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Posts Tagged ‘vitória’

Boa vitória em Ribeirão Preto ontem a noite, Palestrinos! Não foi uma primazia de partida, mas, em se tratando da primeira partida oficial do ano, os 2 a 0 acabaram de bom tamanho.

Enquanto assistia ao jogo diante do fechado Botafogo, no entanto, pensei que ainda estamos jogando da mesma maneira que em 2015. Não que isso seja ruim, até porque tivemos bons momentos, mas continuamos reféns de um esquema que privilegia um centroavante clássico. Tendo em vista que este cara não é Alecsandro e que até pode ser Barrios, mas até agora não é, cheguei a conclusão que precisamos ser o time da velocidade.

E, na verdade, tem mais: como Marcelo Oliveira tem considerado centralizar Dudu e abrir Robinho pela ponta, não faz sentido nenhum trabalhar com o camisa 27 aberto. O Palmeiras deveria assumir que é o time da rapidez e apostar nisso. Falando em outras palavras, a minha proposta é troca o 4-2-3-1 pelo 4-3-1-2.

Já que a oferta de volantes está grande, poderíamos proteger a defesa com caras que marcam e saem jogando, fazendo com que a bola encontre sempre um atleta de velocidade na frente. Dudu centralizado, Jesus pela esquerda e Erik pela direita seriam perfeitos para isso! Além do mais, poderíamos ter Zé Roberto e Lucas com mais frequência no ataque, sem se preocupar tanto com a recomposição.

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Eu sei que muita gente vai torcer o nariz, lembrar a final de Copa do Brasil feita por Robinho e até elevar o lançamento feito no jogo de ontem. E também reconheço que Barrios pode surpreender após uma boa pré-temporada. No entanto, pra mim, essa é hoje a melhor alternativa. Teríamos um meia no banco para cadenciar o jogo em caso de vitória, além de contar com um camisa 9 digno de receber chuveirinhos desesperados.

Enfim, é uma proposta.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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O dia 12 de junho de 1993 é insuperável. Mas, guardadas as devidas proporções, dia 02 de dezembro de 2015 também pode se tornar um dia histórico para todos nós.

Para a história do clube, a noite da última quarta-feira já está marcada. Afinal, títulos são eternizados e assim será com nostro tricampeonato. A conquista da Copa do Brasil, no entanto, pode ir além de um troféu na prateleira: pode ser um sinal claro de novos tempos.

Quando enfiamos uma sacolada no Corinthians e acabamos com a fila de 17 anos sem títulos, começou uma nova era. Não apenas pelo investimento da Parmalat, mas também pelo bom futebol e confiança dos jogadores que passaram pelo clube na década seguinte. E, ao que me parece, a vitória nos pênaltis diante do Santos, combinada com o aporte financeira da Crefisa e da FAM, pode dar início a uma nova era vitoriosa na nostra eterna Academia.

Temos a base de um bom time, um treinador com DNA vencedor (três títulos nacionais em três anos) e um presidente que agora pode trabalhar sem pressão. Tudo isso, combinado a clara harmonia que foi construída entre torcida e equipe dentro do reformado Palestra Itália durante todo o ano de 2015, nos faz ver um horizonte de vitórias.

Um lugar onde Prass e Zé Roberto são líderes; onde Dudu e Jesus são os craques; onde Vitor Hugo, Arouca, Robinho e Barrios formam uma espinha confiável para uma temporada com Libertadores.

Como já escrevi aqui tantas e tantas vezes, acredito que o futebol é cíclico. Todos os clubes têm altos e baixos, por maiores e mais tradicionais que sejam. Os últimos anos foram de muito sofrimento para todos nós, mas, quem sabe, os próximos não sejam da mais pura e absoluta alegria?

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Estamos classificados, Palestrinos! Em um jogo desnecessariamente longo e sofrido, o Palmeiras bateu o Inter por 3 a 2 no Allianz Parque e agora vai pegar o Fluminense na semifinais da Copa do Brasil.

E olha que a missão parecia fácil. Apesar de não termos criado praticamente nada na primeira etapa, nostro adversário também entrou errando demais e, graças a mais dois gols de bola parada, fomos para o intervalo ganhando de dois a zero. Seria a hora de colocar a bola no chão e explorar contra ataques, certo? Errado. Quando o time não tem um padrão de jogo, isso fica menos óbvio.

