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Posts Tagged ‘serra dourada’

Chega de falar de arbitragem, Palestrinos!

Tenho total ciência de que fomos prejudicados ontem, diante do Goiás, mas não dá pra culpar somente juízes e bandeirinhas por resultados como esses. O que tem faltado a este Palmeiras diante e equipes fechadas é futebol em sua essência.

O que vimos ontem, em Goiânia, foi mais um exemplo de como não se jogar bola. Um time totalmente esparramado dentro de campo, sem nenhuma perspectiva de jogada nem mesmo alternativa para furar a defesa do adversário. E a verdade é que, cobre-se o ataque ou a defesa, nostro grande problema continua sendo o meio-campo.

Desde a saída de Gabriel – e a recente ausência de Arouca – estamos sem pai nem mãe na meiúca. Amaral parece aqueles cães de guarda velhos e cansados, Robinho erra absolutamente tudo o que faz, Zé Roberto não tem mais fôlego para aguentar jogos quarta-domingo-quarta e nostros suplentes (com aquele destaque negativo para Cleiton Xavier) tampouco parecem confiáveis. Não a toa Dudu recuou dentro de campo e virou referência na condução de bola das últimas partidas… O campo extenso do Serra Dourada apenas evidenciou ainda mais estes problemas todos.

Não sei qual a ideia de Marcelo Oliveira para resolver este buraco, mas a verdade é que sem um meio de campo estruturado, defesa e ataque vão seguir sofrendo. Na minha opinião, pouco adianta culpar Vitor Hugo, Victor Ramos ou Barrios por ineficiência, visto que falta proteção e apoio aos dois setores.

Ou ajustamos o meio ou vamos continuar vivendo de altos e baixos. Ora culpando atletas individuamente, ora culpando a arbitragem pelos resultados. Ninguém ganha ou perde um campeonato de 38 rodadas por causa de juiz, capicce?

Siamo Paletra.

ROJAS.

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Não ser campeão todo ano não é vergonhoso, Palestrinos.
Ter que brigar contra o rebaixamento todo ano, sim.

Contar com três cabeças de bagre no time não é vergonhoso.
Contar com onze, dezoito, trinta, sim.

Sair atrás do placar em alguns jogos não é vergonhoso.
Sair atrás em todos, sim.

Perder um jogo fora de casa não é vergonhoso.
Perder de goleada para um time fraco como o Goiás, sim.

São tantos os motivos pelos quais este elenco está nos fazendo ter o ano mais vergonhoso de nostras vidas que eu não conseguiria enumerá-los aqui neste espaço nem se tivesse mais dois metros de blog.

Até porque este time não é apenas ruim. É ruim e acéfalo, sem a menor condição de jogar futebol profissional e menos ainda de vestir nostro centenário manto alviverde. Essa equipe está em último porque é exatamente o lugar ao qual ela pertence.

A situação hoje é tão desesperadora que não há mais onde se apegarm a não ser ao fato de que sim, ainda somos e sempre seremos a Sociedade Esportiva Palmeiras.

Afinal, ser Palmeiras nunca será vergonhoso.
Mas não conseguir andar com as próprias pernas, sim.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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E o pesadelo continua, Palestrinos…

Ontem, em Goiânia, sofremos uma daquelas derrotas que são um verdadeiro balde de água fria. Fizemos um jogo parelho diante de um adversário que briga para não cair, tivemos chances de vencer e, graças a vacilos próprios – e um já tradicional da arbitragem – saímos de campo derrotados.

Não dá mais para perder pontos em jogos assim! E os de ontem foram perdidos em um verdadeiro jogo dos 7 erros.

Erro 1: Román. É inadimissível que tenhamos ido até a Argentina buscar um cara deste naipe. Achei que Felipão já havia desencanado do gringo, mas, ontem, escalou o paraguaio como “falso lateral-direito” e ele não só foi estabanado na frente como errou nos dois gols sofridos.

Erro 2: Correa. Entendo que ele tenha vindo de graça, mas, depois de 3 meses parado não dá pra meter o cara de titular. Nitidamente ficamos sem pegada no meio.

Erro 3: Valdivia. Neste caso, Felipão não tem culpa nenhuma, mas o chileno insiste neste chova-não-molha de lesão jogo sim, jogo não. Ou encostam o cara até ele estar curado ou manda esse vagabundo honrar a camisa 10.

Erro 4: Bola aérea. Entra ano, sai ano, o Palmeiras sofre com isso. Temos defensores de estatura elevada o bastante para não sofrer gols desta maneira, mas…

Erro 5: Banco. É inexistente! Exceto por uma ou outra peça, as suspensões e lesões estão nos levando a um nível desesperador de reposição. Vacilamos na janela de meio de temporada.

Erro 6: Respeitar nanicos. Isso é antigo, mas, não custa lembrar que somos o Palmeiras e que respeitar times como o Atlétiquinho é algo ridículo. Nostra postura defensiva mata.

Erro 7: Arbitragem. Pela 4a vez nas últimas 8 rodadas nos prejudicaram. Ontem foi um pênalti não marcado, minutos após termos sofrido o segundo gol. Mas a imprensa, é claro, falará apenas do gol do Santos…

Agora é tentar corrigir isso aí, esperar pela volta de quem ficou de fora e torcer por uma recuperação diante dos lambaris, no Pacaembu (aleluia, chupa Barueri!).

