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Posts Tagged ‘Z4’

Sem mais ilusões, Palestrinos.

Já deu pra perceber que não é este time quem vai nos livrar de mais uma queda. A verdade é que, agora, nos resta apenas apostar no fracasso dos outros. Por isso, chegou a hora de fazer contas.

Hoje ocupamos o 16o lugar, com 39 pontos, só um a frente do Z4. Considerando que resta uma vaga apenas (Criciúma já foi, Bahia e Botafogo estão quase), nostros concorrente diretos são Vitória (38 pts.), Coritiba (41 pts.) e Chapecoense (42 pts.). Logo, vejamos a tabela:

  • Palmeiras: Inter (F) e Atlético-PR (C)
  • Vitória: Flamengo (F) e Santos (C)
  • Coritiba: Atlético-MG (F) e Bahia (C)
  • Chapecoense: Cruzeiro (C) e Goiás (F)

Sinceramente, acho que os piores confrontos são os nostros. Pegamos o Inter extremamente interessado e necessitado de vencer em casa e um Atlético Paranaense sem responsabilidade nenhuma – mas doido para carimbar o novo Palestra. O Vitória pega dois times que já não têm pretensão nenhuma no campeonato, o Coxa enfrenta um time que deve vir de ressaca de título e outro virtualmente rebaixado, enquanto que a Chape pega o Cruzeiro já campeão e um Goiás desinteressado fora de casa.

O melhor cenário que vejo no momento para o Palmeiras é o de 4 pontos: um empate fora e uma vitória em casa. Se conseguirmos isso, provavelmente nos salvaremos, porque não acho que Vitória e Coritiba vençam os dois jogos que têm pela frente – com 42 pontos, a Chapecoense só precisa ganhar um dos dois, acredito que se salva.

No entanto, indo para o cenário que mais me amedronta, podemos ter que decidir tudo na última rodada. E aí a pressão sobre o time medíocre que temos pode nos deixar em situação delicada. É por isso que, desde já, peço que todos os palmeirenses de verdade se programem para estar no Palestra Itália dia 07/12: vai ser preciso empurrar na garganta, na raça e na camisa.

Até porque esperar que este elenco nos salve, apresentando algum futebol minimamente decente, é totalmente impossível.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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38 dias sem um único post, Palestrinos.

Desde quando esse blog nasceu, em 2009, essa foi a única vez que ficou tanto tempo sem nenhuma atualização. Peço desculpas para todos aqueles que nos visitam quase que diariamente, mas a verdade é que eu não quis contaminar ninguém com a minha latente desesperança.

Nunca, em nenhum momento da minha vida, estive tão desacreditado com o Palmeiras. Nunca estive tão atônito, pessimista e desgostoso com o que tenho visto e ouvido por aí. E olha que, sejamos francos, já tivemos motivos de sobra para se estar assim nos últimos anos. Tanto dentro quanto fora de campo, o momento é de terra arrasada. Um time perdido, jogadores medrosos, diretores sem comando e sem vergonha.

A impressão que tenho é a de que, mais do que nunca, o Palmeiras se tornou uma preocupação constante para nós que o amamos. É como um parente em coma: te dá a esperança de poder se recuperar, mas você sabe que isso  é quase impossível. E não falo somento do atual momento do Brasileirão, falo na última década como um todo. A tragédia veio em 2002 e hoje, dez anos depois, estamos prestes a viver a mesma situação daqueles tempos, como se nenhum avanço tivesse acontecido.

Nós, bravos e apaixonados, torcemos. Gritamos, empurramos, seguimos, levamos o Palmeiras no peito e nas costas. Mas  está difícil, cada dia mais pesado e doloroso para todos nós. Nunca desistiremos nem vamos deixar o Alviverde para trás. Contudo, coloquemos a mão na consciência, está difícil reunir forças.

Seguimos orgulhosos de nostra história e de nostras cores, vestimos a camisa verde e branca de tantas glórias todos os dias, discutimos entre a gente e com os outros ao menor sinal de ironia, mas estamos feridos. Faltam ainda 5 rodadas e vamos continuar apoiando. Mas a esperança, Palestrinos, essa está cada dia mais longe de nós.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Mais um resultado adverso, Palestrinos.

E dessa vez foi sem erro de árbitro, foi por incompetência nostra mesmo. Jogando na longínqua e inóqua Barueri, perdemos merecidamente para o Inter e nos enterramos ainda mais na zona de rebaixamento. E é aí que está morando o grande perigo…

Faltando somente 5 partidas para o final do turno, temos 3 jogos complicadíssimos fora (Botafogo, Fluminense e Atlético/GO) e outros dois clássicos “em casa” (Flamengo e Santos). Convenhamos, não está fácil. E se virarmos o turno mal, o desespero chega em algum momento e o bicho pega, mesmo para uma equipe que tenha a tranquilidade de ser a campeão da Copa do Brasil.

Uma projeção muito otimista seria a de 10 pontos – computando aqui os dois jogos em casa, uma vitória em Goiânia e ao menos um empate no Rio. Mas, com tantos desfalques por lesão, suspensões e a má vontade dos nostros meias (Valdivia preguiçoso e Daniel Carvalho gordo como um boi) sabemos que a coisa pode piorar.

Acho que chegou o momento de Felipão tomar uma atitude drástica, bater no peito e colocar quem ele pode confiar para jogar. Que coloque Fernandinho no meio, Obina e Barcos jogando juntos, pegue um meia da base e ignore os chinelinhos bem pagos que deveriam honrar a nossa camisa 10. É hora de fechar o grupo e reagir!

Senão, amigos, pode ser tarde demais.

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Eu sei que a diretoria não tem pulso para fazer isso, mas, passada a mística de Barueri em busca do título, já é chegada a hora de voltar para São Paulo. Se o estádio da Rodovia Castello Branco ajudou meses atrás, agora já está atrapalhando: além do time estar apático, não tem como 5 ou 7 mil torcedores empolgarem a equipe.

Fosse no Pacaembu, o jogo do último sábado teria arrebanhado ao menos 15 mil pessoas. Isso faz diferença em campo e no bolso. Volta pra São Paulo, Palmeiras!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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