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Posts Tagged ‘semi-final’

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Pode não parecer, mas o jogo do próximo domingo vale muito mais do que uma vaga na final do Paulistão, Palestrinos: vale decidir qual será a cara do Palmeiras em 2015.

De um lado, a escolha de atuar da mesma maneira com o qual o time já tem atuado; de outro, a oportunidade de adicionar qualidade em campo e deixar a equipe mais ofensiva. Em outras palavras, Oswaldo de Oliveira está preso no dilema de ser Marcos Aurélio Galeano – nosso eterno e esforçado volante – ou Eduardo Galeano – o eterno e romântico escritor uruguaio.

Se pesar o fato de jogar na casa de um adversário que não perde por lá há 30 partidas, parece lógica a escolha por manter o 4-2-3-1. Com Gabriel e Arouca na cabeça da área, no entanto, ou sobra gente na frente ou Valdivia segue no banco. Como acredito que Oswaldinho escalará o chileno seja como for, acredito que o time teria Rafael Marques de centroavante com Jorgito no meio.

Agora, caso o nostro treinador considere que a melhor defesa é o ataque, dá para inovar e jogar no 4-1-4-1. Neste caso, Oswaldo teria que sacar Gabriel dos onze iniciais, isolar Arouca como primeiro volante e contar com um meio-campo repleto de meias. Embora alguns digam que Robinho pode ser um segundo volante, a real é que todos – exceto Valdivia – teriam a obrigação de marcar.

Eu, pessoalmente, gostaria de ver a segunda formação em campo. Mas não neste jogo. Contra uma maiúca que reúne tanta gente boa e rápida como a do Curintia, acredito que a primeira ideia seja mais segura. Com Guerrero dengoso e Vágner Love sozinho na frente, teremos formações espelhadas em campo. Vai ser um dérbi de igual pra igual, decidido por detalhes – através da falha e do talento de alguém.

Afinal, como escreveu Eduardo Galeano: “Por sorte ainda aparece nos gramados algum descarado cara-de-pau que sai não se sabe de onde e comete o disparate de desmoralizar toda a equipe rival, e ao juiz, e ao público das arquibancadas, pelo puro prazer do corpo que se lança à aventura proibida da liberdade”. E eu espero que este cara-de-pau seja nostro – ainda que seja Jorge Valdivia.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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A derrota de ontem foi doída, Palestrinos.

Afinal, cair em casa, para um time pequeno, com um gol aos 39 do segundo tempo, nunca vai ser algo fácil de se lidar. Agora, pelo amor de San Genaro, calma com a andança: o ano não acabou.

É mania nostra sair procurando culpados. Uns vão xingar o Kleina (que colocou Vinícius e Valdivia baleado), outros vão dizer que a culpa é da diretoria (que não trouxe lateral-direito e centroavante reservas), outros crucificarão até Bruno (dizendo, sem conhecimento algum de causa, que o chute era facilmente defensável). Pois bem, amicos, não é hora pra isso.

Ontem, exceto por uns 15 minutos de lucidez, o Palmeiras foi muito mal em campo. O time, que já não contava com Valdivia e Wendel – lesionados pelos brucutus do Bragantino -, perdeu também Kardec e Prass por lesão. Em outras palavras, perdemos os poucos jogadores que podem fazer a diferença quando as coisas apertam (inclusive pelo prisma da liderança e confiança).

Me desculpem os torcedores que adoram colocar a culpa nas costas de um de outro jogador, mas, ontem, perdemos todos.

Só gostaria de lembrar a todos que, no início do ano, nenhum palmeirense esperava nada demais deste elenco. Ou alguém aqui cravaria um início de ano com 13 vitórias, 2 empates e 3 derrotas?