Nostra equipe recuou acintosamente, chamou o Inter pra própria intermediária e escolheu sofrer até o fim. Até tomar o gol de empate – que nos eliminaria da competição -, o time conseguiu errar TODOS os passes no meio, disperdiçou inúmeros contragolpes e colocou o jogo em risco. Robinho saiu lesionado, Gabriel Jesus parece ter perdido a confiança, Barrios foi nulo, Rafael Marques parecia pregado… dos 11 em campo, salvaram-se o Vitor Hugor, Zé Roberto e Dudu, que chamou a responsa quando o bicho pegou.

E aqui fica a pergunta: precisa mesmo sofrer para ter que jogar bola? Não dá pra pensar em rodar a bola e tentar ter um jogo calmo do início ao fim?! Gosto muito de Marcelo Oliveira, mas parece que essa sequência de jogos quarta-domingo fez o time treinar menos, pregar mais e perder o padrão que estava construindo. Simples: e preciso treinar.

Domingo, diante da Chape no sul, vale olhar para o elenco com carinho. Robinho, Zé, Rafael, Barrios e Dudu nitidamente precisam de descanso. Vamos usar Kelvin, Thiago Santos, Egidio, até dar uma chance a Felype Gabriel – por que não? Com a parada para os jogos da Seleção, teremos 15 dias até o jogo diante do Flu. É hora de tentar dar um padrão de jogo para uma equipe que faz muitos gols, toma vários outros e precisa aprender a jogar com a bola nos pés.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Vitória fora de casa, Palestrinos! Após cinco derrotas longe do Allianz Parque, nostro Verdão bateu o Flu por 4 a 1 e engatou duas vitórias seguidas.

Mas engana-se quem pensa que o jogo foi fácil. Engana-se muito, aliás! Ontem, no Maracanã, o Palmeiras teve 60 minutos de pura inutilidade em campo. Neste meio tempo tomou um gol e a coisa só não ficou pior porque o time adversário ajudou com sua solidária cota de ruindade – incluindo aí um pênalti porcamente perdido por Fred.

Quando acordou, no entanto, assistimos a meia hora de futebol de verdade. Em uma assistência totalmente sem querer do menino Jesus, Lucas Barrios e empatou o jogo e, quase que como em um milagre, o time mudou da água para o vinho. A virada chegou em um gol do próprio camisa 33 (presenteado pelo jogador do Flu), o terceiro veio em outra falha bisonha da defesa adversária e o quarto, terceiro de Barrios, já saiu em ritmo de treino.

O problema dessa oscilação, a meu ver, é que o Palmeiras entrou em campo tentando ser o time que não é. Com dois volantes, dois meias e um centroavante pesado, a estratégia de aproveitar os contra ataques fica totalmente perdida. A verdade é que Marcelo Oliveira deve decidir: ou entra-se em campo para jogar no contra golpe e escala-se um time veloz com jogadores como Allione e Cristaldo, ou deve-se escalar este time de ontem para manter a posse de bola. Qualquer outra configuração que não seja essa deixa o time perdido.

Além do mais, já está na hora de colocar alguns atletas definitivamente no banco. Egídio, Robingo e Alecsandro, por exemplo, já tiveram inúmeras chances e ficaram muito abaixo da crítica. É o mesmo caso de Leandro Almeida e Amaral, que já não entram mais. O Palmeiras tem um elenco que privilegia a saída rápida para o jogo e precisa transformar isso em sua maior fortaleza.

Sábado, diante do Grêmio, teremos uma prova de fogo. Ou aprendemos que nostro jogo acontece através da velocidade ou a coisa pode voltar a ficar feia na volta ao Pacaembu. Engata a terceira, Verdão!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Até o mais ateu dos Palestrinos começou esta semana agradecendo Jesus.

Depois do baile no Mineirão, ontem foi dia do menino Gabriel intervir novamente a nosso favor. Meteu dois gols (um deles milagrosamente aos 49 segundos de jogo), se movimentou bastante e ajudou o Verdão a vencer o Joinville por 3 a 2 no Allianz Parque.

No entanto, enquanto boa parte da torcida surfa na nova onda de fé promovida pelo camisa 33 e pela grande fase de nostros atacantes, eu prefiro olhar para trás e temer os inúmeros erros bobos do nostro setor defensivo. Pode até parecer que estou sendo pessimista ao extremo, mas não dá para ignorar os números e fatos apresentados nas últimas partidas.

