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Valdívia voltou, Palestrinos.

Ninguém sabe ao certo o que aconteceu entre a Copa do Mundo, os Emirados Árabes e  a Disney World, mas o fato é que algo deu errado. O chileno se reapresentou hoje na Academia e parece que será reintegrado a equipe.

Desta feita, tenho certeza que a primeira impressão de grande parte da torcida, dada a atual condição do time, é a de levantar as mãos para o céu e agradecer a San Gennaro pelo presente. Afinal de contas, ninguém discorda do fato de que o meia é de longe o jogador com mais recursos técnicos do elenco.

No entanto, também tenho certeza que outra parte da torcida não ficou tão feliz assim com este retorno. Afinal, já faz tempo que Valdívia não é tão Valdívia assim. O camisa 10 da segunda passagem não foi o da primeira e teme-se que, nessa “terceira”, seja ainda menos.

Hoje pela manhã, ao ler os jornais, eu sinceramente me identifiquei com o primeiro grupo. No entanto, bastou pensar um pouquinho mais para cair na real e ver que eu concordo mesmo é com o time dos insatisfeitos.

Explico: por melhor nível técnico que tenha, Valdívia não faz mais aqueeeeela diferença. Tem alto salário, não aguenta jogar jogos seguidos e estava na cara que o bom futebol demonstrado em alguns jogos do primeiro semestre deste ano tinha como foco a convocação para a Copa. Some-se a isso uma proposta de 5.5 milhões, por um atleta que vai completar 31 anos em outubro, e fica complicado não pesar o lado racional.

O ideal seria mesmo pegar o dinheiro, zerar a dívida com Osório Furlan e utilizar o restante da grana para fazer reparos no atual elenco. Mas agora, com sua iminente volta, sabe-se lá o que será do futuro.

De toda forma, resta torcer para ele entrar em forma rapidamente após suas longas férias e entrar em campo para nos ajudar sem lesões no restante de 2014. Já que o negócio melou, melhor um Valdívia meia boca do que um Felipe Menezes no auge da forma.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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De fato, 2014 começou diferente, Palestrinos.

E não me refiro apenas a nossa volta à Série A; me refiro ao elenco.

Após o acesso e a renovação de contrato, Kleina ganhou alguns dos reforços com os quais tanto sonhava. A maioria deles, aliás, para os setores que mais nos faltavam: o meio ofensivo e o ataque. Chegaram Bruno César, Maquinhos Gabriel, Diogo, Rodolfo – além do “fico” de Leandro e as voltas de Patrick Vieira e Mazinho. O problema é que, ao cobrir os pés, descobrimos a cabeça.

Apesar da chegada de William Matheus para esquerda, Lúcio e Victorino para a zaga, além de França para a meia defensiva, perdemos justamente jogadores de marcação. Foram embora Vilson, Luis Felipe, Márcio Araújo, Léo Gago, Charles e, agora, o capitão Henrique (vendido para o Napoli por 4 milhões de Euros).  O que estava sobrando antes, falta agora – e vice-versa.

Levando-se em conta a falta de forma de Victorino, para a zaga, por exemplo, hoje temos apenas Lúcio, o improvisado Marcelo Oliveira e garotos da base. Para o meio, sem a presença do lesionado Eguren, nossos volantes para o momentos são apenas Renatinho e França (me nego a taxar Wesley de volante, dada sua natural característica ofensiva).

O gol que sofremos sábado evidencia a necessidade de buscar reforços para o setor defensivo. Por mais que a melhor defesa seja o ataque (e é nisso que nostro treinador em apostando), teremos de encarar momentos onde o time tem de se fechar e defender como pode. E aí, amicos, pode faltar a proteção que precisamos para o nosso miolo ainda desmiolado de zaga.

Valdívia, Bruno César, Leandro, Diogo e Kardec são mesmo importantes. Mas não se pode esquecer de que Henrique foi embora. É hora de garantir um ano tranquilo procurando mais opções defensivas.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Incrível como uma semana pode desandar um ano inteiro, Palestrinos.

Não bastasse a derrota para o fraquíssimo Boa e a acachapante queda na Copa do Brasil, amanhecemos esta quinta com mais uma novidade amargurante: Vilson está de partida para a Alemanha.

