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Posts Tagged ‘Victor Ramos’

Mais um jogo se passou, Palestrinos. E, mais uma vez, passaram também bolas absurdas pelas nostras redes.

Eu sei que nenhuma defesa é intransponível e que falhas acontecem, mas o que vimos no Palestra domingo beirou o ridículo. Não bastassem, aliás, os três gols doados ao adversário por total falta de atenção, toda e qualquer bola levantada na área do Palmeiras traz um pânico amargurante… é preciso rever isso.

Até porque, embora não pareça a primeira vista, os números gerais de nostra defesa são bastante ruins. Com 26 gols sofridos em 23 jogos (média de 1.13/jogo), estamos melhor que o Flamengo, por exemplo – a frente na tabela, mas 30 vezes vazado. No entanto, estamos em pior condição que 11 outras equipes, incluindo rebaixáveis do nível de Joinville, Goiás e Coritiba.

Indo além da frieza dos números, aliás, dá pra lembrar de cabeça alguns dos erros grotescos do nostro sistema defensivo. Dois dos três gols do Dérbi, o segundo tento sofrido diante do Joinville, ambos os tentos contra o Galo, o primeiro gol no Mineirão diante do Cruzeiro – e assim vai, repetidamente, até o momento em que estamos no campeonato. E este, para mim, é o ponto: mais do que sofrer gols, tomamos gols extremamente bobos.

Ou Marcelo começa a pegar pesado com nostro sistema defensivo ou vamos seguir precisando marcar dois gols todos os jogos, porque sempre sofremos ao menos um.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Vitória, Palestrinos!!!

Sofrida, suada e por isso mesmo deliciosamente heróica. A verdade é que, quando Fernando Prass pegou a cobrança de Petros, fez muito mais do que nos classificar para a final do Paulistão: fez renascer aquele Palmeiras que não tem medo de ganhar.

Sem exagero algum, essa é uma vitória que tem o poder de afastar para bem longe a década passada e todas as dragas que passaram por aqui – seja dentro ou fora de campo. Até porque o que vimos dentro de campo neste domingo, foi um time que quis vencer a qualquer custo. Sem medo, sem fraquejar, sem sentir a pressão. Saiu na frente, recuou, tomou a virada, mas teve fome de ir ao ataque para empatar e levar nos pênaltis.

Claro que isso não quer dizer que temos um esquadrão. Estamos anos-luz de ter de volta a Era Parmalat e uma nova Academia. Mas quando os resultados vêm, cria-se um ambiente fácil de se sentir (embora difícil de se explicar) onde tudo fica mais real e palpável.

São vitórias como esta e como a obtida diante do SPFC, poucas semanas atrás, que constroem uma equipe e uma torcida confiantes. São triunfos como estes que criam aquele clima que nos acostumamos na década de 90 de que, sim, sempre é possível. São tardes como a de ontem que fazem 15 milhões de fanáticos recuperarem a força – até porque o orgulho não se foi.

Vibremos com Prass. Comemoremos com Rafael Marques. Lutemos com Gabriel. Infernizemos com Dudu. Criemos com Cleiton Xavier. E, óbvio, busquemos este título diante do Santos a partir do próximo final de semana.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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