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Posts Tagged ‘sport’

Eu estava com tanta saudade do clima de dia de jogo no Palestra, que parei o carro a 2km do estádio só para ir caminhando pelo bairro.

Eu estava com tanta saudade da Turiassu que fiz questão de ir até o Posto Ipiranga do cruzamento coma Sumaré, comprar uma gelada e ir até o portão prevendo junto com os amigos quem é que faria os gols.

Eu estava com tanta saudade de adentrar o portão do Palestra que o fiz sem nenhuma pressa, cantando na fila como quem já cantava nas arquibancadas.

Eu estava com tanta saudade de me sentir em casa que, quando cheguei ao meu lugar, olhei em volta não para ver o novo, mas sim para relembrar cada curva de cimento do nostro velho amigo.

Eu estava com tanta saudade de ouvir a torcida entoando o hino do início ao fim em nosso quintal, que o fiz não uma, mas três vezes antes mesmo de a bola rolar.

Eu estava com tanta saudade do clima do nostro campo que, quando o intervalo chegou, fiz amizade com quem estava em volta – discutindo substituições, mudanças, sonhos e objetivos para 2015.

Eu só não estava com saudade de uma coisa: dos atletas que hoje vestem o nostro manto verde. E foram bem eles os culpados por estragar uma noite que tinha tudo para ser incrível, mas acabou sendo esquecível.

Foi aí que bateu saudade de Marcos, Evair, Edmundo, Djalminha, Rivaldo, Oberdan, Luís Pereira, Dudu, César Maluco, Ademir e tanta gente boa de bola que eu vi ou ouvi falar e jogar. E essa saudade, Palestrinos, está bem difícil de matar.

Ainda assim… Siamo Palestra!

ROJAS.

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Lá se vão dez anos, Palestrinos.

Mas parece mesmo que foi ontem. Após a trágica campanha de 2002 (com Itamar, Dodô, Alexandre e até Índio possuído pelo capeta) e do início desastroso de 2003 (tomando um senhor 7×2 para o Vitória em casa), o ano melhorou do meio para a frente. A campanha da Série B foi boa, o time esteve sólido e em nenhum momento Marcos, Magrão, Pedrinho, Edmílson e Vágner Love tiveram ameaçada a volta à elite.

Se compararmos, a situação de hoje até parece melhor. Embora limitado, nostro time está “pronto” já faz algum tempo e a base que entrará em campo amanhã, diante do Atlético Goianiense, é a mesma que jogou a Libertadores e o Paulistão. Mas, sejamos sinceros, esse cenário teoricamente melhor pode caducar se não jogarmos pra valer.

Afinal, ao contrário de 2003, este ano não há nenhum outro time-alvo. Se naquele ano havia o Botafogo, 2013 não apresenta nenhum outro. Seremos nós, e só nós, o time a ser batido. Por isso não adiante se iludir achando que ganhar de ABC, Icasa e Paysandu vai ser moleza, porque não vai, não. Vai ser osso.

Teremos muitas partidas no norte e nordeste, muitos jogos com calor e gramados acima do normal e, acima de tudo, teremos uma vontade sobre-humana por parte dos adversários. Isso sem falar que a Série B nos colocará frente a frente com pedras no sapato históricas, tais quais Sport, ASA (como esquecer?), São Caetano e o próprio rubro-negro do serrado.

A verdade é que, assim como foi até aqui, nostra camisa vai ter que jogar. E que bom que vai ser essa nova camisa, verde e branca simples, bem como é simples e linda a sua irmã reserva branca e verde. Não que precisemos da categoria de Ademir da Guia, mas a garra de Dudu e o oportunismo de César Maluco serão bem vindos. Assim como será bem vinda não a técnica, mas a aura vencedora daquela eterna Academia.

Amanhã, Palestrinos, a Segundona começa para nós pela segunda vez. E eu espero que, pela primeira vez, aprendamos não só a subir como a ser manter de onde jamais deveríamos ter saído: do topo.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Saiu hoje a 4ª Pesquisa LANCE! Ibope, Palestrinos.

O gráfico das maiores torcidas está aí em cima para vocês verem e os números não trazem muitas novidades: Framengo e Curintia no topo, Bâmbis e times interioranos (Ixpórt em destaque) em franco crescimento e grandes como Palmeiras, Vasco e Botafogo estagnados.

Realidade dura, mas, convenhamos, compatível com o que temos visto em campo na última década. O que deve ser relevado, na minha opinião, é que os números não explicam tudo.

Segundo o ranking de evolução de torcidas (abaixo), por exemplo, nos últimos seis anos (2004-2010) a turminha colorida do Morumbi foi quem mais arrebanhou torcedores, com o acréscimo de 3,5 milhões de pessoas. Enquanto isso, neste mesmo período, nós “perdemos” algo em torno de 200 mil.

