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Outra vitória, Palestrinos!

A quarta seguida, quem diria, aliviando o clima pesado de desconfiança que já ameaçavam a paz da equipe e nos colocando no G-4. Sorte a nostra, sorte a de Nobre e mais ainda sorte de Ricardo Gareca, nostro novo treinador, que deve assumir o time em boa situação pouco antes da parada para a Copa do Mundo.

No entanto, como bom palmeirense que deseja o total sucesso do treinador argentino no Verdão, me sinto no direito de dar algumas dicas para ele. Afinal, ajuda nunca é demais.

  • No Palmeiras, a boa fase vai embora embora em 90 minutos: Pouco importa o quão bem o time esteja. Se perder clássico, levar goleada ou for eliminado até de torneio de truco, o bicho pega. É bom manter o time ligado.
  • Estamos somando pontos para não tomar sustos: Sim, o nível do Campeonato Brasileiro está beirando o ridículo. Mas pensar em título com este elenco é sonhar demais. Nostra primeira metade de turno traz uma tabela mais fácil e, por isso mesmo, vale ganhar tudo o que pudermos para não tomar sustos depois.
  • Precisamos de reforços, e rápido: Marcelo Oliveira não é zagueiro, Wendel nunca foi confiável, Mendieta não aguenta ser o armados da equipe e Henrique – que chegaria para o banco de Kardec – não tem reserva.
  • Tenha um time que corra e terá a torcida: Sei que isso parece comum a todas as torcidas, mas não é. Quem já esteve no Palestra ou no Paca lotado sabe que a massa é capaz de virar um jogo depois de um carrinho bem dado.
  • Dê chances a base, mas aposte também nos olheiros: Historicamente, a base do Palmeiras nunca foi o maior recurso. Mesmo os jovens que brilharam com o manto verde vieram de equipes do menores e/ou do interior do estado. Abra os olhos para torneios juniores.
  • Gringos são bem vindos: Poucas torcidas recebem tão bem estrangeiros quanto a nossa. Portanto, vá atrás de bons negócios e os traga para brilhar aqui.
  • Goleiro a gente faz em casa: Bruno deu ruim, Deola deu azar, mas Fábio provou que continuamos bem neste quesito. Confie em Orbedan, Leão, Velloso e São Marcos.

Enfim, poderia dizer até mais, mas este é o básico. Boa sorte ao nostro novo comandante e que, ao seu lado, possamos gritar “campeón” muitas e muitas vezes.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Antes de mais nada, Palestrinos, eu conheço o currículo de (W)Vanderlei(y) Luxemburgo.

Tenho ciência que ele é o treinador com maior aproveitamento da história do Verdão (67%) e de todos os títulos que ele ganhou conosco. Só que o tempo passou. E ele perdeu a mão. Hoje, trazer Luxa é trazer problemas.

1. Ele é arrogante.

2. Vanderlei nos abandonou logo no começo do Brasileirão/02, em um processo que culminou com nostro primeiro rebaixamento nacional.

3. Ele fala “pojéto”.

4. A saída dele em 2009 se deu por criticar abertamente a diretoria. E não foi a primeira vez (nem será a última).

5. Ele fala espanhol pior do que o Joel Santana fala inglês.

6. Apesar de ter dirigido Palmeiras, Santos, Atlético Mineiro, Flamengo, Grêmio e Fluminense nos últimos 10 anos – e com bons elencos –, seu último título nacional foi com o Cruzeiro, em 2003 Santos, em 2004. De lá pra cá, só estaduais.

7. Ele é viciado em pôquer.

8. Luxa pegou dinheiro emprestado de Edmundo e pagou com cheques sem fundo. Não precisa nem comentar o caráter do cara.

9. Ele sempre contrata Maldonado, Fabiano e Leandro Bochecha.

10. Se analisarmos os últimos grandes títulos do treinador, ele sempre teve grandes elencos para trabalhar. Isso, claramente, não é nostro caso no momento.

11. Ele vai colocar uma multa de rescisão milionária para poder pular fora do barco quando o caldo entornar.

Imagino ele lendo este post agora e, tenso, empurrando os óculos para o alto do nariz, enquanto gesticula obrigando o seu mordomo a fazer um overlap pelo sofá. Boa, pofexô.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Quem será nostro novo treinador, Palestrinos?