O zagueiro que veio no pacote em troca de Barcos teria seu vínculo com o Grêmio encerrado ao final do ano, o que automaticamente o manteria no Palmeiras sem custos. Mas vendê-lo em um momento em que ele é titular absoluto da equipe é esdrúxulo.

A única explicação plausível é que Paulo Nobre, de fato, deve estar confundindo a Sociedade Esportiva Palmeiras com uma empresa qualquer. Seja lá o que aprendeu em seus cursos e MBAs mundo afora, Nobre precisa entender que somos um time. Sim, uma agremiação esportiva, cujo o objetivo são títulos e seus atletas são seus ativos… time de futebol não existe para dar lucro!

E com isto, por favor, não entendam “não pagar as dívidas”. Isso precisa ser feito e é louvável que esta diretoria tenha se preocupado com isso e pretenda sanar estes problemas. O que não dá é para se enfraquecer dentro de campo a custa de arroubos financeiros.

Um time de futebol, ainda mais um gigante como o Palmeiras, precisa gerar mais receita para que possa ter times melhores, ganhar mais títulos e… gerar mais receitas, completando assim o ciclo. Não somos o Audax para sair vendendo todo mundo, cazzo!

Vilson, de fato, não é um baita zagueiro. Mas, na atual conjuntura, fará falta demais a equipe. Por isso não deve sair, seja lá quantos foram os (poucos) milhões de euros oferecidos. A regra é simples: jogador sem reposição a altura não sai.

Falando de coração aberto, fui um dos torcedores convencido a gostar da postura dessa diretoria. Afinal, é bom ver um presidente que estudou, que sabe falar, que claramente adora o clube e tudo o mais. Mas também é preciso saber apontar erros em desta vez, Nobre errou feio – assim como Kleina e o atletas andam errando dentro de campo.

Alerta ligado, amicos, tá na hora de se portar como o Palmeiras.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Tá rolando uma limpeza na Academia, Palestrinos. Afinal, depois de um início de temporada onde mal tínhamos dois times para treinar, chegamos a ter o absurdo número de 44 atletas no grupo principal. São quatro times, gente demais, impossível de se ter qualidade em meio a tantos números. Daí a opção de emprestar alguns atletas.

Nessa barca já foram nomes como Luan, Weldinho, Patrik, Patrick Vieira, Maikon Leite, João Denoni, dentre outros. Os mais jovens, óbvio, saem para ganhar experiência dentro de campo; já os mais experientes, para que simplesmente joguem mais e aliviem a folha salarial do clube – que, segundo a diretoria, anda pela hora da morte.

O assunto mais recente e que despertou notoriamente a ira e atenção da torcida, foi o tal negócio envolvendo Wesley e Atlético/MG. E pelo que andei vendo por aí, quase todos o que gritaram, reclamaram da negociação. Pois bem, a reclamação é direito legítimo. Só não entendi ainda pra quê tanto choro por nada.

Wesley chegou ao Palmeiras ano passado, graças a dupla Tirone/Frizzo, pelo absurdo preço de R$20 milhões. De quebra, seus rendimentos batem na casa de R$350 mil. Sabem quantas parcelas do valor referente à compra foram pagas ao Werder Bremen? Eu vos digo: nenhum. E não foram pagas porque não temos este dinheiro (nunca o tivemos, em bem da verdade). Isso quer dizer que temos essa dívida integral, além de arcar com seu alto salário todo o mês.

Agora, antes de criticar Nobre por suas declarações, pense como presidente do Palmeiras. O que você faria no lugar dele caso alguém se interessasse pelo atleta em questão? Pense nisso com os números e as atuações do meia na cabeça. Wesley vale o quanto pesa?

Para mim, a resposta é até fácil de dar: NÃO. A espinha dorsal do Palmeiras, hoje, tem Prass, Henrique, Valdivia e Kardec – só eles são inegociáveis. Ouço muitos dizerem até que se desfazer dele seria se apequenar frente a outros clubes do cenário nacional. E eu, novamente sendo sincero demais, acho que se apequenar é bater o pé por um jogador que nada fez pela SEP até hoje.

O choro é livre, amicos. Mas pense antes de chorar a absurda falta que alguns jogadores como Wesley jamais farão.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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A pergunta é inevitável, Palestrinos.

