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Se você assistiu aos últimos jogos do Palmeiras vai concordar com o título deste post, Palestrino. Depois do jogo final diante do Santos, do primeiro tempo conta o Sampaio Correia e dos 90 minutos versus o Joinville, dá pra dizer tranquilamente que este time merece este título.

O toque de bola irritante e sem objetividade – principalmente no campo de defesa – é uma afronta à prática do futebol. Nenhum time do mundo que pretenda, de fato, vencer uma partida, pode estar confortável com esta estratégia de jogo.  Estamos terminando as partidas com impressionantes 70% de posse de bola, mas ridículos com três chutes a gol! É o tiki-taka versão Oswaldo de Oliveira.

E ontem, amigos, tivemos a obra prima desta “estratégia”. Lucas tocava para Victor Ramos, que acionava Victor Hugo, que acionava Egídio, que achava Gabriel que… devolvia para Lucas. Isso repetidamente, trezentas vezes, até que um deles errasse o passe – ou, pior, até que o nostro camisa 3 desse uma lançamento totalmente sem propósito para o campo de ataque. Parece que Lúcio foi embora, mas deixou de presente para o zagueiro do beijo no pescoço a mania de dar balões pra frente.

Isso que, teoricamente, opções não faltavam. Acredito que na cabeça do treinador, Robinho (mais uma vez mal escalado de segundo volante), Zé Roberto, Dudu e Rafael Marques deveriam se mexer para criar alternativas. O que vimos, no entanto, foi a repetição de todos os jogos: pontas isolados, meio parado e o menino Gabriel que ia e voltava incessantemente para tentar abrir espaços.

É pouco – ou melhor, nada – para um trabalho que atingiu a marca dos 5 meses. Se o problema do ano passado era a falta de opções, o modelo 2015 tem de sobra. Não que sejam todos craques – longe disso, aliás! -, mas dá pra montar uma equipe que, ao menos, tente agredir os adversários. Já passou da hora de Oswaldo enxergar que o sonhado 4-2-3-1 dele não está funcionando.

A culpa do técnico, aliás, vai bem além disso. Passou meses insistindo com Zé Roberto na lateral para perceber que ele rende melhor no meio; forçou Cristaldo de titular até perceber que Leandro Pereira é o titular; insiste com Rafael Marques e Dudu abertos mesmo vendo que a efetividade é zero; mantém no banco Kelvin em melhor momento que os demais; e assim por diante.

Eu já disse e repito que o nostro ano tem tudo para ser 2016. Mas, para isso acontecer de verdade, precisamos encaminhar bem o trabalho. O que me parece é que, desde a final do Paulistão, regredimos. O time está burro, acéfalo, fácil de ser marcado… tanto que, pela milésima vez, ficamos esperando por algo de Mago Valdisney. Se não conseguimos incomodar Joinville e Sampaio, vamos botar medo em quem?

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Isso é Libertadores. Depois de passar por batalhas heróicas diante de Sport (2x) e Colo Colo, acabamos perdendo a vaga para o pior time de todos: o Nacional.

A vaga do Palmeiras não foi perdida ontem, por sinal. Foi há três semanas, no Parque, quando tomamos aquele golzinho de canela e não conseguimos marcar o segundo.

O JOGO
Fomos superiores o jogo todo. O time deles é muito ruim. Só é melhor que o Potosí, que enfrentamos na Pré-Libertadores. O que faltou para o Palmeiras foi ousar. Contra uma defesa fechada, você dribla. E Willians, Armero, Diego… ninguém tentou uma finta sequer.

Keirrison sumiu de novo. E as laterais pouco funcionaram. Tentamos sempre com Cleiton Xavier e com Pierre. Tivemos chances e mais chances, todas disperdiçadas. E o placar era deles.

ARBITRAGEM
Houveram pênaltis para nós: um claro, em cruzamento de Armero, e outro que o juiz nunca daria, quando São Marcos foi cabecear. E também teve o de Maurício Ramos. Ou seja, o juiz era ruim de nascença.

Fora isso, deixou de aplicar cartões quando necessário e deixou os uruguaios catimbarem a vontade, dando ridículos 3 minutos de acréscimo. Mas ele não foi o culpado.

CRÍTICAS
É muito fácil criticar agora. Mas eu, pessoalmente, não irei fazer nenhuma crítica.

Obina não foi o culpado pela derrota (aliás, fez mais que Keirrison fez o jogo todo), Luxemburgo não escalou mal o time, Marcos não foi afobado. O Palmeiras simplesmente não fez o gol.

Não adianta pichar o muro do Palestra, imbecis! Sem a Traffic nosso time seria repleto de Capixabas, sem Luxemburgo nem teríamos patrocínio e esse time foi, sim, longe.

A VIDA SEGUE
E segue sábado, às 18:10h, na Arena da Baixada. Vamos apoiar: a equipe pode buscar o título e tentar novamente ano que vem. Quem desanima não é Palmeiras.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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