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Posts Tagged ‘Vitor Hugo’

A temporada 2016 ainda não começa hoje, Palestrinos.

Muito embora a disputa do primeiro torneio do ano tenha início esta noite, a Copa Antel é amistosa e ainda não vai revelar pra valer o que deve ser o Palmeiras nesta temporada. Teremos alguns desfalques por limitação física (Barrios, Cleiton Xavier, Gabriel) e outros por tempo de casa (Jean). No entanto, dá pra começar a imaginar as opções de Marcelo Oliveira.

O tradicional 4-2-3-1
Formação predileta do nostro treinador, deve ser a base ao menos para o início do ano. O ponto forte segue sendo uma boa dupla de volantes e a velocidade pelos lados do campo; já o ponto fraco fica com a dependência que teremos de Robinho.
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O cauteloso 4-3-1-2
Com a boa oferta de volantes, Marcelo pode optar por um esquema mais cauteloso. O ponto forte seria a proteção a frente da zaga e a liberdade para os laterais; já o problema segue sendo a dependência de um meia de ligação.
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Ousadia e alegria no 4-3-3
Embora seja possível dizer que jogamos assim durante momentos da temporada 2015, o Palmeiras nunca teve 3 atacantes de fato. Neste caso estaria aberta mais uma vaga na frente; já no meio, a disputa seria ainda maior e poderia sobrar para Robinho ficar de fora.
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Armação ilimitada no 4-1-4-1
Com as novas opções de meio, em alguns momento Marcelo pode escolher o toque de bola em detrimento a velocidade. Ponto forte para a cadência de jogo, mas ponto fraco por ter meio banco de reservas com atacantes.
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Segurando a onda no 3-5-2
Embora seja a opção menos provável (já que não temos 3 zagueiros confiáveis), pode ser usada em casos extremos. O ponto positivo é a liberdade que damos aos laterais e às jogadas de fundo; já o ponto fraco fica por conta do meio, onde sobrarão muitos atletas.
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São cinco desenhos diferentes com cinco alternativas para nostro treinador trabalhar a equipe. Como se pode ver, o tamanho do grupo faz com que sobrem opções em várias posições (Lucas Taylor, Victor Luís, Mouche) e eu sinceramente não sei como a comissão técnica vai trabalhar em relação a isso.

No entanto, é inegável que o grupo está mais forte que em 2015 – e vai ser impossível Marcelo reclamar da falta de atletas. O principal trabalho, agora, é conseguir formar um time que possa enfrentar campeonatos paralelos sem perder o entrosamento e ter um gargalo em qualidade. Dá pra acreditar.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Se Marcos virou Santo por ser importante em momentos decisivos, por quê Prass não poderia ser canonizado na noite de hoje?

Se Neném já substituiu Arce e deu conta do recado, por quê João Pedro não poderia brilhar em uma vaga que nem tem um dono tão certeiro?

Se o jovem Roque Júnior mostrou personalidade logo que chegou a Academia, por quê o recém-chegado Vitor Hugo não poderia bater no peito?

Se um reserva do naipe de Agnaldo Liz nos guiou para o primeiro caneco da Copa, por quê Jackson também não pode?

Se o frágil Juninho nos conduziu no pressionado Alto da Glória, por quê o rodado Zé Roberto não pode nos conduzir até a mesma glória?

Se, apesar dos apesares, Galeano já nos deu tantas alegrias, por quê o promissor Matheus Sales não poderia copiá-lo na raça e na sorte?

Se o indiferente Darci já matou o Santos no mesmo torneio, anos atrás, por quê haveria de ser diferente com Arouca?

Se Alex Cabeção voltou do sono profundo por tantas e tantas vezes, por quê cazzo Robinho não poderia se inspirar em seu exemplo?

Se Mazinho “Messi Black” deitou e rolou rumo ao lugar mais alto do pódio, por quê Dudu passaria incólume?

Se a camisa 33 nos deu o bicampeonato através de Betinho, por quê não poderia fazer o mesmo vestida pelo predestinado Gabriel Jesus?

Se o trombador Óseas foi capaz de decidir a final de 98 para nós, por quê o matador Lucas Barrios não seria capaz de fazer o mesmo?

Se o estádio municipal de Barueri já foi palco de uma de nostras mais surpreendentes campanhas, por quê o Allianz Parque não será o local de mais um caneco?

