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Lembram-se de 2007, Palestrinos?

Claro que se lembram. Após cinco anos aguentando a gambazada nos atazanar por causa da queda para a Série B, foi a vez deles sentirem o gosto amargo do rebaixamento. Mas o motivo para eu ter me lembrado disso é muito mais divertido: o gol que os rebaixou foi feito pelo nostro centroavante espírita, Alan Kardec.

Era uma quarta-feira, o Vasco também brigava para não cair e, mesmo jogando no Pacaembu, nostro co-irmão se salvou graças ao então garoto Kardec.

Segundo ele mesmo, é um dos gols mais importantes de sua carreira. E, segundo a nostra torcida, tenho certeza de que é também. Que domingo ele marque novamente e empurre o time deles ladeira abaixo no Paulistão.

Seria merecidíssimo, não?

Siamo Palestra!

ROJAS.

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48 minutos do segundo tempo, final de jogo no tenebroso gramado de São Januário: Vasco 3, Palmeiras 1. Outra derrota de um time que, passa o tempo, não consegue reagir. Uma mistura de raiva e tristeza deixam o sabor amargo do pessimismo na boca.

E nem tem como ser diferente. Se depois da partida diante do Sport vislumbrávamos ao menos 2 pontos fora de casa, as duas derrotas bastante similares (fora de casa, por três gols, com gols bobos perdidos e sofridos) se incumbiram de tirar qualquer força de quem ama o Palmeiras.

Quem diria, aquele título tão comemorado 2 meses atrás nos custaria tanto sofrimento. Lesões, suspensões, preguiça, previsões exacerbadas, festa em demasia… Todos foram convidados para a comemoração da Copa do Brasil e hoje convivem com a pressão e o desespero que rondam pelo Palestra.

Eu vejo mais uma falha de um zagueiro, mais um passe errado de um meio-campo, mais um chute torto de um atacante e chego a conclusão de que tanto faz qual é o nome dele. O problema do Palmeiras tem sido ele mesmo. E isso nos custa não somente derrotas quanto sofrimento. O sono não vem, o humor não melhora, até doente eu fico!

Hoje, palestrinos, sinceramente me encontro sem forças. É óbvio que irei assistir ao dérbi no domingo, mas confesso estar pessimista como nunca estive em toda a minha vida de torcedor. E, ao contrário de outros tempos, não me sinto nem um pouco culpado; a culpa é destes crápulas que nos representam dentro e fora de campo sem a menor noção do que é ter 15 milhões torcendo pelo melhor.

Que San Genaro, São Marcos ou o Divino nos salvem do pior.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Rodada final de Brasileirão é sempre polêmica, Palestrinos.

Ainda mais em uma rodada como esta, onde o título será decidido por dois clássicos regionais, o que vira um prato cheio para discussões infindáveis. E dentre todas as coias boas e ruins que se ouve por aí, a pior e mais repetida de todas é máxima de que “o Palmeiras vai ajudar o Vasco”.

Pois bem, amigos, não vamos.

Nós vamos, sim, entrar em campo para ganhar da gambazada. Palmeiras x Curintia é o maior jogo do mundo. Nada é mais importante que ele, seja o campeonato que for, e entrar em campo para ganhar é sempre uma obrigação. A diferença é que, desta vez, a nostra vitória pode melar o título da gentalha. E, se San Genaro quiser, vai melar bonito mesmo!

Agora vocês devem estar pensando: “Mas, cazzo, e isso não ajudar o Vasco?!”. É, mas é uma consequência. O Palmeiras entra em campo para ganhar o jogo e não ajudar terceiros. Se fosse trabalho filantrópico, teríamos entregado o jogo para os cruzmaltinos aqui no Pacaembu, três semanas atrás, quando empatamos por 1 a 1.

Coincidência ou não, são justamente estes dois pontos que fazem falta na tabela deles hoje. Por isso, é bom gambá ficar quietinho e jogar bola. O Palmeiras joga pelo Palmeiras, e só.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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O futebol está ficando chato, Palestrinos, e não é de hoje.

Ontem, ao final da partida em que batemos a bambizada por um a zero, tivemos mais alguns exemplos disso. O ocorrido foi que, enquanto ainda davam depoimentos dentro de campo, alguns de nostros jogadores souberam do gol do Vasco. E ali, em meio ao arrombo de alegria de ambas as torcidas, a maioria se calou.

Deola disse que entrará em campo para vencer porque é um clássico, Assunção concordou com nostro arqueiro, Felipão disse que não vê alegria em tirar o título do rival… a chatice de sempre. Eis que surge ele, sempre ele, Jorge Valdívia e destoa do coro: “A vitória não vai apagar o ano ruim que tivemos, mas seria um presente para o torcedor”.

Perfeito! É isso. Sem desrespeitar ninguém, o chileno falou toda a verdade. Se tirar o título do Curintia não é motivação extra aos jogadores, o que será? A torcida quer isso, a torcida irá cobrar isso, a torcida vai apoiar por isso.

Semana passada, escrevi aqui que seria ridículo dobrar o bicho dos jogadores para esta partida – e não mudo uma vírgula no que está escrito… Vai pensar em dinheiro na véspera de um jogo como esse?! No entanto, motivação não pode faltar! Foi isso que o Mago quis dizer com a palavra “presente”; em meio a um ano tão decepcionante, ter esse gostinho seria um ato de dignidade por meio dos atletas. E eu ainda vou além: só espero que o time corra e se entregue, independente do que acontecer ao final dos noventa minutos.