Meu ponto é: torcedor de verdade não se perde. O torcedor que conta como torcedor mesmo – e que ama seu time – nunca vai mudar de camisa. Simples assim. E eu me nego a concordar que nós perdemos torcida, assim como duvido muito que o SPFW tenha ganho tantos adeptos.

O que acontece, claramente, é a adesão de “torcedores modinha”. Aqueles que aparecem somente com os títulos e sucesso das equipes. É óbvio que o tricampeonato brasileiro fez surgir “novos são-paulinos”, assim como os meninos do Santos fazem surgir novos santistas e o Brasileirão do ano passado ajudou a reforçar os flamenguistas.

Da mesma maneira, fica óbvio que o nostro Palestra “perde” torcedores quando deixa de ganhar taças. E é aí que a diretoria tem que se preocupar: com os resultados. Porque não existe bem maior para um clube do que sua própria torcida e, tratá-la baseada só na paixão, faz com que não ganhemos novos e fervorosos torcedores.

Sendo realistas, qual o incentivo de um garoto decidir pelo Verdão se, além da fase não ser boa, o time mal consegue ser notado? Se erra 90% das ações de marketing? Se não tem um sócio-torcedor minimamente decente? Se troca de treinador a cada 3 meses?

Claro que repatriar Felipão, Kléber e Valdívia é muito válido. Claro que construir a arena mais moderna do país ajuda demais. Mas ainda falta um olhar mais abrangente para estes 12 milhões de Palestrinos e muitos outros que podem se tornar parte da massa.

Afinal, torcida não se perde, mas se deixa de ganhar. E é bom o Verdão abrir os olhos e aproveitar essa massa apaixonada para crescer e ganhar ainda mais

Siamo Palestra!

ROJAS.

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palxspo_1111

Será que eu vi um compacto, Palestrinos?

Ou será que mais uma vez entramos em campo desconcentrados, saímos atrás do placar e tivemos que suar sangue pra conseguir um empate? Foi exatamente assim contra havaianos e gambás. E parece que ainda nçao aprendemos… no entanto, nada perdido ainda.

O JOGO
O 3-5-2 se mostrou despropositado logo no início do jogo. Com apenas um jogador pernambucano fixo na frente, nossos 3 zagueiros (Edmílson, incluso, pois jogou de líbero) ficavam sem marcar ninguém e nós ainda perdemos o meio. Receita mais do que ideal para tomar dois gols seguidos.

Dois passes mal feitos, duas descidas em velocidade. Virou moda.

Enquanto isso, lá na frente, o Palmeiras atuava no mais tradicional estilo inglês da década de 80: chuveirinho. Dezenas de cruzamentos errados e sem alvo. Ao final dos 45 minutos, só uma cabeçada e um chute de Ortigoza na trave haviam levado perigo.

Pra segunda etapa, Muricy sacou os dois volantes (Souza e Sandro Silva), colocando Pierre e Deyvid. E com Deyvid em campo, o Verdão resolveu tocar a bola. Em um escanteio, Edmílson chegou 1 segundo atrasado. E aos 26, Sacconi recebeu lindo passe de Ortigol para fazer o primeiro.

Insandecido e mais ofensivo – finalmente Muricy sacou o camisa 3, apesar de ter entrado (o nulo) Marquinhos -, o Palmeiras foi pro abafa. E o empate saiu aos 30 minutos, após Danilo ter sido perfeito na conclusão: 2×2.

A virada poderia ter saído, mas o time, sem nenhuma inspiração, não conseguiria. Valeu a raça do segundo tempo, valeu por ver Pierre de novo jogando e valeu por ter vindo um ponto.

Mas que foi muito pouco, foi. Muito pouco.

O MELHOR
Ortigoza. Incrível como ele contagia nosso ataque com sua raça e voluntariedade em todo e qualquer lance.

O PIOR
Sempre que jogar, Edmílson terá este lugar cativo (ou ao menos o disputará com Marcão).

NULO
Diego Souza me fez criar uma nova categoria: o nulo.

ARBITRAGEM
Vamos ao fato: no gol de empate, o juiz – assustadíssimo – apitou antes de ter olhado pro bandeira, que acertadamente deixou o lance correr. Um estúpido acéfalo de apito na boca, é claro. Mas se apitou e validou o gol, errou.

Um erro não justifica o outro e a culpa, mais uma vez, é da CBF. Mais um árbitro fraco a ir para a geladeira neste verão.

O QUE FAZER AGORA?
Acreditar! É só isso que podemos fazer. Em um campeonato tão maluco que nem esse, nada impede que todo mundo perca pontos. A coisa está feia, mas ainda tem jeito.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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ixport

Hoje é dia, Palestrinos!