A diretoria está ciente de que nostro elenco precisa, sim, de alguns reforços pontuais. Kleina precisa rever algumas decisões de banco também (Tiago Alves, Mendieta e Vinícius valem a pena?). Da mesma forma, alguns jogadores – como Leandro e Wesley – precisam colocar a cabeça no travesseiro e repensar o que têm feito dentro das quatro linhas. Mas, repito: o ano não acabou.

Temos Copa do Brasil e Brasileirão pela frente. São muitos jogos ainda. O centenário segue vivo e nós temos que viver com ele. Caso contrário, morreremos todos nós com um tombo que foi grande como Itú, mas bem menor que o Palmeiras.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Que vitória, Palestrinos, que vitória!

Não foi um jogo brilhante, mas pode ter sido um divisor de águas na vida do nostro Palmeiras atual. E antes que achem que estou empolgado demais, que estou viajando demais, por favor entendam: este foi o jogo que pode mudar o nostro triste rumo dos últimos anos. Um jogo tão marcante que pode ter sido até mais importante que uma possível final da Copa do Brasil.

Afinal de contas, nenhum time chega no Estádio Olímpico lotado e vence por 2 a 0 sem alma. E alma, amigos, alma é o que vinha faltando aos que vestem esta esta camisa verde que amamos. Mas na quarta-feira, contra todas as previsões e contra muitas adversidades, nós renascemos.

E são foram aqueles dois gols em 5 minutos que podem fazer a Sociedade Esportiva Palmeiras renascer de vez. Como um time dentro de campão, como campeã ao final do torneio, como grande ao voltar para a Libertadores e, acima de tudo, renascer como o gigante que é.

De quebra, calamos um estádio inteiro, um treinador mercenário e um jogador traidor. Calamos quem tinha de ser calado e potencializamos a voz dos milhares de guerreiros que estavam nas frias arquibancadas tricolores. Éramos 2 mil ali, mas milhões espalhados pelo mundo! E são estes que merecem respeito e vitórias.

Ainda tem 90 minutos pela frente. Nada está definido. Mas é bom saber que o Campeão do Século XX continua vivo e fazendo história.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Graças a San Genaro, saiu tudo como previsto, Palestrinos!

Um jogo feio, amarrado, catimbado, cheio de faltas, com emoção até o fim e com o tão importante gol fora de casa. Ontem, no Serra Dourada, não só batemos o Goiás por 1 a 0 – graças ao abençoado pé de Marcos Assunção -, como estamos muito perto da finalíssima da Copa Sulamericana. Vamô, Verdão!

O JOGO
O início de jogo do Palmeiras foi perfeito. Diante de um time com três zagueiros e dois volantes, marcamos no campo de ataque e forçamos o chutão pra frente, armando uns 15 minutos de pressão. O problema foi que, mais uma vez, apenas Assunção tentava chutar e, de tanto tocar, chamamos o Goiás para o nostro campo.

Foi então que começou um show de bico pra frente e de faltas. Kléber brigava sozinho no ataque, Luan corria por ele e por Gabriel Silva, Lincoln sumia na marcação e o Palmeiras mais brigava do que jogava. Assim, as únicas chances do 1º tempo, para as duas equipes, saíram em bolas paradas.

No início da segunda etapa, no entanto, o nostro Kid Bengala acertou mais um de seus chutes incríveis do meio da rua e abriu o placar para a nostra alegria. Um golaço! Com este resultado, o ideal seria cozinhar o adversário e sair nos contra ataques. O que aconteceu, porém, foi o tradicional sufoco ‘felipônico’.

Enquanto nostra zaga sofria para tentar abafar um bombardeio aéreos, Felipão resolveu dificultar ainda mais a nostra vida: tirou Tinga e Lincoln para a entrada de Pierre e Leandro Amaro. Então não passamos mais do meio-de-campo e sofremos até o último segundo para segurar o resultado.

O MELHOR E O PIOR
Pelo gol decisivo, impossível não apontar Marcos Assunção como o melhor em campo. O destaque negativo, mais uma vez, foi Márcio Araújo, que nem atacou nem defendeu pelo lado direito.

