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Posts Tagged ‘volantes’

Chegou mais uma semana decisiva para nós, Palestrinos. Mais dois jogos complicados se aproximam e está na hora de tentar engatar uma sequência favorável antes de enfrentar as pedreiras que se avizinham.

Nesta quarta-feira, diante do Botafogo, temos o último jogo da sequência de confrontos diretos do Z4 e, sendo realistas, podemos vencer. Apesar da nostra campanha fora de casa ser pífia –  de não termos aproveitado tão bem estes embates diante de times teoricamente mais fracos -, não existe um momento tão bom para enfrentá-los como o de agora. Eles estão devendo salário, acabaram de demitir 4 atletas importante se vêm para campo depois de uma derrota para outro time da degola, o Vitória.

Já a partir de sábado, começa outra sequência: a de jogos diante de clubes que estão na parte de cima da tabela. São quatro partidas, sendo três delas em casa (Santos/Grêmio/SCCP) e uma fora (Cruzeiro). Complicadíssimo, mas não impossível se Dorival entender o simples: que temos que jogar sempre por uma bola.

Não adianta abrir o time e achar que vamos envolver o adversário porque já tivemos diversas provas de que isso vai dar errado. É preciso proteger a nostra frágil defesa e exigir movimentação do meio-campo para ajudar. O Palmeiras de hoje não tem qualidade e, por isso mesmo, precisa de precaver.

Eu, pessoalmente, colocaria apenas Valdívia, Cristaldo e Henrique no comando de ataque. Seja qual foi a dupla de zaga, colocaria Marcelo Oliveira, Renato e Allione/Wesley/Washington/Matheus Sales a frente da zaga para deixá-la menos vulnerável. Isso sem falar que, com 3 volantes, pode-se dar mais liberdade a Victor Luís (que deve ser titular da lateral, não do meio, no lugar do atrapalhado Juninho). Lá na frente, deixemos que o trio de ataque se vire para criar chances.

É preciso entender que a única forma de ganharmos posições nessa grande votação chamado Campeonato Brasileiro é sendo conservador. 1 a 0 vale o mesmo número de pontos do que os 4 a 2 diante da Chapecoense – e nós precisamos vencer a qualquer custo. Fecha o time, Dorival!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Eu, como todo e qualquer palmeirense, adoraria ver o time jogando ofensivamente. Mas, infelizmente, caros Palestrinos, o melhor que podemos fazer hoje é usar três volantes.

Sim, eu sei que você torceu o nariz. Eu também já torci por diversas vezes. A verdade, no entanto, é que o time funciona melhor assim. Não temos Iniesta, Xavi, Messi e Neymar para fazer quadrado mágico; não temos Di Maria, Cristiano Ronaldo e Benzema para jogar na velocidade; tampouco contamos com Silva, Agüero e Dzeko… somos o medíocre Palmeiras da Série B.

O jogo de ontem, diante do Oeste, foi apenas mais um de uma série de partidas em que o Palmeiras jogou razoavelmente bem e correu poucos riscos. Afinal, sem um primeiro volante de formação e visando dar liberdade aos três jogadores de frente (Valdívia, Leandro e Kardec), o trio Araújo-Charles-Wesley vem alternando subidas e descidas e segurando bem a bronca.

Caso Eguren entre no time – e eu nem sei se deveria, já que ele sempre joga poucos minutos tanto aqui quanto na seleção uruguaia -, podemos pensar em Mendieta ou mesmo mais um ponta (Ananias ou Serginho, já que o Vinícius será eterno jogador de banco). Mas isso é suposição, só o Kleina deve saber porque o gringo não joga.

Hoje, entretanto, o 4-3-1-2 é a melhor saída. O time mais eficiente que podemos ter passa por Fernando Prass; Luis Felipe, Vilson, Henrique e Wendel; Araújo, Charles e Wesley; Valdívia; Leandro e Alan Kardec. Goste você ou não, goste eu ou não.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Sufoco desnecessário hein, Palestrinos?

Jogando em casa, diante do fraco XV de Piracicaba, não existem desculpas para sofrer o tanto que sofremos para sair com a vitória. E embora muitos falem do início da temporada, dos titulares poupados e da estreias promovidas, a verdade é uma só: sofremos por pura covardia do nostro treinador.

Ou existe algo que justifique deixar o time com QUATRO VOLANTES em campo? Não tivemos jogadores expulsos, não estávamos jogando diante do Barcelona, nem foi falta de opções no banco… Ontem Felipão errou e errou feio.

Já disse que aqui mais de mil vezes que gosto demais do trabalho do nostro comandante, mas, assim como havia escrito na semana passada, está mais do que na hora dele colocar o Palmeiras para jogar como Palmeiras. Uma coisa é enfrentar um time rápido como o do Santos com três volantes e dando liberdade ao meia de ligação; outra, completamente diferente, é recuar o time em casa diante de um adversário pra lá de limitado.

Estamos cansados de saber que não temos o melhor elenco, mas também está claro que não temos o pior. Está na hora de atacar, de sermos agudos, de impormos respeito. Que se use a velocidade dos nossos laterais para subir, a técnica de nossos meias para lançar, a velocidade e oportunismo dos atacantes para definir!

Não sou aqui um romântico lunático que quer ver o Verdão em campo sem volantes. Tenho consciência de que não temos Xavi, Iniesta e Messi para jogar. No entanto, já deu no saco ver Scolari botar o time para frente só quando estamos perdendo. A frustração da massa ontem, ao ver Barcos entrar aos 25 minutos do segundo tempo e ficar totalmente isolado, mostrou isso.

Por isso, a frase que dá nome a este post e que ficou famosa pela boca do ultrapassado Luxemburgo, nunca fez tanto sentido para nós.

DEOLA TEM CRÉDITO
Apenas uma observação: Deola falhou ontem, sim, nos dois gols. Mas ele já havia feito diversas boas defesas antes das falhas, vem agarrando demais e tem crédito para continuar na posição. Todos têm dias ruins, o do nostro arqueiro foi ontem. Bom que pudemos ganhar mesmo assim!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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taticas

Quando o Verdão entrou em campo no último sábado, no nosso salão de festas pernambucano, surpreendeu a formação com 3 zagueiros – esquecida desde a época de Luxemburgo.

Contra o Flu, no meio de semana, a equipe havia repetido a escalação do baile sobre a gambazada, jogando num 4-5-1, onde Obina fica solto na frente e recebe a companhia de Cleiton Xavier e Diego Souza.

Já 4 partidas atrás, ainda com Jorginho, o time jogava num 4-4-2 clássico, onde Ortigoza ou Willians faziam a dupla de ataque, com apenas Edmílson e Pierre na marcação.

Segundo Muricy, a mudança foi feita porque nostros laterais atacam muito e deixam os zagueiros no mano a mano. E é capaz que contra o Grêmio, na quinta, no Palestra, o time volte aos 3 volantes – trocando novamente 3 zagueiros.

Mas e você, o que você prefere, palestrino? Mais proteção, mais ofensividade, menos riscos?

Eu gosto do 4-4-2, com Ortigol e Obinão no ataque.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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