Nos últimos cinco jogos, o Palmeiras obteve 4 vitórias e 1 derrota, com 13 gols a favor e 9 contra. Sem dúvidas, um belo retrospecto. Porém analisar os números defensivos mais de perto nos faz temer pelo pior em algumas partidas. Senão vejamos:

  • 4×2 Flamengo: dois gols (um em vacilo do meio e outro de cabeça) em dois minutos, jogando em casa e com o placar a favor.
  • Palmeiras 2×1 Cruzeiro: novamente na frente do placar, gol de falha individual total. Bola infantil nas costas da zaga e, no último minuto, quase tomamos o empate pelo alto.
  • 1×2 Atlético/MG: com um gol de vantagem desde o cinco minutos, tomamos a virada com uma falha de Prass e um pênalti estúpido cometido por Lucas.
  • 3×2 Cruzeiro: jogo totalmente decidido, 3 a 0 no placar e… mais uma vez um gol de bola nas costas e outro em mais um pênalti totalmente desnecessário.
  • 3×2 Joinville: ganhando o jogo por dois a zero, mais uma vez tomamos dois gols em dois minutos. O primeiro de contra ataque (!) e o segundo em um vacilo medonho.

O ponto aqui é que não podemos nos dar o luxo de falhar tanto e tão seguidas vezes. Vez ou outra conseguimos vencer, mas tem vezes que perdemos pontos importantíssimos. São partidas como a derrota para o Galo, o empate sofrido diante do Sport e o revés diante do Furacão que nos tiram da briga pelo título no momento.

E aqui não adiante culpar somente o miolo de zaga. Vitor Hugo perdeu várias partidas por lesão, Victor Ramos também andou fora, mas as entradas de Jackson e Leandro Almeida foram desastrosas e, no geral, temos marcado muito mal. Sem Gabriel e Arouca, Amaral, Girotto e Robinho têm deixado um buraco na cabeça de área, sem contar as muitas falhas de nostros laterais (todos eles). Marcelo Oliveira acertou em cheio nostro ataque, mas agora precisa ter mais carinho com a defesa.

Caso contrário, é bom construirmos logo um altar para Jesus. Porque se ele não salvar, nós vamos acabar indo direto pro inferno.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Argumentos para esquecer o passado, reforçar o presente e confiar no futuro. Tem jeito melhor de comemorar nostros 101 anos, Palestrinos?

Ontem, em pleno aniversário do Verdão, o que se viu nos primeiros 45 minutos do jogo de volta válido pelas quartas-de-final da Copa do Brasil foi digno do mais animado dos parabéns a você. Quem acompanhou sabe que foi impossível não se empolgar com cada lance do primeiro tempo disputado no Mineirão.

Um time sem medo de ser ofensivo, rápido, marcando sobre pressão, tocando a bola e sendo totalmente letal dentro da área. Muito graças ao meio campo técnico formado por Zé Roberto e Robinho, mas ainda mais pela linha de frente formada por Dudu e Gabriel Jesus (com ajuda ainda oscilante de Lucas Barrios). Enquanto os meias se desdobraram entre carrinhos e passes, os dois pontas acabaram com a defesa do Cruzeiro.

No entanto, é bom salientar que houve um segundo tempo – e que os 45 minutos finais foram terríveis. Com muitos erros de passe na frente, sofremos com o que nostro time tem de pior já faz alguns jogos: a marcação. Nem Amaral nem Girotto foram competentes na cabeça de área, e nostro miolo de zaga continua batendo a cabeça de maneira clamorosa (com destaque especial para a deficiência técnica e de atenção de Jackson).

Gabriel e Victor Ramos fazem mais falta do que imaginava nostra vã filosofia…

Mas como todo dia 26 de agosto se trata de festa, o dia de ontem foi dia de celebrar. Esquecer de vez o ano maldito que tivemos no centenário, comemorar a fase de bonança da temporada atual e sonhar alto com as temporadas que ainda estão por vir. Seja pelos títulos a serem conquistados ou pela bola a ser jogada pelo menino Jesus. Enfim, nostro ano novo começou com cara de Natal.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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E veio o pior, Palestrinos. Após 8 rodadas sem conhecer nenhuma derrota, calhou de amargarmos logo duas na sequência neste Brasileirão.

