que com o futebol não é diferente: se o garoto olha para seu time e reconhece nele um ou dois atletas icônicos, se sente muito mais motivada a apoiar toda a equipe. O problema é que, de novo, estamos perdendo um possível ícone para outros.

E aí, o garoto e a garota que passam a semana assistindo jogos dos campeonatos europeus para ver Messi, Cristiano Ronaldo, Neymar e outros craques mundiais, simplesmente perde o interesse pelo clube. Deixa de comprar camisa, deixa de ir ao jogo, deixa de pedir que o pai assine o pay-per-view… enfim, deixa de ajudar dentro e fora de campo.

Essa nova categoria de torcedores foi carinhosamente apelidada de “Geração Playstation”. Nada contra o video game (pelo contrário, eu mesmo jogo pra cacete), mas é assim que se denomina quem nasceu aqui, mora aqui, mas torce por uma agremiação de fora do país.

O futebol brasileiro, como um todo, está alimentando essa geração. E o Palmeiras não foge a regra e vai fazendo igual. Depois de Marcos, não tivemos mais ninguém. Barcos despontou e acabou vendido, Kardec chegou, mas também o perdemos. Hoje, quem mais chama a atenção da molecada são Prass, Lúcio e Valdivia – e olhe lá, fazendo um esforço. Não que eu sonhe em ter Ribéry no comando de ataque, mas a chance de Rodolfo e Diogo chamarem a atenção é infinitamente menor do que aconteceu com nostros ex-atacantes.

E aí, meus caros Brunoro e Nobre, seu argumento de um clube melhor se esvai. Pagar um salário um pouco maior por Kardec não é gasto, é investimento. Porque se o pequeno palestrino pediria de aniversário a camisa 14 do Verdão, agora vai preferir a 10 do Robben. Capicce?

O Palmeiras e o futebol brasileiro, como um todo, estão alimentando o desamor da criançada pelo nostro futebol. E nem dá pra dizer que eles estão errados.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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