LUAN E TINGA CRESCENDO, LINCOLN CAINDO
Se houve alguém que tentou fazer algo de criativo ontem em campo, este alguém foi Tinga. Driblou, pressionou, foi pra cima e até merecia ter ficado até o final para puxar contra ataques. Outro que continua encantando pela vontade, apesar da pouca técnica, é Luan: nostro camisa 21 não parou um segundo e mostrou que é pau pra toda obra.

Já o nostro teórico ‘maestro’, Lincoln, mais uma vez foi mal. Lento e disperso, foi anulado pela marcação do fraco Carlos Alberto e nem de longe substituiu Valdívia a atura. Se continuar assim, vamos sofrer ainda mais.

NÃO RECUA ASSIM, FELIPÃO!
Eu juro que entendo o estilo do Felipão. Entendo a desconfiança com o time, a precaução, até entendo que ele reforce a marcação quando o jogo está acabando. Mas exterminar qualquer chance de contra ataque antes dos 30 minutos do segundo tempo já é demais. Não precisa disso! Tirando nostros homens de meio, você só chamou o Goiás pra cima.

Mas é assim que é. E que continue sendo sempre. Magra ou gorda, o que importa é a vitória.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Chegou mais um dia de decisão, Palestrinos!

Hoje, em Goiânia, às 22h, iremos começar a brigar por uma vaga na final da Copa Sulamericana diante do verde falsificado do cerrado. E não se enganem quanto ao que teremos pela frente: será pedreira.

Eu sei que os caras estão quase caindo no Brasileirão. Eu sei que o time deles é mais fraco que o nostro. Eu sei que temer o Rafael “She-Ra” Moura é uma piada. Mas, quem conhece o Felipão, sabe que o sofrimento acompanha cada jogo que fizermos. Pode ser contra o Boca ou contra o Sucre. Ou vocês já esqueceram o sufoco que foi o segundo tempo no Pacaembú semana passada?

Estamos seguindo os passos da Mercosul de 1998, quando o elenco ainda estava sendo montado para o ano seguinte. O time ainda oscila muito, ainda falha com freqüência, ainda recua quando não pode; porém, estamos indo, passando, classificando. E é isso que importa!

Hoje, no Serra Dourada, 1 a 0 é goleada.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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palestra292

Palestrinos do meu Brasil, por quê diabos você acreditaria na nossa vitória amanhã, diante do Santos, pela semi-final do Paulistão, se “a Copa Libertadores é obsessão”? Eu vou lher dar alguns motivos e tenho certeza que seu feriado começará mais confiante.

1) Palestra Itália: jogamos em casa. E jogar no Parque, vocês sabem, com a nossa torcida que canta e vibra, sempre traz todo um ambiente positivo pra equipe.

2) Fome de bola: o time que vai a campo talvez não seja o titular completo, mas eu garanto que todos os jogadores querem ganhar. O Paulista é o único estadual que tem visibilidade pra alguma negociação futura.

3) O Santos: sim, o próprio Santos. Você leva a sério um time com Pará, Fabão, Domingos, Roberto Brum, Roni e outras aberrações? O Santos é fraco. Só temos que marcar o Mádson e o falso K9 deles que acabou o time.

4) A meia branca: jogar decisão de meia branca é certeza de sucesso. Não é superstição besta; é fato. Nunca perdemos com ela. O Luxa sabe disso.

5) Luxemburgo: esse gosta de ganhar Paulista. E esse conhece o Santos como poucos. Certeza que mesmo sem o Cleiton ali no meio ele vai armar uma boa pro time do Mancini.

Enfim, tudo isso fora os gols de Keirrison de volta, a grande fase do Diego, o oportunismo de Ortigoza, os dribles de Armero, o nosso hino entoado logo que a bola rola… Foram 5 e eu poderia lhes dar mais 10!

Amanhã tem vitória. E terça também.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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