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Graças a San Genaro, saiu tudo como previsto, Palestrinos!

Um jogo feio, amarrado, catimbado, cheio de faltas, com emoção até o fim e com o tão importante gol fora de casa. Ontem, no Serra Dourada, não só batemos o Goiás por 1 a 0 – graças ao abençoado pé de Marcos Assunção -, como estamos muito perto da finalíssima da Copa Sulamericana. Vamô, Verdão!

O JOGO
O início de jogo do Palmeiras foi perfeito. Diante de um time com três zagueiros e dois volantes, marcamos no campo de ataque e forçamos o chutão pra frente, armando uns 15 minutos de pressão. O problema foi que, mais uma vez, apenas Assunção tentava chutar e, de tanto tocar, chamamos o Goiás para o nostro campo.

Foi então que começou um show de bico pra frente e de faltas. Kléber brigava sozinho no ataque, Luan corria por ele e por Gabriel Silva, Lincoln sumia na marcação e o Palmeiras mais brigava do que jogava. Assim, as únicas chances do 1º tempo, para as duas equipes, saíram em bolas paradas.

No início da segunda etapa, no entanto, o nostro Kid Bengala acertou mais um de seus chutes incríveis do meio da rua e abriu o placar para a nostra alegria. Um golaço! Com este resultado, o ideal seria cozinhar o adversário e sair nos contra ataques. O que aconteceu, porém, foi o tradicional sufoco ‘felipônico’.

Enquanto nostra zaga sofria para tentar abafar um bombardeio aéreos, Felipão resolveu dificultar ainda mais a nostra vida: tirou Tinga e Lincoln para a entrada de Pierre e Leandro Amaro. Então não passamos mais do meio-de-campo e sofremos até o último segundo para segurar o resultado.

O MELHOR E O PIOR
Pelo gol decisivo, impossível não apontar Marcos Assunção como o melhor em campo. O destaque negativo, mais uma vez, foi Márcio Araújo, que nem atacou nem defendeu pelo lado direito.

LUAN E TINGA CRESCENDO, LINCOLN CAINDO
Se houve alguém que tentou fazer algo de criativo ontem em campo, este alguém foi Tinga. Driblou, pressionou, foi pra cima e até merecia ter ficado até o final para puxar contra ataques. Outro que continua encantando pela vontade, apesar da pouca técnica, é Luan: nostro camisa 21 não parou um segundo e mostrou que é pau pra toda obra.

Já o nostro teórico ‘maestro’, Lincoln, mais uma vez foi mal. Lento e disperso, foi anulado pela marcação do fraco Carlos Alberto e nem de longe substituiu Valdívia a atura. Se continuar assim, vamos sofrer ainda mais.

NÃO RECUA ASSIM, FELIPÃO!
Eu juro que entendo o estilo do Felipão. Entendo a desconfiança com o time, a precaução, até entendo que ele reforce a marcação quando o jogo está acabando. Mas exterminar qualquer chance de contra ataque antes dos 30 minutos do segundo tempo já é demais. Não precisa disso! Tirando nostros homens de meio, você só chamou o Goiás pra cima.

Mas é assim que é. E que continue sendo sempre. Magra ou gorda, o que importa é a vitória.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Existem empates e empates, Palestrinos.

Alguns são justos, outros injustos, outros tem gostinho de vitória e superação, enquanto outros tem aquele amargo de uma derrota. O de ontem se encaixa em duas dessas categorias: justo e com um gosto irremediável de covardia. E eu nem preciso explicar o por quê.

O JOGO
Apesar dos dois primeiros minutos terem pressão esmeraldina, todo o restante do 1º tempo foi nostro. Ainda mais quando Ewerthon pegou aquele bonito chute de fora da área e fez 1 a 0 Verdão. Ali o time do Goiás se perdeu completamente e o Palmeiras já teve uma lição para aprender: como matar um jogo. Porque foram chances e chances jogadas fora em contra ataques e nada de segundo gol.

Então, quando veio a segunda etapa e o Goiás obviamente foi pra cima, nostra equipe recuou. Simples assim. Decidiu que ia ficar 45 minutos na defesa tirando bolas de cabeça. Felipão mexeu muito mal em todas as mudanças, a começar pela saída de Vitor e a permanência inexplicável de Armero, passando por sacar Kléber em troca de um volante e investindo na entrada de um cara que nem tinha treinado direiro (aliás, o tal de luan errou tudo o que tentou).

Aí Deola pegou uma, duas, três, quatro e o castigo veio no último minuto. Sempre de cabeça. E olha que se tivesse mais 5 minutos poderíamos ter levado a virada. Que não seria exagero, tamanha covardia do time no Serra Dourada.

O MELHOR
Ele, sempre ele, Kléber. Correu, brigou, lutou, roubou bolas e foi quase um meia diante da inoperância do menino Patrik.

O PIOR
Ele, sempre ele, Armero. É incrível que o Felipão não enxergue o quato o colombiano é sem noção… ele erra tudo, de passes laterais a corridas sem bola.

E AGORA?
Agora, sinceramente, já dá pra cobrar resultados. Não dá pra perder pontos para um time fraco como o Goiás, seja dentro ou fora de casa. Então, com Lincoln ou sem Lincoln, com Mago ou sem Mago, é hora de arrumar a casa e colocar o time pra jogar. Quarta tem Sul Americana e sábado tem a baba do Atlético/PR em casa. A vitória é obrigação.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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