Muito tenho ouvido sobre Luxemburgo e Dorival, mas a verdade é que a lista é mais extensa. Conta com Ney Franco, Doriva e até mesmo Arce, nostro ex-lateral que está no Cerro Porteño (eliminado pelo Cruzeiro da Libertadores).

Na pesquisa que fizemos aqui no Siamo, em uma amostra de 63 respostas, o vencedor foi – para a nostra sincera surpresa – Luxa (19 votos). Na sequência, vieram Jorginho (13), Dorival (11) e Doriva (9). Leão (3), Narciso e Renato Gaúcho (1) vieram bem atrás – assim como Renê Simões, que zerou.

A conclusão é que, cansada e temerosa, a torcida está dividida em um paradoxo: ou um grande figurão ou uma grande novidade.

Afinal, o currículo de Wanderley – tanto no Palestra quanto em outras equipes – é inegavelmente bom. Mas igualmente inegável é que ele nos deixou de maneira traumática em 2002 e que sua má fase já está durando longos anos.

Quanto a Jorginho, joga a favor dele a boa impressão deixada em 2009, quando deixou o Palmeiras líder (com Obina pedindo música do Fantástico contra a gambazada) nas mãos trêmulas de Muricy. Mas o fato é que, desde então, oscilou muito em times de menor expressão.

Dorival tem o Palmeiras no sangue – e a torcida gosta disso. Também tem bons trabalhos com grupos limitados, o que é nostro caso hoje. No entanto, seus últimos trabalhos também deixaram a desejar.

Doriva é novidade – e também algum desespero. Ninguém nem lembrava da existência do ex-volante, mas, ao conquistar o Paulistão com o Ituano, ganhou status. O problema, de fato, é sua inexperiência.

Ou seja, definitivamente não existe um nome de consenso. Mas existem muita opções. Vamos torcer para Nobre acertar dessa vez.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Pelo que vejo, a massa quer a saída de Kleina, Palestrinos.

Ouço isso nas arquibancadas, nas ruas, no trabalho e leio isso o dia inteiro da internet (até um movimento #forakleina – ridículo na minha opinião – surgiu). Com isso em vista, vamos lá então: qual seria a sua opção de treinador para o Palmeiras hoje?

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Na minha sincera opinião, todas as opções disponíveis são iguais ou inferiores ao atual técnico.
Mas vamos lá, deem sua opinião.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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“Se for para estourar em alguém, que estoure em mim”.

As palavras acima são de Gilson Kleina, ontem, após o revés em São Luís do Maranhão. E, de fato, existe algo de sincero na mea culpa do treinador.

Afinal, quem ainda não conseguiu dar um padrão de jogo ao time desde o início do ano é ele. Quem insiste em Tiago Alves e Josimar (suas indicações) também é ele. Quem muda peças sem a menor coerência (Mazinho é titular, depois sai do banco, depois é esperança; idem com Patrik Vieira, Miguel e Vinícius) também é ele.

Mas acho que a culpa dele morre por aí.

Afinal, duvido que Kleina tenha pedido a negociação de Barcos, Henrique ou Kardec. Também duvido muito que o técnico não tenha indicado laterais melhores que Wendel, zagueiros melhores que Wellington, um goleiro confiável para a reserva de Prass ou atacantes com nível superior ao de Rodolfo, por exemplo. E tenho certeza de que ele dá declarações como as dadas acima simplesmente para blindar o seu grupo – mesmo podendo enxergar na má vontade de Leandro uma traição.

É aí que entra a diretoria.

Já passou da hora de Nobre, Brunoro e Omar Feitosa assumirem a culpa pela má fase da equipe. Afinal, a última aparição de Nobre foi pateticamente para culpar a diretoria do SPFW por ter perdido Kardec, a de Brunoro foi para dizer – sem nenhuma convicção – que Kleina está garantido para sábado e a de Omar foi… foi quando mesmo?

A verdade é que Gilson está sozinho. E que embora ele nunca tenha aberto a boca para falar mal da diretoria, a diretoria já tem outros nomes em mente. Provavelmente o treinador vai dançar, e será logo. Não que eu ache que nostro dublê de Fred Flinstone seja o treinador dos sonhos, mas, sinceramente, acho que ele é o menor dos culpados.