Ou melhor, hoje é noite. Noite de repetir a que tivemos contra Goiás, vencer bem em casa e voltar com força na briga pelo caneco. Noite de vencer e rebaixar o combalido Ixpórt e botar pressão nas outras equipes que brigam pela ponta. Enfim, mesmo com apagão, há refletores no fim do estádio. Acreditem!

VERDÃO
Continua o 3-5-2 Muricístico, com Pierre de volta ao lado de Souza e Ortigoza fazendo dupla com Obina no ataque. Será preciso usar os laterais e a vontade de nostro guerreiro camisa 5 e de Ortigol lá na frente. Se Diego quiser jogar, será bem vindo.

IXPÓRT
Na briga para não cair, as leoas dependem de dois refugos da gambazada para brilhar: Wilson e Arce. Se a nossa defesa conseguir sucumbir a esta dupla de ataque, eu realmente passo a achar que o mundo acaba em 2012.

COMO JOGAR?
Com raça. Só isso, juro. Não vou pedir jogadas, ftebol bonito, nem nada. Se o time demonstrar pegada e dedicação, tenho certeza de que venceremos a partida e de que eu e os outros 20 mil torcedores presentes ao Palestra ficaremos satisfeitos e confiantes.

PALPITE
Eu vou de 2×0, Ortigol e Figueroa.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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palmeiras

Ainda não acabou, Palestrinos!

Temos a tabela mais difícil, faltam apenas 4 jogos, estamos um ponto atrás após 19 rodadas na frente, a polêmica com aquele ladrãozinho foi pesada, mas o jogo só acaba quando termina.

É óbvio, é besta, mas é bom reafirmar isso pra gente não esquecer.

Amanhã tem o rebaixado Ixpórt no Palestra e lá vamos nós encher o estádio mais uma vez, cantando e vibrando pelo Verdão.

Tem a volta de Pierre (que já vale o ingresso), São Marcos estará debaixo das traves, deve pintar uma nova dupla de ataque e, claro, podemos terminar a rodada dois pontos a frente da bambizada.

Não somos só nós que tropeçamos. E quem tropeça pode levantar com estilo. Este Brasileirão está ao melhor estilo Alcóolicos Anônimos, “um dia de cada vez”. E o dia de amanhã pode ser ótimo.

Esperemos que o grupo tenha sentido a cutucada e tenha recuperado o brio perdido nos últimos jogos.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Como era esperado, o jogo foi difícil. Mas o Verdão bateu o Sport por 1 a 0, na Ilha do Suspiro, e segue na ponta do Brasileirão soberano. Pra melhorar, ainda quebrou recorde; confira!

O JOGO
O Palmeiras começou bem melhor. Em dois lances seguidos, quase abriu o marcador em jogadas de Pierre e Cleiton Xavier (que, por sinal, jogou muito de novo). Mas o tempo passou, o Ixpórt cresceu e equilibrou as ações na Ilha.

Até o final do 1º tempo então, foi um festival de passes errados e apenas 3 lances de perigo: um nosso, dois deles (com Marcos pegando ótima cabeçada).

O segundo tempo aparentava ser igual. Os dois times erravam demais. Mas aí, perto dos 15 minutos, Diego Souza foi parado por Hamilton com o carrinho criminoso ao tentar puxas contra-ataque: camisa 5 do Ixpórt na rua!

Muricy então mexeu e jogou o time pra cima, com Souza no meio e Willians no ataque, saindo do surpreendente 3-5-2. Mas nem deu tempo de ver a troca e o gol saiu. Obina cruzou e, antes de Willians chegar (ou não!) na bola, Bruno Teles fez contra.

Verdão 1 a 0 e liderança garantida. Frevo de novo!

DEDO DO MURICY
Entrar com 3 zagueiros é Muricy clássico. Com medo dos laterais da leoa, nostro treinador deixou a equipe mais compacta, apesar de perder um pouco do meio.

Marcão, que entrou como titular no lugar de Souza, fez uma bela partida. Mas o buraco entre o meio e o ataque preocupou durante toda a partida. Melhor pra nós que, com a expulsão, Muricy mexeu de novo e o time venceu.

O MELHOR
É sacanagem o que o Cleiton Xavier está jogando! Passes, chutes, lançamentos… nosso camisa 10 está em uma fase incrível. Sábado, foi mais uma vez o melhor.

Armero, Marcão e Pierre (claro!) também jogaram um bolão.

Já Wendel voltou a ser Wendel e errou todos os cruzamentos.

RECORDE VERDE
Nunca no esquema de pontos corridos, um time chegou na 16ª rodada com 34 pontos (mais de 70% de aproveitament0). Fase perfeita pra continuar na ponta!

Ainda mais porque, exceto pelas galinhas mineiras, o concorrentes diretos vêm tropeçando jogo após jogo.

Quinta tem o Grêmio em casa. E que venham mais 3 pontos!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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