Com o elenco que tínhamos, já não estava fácil pensar em grandes títulos este ano. Mas ao ver Deyvid Sacconi, um titular!, ser vendido por ridículos R$6,5 milhões fica ainda mais complicado acreditar que 2010 será tão diferente do ano passado.

Junte-se a isso o fato de que não conseguimos contratar nenhum meia ou atacante decente há meses e a vidente dependência de escalar garotos que acabaram de sair da Copa São Paulo (contusões e suspensões são do futebol), eu começo a temer pelo futuro da equipe.

Se é para pagar um alto salário para Muricy, mas dar-lhe um elenco digno de Guarani, o melhor seria chamar o Jair Picerni de volta e brigar pela Sul Americana. Reage, diretoria!

E ainda assim… Siamo Palestra!

ROJAS.

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Vamos nos divertir um pouco, Palestrinos.

Já basta de preocupação e lamentação: vamos pensar em 2010. Ontem já falamos de dispensas e, pelo apanhado geral, a galera está querendo a saída de Marcão, Armero, Edmílson, Jumar, Sandro Silva, Marquinhos, Willians e Lenny. É uma bela barca pra colocar no Tietê…

Mas vamos brincar um pouco de Toninho Cecílio. Encarnar o Muricy.

Quem trazer para o Verdão em 2010?

Vamos levar em conta realidade econômica. As dificuldades financeiras do clube. O ano que terá Copa do Brasil. E, claro, lembrar que a Traffic pode ajudar (desde que o perfil do atleta seja jovem).

Eu, particularmente, acho que o clube tem que concentrar esforços nas contratações de Danilo e Ortigoza. Não são tão caros (cerca de R$3 milhões o primeiro e US$1 milhão o segundo) e serão importantíssimos – pela raça e por não terem medo da pressão.

Valdívia estava negociando, mas, sem a Libertadores, já não se sabe se vem. Manoel, jovem zagueiro do Atlético/PR, também parece estar quase acertado (é bom banco). Outro zagueiro que está na pauta é Rodrigo, ex-São Paulo e Dínamo (depende de sua condição física). E Conca é sonho antigo, porém caro sem a renda do torneio sul americano (este sim seria um baita reforço).

Ontem, em um breve exercício de memória, me lembrei de alguns nomes: o atacante Edmílson (daquele time 2003, há muito perdido no Japão); Victor Simões, dispensado pelo Botafogo, também seria bom nome pro ataque; Caíque fez boa Série B pelo Guarani, é garoto e bom de bola; Douglas, meia do Goiás, também seria bom banco; também do Guarani, o lateral-direito Maranhão é rápido e pode jogar na esquerda.

Enfim… fiquem a vontade. O time é de vocês.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Fim de festa, Palestrinos.

E com a vassoura na mão, é hora de juntar os cacos e planejar 2010. Tem contrato acabando, tem contrato que só começou (mas já deve ser rescindido), tem jogador para emprestar, doar, vender, comprar… vamos ao catadão de final de ano. Vamos brincar de ser Muricy.

DISPENSAS
Com contrato acabando, é bem claro que Jefferson, Henrique e Paulo Miranda deixarão o elenco. Eles chegaram como tampões e não renderam nada. Nesta barca, eu juntaria ainda mais algumas figuras, como Marcão, Edmílson, Jumar, Marquinhos e Willians.

Com o nome Marcos, no nosso time, só o santo.

COMPRAS
Danilo e Ortigoza têm que ser adquiridos. Nenhum dos dois é um primor de categoria, mas são dois jogadores raçudos e dedicados que mostraram gostar da camisa do Verdão. Parece que a negociação anda difícil, mas será necessário (mais) um esforço da diretoria.

VENDAS, EMPRÉSTIMOS E ROLOS
Maurício Nascimento será mesmo emprestado. Dizem, para algum time da Série B, estilo Coritiba, para amadurecer. E, pelo ocorrido, parece justo. Quanto a possíveis vendas, é muito difícil dizer algo. Quem pode receber proposta (Pierre, Diego Souza e Cleiton Xavier), só sairá em caso de clubes europeus abrirem os cofres em janeiro – o que não é nada normal, já que é o meio da temporada para eles.

E você, quem acha que deve ser dispensado do Verdão para 2010?

Amanhã tem post sobre quem você acha que pode reforçar o Verde.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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