Volto a afirmar que Nobre é o melhor presidente que eu – com meus 28 anos e depois de Facchina, Mustafá, Beluzzo e Della Mônica – já vi no Verdão. Mas chega de tocar de lado: está na hora da diretoria vir a público e assumir sua culpa no trabalho. Seja na montagem do time, seja na hora de cobrar os atletas.

Com a palavra, Paulo Nobre.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Ano acabando, acesso chegando e a discussão da vez é Gilson Kleina, Palestrinos.

Confesso que não acho ele assim tão ruim – embora tampouco o ache bom. Na minha opinião, neste ano ele fez o que dele se esperava: uma Série B sem sustos. Muitos dirão que as eliminações no Paulista e principalmente na Copa do Brasil foram vexatórias, mas um elenco medíocre está sempre preparado para ter altos e baixos – foge das mão do técnico, seja ele quem for.

O ponto é que nenhum nome disponível no mercado é animador e, se é para gastar dinheiro, prefiro que a diretoria pense primeiro no time. Precisamos de  laterais em ambos os lados do campo (saravá Juninho, Wendel e Fernandinho!), ao menos um bom zagueiro (André Luiz e Tiago Alves são zero confiáveis), um meia que tente substituir Valdivia a altura e ao menos um bom centroavante para fazer sombra a Alan Kardec (que, hoje, é o ponto de equilibrio do time).

Percebam que não são poucas as deficiências. Na Série B nadamos de braçada porque o nível realmente é baixo, mas para 2014 é preciso melhorar – e todos sabemos que não é fácil conseguir reforços, ainda mais com um caixa defasado como o nostro. Logo, peço que nostra diretoria foque na melhora da equipe.

Afinal de contas, de que adianta pagar milhares de reais a um técnico – seja ele quem for – se a equipe continuar limitada? Ouço nomes como Luxemburgo e Abel, ridiculamente caros e ultrapassados, outros como Jorginho e Guto Ferreira, inexperientes e insignificantes… tudo que ouço me faz pensar que não são estes os caras que vão fazer a diferença no ano que vem. Quem fará a diferença será um Cleiton Xavier, um Luis Ricardo, peças que cheguem para jogar e ajudar dentro de campo.

De novo, concordo que Kleina tem lá seus vícios. Mas, se for mesmo para mudar, que deixem nosso banco vazio.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Luiz Felipe Scolari, Palestrinos…

Um treinador, um professor, um mestre. Confesso que, quando ele chegou ao clube, lá pelos idos de 1997, eu não imaginava que poderia durar tanto. Vínhamos de anos sob a batuta de Luxemburgo e seu futebol bonito da Era Parmalat, não seria fácil um técnico linha dura se enquadrar ao nostro padrão de qualidade.

Mas, tão logo chegou, e o senhor ranzinza de bigode logo mostrou que era vitorioso. Em seu primeiro ano pelo Verdão, pegou o time destroçado após a venda dos craques que participaram daquela campanha incrível do Paulitão dos 103 gols e o remontou a tempo de ficar com o vice-campeonato nacional. Em 1998, já com jogadores e um esquema tático que trouxe do seu amado Grêmio, montou uma equipe copeira o suficiente para vencer a inédita Copa do Brasil. E assim foi: em 99 a Libertadores, em 2000 a Copa dos Campeões e, este ano, o bicampeonato da Copa.

Um currículo invejável, sem dúvidas. Mas o que torna Felipão tão especial não são as taças, é seu comportamento. Sempre com cara de poucos amigos, nostro comandante consegue enxergar o jogo, criticar os árbitros e brigar com a imprensa sem dar mais de dois respiros. É arisco, duro, inteligente. E quando imaginávamos que sairia de mãos abanando ao final deste ano, ele ressurgiu.

Tive o prazer de conhecê-lo pessoalmente faz pouco tempo e, posso afirmar, minha admiração por ele apenas cresceu. É um profissional aplicadíssimo e um homem de princípios. Não vomita regras nem esnoba ninguém; apenas trilha o caminho que julga correto.

Por isso, quando o apito soar na noite desta quarta, o Palmeiras enfrentar o Botafogo pelo Brasileirão e Felipão completar 400 jogos pelo Palestra, lembremos que ali na lateral do campo não está um gênio ou um burro: esta Felipão. Obrigado, mestre!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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