Bom dizer que nenhuma delas é calamitosa; Atlético/PR e Cruzeiro são times que estão se arrumando e ainda irão roubar pontos de muita gente neste campeonato. Mas, pelas circunstâncias em que perdemos os jogos (um com a casa lotada e o outro depois de buscar o resultado), dá pra entender a reação da massa quanto a esses dois reveses.

A questão é que, em pontos corridos, não dá pra ficar chorando os jogos derramados. Temos mais duas partidas até o final do primeiro turno e o objetivo é um só: conquistar os seis pontos. Pela frente vêm o Coritiba em crise e o Flamengo, em ascensão, mas jogando no Allianz Parque. 100% de aproveitamento é mais do que possível.

Marcelo Oliveira terá de lidar com a suspensão de Lucas e Victor Ramos, porém o principal é tentar arrumar nostro meio-campo. Desde que Gabriel saiu da equipe ainda não conseguimos achar uma formação útil, ficando com buracos tanto na marcação quanto na armação de jogadas. Robinho está mal (com Cleiton Xavier pior), Dudu e Rafael caíram demais e é preciso reequilibrar o sistema de jogo.

Na minha humilde opinião, chegou a hora de mudar o esquema. Fazer um 4-4-2 clássico, usar os atacantes de qualidade que temos no elenco e forçar o jogo pelo meio. Podemos até colocar Zé Roberto de volta no time, ajudando Arouca na proteção e saída de bola.

O importante é que, ao contrário dos últimos anos, opções existem. E eu confio que nostro comandante irá encontrar a solução ideal para que voltemos ao G4.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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As arquibancadas do Allianz Parque denunciam, Palestrinos: estamos em boa fase.

Depois de anos e anos sem a menor perspectiva de vencer o Brasileirão – nos arrastando nos já arrastados pontos corridos -, é óbvio que a média de 33 mil torcedores por partida está sendo motivada pela boa campanha.

Um movimento que começou com a reinauguração do nostro estádio no ano passado, mas que ganhou corpo de vez após a chegada de Marcelo Oliveira e a grande sequência de resultados que tivemos nas últimas semanas. Uma comunhão que está dando liga e, de fato, pode nos conduzir até a taça.

Para a minha surpresa, no entanto, descobri que tenho vocação para sofrer.

Desde o cinco anos, sempre tive grande presença em jogos do Palestra. Nunca fui a menos de vinte por temporada. Em 2015, confesso, minhas idas tem se tornado mais raras. Claro que o valor dos ingressos e os compromissos profissionais têm ajudado neste processo, mas cheguei a conclusão que, com o Palmeiras em boa fase, posso ficar mais tranquilo de faltar aos jogos.

Não que eu seja masoquista ou coisa parecida. O fato é que, com as vitórias vindo naturalmente, sinto que o papel de apoio está sendo preenchido pelo restante da massa. Estive presente em grandes vitórias este ano, mas, a mim, parece que sempre que o time se encontrou em momentos complicados (e foram muitos na última década e meia), eu me senti muito mais compelido a comparecer do que me sinto agora.

É óbvio que vencer o Atlético/PR neste domingo tem tanto valor quanto tinha vencer o Coritiba após tomarmos de seis no jogo de ida pela Copa do Brasil de 2011. Mas, naquele dia, eu senti que tinha o dever de comparecer ao Pacaembu para gritar. Bem como quando tomamos sete do Vitória naquele começo difícil de 2003 ou mesmo ao sofrer com o primeiro triunfo de Gareca, diante do Criciúma, no ano passado.

Acho que, no fundo, essa é a sina de todo torcedor apaixonado: estar ao lado da sua paixão na alegria e na tristeza. Na cadeira verde ou no cimente quente. Com teto coberto ou tomando chuva. Só tenho tido cada dia mais certeza de que eu, definitivamente, tenho o dom de sofrer. E sofrer feliz.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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O esquema tático e a escalação são rigorosamente os mesmos. As opções no elenco também são praticamente iguais. Então o que tanto mudou para que o Palmeiras inconstante de Oswaldo se tornasse o Palmeiras vencedor de Marcelo Oliveira?

