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Posts Tagged ‘Segundona’

Já faz algum tempo que todos temos ouvido – e até falado – este termo à exaustão, Palestrinos. Mas a verdade é que, na minha humilde opinião, não existe isso de “time de Série B”.

Existem times bons, times medíocres e times ruins em qualquer divisão e em qualquer campeonato. E, resumidamente, assim como existem times muito ruins na Série A, também podem existir bons tomes na B. Óbvio que isso, por si só, não credencia o campeão da segunda ao título da primeiro no ano seguinte. No entanto, se a base é boa, existem grandes chances de se fazer um bom campeonato.

No início do ano, o Palmeiras era um cenário de terra arrasada: sem jogadores, sem dinheiro, sem presidente e sem esperança. Devagar, no entanto, as coisas foram mudando e virando, até surpreendentemente. Hoje, a equipe que temos nos credencia não só ao favoritismo na atual campanha como nos permite também sonhar com um 2014 promissor.

Veja bem, não é exagero. Se mantivermos espinha dorsal da equipe (Prass-Henrique-Valdivia-Leandro), entrosarmos bem os reforços que já chegaram (principalmente Erguren e Kardec) e pinçarmos outras boas aquisições no mercado dezembro/janeiro, vejo um horizonte ensolarado. Ainda mais no centenário e com o Palestra de volta.

Por isso, a próxima vez que você escutar que temos um time de Série B, responda que não. Afinal, pode até ser que os caras da foto aí de cima não façam frente aos ídolos que já tivemos em campo; mas o que temos é a boa e velha Sociedade Esportiva Palmeiras, campeoníssima e em metamorfose ambulante.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Lá se vão dez anos, Palestrinos.

Mas parece mesmo que foi ontem. Após a trágica campanha de 2002 (com Itamar, Dodô, Alexandre e até Índio possuído pelo capeta) e do início desastroso de 2003 (tomando um senhor 7×2 para o Vitória em casa), o ano melhorou do meio para a frente. A campanha da Série B foi boa, o time esteve sólido e em nenhum momento Marcos, Magrão, Pedrinho, Edmílson e Vágner Love tiveram ameaçada a volta à elite.

Se compararmos, a situação de hoje até parece melhor. Embora limitado, nostro time está “pronto” já faz algum tempo e a base que entrará em campo amanhã, diante do Atlético Goianiense, é a mesma que jogou a Libertadores e o Paulistão. Mas, sejamos sinceros, esse cenário teoricamente melhor pode caducar se não jogarmos pra valer.

Afinal, ao contrário de 2003, este ano não há nenhum outro time-alvo. Se naquele ano havia o Botafogo, 2013 não apresenta nenhum outro. Seremos nós, e só nós, o time a ser batido. Por isso não adiante se iludir achando que ganhar de ABC, Icasa e Paysandu vai ser moleza, porque não vai, não. Vai ser osso.

Teremos muitas partidas no norte e nordeste, muitos jogos com calor e gramados acima do normal e, acima de tudo, teremos uma vontade sobre-humana por parte dos adversários. Isso sem falar que a Série B nos colocará frente a frente com pedras no sapato históricas, tais quais Sport, ASA (como esquecer?), São Caetano e o próprio rubro-negro do serrado.

A verdade é que, assim como foi até aqui, nostra camisa vai ter que jogar. E que bom que vai ser essa nova camisa, verde e branca simples, bem como é simples e linda a sua irmã reserva branca e verde. Não que precisemos da categoria de Ademir da Guia, mas a garra de Dudu e o oportunismo de César Maluco serão bem vindos. Assim como será bem vinda não a técnica, mas a aura vencedora daquela eterna Academia.

Amanhã, Palestrinos, a Segundona começa para nós pela segunda vez. E eu espero que, pela primeira vez, aprendamos não só a subir como a ser manter de onde jamais deveríamos ter saído: do topo.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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