Enfim, se é com Fernando Prass; João Pedro, Vitor Hugo, Jackson e Zé Roberto; Matheus Sales, Arouca e Robinho; Dudu, Gabriel Jesus e Barrios que entraremos em campo esta noite, por quê não acreditar?

Por que não ganhar?
Por quê não calar a todos?
Por quê não ser tricampeão?

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Começa o jogo na Vila Belmiro.
Racional: “Vai ser jogo duro. Pressão da torcida, o time deles é rápido, chuta mais que o nosso… vamos precisar de calma.”
Irracional: “Puta que me pariu, esse jogo vai ser foda. O campo tá um pasto, nosso time não joga nada faz tempo e vai ser treta.”

2′, Jackson cabeceia pra fora.
Racional: “Eita nóis, quase! Começamos bem, esse lance vai assustar os caras, quem diria… vai dar tudo certo hoje.”
Irracional: “Mas que caralho, Jackson, seu imbecil! Se faz essa porra a gente já larga na frente, estaciona um ônibus na frente do gol e sai na vantagem.”

4′, pênalti pro Santos.
Racional: “Foi pênalti mesmo. Mas o Prass tá bem no ano, já pego alguns, vai dar tudo certo… respira e vai dar tudo certo.”
Irracional: “Mas que filho da puta, não foi nada!!! Se o imbecil do jackson fizesse a porra do gol um minuto atrás sussa, mas agora fodeu.”

5′, a cobrança vai na trave.
Racional: “Olha aí, bola na trave! Garoto tremeu na frente do Prass, foi cheio de si e errou. Agora eles tomam um banho de água fria, a gente volta pro jogo no estilo e retoma as ações.”
Irracional: “Chuuuuuuuupa, moleque maldito! Aqui é Prass, caralho!! Tá achando o que, seu ridículo?! A noite é nossa, agora bora pra cima das sardinhas!!!”

Dos 6 aos 45′, bola com o Santos.
Racional: “A defesa tá bem, mas estamos dando muitos espaços nas costas dos laterais. Precisa corrigir isso com Lucas e Zé ficando mais fixos e com a bola chegando mais rápido no Dudu.”
Irracional: “Prass!!! Boa, Vitor Hugo! Prassssss!!! Putaquimipariu, Robinho… Caralho, Zé Roberto!! Boa, Vitor Hugo… Praaaaaaassssss!!!”

Intervalo
Racional: “A coisa tá feia. Não jogamos, não chutamos e, se continuar assim, corremos o risco de tomar uma piaba.”
Irracional: “Se não tomamos gol até agora, não vamos tomar mais. Tá treta, mas foda-se.”

5′, pênalti não marcado em Barrios.
Racional: “Foi muito pênalti, pelamordedeus… Mas pelo menos criamos uma jogada, encaixamos um contra ataque, a coisa tá melhorando. Tem que usar mais o Barrios.”
Irracional: “Juiz filho de uma puta! Miserável!! Ladrão!!! Que morra ainda hoje, seu saco de bosta.”

7′, Prass defende mais uma cara a cara.
Racional: “Não mudou nada do intervalo pra cá. Mais espaço, mais passividade… se não fosse o Prass já estava três a zero.”
Irracional: “PRAAAAAAAASSSSSSSSS!!!!!!!”

23′, substituição do árbitro.
Racional: “Espero que o outro seja melhor.”
Irracional: “Vai embora mesmo, ladrão maldito!!! Desejei sua morte e acho que certo, já vai tarde, safado!”

33′, gol do Santos.
Racional: “É, uma hora ia acontecer…”
Irracional: “Caralho, mas que time infatil! Puta drible tosco, Amaral, não me fode!! Aguentamos o jogo inteiro pra tomar um gol estúpido desses?!”

44′, Lucas expulso.
Racional: “Mas é uma anta mesmo…”
Irracional: “Mas é uma anta mesmo!!!”

50′, Nilson perde um gol sem goleiro.
Racional: “Mano, se toma esse é um abraço…”
Irracional: “Caralho! Putaquipariu, olha isso!! É um sinal Divino, coisa de São Marcos, isso é coisa de (Gabriel) Jesus!!!”