É claro que a resposta não pode ser dada de forma tão simplista, mas, grosso modo, vem muito do que mostram os números: o time de MO é muito mais assertivo que o de OO. Explico.

Enquanto a equipe trocava, em média, 401 passes com Oswaldo, hoje o número caiu para 280. Se eram 15 finalizações por jogo, agora são 12. Os 26 cruzamentos efetuados a cada noventa minutos são, agora, 16. Resumidamente, por mais que possa parecer que a equipe estivesse em melhor forma antes, existe uma diferença clara entre quantidade e qualidade.

Com Marcelo Oliveira, o Palmeiras troca menos passes, mas chega muito mais rápido ao gol (em média 4 passes a menos até finalizar). Chuta menos em números absolutos, mas subiu o número de gols marcados de 1 para 2.25 por partida. Efetua bem menos cruzamentos, mas aumentou a efetividade deles em 10%. E por aí vai.

Ao meu ver, o grande diferencial do momento é que nostra equipe é mais aguda. Marca em cima, sai em velocidade, busca abrir o jogo pelas laterais e efetua jogadas mais simples (como tabelas rápidas no meio-campo). Claro que isso tudo não quer dizer que Oswaldo seja um lixo, mas claramente a chegada de Marcelo fez a equipe ter mais apetite.

Os próprios atletas, individualmente, cresceram demais – e Egídio é, provavelmente, o maior exemplo disso. Porém pode-se citar outros nomes como Arouca, Dudu e Leandro Pereira facilmente. A impressão clara de quem acompanha os jogos é a de que, finalmente, não existe mais aquele medo/receio/ranço de ganhar. Nostro novo treinador está fazendo a equipe, de fato, evoluir.

Domingo temos um jogo em casa diante do Atlético/PR e, vencendo, MO chegará a um aproveitamento de 80% dos pontos disputados. Para efeito de comparação, OO deixou a equipe com 33% dos pontos somente no Brasileirão. Ou seja: caso a equipe mantenha a pegada, podemos providenciar uma carta de agradecimento à diretoria do Cruzeiro. Afinal de contas, não é sempre que se ganha um treinador destes de graça.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Fizemos a trinca, Palestrinos! E muito embora os últimos nove pontos tenham sido cruciais para a nostra subida na tabela, ainda há muito trabalho a ser feito.

E que fique claro que isso não é papo de pessimista: quem acompanhou os dois últimos jogos na íntegra sabe muito bem do que estou falando. Se por um lado batemos equipes que jogam fechadas por natureza – e sempre foram uma pedra em nostro sapato -, por outro ficamos devendo demais na criação e no volume de jogo.

Ontem, em Cuiabá, tivemos um exemplo claro disso. Mesmo com dois a zero no placar ainda no primeiro tempo, sofremos demais para assegurar o resultado. Marcelo Oliveira mexeu bem em todas as três alterações, mas a segunda etapa foi sofrível. O que vimos foi um festival de chutões pra frente e lançamentos para ninguém. Não fossem as duas chances claras de gol desperdiçadas por uma Ponte pra lá de desfalcada, poderíamos ter saído de campo em maus lençóis.

De positivo, só mesmo o rapaz da foto acima. Embora tenha chegado repleto de desconfiança, a verdade é que Rafael Marques é, hoje, o ponto de equilibro do Palmeiras. Não só pelas duas assistências de ontem, mas principalmente por ser o único atleta a ter calma com a bola nos pés. O único a levantar a cabeça, olhar jogo e entender que o bumba-meu-boi está longe de ser um estilo de jogo compatível com nostra equipe.

Aliás, já que Robinho está totalmente perdido e Cleiton Xavier ainda está vergonhosamente fora de forma, uma forma de jogar é escalar Rafael na meia. Pode-se entrar com Zé Roberto ou mesmo Kelvin na vaga deixada e tentar fazer o time fluir através de um jogo de velocidade. Outro que vem mal é Leandro Pereira que, assim que Barrios chegar, deve amargar o banco por um bom tempo.

Olhando o ponto pra lá de positivo, no entanto, parece que enfim nos reacostumamos a vencer. O jogo de quarta, diante do Avaí, é perfeito para fazermos a quadra, embalarmos de vez e chegarmos forte na Ilha do Retiro para um jogo que provavelmente será confronto direto pelo G4. Basta colocar a bola no chão e ter um pouco mais de calma da próxima vez.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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