Para ser sincero, tenho certeza de que todos os atletas pensam isso. Mas, ali, na frente dos microfones, preferem ser “certinhos”. Contudo, compreendam de uma vez por todas: rivalidade é uma parte indispensável do futebol! E falar como Valdívia falou é totalmente coerente. Não incentiva violência, não dá poder ao adversário. Pelo contrário, isso só contribui a conversa do almoço, do escritório, do bar.

Tenho certeza de que teremos um partidaço no domingo. E vamos, sim, jogar com os ouvidos no jogo do Vasco. Não tem essa de “contra o Corinthians é sempre assim e mimimi”. Fosse ao contrário, teríamos a mesma situação.

Viva a rivalidade, viva Valdívia, vida o politicamente incorreto!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Mais um empate, Palestrinos…

O 16o em 35 jogos, recorde absoluto do campeonato e, acho eu, da história. Temos agora 43 pontos, somente seis a frente do Atlético/PR, e mais três jogos para fazer. Ou seja: precisamos de mais 4 pontos em 12 para escapar com toda a segurança da degola.

“Degola?”, indagará você, “você acha mesmo que o Palmeiras pode cair?”. Para ser sincero, acho. Aliás, eu e todos os 8 mil heróis que estiveram ontem no Pacaembu frio e chuvoso de uma quarta-feira tipicamente paulistana.

O futebol (não) jogado pela equipe no primeiro tempo de ontem e em boa parte do segundo foi alarmante. Um time sem brio, sem vontade, sem uma única jogada. A impressão que se tinha era a de que, exceto por Cicinho, Luan, Assunção e Bueno, o restante do time estava lá para assistir.

Boa parte disso, aliás, é culpa de Felipão, que escalou um time completamente defensivo. O problema é que o tal time defensivo não defendia! Perdeu todas as bolas pelo alto – inclusive a do gol -, errou passes a dar com pau e, para variar, dependeu da bola parada. Quando mexeu, Scolari ainda errou ao tirar um atacante para colocar outro… antes tirasse Gerley, João Vitor ou coisa que os valha.

A verdade é que o Palmeiras só voltou a ser um rascunho do nostro amado Palmeiras quando empatou a partida. Em um bate e rebate feio dos infernos, Luan marcou e o time acordou. Durante os 30 minutos restantes, demos carrinho, brigamos e mostramos o que todo palmeirense deseja hoje em dia: que os outros times tenham que correr muito para ganhar da gente.

No final das contas, o empate foi até justo. E antes que aqueles idiotas de plantão levantem a voz dizendo que ajudamos os gambás, já me antecipo: o Palmeiras joga pelo Palmeiras. Foda-se as outras equipes, foda-se quem vai ao estádio só para xingar, foda-se quem é profeta do apocalipse. Se correr, o Verdão nunca irá cair.

E é isso que eu espero, dedicação. O mínimo que um atleta profissional pode fazer é honrar a camisa que veste e o clube que lhe paga no final do mês.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Desisti de tentar entender este time, Palestrinos.

O time desacreditado que se superou e surpreendeu no início do ano.
O time embalado que desandou por causa de uma pseudo-transferência.
O time que venceu de virada o arquirrival e que, no jogo seguinte, tomou baile.
O time que parou depois que um de seus integrantes resolveu brigar na rua.
O time que vislumbrou o título e hoje foge do rebaixamento.
O time que perde com três a mais e melhora com dois a menos.
O time que joga bem, abre dois de vantagem e toma o empate no último lance.

O time que deu tantas reviravoltas este ano que eu poderia escrever mais duas horas sem parar o que não entendo. Só sei que, por algum motivo, o dia chuvoso e a fase tenebrosa me fazem querer ir ao Pacaembu torcer por uma vitória hoje. Mesmo que isso ajude a gambazada ou quem quer que seja.

Foda-se o campeonato, eu quero o meu Palmeiras ganhando novamente!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Foi bonito, Palestrinos…

Em mais um exercício cívico de devoção ao Palmeiras, mais de 10 mil heróis foram ao pacaembu presenciar a vitória do Verdão por 3 a 1 (Luan, Kléber e Assunção) nesta noite. E se é verdade que o resultado não foi o suficiente para classificarmos, também é verdade que jogamos bem e saímos com a cabeça tranquila para o clássico de domingo.

Na real, a desclassificação não veio hoje, mas sim na desatenção da primeira partida. Foram dois gols sem querer do Vasco, um gol mal anulado nostro e o gol fora de casa – logo dele, o terrível Jumar – decidiu o futuro na Sul-Americana. É do jogo, acontece, temos de ter paciência. Existem noites em que não existem culpados e hoje foi uma delas.

Valdivia jogou como dele se espera, Kléber desencantou, Luan voltou a ser útil, Cicinho apoiou como sempre, Assunção voltou a ter o pé calibrado… se tivemos um defeito no jogo, foi a falta de sorte em um chute tão improvável dado da intermediária. Acontece, não é ter postura pequena, é reconhecer o mundo do futebol.

Agora, atenção: o time lutou, mas não merece aplausos. Ser desclassificado para o mistão de um time como Vasco não é motivo nenhum de orgulho.

Por isso, no domingo, espero um time tão motivado e aguerrido quanto hoje. Espero, enfim, o que todos nós esperamos: o Palmeiras em campo, com a sua grandeza e imponência de sempre! Até porque se o título parec eum sonho meio distante, a Libertadores é logo ali. Basta querer e correr.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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