Fim de jogo.
Racional: “Poderia ter sido cinco, foi só um. Dos males os menores, estamos vivos.”
Irracional: “Na volta a gente vai cacetar esses malditos em casa! Cêis vão ver só!! Ôooooo, vamo ganhá Porcôoooooo!!!”

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Futebol é imponderável. Impossível prever o que vai acontecer no próximo jogo, ainda mais com uma equipe que oscila tanto quanto o Palmeiras. Mas é de se esperar um time totalmente diferente dentro de casa: mais confiante, ofensivo, em busca do gol.

O Santos vem contra atacar e vai ter chances de fazer isso. Mas se a gente entrar como entrou diante de Inter e Flu, existem grandes chances de achar o gol ainda no primeiro tempo. É pensar o time e estruturá-lo da melhor forma possível.

Eu acredito. Confio. Aposto.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Estamos classificados, Palestrinos! Em um jogo desnecessariamente longo e sofrido, o Palmeiras bateu o Inter por 3 a 2 no Allianz Parque e agora vai pegar o Fluminense na semifinais da Copa do Brasil.

E olha que a missão parecia fácil. Apesar de não termos criado praticamente nada na primeira etapa, nostro adversário também entrou errando demais e, graças a mais dois gols de bola parada, fomos para o intervalo ganhando de dois a zero. Seria a hora de colocar a bola no chão e explorar contra ataques, certo? Errado. Quando o time não tem um padrão de jogo, isso fica menos óbvio.

Nostra equipe recuou acintosamente, chamou o Inter pra própria intermediária e escolheu sofrer até o fim. Até tomar o gol de empate – que nos eliminaria da competição -, o time conseguiu errar TODOS os passes no meio, disperdiçou inúmeros contragolpes e colocou o jogo em risco. Robinho saiu lesionado, Gabriel Jesus parece ter perdido a confiança, Barrios foi nulo, Rafael Marques parecia pregado… dos 11 em campo, salvaram-se o Vitor Hugor, Zé Roberto e Dudu, que chamou a responsa quando o bicho pegou.

E aqui fica a pergunta: precisa mesmo sofrer para ter que jogar bola? Não dá pra pensar em rodar a bola e tentar ter um jogo calmo do início ao fim?! Gosto muito de Marcelo Oliveira, mas parece que essa sequência de jogos quarta-domingo fez o time treinar menos, pregar mais e perder o padrão que estava construindo. Simples: e preciso treinar.

Domingo, diante da Chape no sul, vale olhar para o elenco com carinho. Robinho, Zé, Rafael, Barrios e Dudu nitidamente precisam de descanso. Vamos usar Kelvin, Thiago Santos, Egidio, até dar uma chance a Felype Gabriel – por que não? Com a parada para os jogos da Seleção, teremos 15 dias até o jogo diante do Flu. É hora de tentar dar um padrão de jogo para uma equipe que faz muitos gols, toma vários outros e precisa aprender a jogar com a bola nos pés.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Mais um jogo se passou, Palestrinos. E, mais uma vez, passaram também bolas absurdas pelas nostras redes.

Eu sei que nenhuma defesa é intransponível e que falhas acontecem, mas o que vimos no Palestra domingo beirou o ridículo. Não bastassem, aliás, os três gols doados ao adversário por total falta de atenção, toda e qualquer bola levantada na área do Palmeiras traz um pânico amargurante… é preciso rever isso.

Até porque, embora não pareça a primeira vista, os números gerais de nostra defesa são bastante ruins. Com 26 gols sofridos em 23 jogos (média de 1.13/jogo), estamos melhor que o Flamengo, por exemplo – a frente na tabela, mas 30 vezes vazado. No entanto, estamos em pior condição que 11 outras equipes, incluindo rebaixáveis do nível de Joinville, Goiás e Coritiba.

Indo além da frieza dos números, aliás, dá pra lembrar de cabeça alguns dos erros grotescos do nostro sistema defensivo. Dois dos três gols do Dérbi, o segundo tento sofrido diante do Joinville, ambos os tentos contra o Galo, o primeiro gol no Mineirão diante do Cruzeiro – e assim vai, repetidamente, até o momento em que estamos no campeonato. E este, para mim, é o ponto: mais do que sofrer gols, tomamos gols extremamente bobos.

Ou Marcelo começa a pegar pesado com nostro sistema defensivo ou vamos seguir precisando marcar dois gols todos os jogos, porque sempre sofremos ao menos um.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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