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Posts Tagged ‘Weldinho’

Tá rolando uma limpeza na Academia, Palestrinos. Afinal, depois de um início de temporada onde mal tínhamos dois times para treinar, chegamos a ter o absurdo número de 44 atletas no grupo principal. São quatro times, gente demais, impossível de se ter qualidade em meio a tantos números. Daí a opção de emprestar alguns atletas.

Nessa barca já foram nomes como Luan, Weldinho, Patrik, Patrick Vieira, Maikon Leite, João Denoni, dentre outros. Os mais jovens, óbvio, saem para ganhar experiência dentro de campo; já os mais experientes, para que simplesmente joguem mais e aliviem a folha salarial do clube – que, segundo a diretoria, anda pela hora da morte.

O assunto mais recente e que despertou notoriamente a ira e atenção da torcida, foi o tal negócio envolvendo Wesley e Atlético/MG. E pelo que andei vendo por aí, quase todos o que gritaram, reclamaram da negociação. Pois bem, a reclamação é direito legítimo. Só não entendi ainda pra quê tanto choro por nada.

Wesley chegou ao Palmeiras ano passado, graças a dupla Tirone/Frizzo, pelo absurdo preço de R$20 milhões. De quebra, seus rendimentos batem na casa de R$350 mil. Sabem quantas parcelas do valor referente à compra foram pagas ao Werder Bremen? Eu vos digo: nenhum. E não foram pagas porque não temos este dinheiro (nunca o tivemos, em bem da verdade). Isso quer dizer que temos essa dívida integral, além de arcar com seu alto salário todo o mês.

Agora, antes de criticar Nobre por suas declarações, pense como presidente do Palmeiras. O que você faria no lugar dele caso alguém se interessasse pelo atleta em questão? Pense nisso com os números e as atuações do meia na cabeça. Wesley vale o quanto pesa?

Para mim, a resposta é até fácil de dar: NÃO. A espinha dorsal do Palmeiras, hoje, tem Prass, Henrique, Valdivia e Kardec – só eles são inegociáveis. Ouço muitos dizerem até que se desfazer dele seria se apequenar frente a outros clubes do cenário nacional. E eu, novamente sendo sincero demais, acho que se apequenar é bater o pé por um jogador que nada fez pela SEP até hoje.

O choro é livre, amicos. Mas pense antes de chorar a absurda falta que alguns jogadores como Wesley jamais farão.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Lembram-se quando o embreagado Luiz Fernando Vanucci disse, ao final de Copa do Mundo de 2006, que a África do Sul era logo ali, Palestrinos? Pois bem, de certa forma ele tinha razão.

Assim como têm razão todos aqueles que dizem que é preciso afinar o Palmeiras para o ano que vem. O que Vanucci e estes muitos outros não disseram claramente é que, antes de mais nada, é preciso se preparar para o que está acontecendo agora.

É sabido que começamos bem a Série B (9 pontos para o quarto colocado é uma bela diferença) e também não é segredo para ninguém que o nosso próximo adversário na Copa do Brasil já não é o mesmo há alguns anos. No entanto, antes de pensar em ano do centenário, precisamos pensar nestas duas competições ainda em 2013.

Dentro de campo, Gilson Kleina já começou a afinar a equipe com o que tem: desistiu de algumas improvisações, firmou Vilson na vaga do lento André Luiz e já posicionou Alan Kardec como nostro 9 oficial. Fora dele, a diretoria se incumbiu de se livrar de algumas tranqueiras como Weldinho, liberou jovens por empréstimo para que ganhem confiança e já negocia a renovação de Leandro por mais 1 ano.

O que falta, portanto? Falta procurar, ao menos, mais um zagueiro, um lateral-esquerdo com bastante urgência e mais um jogador de área – quando Kardec não jogar, vai ser complicado confiar em “Caiotelli” logo de cara. Ah! E, óbvio, definir esta tal condição de Wesley – R$350 pau por mês é muita grana, mas emprestar um titular pra um clube pequeno e ainda por cima para não receber nada em troca é inadmissível…

Agora, antes de tudo isso, tem que subir. E dá, sim, pra brigar pela Copa do Brasil. O que não podemos é esquecer do hoje pensando só no amanhã; a Série B está só começando e, se afrouxar, vai dar problema.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Lá se vão duas semanas sem posts, Palestrinos.

Nada de greve ou desânimo deste blog, mas, graças a uma rotina de trabalho pesada e um campeonato tão modorrento quanto o Paulistão, este espaço ficou calado por exatos 14 dias. Tempo, aliás, em que o diagnóstico do Palmeiras não mudou: continua faltando (muita) qualidade técnica.

Vejo e leio pessoas criticando Gilson Kleina, mas, sinceramente, nenhum treinador no mundo faria este elenco jogar o fino da bola. Hoje, nostro grupo é extremamente limitado e, salvo raríssimas exceções, tanto faz o “titular” ou o “reserva” da posição. Pense bem: Weldinho ou Ayrton? Juninho ou Marcelo Oliveira? Caio ou Kleber? Charles ou Márcio Araújo? Tanto faz!

Já estamos próximos ao mês de abril e, até agora, ainda somos praticamente os mesmos do ano passado (inclusive nas arquibancadas). Entendo que ainda não houve tempo para fazer grandes milagres da diretoria, mas espero de verdade que eles estejam se mexendo para fazer boas aquisições no meio do ano.

Afinal de contas, se é para apostar em Ronnys e Rondinellys, que apostemos em Dybal e Diego Souza, que já estão aí. Precisamos de jogadores mais rodados, pra mesclar com essa molecada que nós já temos. A Copa São Paulo foi razoável para nós, temos que ser certeiros nas contratações. Se pegarmos o banco de rivais nostros, quase todos seriam titulares neste Palmeiras.

O Paulistão não chega a ser um sinal de emergência, mas é um alerta importante. Precisamos qualificar o elenco se quisermos ver 2014 nascendo já neste segundo semestre.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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