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Posts Tagged ‘zago’

A situação complicou de vez, Palestrinos.

E no meio de tanta bagunça e sujeira, nostro maior problema é o de arrumar a casa. O Brasileirão está só no começo, mas precisamos abrir os olhos enquanto é tempo. O primeiro passo, naturalmente, é trazer um novo treinador.

Mas para isso não adianta trazer UM técnico; é preciso trazer O técnico. E esse cara é e sempre será Luiz Felipe Scolari. O grande X da questão é que Felipão está sendo sondado por clubes europeus, é caro e não deve ser nada fácil seu acerto com o Palmeiras.

É por isso que defendo a opinião do título: ou é Felipão ou é melhor não ser nada.

Já ouvi os nomes de Cuca e Celso Roth ecoando pelos noticiários e, sinceramente, se é pra trazer um treinador meia-boca, que ganhe bem e que não resolva, é melhor ficar com o que temos em casa. Pega o Sbraglia Parraga, técnico do Palmeiras B, e efetiva sem medo. Simples assim.

Não é possível que a diretoria não tenha aprendido com os casos recentes. Luxemburgo caiu, Jorginho assumiu, foi bem, mas saiu para a chegada de Muricy. Resultado: hoje pagamos salário para três técnicos e não temos nenhum. Se bem que, do jeito que Belluzzo e sua trupe andam, não dá pra duvidar de nada.

Forza, Verdão! Reage!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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O que estão fazendo com nostro Palestra, amicos?!

Time desmotivado, jogadores indo embora, brigas internas, lances bizonhos… Por San Genaro, o Palmeiras está completamente sem comando! Não tem técnico, não tem presidente, não tem diretoria, não tem atitude, não tem nada. Falta comando em absolutamente todos os setores.

Belluzzo diz sempre estar no comando da situação, mas nunca resolve nada; Cipullo e Seraphim Del Grande viajam atrás de reforços e conseguem perder jogador medíocre até pro Fluminense; o dono da Traffic diz que acha legal cobrar R$300 num ingresso; Antônio Carlos escala Vítor de zagueiro e consegue sair na mão com três atletas dentro do ônibus; dentro de campo ninguém tem coragem de bater um pênalti…

Onde vamos parar desse jeito?!

Não sei o que dizer. Infelizmente, hoje o Palmeiras é a própria casa da mãe Joana. Como aconselhou o porteiro do meu prédio, “reza, Seu Henrique, reza”. É o que eu vou fazer.

E ainda assim e sempre… Siamo Palestra!

ROJAS.

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Dio mio, Palestrinos!

Fazendo minhas as palavras do meu irmão, “este time ainda me mata do coração”. E vou além: desse jeito, este time ainda me mata de raiva. Como pode sofrer tanto para vencer o lanterna do campeonato, com a 2ª pior defesa e o 2º pior ataque?! Por San Genaro… seja como for, valeu pela raça e pelo talento dele, Cleiton Xavier.

O JOGO
O Verdão começou “bem”, ao menos pressionando o lanterna do Paulistão. E, apesar dos muitos erros de passe, chegou ao gol em belo contra ataque, quando Lenny foi pra cima (o que deveria fazer sempre) e chutou cruzado. A partir daí, no entanto, bateu aquele “vamos matar o jogo” e o empate veio num contra ataque rápido do Sertãozinho.

E mal começou o segundo tempo, veio a virada: Marcos soltou uma bola razoavelmente fácil e, na seqüência, acabou cometendo pênalti. Ricardo Lopes bateu e converteu. A partir daí, Antônio Carlos olhou para nostro maravilhoso banco e ousou: tirou Wendel e colocou Ivo na esquerda (Eduardo rendeu bem na direita), tirou Sacconi para a entrada de William e depois Daniel na vaga do cansado Lenny.

Foi quando começou uma pressão incessante. Que, na base do chutão, virou uma virada suada. Aos 40′, em lance taticamente bizarro, o zagueiro Léo cruzou e CX10 meteu gol de centro avante: 2 a 2. Logo depois, Robert (que minutos antes quase havia feito um golazzo de bicicleta) protagonizou o lance mais medonho da partida e perdeu um gol imperdivel.

Sorte que, aos 48′, Cleiton mais uma vez vestiu a camisa 9 e matou o jogo.

O MELHOR
Claro, Cleiton Xavier, o garçom salvador.

O PIOR
Deyvid Sacconi foi totalmente inoperante. Parece só funcionar se entra durante o jogo.

A MASSA
Claro que a torcida tem o direito de protestar diante de um equipe que quase perde pro lanterna do Paulistão. Pode se desesperar com os erros de Robert, os passes mal dados por Marcio Araújo, as mudanças de Zago, as corridas sem fim de Lenny e etc. Mas, de verdade, qual oobjetivo de travar uma guerra fria com a equipe?

Querendo ou não, o time é esse. Vão chegar reforços (Dio queira que Vítor seja mesmo verdade!) e o time deve se acertar um pouco mais. Não que eu ache que os 3 mil e poucos que estiveram em Barueri falem em nome de toda a nostra massa, mas realmente não vale a pena criar um ambiente de barbárie no Palestra.

E AGORA?
De novo vou falar a mesma coisa que falei após a vitória contra o São Paulo e a derrota para o Rio Claro: o mundo não acaba ou melhora depois de um resultado. Contudo, com a vitória de ontem, acredito em um time mais ligado no domingo, diante dos Lambaris, na Arena Havaianas.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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E lá vamos nós, Palestrinos.

Após as polêmicas saídas de Muricy e Toninho Cecílio, o Palmeiras anunciou seus “novos” comandantes: Antônio Carlos e Seraphim Del Grande. Entenderam agora porque novos está entre aspas?

Antônio Carlos Zago, 40 anos, fez sucesso como zagueiro do Verdão e depois atuando pela Roma (ITA). No mundo administrativo sua experiência é bem menor: foi diretor da gambazada por quase dois anos e depois treinou o São Caetano por um ano (7º lugar na Série B 2009 e atual 7º lugar no Paulistão 2010).

No currículo, diversas polêmicas que vão de entradas violentas, passam por racismo (no Juventude, todos se lembram) e acabam no lance capital de sua saída do curintia (levar o Ronaldo pra “balada”).

Seraphim Del Grande é uma daquelas figurinhas que estão no Palmeiras desde que eu nasci. Participou da montagem daquele time dos anos 90 (obviamente com a ajuda bastante providencial da Parmalat), foi presidente do clube e depois se exilou no conselho.

É um dos braços direitos de Belluzzo e ganhou o cargo de presente. O mais curioso é que foi ele próprio quem liderou a saída dos dois ex-integrantes da comissão (o que deixa essa história ainda mais com cara de política porcamente – sem trocadilhos – mal feita).

Enfim, eu achei as duas trocas ruins. O cargo de diretor foi uma escolha totalmente política e o de treinador foi claramente financeira. Óbvio que pesa a identificação e raça que Antônio Carlos pode passar para o grupo, mas, de verdade, é uma aposta total no escuro.

Domingo tem clássico com a bambizada. E seja o que San Genaro quiser!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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